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MEU IRM�O DE SANTO ME COME E SUA M�E ME QUER TAMB

Ol�, continuo minha hist�ria sobre o caso que tenho com meu irm�ozinho de santo do centro. � s� olharem na parte inferior da p�gina que o primeiro conto (in�cio da hist�ria deste) est� l� pra quem n�o leu. Tenho passado por coisas inusitadas com esse menino que me come. Ocorre que a m�e dele, meio doida e casada (n�o d� mais pro marido) ficou doida comigo e agora quer me dar de qualquer maneira, e eu n�o quero, s� quero o filhinho dela. Como castigo, ela proibiu o menino de vir aqui em casa, falando que temos um caso. Claro que a gente nega at� o fim n�, mas a mulher veio dando em cima de mim e o filhinho dela segurando as pontas, quase dando um ataque de ci�mes por ela estar dando em cima de mim. Tive que falar que sou viado e que o meu neg�cio � homem, e a� ela chorou muito e agora n�o quer deixar o filho dela vir aqui em casa como antes, que fic�vamos boa parte do final de semana trepando e namorando. Tenho sofrido muito, com saudade do jeito carinhoso do Roberto, do jeito que ele me comia. A primeira vez que ele me comeu (depois deu ter tentado comer ele mas ele n�o aguentou) foi de quatro. Empinei a minha bunda na cama e ele em p�. Pediu para eu abrir a minha bunda pra ele ver o meu c� (adoro isso). Abri e ele depositou a cabe�a na entradinha. Suspirei, sentindo a pontinha da cabe�a do pau dele penetrando no meu c�. Entrou at� f�cil aquele cacete super duro na minha bunda. Ele meio desajeitado segurou a minha cintura com for�a e foi pouco a pouco penetrando at� que encostou as bolas no minha bunda. Falei: "Fica assim, n�o tira n�o, fica parado, quero sentir a cabe�a do seu pau pulsando l� dentro do meu c�". Depois de um minuto ele me falou gemendo: "Deixa eu meter vai, t� muito gostoso". Respondi: "ai vai, me come vai, mete tudo, soca menino, soca gostoso". Eu dava pra tr�s e ele pra frente, com respira��o ofegante, metendo devagar e com for�a at� que n�o demorou muito ele tirou o pau pra fora, tirou a camisinha e gozou tudo na minha bunda. Pedi pra ele passar o pau todo na minha bunda e no meu rego at� melar ela toda e assim foi feito. Isso tinha sido no s�bado. Na segunda-feira ele apareceu aqui em casa. Ficamos abra�ados um bom tempo, o meu pau dur�ssimo debaixo da cal�a, segurei ele na parede (ele bate no meu ombro) e comecei a esfreg�-lo e ele tirou o pau pra fora e come�ou a se masturbar. Olhei pro pau dele e j� tava todo melado. Comecei a chupar com for�a, passei antes a l�ngua naquele l�quidozinho da cabe�a e ele "p�ra, vou gozar". Falei: "come o meu c� de novo vai, come ele, eu dou ele todo pra vc, arrebenta com ele". Deitei na cama de bru�os, abri as pernas e logo senti suas pernas tocarem nas minhas, ele se ajeitando por cima de mim. Pediu para eu abrir a minha bunda, abri, e logo senti a cabe�a do pau dele, durinha, vermelhinha, quentinha, apontando para o meu c� e entrando. Soltei um grito de dor pedindo para ele ir devagar pois tava doendo naquela posi��o. Ele me falou: "T� doendo �?" Falei: "T�, filho da puta, s� t� arrega�ando o meu c�". Ele me respondeu: "com um c� gostoso, molhadinho e quentinho do jeito que vc tem eu tenho � que meter tudo mesmo e sentir o seu c� gostoso la´no fundo". Falei: "Ai, vai assim, ui, vai assim, devagar, sem pressa, adoro devagar, vai, me come bem devagar". Ele foi me comendo devagarinho, como se estivesse fazendo flex�o, enfiando at� o fundo e tirando o pau at� ele quase sair. Eu gemendo igual um louco, baixinho, reclamando que tinha hora que tava doendo. Tirava, colocava de novo, tudo bem devagar, e eu curtindo aquela pistola gostosa entrando pelas minhas entranhas mais profundas, e saindo devagarinho. Ele se deitou por cima de mim por completo e eu o senti todinho, aquele corpinho de menino, quentinho, lisinho, com aquele cheirinho de desodorante debaixo do bra�o misturado com axila de macho, todo em cima de mim, mordendo o meu pesco�o e me comendo devagarinho. N�o demorou muito, sinto as estocadas mais fortes e r�pidas, bem profundas mesmo, ou�o a camisinha estourando e ele lamentando, e eu falei: "N�o tira, goza l� dentro vai, enche tudo de porra". Ele n�o esperou, come�ou a meter mais forte e encheu o meu c� de porra. Que sensa��o maravilhosa essa, aquele caldo quente, aquela "cola" sendo injetada l� dentro do seu c�. Primeira vez que eu transo sem camisinha e sinto isso. Foi maravilhoso.

Outro dia ele me comeu depois de chegar aqui em casa às sete da manh�, de surpresa. Matou aula e veio me comer, e eu tamb�m come�ando a me preparar para dar aula (sou professor). Sentei no colo dele, ficamos de p� e ele me comendo. Pedi pra ele para irmos pra sala pois queria transar no sof�.Fomos agarradinhos e pedi a ele para n�o desengatar de mim nenhum cent�metro. Fomos andando devagarinho sem desengatarmos um do outro e foi muito gostoso. Me debrucei no sof�, atendi o telefone que tocou e ele dentro de mim e eu conversando com algu�m da escola no telefone. Ele come�ou a meter em mim e a rebolar com o pau l� dentro do meu c�, e eu gemendo (isso depois de desligar o telefone). Me empolguei tanto, tava t�o gostoso que acabei cagando no pau dele (ainda bem que ele tava de camisinha), e vimos isso quando ele tirou o pau do meu c� pra trocarmos de posi��o. Quase morri de vergonha, pedi desculpas pra ele, falei que n�o tava muito preparado, que ele veio de surpresa e eu j� n�o tava preparado. Tivemos que interromper e enquanto tom�vamos um banho (depois de nos limparmos com papel higi�nico) batemos uma punheta deliciosa um no outro e cada um foi pro seu destino. Eu pra minha escola dar aula e ele pra dele pra tentar entrar atrasado. Tinha dia que eu enfiava o dedo no c� dele por debaixo da cal�a e eu tocava uma gostosa pra mim com a outra m�o no c� dele, tirava a m�o e cheirava ela e ficava muito excitado. Ele segurava no meu mamilo e ficava apertando enquanto eu me masturbava com o dedo no c� dele. No final, n�o aguentava, enfiava a cara no meio da bunda dele e come�ava a chupar o c� dele. Ele se empolgava , e eu quase gozando, come�ava a esfregar o meu pau no c� dele e entrava s� a metade da cabe�a e ele n�o aguentava e eu acabava gozando na porta do c� dele, metendo e batendo punheta. Que del�cia gente, que del�cia!!! Ele ficava espantado com a quantidade de porra que eu ejaculava, pois molhava a bunda e coxa dele toda.

Por enquanto n�o estamos nos encontrado por causa da piranha, rid�cula da m�e dele. Morre de ci�mes da gente, n�o quer nos ver juntos, mesmo n�s negando at� o fim que somos namorados e afirmando sermos apenas bons amigos. Ele tomou as dores dela, t� com pena dela e com medo tamb�m, e n�o t� vindo mais aqui em casa. Toda semana dou de cara com ele no centro esp�rita mas n�o dou papo, pois ele poderia ter sido verdadeiro comigo. Falou muita mentira: Que tinha arrumado uma namorada, que n�o gostava mais de mim, que n�o queria mais sexo comigo, tudo por causa da piranha da m�e dele Deus me perdoe. Semana passada estava chorando, com saudades dele, muitas saudades, falta mesmo, mas tenho que ter amor pr�prio tamb�m. Um dia ele ir� reconhecer todas as mentiras que falou comigo por a m�e dele ter o obrigado a fazer isso e colocar� a m�o na consci�ncia pensando que pegou muito pesado comigo.

Deixa pra l�. J� passou. N�o quero papo com ele e nem com aquela nojenta e doida da m�e dele. M�e renuncia tudo pra filho. Ela n�o: Preferiu fazer a cabe�a do filho contra mim pra destruir o nosso amor e n�o ver ele comigo. Ela aceitava isso, at� o momento que se apaixonou por mim. Na verdade, eu fui um pai, de certa maneira, que esse menino nunca teve.

Abra�os a todos e desculpem pelo desabafo, mas � verdade e verdade tem que ser dita!

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