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FERNANDO O PRIMEIRO

Quando conheci Fernando n�o tinha muito interesse pelo mesmo sexo, pelo contr�rio, acreditava ser heterossexual convicto. Tanto que senti imediatamente uma grande simpatia por ele, que parecia ser um sujeito muito bacana, segurava a sua m�o com firmeza quando cumprimentava, de uma forma viril e o principal olhava no seu olho, demonstrando a franqueza do seu car�ter. Nosso contato, de in�cio, n�o prometia grandes coisas, afinal de contas, naquele per�odo eu estava envolvido ainda num relacionamento que estava indo de mal a pior e tinha outras preocupa��es e ele estava querendo abrir um neg�cio pr�prio, empenhado em suas resolver suas dificuldades financeiras. Entretanto um dia que eu estava muito chateado devido a mais um desentendimento com minha namorada o encontrei casualmente e tomamos um caf�, no qual trocamos alguns assuntos pessoais, at� ent�o haviamos conversado apenas sobre trivialidades dada a falta de intimidade maior. Ele era mais jovem que eu, tinha por volta de 23 ou 24 anos, branco, estatura mediana, olhos castanhos claros, cabe�a raspada e um corpo definido, n�o bem afei�oado, n�o lindo como um modelo, mas fazia uma boa figura, o m�ximo que um homem pode admitir sobre o outro. Mas percebi que tinha uma ang�stia muito grande porque sua vida havia chegado num impasse: afinal de contas mudou-se de sua cidade natal em busca de uma vida melhor, estava "ralando" e as coisas pareciam n�o ir t�o bem. Fiquei solid�rio com ele porque aquela vida cheia de obst�culo de certa forma fazia parte tamb�m da minha realidade. Quando percebi estava c�mplice daquele moleque e quando trocamos o cumprimento de despedida, minha vontade foi de dar-lhe um abra�o de conforto, por�m segurei minha onda e apenas trocamos o protocolar aperto de m�os. Por�m a partir daquele dia a imagem dele foi ficando no meu imagin�rio, afinal de contas ele, acabei percebendo, era um sujeito muito instigante, transpirava masculidade por todos os p�ros, sua virilidade come�ou a agu�ar minha imagina��o e eu acabei constatando que havia ou melhor que estava sentindo algo especial por ele que n�o era uma simples empatia, ao mesmo tempo n�o podia admitir que tal fato fosse realidade, afinal de contas tinha convicta certeza da minha masculidade, estava fragilizado devido a um desentendimento afetivo, por�m n�o era um viado. Fiquei muito sentido comigo mesmo, cheguei a ter raiva das minhas emo��es e tratei de me afastar um pouco dele para cuidar de mim, sarar da minha "doen�a" que se chamava Fernando. Contudo n�o estava conseguindo tir�-lo da minha cabe�a e do meu cora��o e senti necessidade de rev�-lo. Um dia tomei coragem e telefonei para a casa dele, que eu n�o conhecia, apenas para ouvir sua voz no outro lado da linha. Ele atendeu demonstrando a receptividade costumeira e come�amos a conversar. De repente ele convidou-me para ir à sua casa, para trocarmos uma id�ia melhor. Fiquei em d�vida, por�m n�o tinha muito argumento para recusar o convite. Anotei o telefone e rumei para o im�vel. Ele residia num apartamento no Centro, meio antig�o j�, mas bem cuidado. Fiquei ainda na incerteza de entrar ou n�o no apartamento, por�m se minhas pernas j� tinham ido at� l� o melhor era encarar os fatos, anunciei-me na portaria, depois subi para o andar que ele morava. Meu cora��o disparou quando toquei a campainha, estava muito nervoso e agitado e n�o conseguia controlar os sentimentos. O encontrei trajando apenas uma camiseta e um cal��o surrado, satisfeito com minha presen�a ali ele come�ou falando que eu era um dos poucos com quem conseguia manter uma conversa s�ria, n�o s� de putaria. Sorri sem jeito e aceitei seu convite para acomodar-me. Sugeriu que tomassemos uma cerveja, aceitei para ser educado e ele acabou por notar o meu nervosismo, sugeriu, meio na brincadeira que poderia fazer-me uma massagem, j� que entre sua aptid�es era tamb�m massoterapeuta nas horas vagas. Ri dizendo que n�o ficaria legal ser massageado por um outro macho, mas ele argumentou que n�o haveria nada demais e afinal de contas �ramos amigos e aquilo n�o sairia daquelas paredes. Mais uma vez cedi e ent�o fomos para o seu quarto. Ele tinha uma cama grande e confort�vel, pediu para mim ficar apenas de cuecas enquanto apanhava os �leos para massagear o meu corpo. Ainda desconfort�vel obedeci ao meu amigo e fiquei apenas com a pe�a �ntima, deitei-me de bru�os na cama e ele come�ou o seu trabalho. Fui aos poucos relaxando e entrando no clima, sem pensar muito bem, perguntei se ele oferecia o servi�o para as garotas que levava para o apartamento. Ele riu e afirmou que sim, mas que comigo estava sendo apenas profissional. Concordei de pronto, quando ele terminou estava sentindo-me outro, leve, relaxado e feliz, como a algum tempo n�o me sentia. Virei-me e quando come�ei a agradecer o encarei no olho e falei o quanto ele era importante para mim naquele momento, apartei suas m�os entre as minhas e ficamos em sil�ncio por alguns momentos. Para mim o tempo pararia naquele momento, por�m ainda havia mais, ele soltou um sorriso franco e pareceu que me encorajava a prosseguir. Acariciei seu rosto e alisei sua cabe�a raspada, desci com o dedo pelo seu nariz e atingi seus l�bios e de pronto o levei para a minha boca, aquilo era uma loucura, eu sabia, por�m n�o havia freios nos meus sentimentos. Fernando apanhou-me novamente com os bra�os e envolveu-me num abra�o viril, eu um homem, estava sendo subjugado por outro e n�o senti mais pudor, medo ou nojo, apenas queria viver aquele momento. N�o o beijei nos l�bios, n�o tive essa coragem, por�m soube tirar sua camiseta e alisar seu peitoral peludo, era a senha que ele precisava, para aos poucos ir abaixando seu cal��o e liberar para mim o s�mbolo maior de sua virilidade, ele exp�s seu sexo para mim que ent�o, num impulso, o segurei, a partir dali n�o poderia retroceder e acabei agindo conforme meu desejo. Abaixei a cabe�a e toquei a cabe�a do instrumento com a boca. Fui sugando o cacete babando num boquete no qual ainda toquei suas bolas. Excitado Nando perguntou se eu queria ser penetrado por ele, demonstrei certa d�vida, por�m ele tocou-me os dedos jogando-me na cama, fiquei exposto e ele continuou, falando que iria lubrificar meu rabo. Untou meu buraquinho anal e enfiou um dedo ali, fiquei aflito, por�m ele estava determinado e quando sacou uma camisinha e agasalhou seu instrumento sabia que n�o iria desistir sem me possuir. Decidir relaxar e fiquei naquela posi��o de "frango assado", ele ergueu minhas pernas e encaixou a chapeleta no meu cu e passou a for�ar a entradinha, ordenando que eu relaxasse. Obedeci e ent�o senti o caralho teso adentrar em minhas entranhas, aos poucos fui acostumando com seus movimentos de entrar e sair, de estocar a jeba dentro de mim e at� hoje aquele barulho da sua bolsa escrotal batendo na minha bunda enquanto ele me fodia est� vivo na minha mem�ria. Ele metia gostoso, querendo proporcionar prazer e eu acabei por admitir que estava sendo delicioso, que estava gostando de ser fodido. Falei que ele comia muito gostoso e ele sorriu, estava satisfeito e a resposta foi o aumento no ritmo das estocadas. Ele gemia e eu ent�o, queria gritar para o mundo que estava sendo maravilhoso ser preenchido por aquele macho. Quando terminou ele anunciou o gozo e percebi que eu tamb�m havia gozado, sem mesmo tocar meu mastro. Estavamos exaustos, mas saciados. Foi a primeira vez que me entreguei para um homem, ainda tivemos mais outros encontros como aqueles, por�m ele retornou para sua cidade natal e eu descobri outras formas de viver minha sexualidade.

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