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UM COROA MUITO, MUITO MEU AMIGO

Certa vez, eu tinha 19 anos, fomos eu e minha fam�lia para uma restinga aqui no Rio de Janeiro. Como militar, meu pai tem preferencia para este tipo delugar, que fica sob os cuidados da marinha do Brasil. Ele resolveu levar, ent�o um casal de amigos dele. Gente super legal. Ele j� � um coroa de mais de 40 e a esposa dele at� que � nova. Mas ele brincou muito com a gente, correu comigo, jogamos volei e tudo. Um dia estavamos na prais e resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha. No caminho todos foram desistindo menos n�s dois. Muito nova, eu nunca havia pensado nem em namoro, muito menos em homens mais velhos. Mas a conversa foi rolando, rolando e eu passei a admirar aquele sujeito, bem mais velho do que eu. Aquilo ficou na minha cabe�a o dia todo a noite inteira. No dia seguinte, fomos pra outra praia e eu come�ei a torcer para ter outra trilha e percebi que queria que ele fosse comigo, mais ningu�m. E foi o que fizemos, partimos para outra caminhada e eu torcendo pra todo mundo desistir de novo. Cheguei a ficar mal-humorada, ninguem entendendo nada.... at� que, enfim, s� n�s dois continuamos a subir, procurando uma gruta que uma placa indicava mas que nunca chegava. Os outros cansaram e voltaram. Eu desafiei ele e ele aceitou e fomos n�s. No meio do caminho, comecei a puxar conversa e me surpreendi com meu pr�prio papo. Eu fiquei perguntando pra ele sobre namoradas dele, quando ele come�ou a namorar, se tinha problema de diferen�a de idade. Acho que a� ele percebeu, por que sorriu e disse que n�o tinha problema nenhum, que a menina tinha que ser bonita, inteligente e muito gente fina assim como eu!!!!! Claro, fiquei toda vermelha. E sorri. E a�, nem acredito, eu disse que nem sabia beijar. N�o sei como, n�o lembro direito, meus sentidos acho que piraram pois minha boca falava e meu c�rebro n�o pensava em nada... m lembro que ele sorriu, disse que poderia me ensinar e eu ent�o fiquei com as pernas bambas. S� me lembro daquelas m�os no meu rosto que ficava cada vez mais vermelho e aquela boca vindo na dire��o da minha. Ele me chamou de "minha Lolita" e eu achei que ele tinha errado meu nome, mas ele me explicou que n�o. Que meu nome � inconfund�vel... e me beijou. Eu fiquei toda enrolada, n�o sabia beijar mesmo! Ent�o ele, na maior paci�ncia me ensinou. E foi a� que eu passei a adorar aquele cara! Ele n�o riu de mim, n�o debochou... apenas me beijou v�rias vezes at� que eu conseguisse trocar l�ngua com l�ngua, beijar com vontade mesmo. Combinamos ent�o que ser�amos namoradinhos secretos. Eu, muito nova, jamais poderia ser amante de um homem casado e com a idade de meu pai. Al�m disso eu ainda queria ser crian�ona, n�o queria me precocupar com isso de homem e mulher. Mas adorei beijar tanto � que no meu Orkut eu coloquei essa comunidade de "amo beijar na boca" e ng entendia nada, pq eu nunca beijei ng. Com o tempo, a gente se ligou atraves da internet, do Orkut e do Msn. Eu adorava receber recados dele e respondia toda feliz. Quando a gente se via, geralmente l� em casa, nas festas de fam�lia, sempre d�vamos um jeito de fugir e trocar beijinhos. At� que um dia ele apareceu na porta de minha escola, dizendo que veio me buscar. Entrei no carro dele e ele perguntou se eu queria ir pra casa e eu disse que n�o, que queria ficar um pouco com ele. Mas por causa da minha idade,n�o dava pra sair com ele sem chamar a aten��o ou ir pra outro lugar s� "pra maiores". Acabou que eu sugeri l� em casa mesmo. Meus pais estavam em seus trabalhos, meu irm�o na escola. Casa vazia durante, pelo menos, tres horas. E fomos pra l�. Namoramos muito. Ele confessou que tinha muita tara em menina de uniforme e que eu ficava ainda mais linda uniformizada. Eu nem entendi o que era tara mas quando ele explicou, me senti o m�ximo. Ent�o nos beijamos de um jeito muito diferente. Muito, muito quente. E pela primeira vez eu senti aquele calor estranho no corpo e senti tamb�m um estranho volume na cal�a dele. E quando aquele volume encostou no meio de minhas pernas eu percebi que a cois estava ficando s�ria. E disse pra ele " me ensina isso tamb�m". Ele perguntou se eu tinha certeza, eu disse que sim e logo minha tarde virou uma loucura. Ele come�ou a me beijar por inteira. E foi uma sequencia de coisas novas pra mim. Pela primeira vez um homem me tocou o seios, pela primeira vez um homem me beijou os seios, pel primeira vez um homem me beijou o corpo todo, me fazendo tremer e arrepiar de medo e de algo que aprendi ser verdaeiro tes�o, de que tanto ouvia falar entre as amigas. Algo muito bom. Pela primeira vez um homem me deixou toda nua, me alisou o bumbum, beijando meu buraquinho o que me fez dar uns gritinhos escrotos, mas grito mesmo foi quando ele beijou minha xotinha. ele dizia que ela era linda e deliciosa e eu dizia coisas sem p� nem cabe�a. E passava a lingua e chupava e me alisava toda. Ent�o, pela primeira vez, eu vi um pau de um homem. Aquela coisa grande e roli�a. Ele pediu pra eu segurar e eu segurei. E fiz carinho. Ent�o ele empurrou minha cabe�a pra baixo e disse pra eu mamar ele, como se fosse um picol�. E pela primeira vez eu provei um pau. 19 anos, menina ainda, mas me sentia o m�ximo das mulheres. Um pau de verdade na boca!!!! Um homem de verdade me alizando or inteiro e dizendo que eu era uma gata maravilhosa, uma ninfeta fant�stica, um sonho de qualquer homem. Mas eu nao queria qualquer. Queria ele! Perguntei se ele iria me fazer mulher e ele disse que n�o, que queria me preservar, queria que eu fosse ainda uma menina maravilhosa. Ent�o nos esfregamos muito, como se estiivessemos transando. Quando o pau dele encostou na minha xota eu senti me molhar ainda mais, senti que ela ficava ainda mais inchada e me dava muita vonta de de gritar. Eu n�o entendia nada, mas sabia que era muito bom. Sabia que aquilo tudo era demais pra mim e que ng poderia saber mesmo. Mas eu queria mais, eu queria sentir aquela coisa que as amigas falavam. Mas ele nao queria de jeito nenhum, disse que eu iria me arrepender, que eu tinha que aproveitar mais minha vida, tinha que ser rian�a para que continuasse apaixonante. Entao me lembrei de minha prima que dizia que dava a bundinha pro namorado pra poder continuar virgem. Ele riu. Isso d�i muito, minha linda. Eu fiz biquinho, quase chorei. Mas chorei mesmo quando ele cedeu aos meus apelos e a minha chantagem emocional. Apesar de todo carinho, de passar gel, creme e mais um monte de coisas, aquilo doeu mesmo. Derramei l�grimas enquanto sentia minha bunda rasgar e ele dizia morde o travesseiro e grita... mas eu queria ficar ouvindo ele gemer, ele dizer que eu era apertadinha, que meu cuzinho era delicioso, que eu era uma menina maravilhosa e que me amava!!!!! Quando entrou tudo ele perguntou se eu aguentaria as bombadas. Eu sentia tudo doer e tudo tremer. Achei q fosse desmaiar. Mas depois das primeiras bombadas eu nao segurei e soltei um berro que acho que toda vizinhan�a ouviu. E fiquei enlouquecida, rebolava e dizia que aquilo era demais, era muito bom.... alguns minutos depois ele dizia que ia gozar, mas eu queria ver como era, como funcionava de verdade. Ja tinha lido sobre o leite do homem, o esperma. Queria saber como era que saia, se era leite mesmo. pela primeira vez tomei um banho de porra. No rosto e nos peitinhos. Depois namoramos mais e mais, com mais beijos e beijos. Naquela tarde, ele ainda me enrrabou mais duas vezes. Numa delas me encheu de leite na bunda. Naquela tarde eu bebi leite quente direto na fonte e at� engoli. Naquela tarde eu gozei como uma menina de 19 anos pode gozar, pois nem sabia que sensa��o era aquela e repeti mais e mais.... era um homem e uma menina brincando de uma brincadeira sem limites.... me apaixonei ainda mais. Sou uma menina apixonada por um homem bem mais velho, que sabe que � amor imposs�vel. Mas e da�???? Ainda espero o dia em que ele me deflore. Meu cabacinho s� pode ser dele, de ningu�m mais.

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