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FAMILIA UNIDA - II

Reinaldo e Marcela ficaram indignados com a proposta, e sugeriram que Cida vestisse sua roupa, para n�o criar mais constrangimentos, Cida sorriu ironicamente e foi para a cozinha, buscar mais cerveja.



Em nossa conversa, Reinaldo e eu, chegamos à conclus�o que neste momento, Cida sabia dos sentimentos de todos, pois, Reinaldo protestou por protestar, afinal, estava louco de tes�o por ela, e tamb�m, n�o dispensaria a nudez de sua filha. Marcela estava incomodada com a nudez da m�e, mas, n�o disfar�ava sua excita��o, com a situa��o estabelecida.



Cida, sabiamente, deu um tempo de uns quinze minutos para acalmar os �nimos, e retornou para a sala, onde se deitou de bru�os no colo de Reinaldo, mostrando uma bunda que segundo Reinaldo, nem ele sabia que ela tinha tal patrim�nio.



A partir deste momento, a situa��o ficou insustent�vel para Reinaldo, o seu pau parecia querer rasgar a bermuda, e Cida agia como uma vadia, louca para engolir aquele falo.



Cida, ent�o come�ou a beijar o seu pinto por cima da bermuda, ele ainda tentava resistir, segurando a sua cabe�a, mas, ela j� abria o seu z�per e desabotoava a bermuda, ele ent�o a chamou para irem para o quarto, pois, estava com vergonha de Marcela, ela, por�m queria ali, pois, ficava excitada na presen�a da filha.



Afinal o caralho foi exposto, e prontamente punhetado maravilhosamente por Cida, neste instante, Marcelo, tentava inutilmente, disfar�ar com uma almofada, que foi prontamente direta por Cida, que agora descia para ficar entre as pernas de Reinaldo, que j� estava sem bermuda e cueca, e tamb�m sem a��o diante daquela irresist�vel investida.



Neste ponto, Reinaldo perdeu o controle da situa��o, afinal, Cida estava louca para chupar seu pinto na frente de Marcela, que n�o dirigia seu olhar para os dois, mas, tamb�m, n�o conseguia teclar no computador e ele s� conseguia pensar em uma palavra: foda-se.



Cida, ent�o, arrega�ou o pinto, mostrando uma cabe�a grande e vermelha de excita��o, e virando-se para Marcela, perguntou: Por que voc� n�o vem chupar este delicioso pinto comigo?



Reinaldo n�o acreditava no que estava acontecendo, estava excitado e anestesiado ao mesmo tempo, Marcela ficou paralisada, n�o se sabe pela pergunta de sua m�e, pela situa��o em si, ou por ter visualizado o pinto de seu pai em todo o seu esplendor.



Marcela, ent�o juntou suas ultimas for�as e saiu em dire��o ao seu quarto, Cida foi atr�s e a trouxe de volta, segurando-a pelos bra�os e ignorando os apelos para que ela a soltasse, Marcela estava come�ando a chorar, nisto Reinaldo levantou-se e esquecendo que estava nu da cintura para baixo, e com o membro em riste, separou as duas e pediu para que terminasse aquela situa��o, indo cada um para o seu quarto.



Marcela come�ou a ir novamente para o seu quarto, por�m, foi impedida por Cida, que disse que ningu�m sairia da sala, sem ela poder esclarecer os fatos que ocorriam naquela fam�lia.

Pai e filha concordaram e se acomodaram para ouvir a m�e, que agora estava s�ria e angustiada, Reinaldo sentou no sof�, puxou uma almofada para cima do seu membro, enquanto, Marcela ficou em p�, encostada na cadeira do computador, Cida, completamente nua, postava-se ao centro da sala, agora mais tranquila, por�m, ainda com o semblante fechado.



Ap�s longos segundos de silencio, Cida, enfim falou:



- H� dois anos passamos por dificuldades financeiras, isto tem nos afetado diretamente, um mais do que outro, por�m, todos de forma ou outra tem atravessado momentos dif�ceis, para mim, o maior prejudicado foi o nosso casamento Reinaldo, pois j� se v�o vinte anos de uni�o, o que por si s� seria motivo de desgaste, foi incrementado por uma falta de dialogo e por uma falta de liberdade de um para com o outro, que s� vem agravando a nossa situa��o.



Antes que Reinaldo proferisse uma palavra, Cida continuou.



- Quando nos casamos eu era virgem, e sempre achei que o sexo fazia parte da rotina do casamento, n�o que tivesse sido ruim, muito pelo contr�rio, por�m, quase n�o t�nhamos varia��es, voc� sempre me respeitou, e ap�s o nascimento dos nossos filhos, para voc�, eu era a m�e deles, e n�o, uma mulher que precisava descobrir novos prazeres.



Marcela interveio, perguntando aonde a m�e queria chegar, pois, aquele assunto deveria ser tratado entre eles, n�o na presen�a dela, que estava muito constrangida, afinal, aquele nunca foi um assunto discutido entre os membros da fam�lia, nem entre as duas.



Cida respirou fundo, pensou, e com uma voz nervosa, falou:



- Por isso, minha filha, at� hoje, estou sufocada, e preciso dividir esta situa��o com voc�s, pois, j� n�o consigo control�-la.



Qual situa��o, perguntou Reinaldo?



- Bem, sei que estamos com uma s�ria crise no casamento, e isto afetou profundamente a nossa vida sexual, tanto, que temos quase quatro meses sem nenhuma rela��o, para que voc�s entendam, vou voltar oito meses atr�s, e contar como tudo come�ou.



Reinaldo e Marcela tinham a certeza que Cida confessaria um caso extra conjugal, uma trai��o, o que confirmaria as suspeitas dele, pois, ele n�o achava normal, apesar das dificuldades, o afastamento de Cida, e ela sempre o evitava, muitas vezes rispidamente, mas, pelo menos, ali os fatos se esclareceriam.



- Tenho certeza que a revela��o que farei mudar� nossas vidas para sempre, por�m, n�o consigo guardar s� para mim, pe�o apenas que me escutem, e depois falem o que tiverem vontade.



- Desde que o J�nior nasceu me sinto insatisfeita sexualmente, mas, sempre tive vergonha, ou falta de coragem para falar com algu�m sobre isto, li em algumas revistas sobre o assunto, e a �nica conclus�o que cheguei � que a nossa vida sexual era muito pobre e rotineira, e na cama trocavamos apenas as caricias de sempre, o que agravava minha insatisfa��o.



- Sei que tamb�m tenho muita culpa, pois, nunca procurei mudar esta rotina e fui c�mplice do comodismo, por�m, nunca tive vontade de trair voc� com outro homem, para voc�s terem id�ia, li na revista que a masturba��o poderia ser o caminha para eu me encontrar, tentei uma �nica vez, e senti nojo de mim daquela situa��o.



Agora sim, a situa��o se complicava, se n�o houve trai��o, o que poderia ser t�o grave.

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