Tenho 36 anos e sou caminhoneiro, moro atualmente no sul e tenho uma irm� que mora no litoral de SP, Tudo aconteceu h� alguns anos atr�s....sempre que viajava para SP ficava na casa dela at� conseguir outro frete. O que ocorreu comigo foi muito especial, apesar de n�o me orgulhar disso, mas agora que conheci esse site, criei coragem para contar.
Minha irm� tem uma filha que se chama Fernanda, da qual sou padrinho de batismo; a �ltima que vez que h� havia ela estava com 9 anos e em janeiro de 1995 voltei a v�-la, pois viajei pra SP e como sempre permaneci na casa de minha irm�. Minha irm� e meu cunhado trabalham e n�s sempre fic�vamos sozinhos em casa, sempre a levava no shopping e sempre comprava algo pra ela, o que fazia com que ela gostasse e confiasse muito em mim.
Num determinado dia fomos a praia e ficamos sentados embaixo do guarda-sol, pois estava muito calor, eu bebia uma cerveja e convers�vamos sem maldade ent�o perguntei a ela sobre os paqueras, para minha surpresa ela disse que estava muito decepcionada, pois ela gostava de um menino da escola e um dia ela criou coragem e deu um beijo nele, por�m ele contou pra todos os amigos da escola e ficaram dizendo que ela era putinha, pois ela disse que enfiou a l�ngua na boca dele. Disse que estava muito triste, pois n�o podia contar isso para seu pai nem sua m�e, pois com certeza iriam brigar muito com ela.
Fiquei muito triste em saber disso e comecei a acalm�-la dizendo que isso era normal em sua idade, pois as mulheres amadurecem muito mais r�pido que os homens que s�o bobinhos at� uns 19 anos de idade, ao contr�rio das mulheres que com 19 ou 19 anos j� s�o curiosas para namoro e sexo.
Ela ficou mais calada por um tempo e continuou dizendo que n�o tinha com quem conversar, pois n�o tinha ningu�m da fam�lia por perto, por isso se sentia mais a vontade comigo do que nos seus pais que estavam sempre trabalhando muito e n�o acompanhavam seu crescimento. Isso mexeu comigo, chamei ela mais perto e dei-lhe um abra�o paterno bem apertado. Ela ficou um tempo abra�ada a ponto de sentir seus peitinhos, pequenos como uns lim�ezinhos, encostarem em meu corpo, imediatamente segurei em sua cinturinha e apertei mais. Nossa nunca tinha visto uma menina t�o bonita com um corpinho perfeito, uma bundinha empinadinha e uns peitinhos bem pequeninos, percebi que estava tendo uma ere��o, pois j� h� alguns dias n�o sabia o que era uma mulher e para disfar�ar sai e fui tomar um banho de mar... ela me acompanhou e come�amos a brincar com a �gua at� que ela me pediu pra levar ela mais para o fundo, pois estava come�ando a nadar e tinha medo de ir sozinha.
Comecei a lev�-la mais para o fundo e ela segurava em meu bra�o e pesco�o e seu corpinho pequeno cada vez mais se encostava ao meu, quando percebi j� estava de pau duro de novo. Ela nada percebia ou fingia n�o perceber, mas encostava cada vez mais com a desculpa de que estava com um pouco de medo e fazia quest�o de encostar-se ao meu pau. Como n�o sou de ferro resolvi tirar uma casquinha e a segurava de corpo colado e de vez em quando encostava meu pau em sua bundinha, percebi que ela estava gostando pois apertava sua bundinha cada vez mais forte em meu pau. Isso me deixou louco, por isso antes que cometesse uma besteira resolvi ir embora.
Chegamos em casa ela foi tomar banho e eu fui para meu quarto bater uma punheta, pois estava com o pau muito duro ainda, nunca gozei t�o gostoso.
Ela terminou e foi para o quarto se trocar, eu corri para o banheiro e tomei um banho gostoso tamb�m, mas quando sai s� de toalha ela estava em p� me esperando com uma sainha bem curtinha e um top tamb�m muito pequeno e pediu para eu passar creme nas costas dela para n�o ressecar e entrou no meu quarto sem esperar eu me trocar. Fiquei sem gra�a mas comecei a passar creme nas costas ela se deitou e desabotoou o top para passar melhor, nossa que vis�o maravilhosa, ela deitadinha mostrando a polpinha da bundinha, meu pau ficou duro novamente e como sou bem dotado n�o tinha como disfar�ar ela percebeu, deu um sorriso maroto e ficou quietinha. Ficou s� nisso.
Na outro dia de manh� ela entrou no quarto s� de shortinho bem pequeno e apertadinho e come�ou a limpar meu quarto, resolvi fingir que estava dormindo e fiquei admirando aquele corpinho maravilhoso, mas para minha surpresa ela levantou o len�ol bem devagar e ficou me olhando... eu dormia nu, e n�o tive como disfar�ar a ere��o... fingi que acordei e me levantei como se n�o a tivesse visto e n�s dois fingimos levar um susto quando nos vimos. Ela disfar�ou e continuou limpando o quarto como nada estivesse acontecido e eu me enrolei na toalha e fui tomar banho, mas dessa vez deixei a porta semi aberta e percebi que ela estava me espionando. Comecei a esfregar meu pau e bater uma punheta bem gostosa e devagar at� gozar gostoso, terminei o banho e sai s� de toalha. Ela entrou no meu quarto e continuou fingindo limpar, resolvi testa-la e tirei a toalha na maior normalidade, ela ficou olhando e eu perguntei se havia algum problema em ficar assim na frente dela ela disse que n�o, pois j� havia visto homem pelado antes, perguntei quem e ela se enrolou o que deu pra perceber que era mentira, mas fingi acreditar e disse que realmente n�o tinha nada de mais, rimos um pouco... me troquei e sai com a cabe�a cheia de besteiras que tinha que esquecer.
A tarde depois do almo�o me sentei no sof� pra assistir alguma coisa e ela veio e sentar ao meu lado sentou-se bem perto e encostou-se em mim abracei ela e ficamo assistindo, mas a presen�a dela estava me encomodando, pois j� n�o conseguia pensar nela como uma menininha e sim como uma mulher em forma��o...meu pau latejava dentro do shorts largo que vestia...com a m�o que a abra�ava iniciei uns carinhos pelo bra�o, corpinho e logo estava nas perninhas dela e a outra segurei sua m�ozinha e coloquei na minha perna, ela parecia estar gostando do carinho e comecei a subir at� pr�ximo de sua bundinha e ela parecia empinar mais dando a impress�o que queria facilitar para que fosse mais longe... subi um pouco mais e cheguei at� a polpa da bundinha at� que estremeci de tes�o. Ela pareceu perceber e apertou minha perna o que me deixou louco peguei sua m�ozinha e subi mais at� minha virilha e ela continuou a apertar e dessa vez iniciou uns carinhos em minha perna sentindo os pelos arrepiarem...criei coragem e subi mais a m�o em sua bunda passei os dedos por baixo do shortinho dela sentindo que estava pr�ximo de seu cuzinho e fiquei fazendo movimentos circulares tentando alcan�ar o buraquinho maravilhoso que deveria ser. Ela por sua vez subiu sua m�ozinha um pouco mais e chegou perto de meu saco fazendo carinhos em meus pelos, n�o aguentando mais segurei sua m�ozinha e fiz subir mais at� alcan�ar meu pau que parecia que iria explodir, ela segurou nele e ficou apertando sem nada de experi�ncia, mas percebia que ela fechava os olhos e parecia viajar. Subi mais minha m�o e cheguei em seu cuzinho, pequeno e quente, agora ela estremeceu e deu uma ajeitada em seu short pra deixa-lo mais folgado , essa era a deixa que precisava subi um pouco mais e alcancei sua xaninha com pouquinhos pelos, mas quente e �mida.
Pensei em parar e quebrei o silencia dizendo que n�o pod�amos continuar, pois n�o era correto e para minha surpresa ela disse que sabia que fazia tempo que n�o saia com mulher, pois sua m�e tinha lhe dito pra n�o ficar com roupinhas curtas em casa.
Disse que ela estava certa por isso t�nhamos que parar, mas ela insistiu e disse que podia ficar tranquilo que eles nada saberiam por parte dela, que estava gostando e que por isso mesmo queria me fazer feliz e come�ou a fazer movimentos com a m�o em meu pau... n�o aguentando mais concordei, mas disse a ela que s� ir�amos ficar nas car�cias o que ela consentiu. Tirei sua m�ozinha de abri meu shorts saltando meu pau pra fora duro como uma pedra peguei sua m�ozinha e coloquei de novo no meu pau, dessa vez ela ficava olhando e parecia admirar, ensinei ela a bater uma punhetinha e ela fazia de maneira toda especial querendo satisfazer seu tio que gastava tanto. Soltei se shortinho tamb�m e vi aparecer uma pequena penugem em sua bucetinha linda iniciei uns movimentos circulares em seu grelinho que estava durinho ela fechou os olhos e at� parou de me punhetar come�ando a estremecer e ter uns espasmos, percebi que a danadinha estava tendo um orgasmo sai do sof� deitei ela e comecei a beijar sua barriguinha e fui descendo at� chegar em sua grutinha que era a coisa mais linda que j� tinha visto passei a l�ngua e continuei a chupar gostoso at� que percebi que desfaleceu em um orgasmo ainda maior, achei a coisa mais maravilhosa do mundo aquilo e dei uns tapinhas em seu rostinho at� ela abrir os olhos e ficar meia que procurando onde estava e que tinha acontecido, disse a ela o que tinha acontecido e ela pareceu muito feliz. Depois de algum tempo ela me perguntou se eu tinha gostado tamb�m, disse que havia adorado, mas n�o tinha gozado... ela disse que queria me fazer gozar tamb�m era s� eu dizer a ela como fazer... segurou em meu pau e ensinei ela a bater uma punheta dessa vez ela deitou de frente no sof� e ficava admirando meu pau segurei em seus cabelinhos e fui fazendo ela chegar mais perto at� encostar a boquinha nele, ela abriu a boca e passou ele em seus l�bios para sentir o gosto daquilo que estaria por vir, apertei mais um apouco sua cabecinha pra baixo e dessa vez ela colocou ele na boca tendo que abrir muito pra conseguir engolir a cabe�a. Ela de bundinha pra cima e chupando meu pau foi demais pra mime comecei a estremecer at� gozar gostoso naquela boquinha linda e perfeita apertei sua cabe�a e n�o deixei ela tirar at� o �ltima gosta, mas quando ela tirou percebi que tinha guardado tudo sem engolir e cuspiu no meu pau com carinha de nojo. Disse a ela que n�o fazia mal e n�o se preocupasse . Ela deitou em meu colo e dormiu....C o n t i n u a