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CUZINHO SACIADO IV

Cuzinho Saciado IV



A saga continua. No conto Cuzinho Saciado III terminei a hist�ria tendo um gozo anal de quatro, todo submisso ao meu macho, rebolando no seu pau enloquecedor, delicioso e saboroso. Aprendi a sentir o sabor de um pau, pressionando o cuzinho, rebolando em c�rculos, entrando em extase. Gozar pelo cu com o pau mole � fant�stico. Descobri o quanto � bom ser enrabado por um macho que sabe fazer um homem sentir-se f�mea quase por inteiro, n�o fosse a minha anatomia masculina. N�o tenho buceta, claro, mas da forma que fui enrabado me sentia uma mulher. E dava com prazer, gozava mais do que uma vez na mesma trepada. Satisfazia um macho igual as mulheres fazem.



J� eram dez horas da manh�, perdemos o v�o de retorno que saiu uma hora antes. A companhia nos informou que o pr�ximo v�o sairia somente às 17h30. Refizemos as for�as, tomamos banho e pedimos o caf� da manh� no quarto, cujo servi�o j� havia acabado, mas fizeram uma exce��o para n�s. Meu macho vestiu a roupa, mas n�o permitiu que eu fizesse o mesmo, ordenando que eu ficasse s� de calcinha para ele. Quando o servi�o de quarto chegou, me escondi no banheiro. Esperei o funcion�rio servir e voltei para o quarto. Tomando caf� ele disse: precisa ver o moren�o que veio trazer o caf�! Voc� iria gostar. Respondi sorrindo, s� quero voc�...! Recebi um selinho em troca.



Terminamos o caf�, ele desceu na portaria, dizendo que tinha algumas coisas a tratar. Nesse tempo, arrumei a mala e me vesti, porque a sess�o de sexo tinha sido completa e nada mais aconteceria, pensei. Estava enganado, a saga continuaria. Ele voltou cheio de pacotes. Veja o que comprei para voc� vestir para eu ver. Micro vestido rodado, sand�lia alta, batom, sinta liga e uma calcinha menor ainda. V�,coloque e fique bem putinha pra mim. Pinte os l�bios, quero voc� bem femeazinha pra teu macho, vai logo. Entrei no banheiro, tranquei a porta e tomei outro banho r�pido, queria ficar bem "cheirosinha" para meu macho. Al�m de calcinha, nunca havia vestido outra pe�a de roupa femenina. Lentamente e sem jeito, comecei a me embonecar. Calcinha, sinta liga, vestidinho rodado, enfim a sand�lia. Desembacei o espelho e me vi mulher. Estava "perfeita", ou quase. Ele bateu na porta: pronto tes�o? J� vou, querido, procurando afinar a voz. Ah, faltava o batom, para completar a composi��o do personagem. Passei o batom, borrou todo e arrumei com a toalha molhada.



Bateu na porta novamente: ta pronta querida? Devagar abri a porta do banheiro entrei no quarto triunfante e rebolando. De sand�lia n�o d� para n�o rebolar. Desfile mais, robele pra mim, rebole. Desfilei, rebolei, mostrando a calcinha. Ele aplaudiu e assubiou bem alto. Desfilei mais, rodava o vestidinho, me abaixava, mostrava a bunda e fazia poses sensuais. Queria mexer com o meu macho, excit�-lo ao m�ximo. Algu�m bate na porta do quarto. Fiz mens�o de ir para o banheiro. Ele disse com firmeza, abra a porta querida. � o moren�o trazendo um refrigerante. Abri. O cara ficou est�tico. Quando recuperou a voz disse, desculpe � que pediram um refrigerante, mas posso voltar outra hora. Pode entrar, essa � a minha mulher que est� experimetando umas roupinhas, disse o meu macho. Entrou e colocou a garrafa sobre a mesa, confuso.



Desfile pra ele, querida, vamos ver se ele gosta das tuas roupinhas, ordenou. Desfilei sem jeito. Assim n�o e deu um tapinha na minha bunda. Perdi o medo e andei rebolando, excitando os dois machos. O gar�on estalou os olhos e um grande volume no meio das suas pernas denunciava sua excita��o. Esfregue a bunda nele, disse meu macho. Desse jeito n�o e meu deu um tapa forte que vermelhou minha bunda. Perdi a verganha e esfreguei a bunda no cara e setindo seu pau duro. Rebole mais, mais. Rebolei, girei a bunda e pressionei o cuzinho na pica daquele monumento. N�o posso ficar, n�o posso ficar, depois eu volto e saiu correndo.



Tudo bem querida, n�o iria deixar voc� trepar com ele mesmo. Veio por tr�s e apertou minhas n�degas com for�a. Agora eu vou comer minha puta. Coma a tua putinha, coma. Quero receber esse pauz�o novamente no meu rabo. E rebolava para ele. Me virou de frente, quase enguliu minha l�ngua e mordia levemente meus l�bios. Com as m�os amassava minha bunda. Me virou de costas e disse: fa�a como voc� fez com o cara. Comecei a esfregar minha bundinha no cacete duro, empinando, rebolado e gemendo. T� gostando da bundinha da tua mulher, t� querido, ta? Sem petrar ele fudia minha bundinha e fungava na minha nuca. Uma loucura de prazer.



Pegou no meu ombro, baixou minha caba�a e ordenou: pinte minha pica com batom. Ajoellhado, com carinho, pintei aquele mastro com os l�bios, da cabe�a à base. Terminado a obra de arte, recome�amos a foda simulada, dando um show de bunda no seu pau. Como n�o aguentava mais esperar, peguei o cacet�o e direcionei para o cuzinho lubrificado de tanta tes�o. Ele abri minhas n�degas e eu enfiei, pressionando a bunda contra o mastro. Entrou a cabe�a. Ficamos um tempo simulando na portinha. Forcei mais e entrou tudo, soltei um grito que ...deliciiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, assim coloque tudo no meu cuzinho. Fode, fode sua mulher, querido. Me apoiei na parede e me preparei para mais uma super foda com aquele macho delicioso.



Meu cuzinho j� estava acostumado com aquele calibre. Desta vez ele inovou. Pegando na minha cintura, colocava e tirava o pauz�o. Fui às nuvens. Me contorsia todo, aquela vara entrando e saindo me deixava louco. Mexia, gritava, gemia. Come a tua mulherzinha, come, enfia tudo no meu cuzinho, garanh�o saboroso. Enfiou, aumentou as estocadas e disse: goze no meu pau, goze mulherzinha querida, goze. Enfiou bem l� dentro e ficou parado, puxando meu ombro. Segurei o pau dele apertando, contraindo o cuzinho. Goze agaora, goze, encha meu cu de porra, encha meu homem. Ele for�ou mais e gozou. Senti aquele calor�o e gozei a�iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, uiuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, assim, enche o rabinho da tua mulherzinha de porra. Foi demais!



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