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DANDO O CUZINHO PRO CHEFINHO

Ol� amigos! Sou Luana, tenho 20 anos sou sapeca, estilo mulher�o com seios grandes mas bem empinadinhos Bunda deliciosa, uma mulata de tirar o F�lego de qualquer um na cama. Sou casada h� 1 ano com um simp�tico corninho de 24 anos, generoso, compreensivo e que aprendeu, com o tempo, a incentivar minhas fantasias. Minha maior tara � trair meu maridinho com homens muito bem dotados, especialmente na grossura de seus membros.

Adoro sexo anal . Durante toda minha vida de solteira fui uma recatada garotinha de fam�lia, tinha transado apenas com um cara, antes do meu marido, mas depois que casei resolvi liberar todos os meus desejos e realizar todas as minhas fantasias, descobri que sempre quis ser a putinha safada que sou hoje.

Meu marido estava tentando uma promo��o h� algum tempo, mas aquelas intermin�veis reuni�es de neg�cios em nossa casa, em plena sexta-feira, j� estavam esgotando a minha paci�ncia. Ficavam horas discutindo sobre trabalho e quando terminavam os assuntos de neg�cios, resolviam beber e continuar a falar de trabalho. Invariavelmente meu marido ia pra cama tarde, b�bado demais para fazer outra coisa al�m de dormir, o que me frustrava profundamente, pois tinha todo o fogo dos meus 22 anos queimando dentro de mim, clamando por uma deliciosa noite de sexo. Carlos, chefe do meu maridinho, estava para ser transferido para o R. de Janeiro e deixaria o seu cargo em S. Paulo vago. A esperan�a do meu querido maridinho era de que ele o indicasse para ficar no seu lugar, e por isso, se desdobrava para impression�-lo com sua efici�ncia e exagerava nas gentilezas. Carlos � um homem 34anos, muito bonito, esperto, fala alto, gestos rudes... Era sempre o �ltimo a sair de nossa casa. Tinha acabado de se divorciar mas n�o demonstrava nenhum ind�cio de estar triste ou confuso, parecia at� que estava mais feliz sem sua ex esposa. O que mais me irritava nele era o fato de ser extremamente folgado, chegava em nossa casa e j� ia mandando que eu buscasse gelo, servisse um whisky, preparasse um aperitivo, como se eu fosse a sua esposa ou empregada. O pior � que o meu marido, em vez de botar ordem na casa, nada fazia, pelo contr�rio, me mandava ser gentil com o seu chefe pois, para ele, n�o custava nada agradar o Carlos e conquistar a sua simpatia. O fato � que a passividade do meu marido abriu espa�o para que o seu chefe ultrapassasse alguns limites e assim...

Em casa eu gosto de ficar a vontade, isso significa estar apenas de calcinha, que ali�s � sempre min�scula pois adoro usar calcinhas que ficam enfiadinhas no meu bumbum. Nessa noite eu estava usando uma camisolinha transparente que n�o escondia meus seios e revelava a indec�ncia da minha calcinha completamente enterrada no meu bumbum, esperava que meu marido terminasse a reuni�o e viesse para a cama me comer bem gostoso. J� eram mais de 02:00 da madrugada quando meu maridinho veio at� o quarto me chamar para ir at� a sala para beber com eles. Ele estava t�o b�bado que nem reparou que eu estava quase nua, insistiu tanto que fui. J� havia uma garrafa de whisky vazia e outra pela metade sobre a mesinha da sala. Carlos estava com sua camisa aberta sentado no sof�, todo a vontade. Quando me viu abriu um sorriso malicioso e foi logo me servindo uma dose, me convidando a sentar ao seu lado. Ele me secava, olhava descaradamente para os meus seios, passava a m�o em minha perna, estava quase me agarrando ali na frente do meu maridinho. Me levantei e sentei ao lado do meu marido, fingindo nada ter acontecido. Carlos continuava me secando, n�o tirava os olhos de mim. Meu marido estava animado, tinham fechado um grande neg�cio, estava mais pr�ximo da promo��o e o seu chefe estava em sua casa bebendo com ele. A bebida (ele sempre foi fraco para beber) fazia com que meu maridinho falasse pelos cotovelos. Carlos falava pouco e j� nem disfar�ava, passava a m�o em seu pau, por sobre a cal�a, olhando fixamente para mim. Parecia estar me comendo com os olhos. Sentia minha bucetinha molhadinha... Meu maridinho b�bado, falando sem parar... O chefe dele me secando, passando a m�o em seu pau... Eu n�o estava aguentando mais e me levantei dizendo que ia at� a cozinha para buscar mais gelo. � l�gico que o Carlos veio atr�s, nem bem entrei na cozinha e ele foi logo me agarrando, me prensando contra a parede e me dando um beijo safado. Sua l�ngua invadia minha boquinha enquanto suas m�os passeavam pelo meu corpinho. Seu pau, duro como pedra, parecia querer rasgar a sua cal�a. Tentei reagir àquela investida inesperada mas ele era muito forte, me segurava pelos bra�os e me obrigava a beij�-lo. Aquilo me deu mais tes�o ainda e passei a colaborar. Eu me abria toda e sentia seu pau ro�ando em minha bucetinha, ainda que escondido pela cal�a podia adivinhar que era de um tamanho fora do normal, parecia um bra�o me cutucando, duro como rocha, potente... Era tudo que eu precisava naquela noite. Carlos me segurou pelos pulsos, abrindo os meus bra�os, me encostando na parede e caiu de boca em meus peitinhos. Ele lambia meus seios e mordia meus mamilos como um selvagem faminto (por sexo) me levando a loucura mas, lembrei que o meu marido estava na sala e num gesto r�pido escapei das m�os do Carlos, peguei o gelo e voltei para sala. Meu marido continuava a falar sem parar, o Carlos mais do que nunca s� olhava pra mim. Tratei de arrumar uma maneira de ter aquele homem pra mim. Criei coragem e falei para o meu marido convidar o seu chefe para dormir em casa, argumentando que ele tinha bebido demais para dirigir. Meu marido, apesar de estar b�bado, concordou comigo e ofereceu o quarto de h�spedes ao seu chefe. � l�gico que o Carlos concordou na hora e olhando fixamente para mim, disse:

- Vou aceitar porque eu realmente n�o estou em condi��es de sair daqui, assim neste estado. E se voc�s n�o se importam, eu gostaria de tomar um banho e me deitar agora.

Entreguei uma toalha a ele e fui preparar o quarto de h�spedes. Meu maridinho veio at� a mim e agradeceu por eu estar sendo gentil com o seu chefe. Mal sabia ele que as minhas inten��es eram outras... Mandei meu maridinho tomar um banho e me esperar no quarto, enquanto eu terminava de fazer a cama do nosso h�spede. Me demorei propositadamente at� o Carlos chegar. Assim que me viu agarrou meus bra�os e me deu outro beijo de tirar o f�lego, me jogou na cama e partiu para cima de mim. Pedi a ele para esperar at� meu marido dormir mas... Ele se levantou, deixou a toalha cair e me mostrou o seu pau dizendo:

- Olha como voc� me deixou! Voc� s� sai daqui depois que eu gozar. Chupa!

Nem precisou mandar 2 vezes, ajoelhei no ch�o do quarto, peguei aquela tora com as duas m�os e comecei a passar minha l�ngua naquela cabe�ona inchada. O Pau dele n�o era t�o grande assim, devia ter uns 19 cm. mas era muito grosso, um exagero em grossura, exatamente como eu gosto. Passava minha l�ngua no saco dele e ia subindo at� chegar na cabe�ona daquela pica gostosa, abria bem a boca e tentava engolir o pauz�o do Carlos, mas era muito grosso e s� cabia a cabe�a do pau dele dentro da minha boquinha gulosa. Ao mesmo tempo, eu punhetava o mastro dele com as duas m�os. N�o demorou mais do que 5 minutos para eu sentir os jatos de porra quentinha dentro da minha boca. Quanta porra! Quase engasguei mas bebi tudinho, deixando aquele pau maravilhoso limpinho. Sa� apressada, deixando o meu novo amante descansando, recuperando as energias e fui at� o meu quarto. Encontrei o meu maridinho roncando, dormindo a sono solto, tentei acord�-lo mas, ele realmente dormia o “sono dos cornos”, deixando a sua esposinha livre para gozar com outro homem. Nem perdi tempo e voltei para o chefinho dele, disposta a dar a ele o melhor “tratamento” poss�vel. Carlos estava nu, a vis�o do seu pauz�o, mesmo mole, acendeu meu fogo. Tirei a camisolinha, a calcinha e fui pra cima dele, beijando-o da cabe�a aos p�s. Sua pica deu sinais de vida e ficou completamente dura, novamente chupei gostoso, como se fosse um delicioso picol� gigante. Ele me virou, abriu minhas pernas e meteu sua l�ngua em minha bucetinha. Gozei uma, duas tr�s... Sua linguinha brincava com o meu clit�ris... A fundo em minha bucetinha... Cutucava o meu cuzinho... Como ele me lambia gostoso! Eu gemia como uma cadelinha e j� estava implorando para ele meter a pica dele em mim. Eu implorava:

- Por favor, come minha bucetinha!!! Eu quero sentir voc� dentro de mim!!!

- Calma putinha!!! Que foi? teu maridinho n�o come voc� direito? � por isso que voc� chifra ele?

- Sim! Sim! Ele n�o sabe meter, o pau dele � muito pequeno pra mim...

- Gosta de pau grande, n�o �? Ent�o toma.

E meteu aquela picona grossa de uma s� vez em minha bucetinha. Gritei t�o alto que fiquei com medo de acordar meu maridinho e a todos os vizinhos. Seu corpanzil pesado sobre mim... Seu pau entrando e saindo de dentro da minha bucetinha... Suas m�os fortes apertando os meus seios. Gozei mais um monte de vezes ouvindo ele me chamar de putinha, cadelinha, vaquinha... Dizendo que agora eu era dele e ia fazer tudinho que ele quisesse fazer comigo. Ele deitou-se de costas, com aquele pauz�o apontando para cima e me mandou sentar nele. Agora eu me movimentava livremente, subia e descia violentamente sobre o pau do Carlos, estava super excitada, minha bucetinha ensopada fazia com que aquele mastro grosso deslizasse sem nenhuma dificuldade para dentro de mim, rebolando gostoso fiz aquele macho tesudo gozar dentro de mim, inundando minha bucetinha com o seu esperma, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo maravilhoso. Ainda estava ofegante quando ele me colocou de bru�os e meteu sua l�ngua no meu reguinho, explorando meu cuzinho enquanto me dava tapinhas no bumbum.

Se tem algo que me deixa completamente submissa a um homem � levar tapas na bundinha. Gosto de ser dominada, gosto que me tratem como uma putinha safada, gosto de ter um macho me dominando, mesmo que pra isso ele use de alguma viol�ncia. Empinei minha bundinha e recebi seus tapinhas com gemidos, rebolando de leve, dando sinais de aprova��o. As investidas de sua l�ngua em meu cuzinho apertado foram aumentando a intensidade, assim como os tapinhas se tornaram verdadeiros tapas, estalando em meu bumbum e fazendo com que meu gemidinhos se transformassem em gritos de dor, tes�o e prazer. Ele me p�s de 4 e ajoelhou-se ao meu lado. Colocou o pau dele me minha boca, segurou meus cabelos com uma das m�os e com a outra continuou a me bater. A cada tapa eu gritava, mas meu grito era silenciado pelo seu pau que, aproveitando que minha boquinha se abria mais, era enfiado at� minha garganta, com viol�ncia. Minha bundinha estava ardendo... O pau dele mais duro do que pedra... Minha bucetinha ensopada... Eu rebolava... Gemia... Gritava... Chupava... Apanhava... e gozava. Estava gozando com o pau do chefe do meu marido em minha boca, tendo minha bundinha espancada pelas suas m�os. O que mais me excitava era o que ele dizia:

- T� gostando, putinha safada? Coitado do seu marido! Ser� que ele sabe o quanto voc� � puta? Faz tempo que eu quero comer o seu cuzinho, vou encher seu rabinho com minha porra e voc� nunca mais vai esquecer disso.

Ainda de 4, ele se posicionou atr�s de mim, agarrou minha cintura, posicionou seu pau na entrada do meu cuzinho e for�ou. O pau dele era t�o grosso que a cabe�ona n�o queria entrar. Ele fazia for�a, me puxava, mas n�o entrava. Ele ficou nervoso e voltou a bater em minha bunda, mais forte que antes, me xingava de vagabunda, mandava eu empinar a bunda e for�ava. Eu n�o conseguia ficar parada, quando o pau dele come�ava a entrar sentia uma dor imensa e fugia. Ele foi ficando mais bravo, estava enfurecido. Segurou firme em minha cintura e foi me puxando ao mesmo tempo que empurrava sua pica. Comecei a me debater e gritar, fazendo um verdadeiro esc�ndalo, mas n�o adiantou. Numa estocada firme e certeira o pau dele entrou, inteirinho, em meu cuzinho, arrombando completamente o meu rabinho. Ele ficou im�vel por alguns instantes mas logo come�ou a socar... Socar... Socar... Cada vez mais forte. Tirava quase tudo e voltava a enterrar no meu cuzinho. Eu estava gozando tanto que n�o conseguia fazer outra coisa al�m de gemer. Ele me puxava pela cintura de encontro ao seu corpo, com tanta viol�ncia que parecia querer me partir ao meio. Eu sentia meu cuzinho sendo rasgado pelo seu pau... A dor que eu sentia s� n�o era maior que o prazer daquela “curra”. Carlos estava me proporcionando prazer, muito prazer, do tipo que uma putinha como eu estava precisando. A todo tempo ele me xingava e me provocava, falando que ia contar pro meu maridinho que ele era corno... Que a esposa dele gostava de dar a bunda pro outros... Que ia espalhar para todos na firma que tinha me comido... Isso aumentava o meu tes�o, pensava no meu maridinho dormindo em nosso quarto enquanto eu estava levando aquela picona na bundinha. Ele gozou forte em meu cuzinho me levando a um �ltimo orgasmo. Ca� meio desfalecida, exausta de tanto gozar, com o meu macho sobre mim, seu pau pulsando e expelindo as �ltimas gotas de esperma dentro do meu cuzinho. Que sensa��o maravilhosa � sentir o pau grosso de um macho, pulsando dentro do cuzinho! Estava satisfeita, realizada e completamente arrombada. Fui cambaleando para o meu quarto. Meu marido nem tinha se mexido, ainda dormia, alheio ao cheiro de sexo que meu corpo saciado exalava.

Tomei um delicioso banho, acariciando minha bucetinha e o meu cuzinho, arrombados pelo chefinho do meu maridinho. Na manh� seguinte... Bom, j� � outra hist�ria.



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