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MEU 1� BOQUETE

Me chamo Emanuelle, tenho 19 anos e irei, a partir de hoje, contar um pouquinho da minha est�ria pessoal, das aventuras que passei...

Sempre fui muito ligada a sexo, desde menina, mesmo quando ainda n�o entendia a raz�o de no banho aquela press�o da �gua ser t�o gostosa. Aos poucos veio o entendimento, as revistas de sacanagem que ficavam escondidas debaixo do colch�o da cama do irm�o mais velho e eram vistas furtivamente enquanto todos dormiam, os filmes entre amigas e os coment�rios, j� que eu sempre andei no meio de pessoas mais velhas. Digo mais velhas do tipo, quando eu tinha 19 anos, andava com a galera de 16, 17, que j� conversava sobre o assunto. Acabei me inteirando de tudo bem cedo.

Aos 19 e 19 anos a divers�o era o beijo na boca na matin�. Cada semana um diferente e isso que era legal. Aos poucos se aprende as leis da vida, mas n�o se nasce sabendo. Exemplo? Ex-namorado de amiga. Nunca fique! D� uma m... Essa eu aprendi com 19 anos e perdi uma das melhores amigas, mais putinhas, tamb�m, mas que tamb�m contava as melhores est�rias sobre o assunto.

Ainda por volta dos 13, 19 anos, chegou a Internet. Esperava todos irem dormir para poder entrar nos chats. Alguns dias at� conversava sacanagem, na verdade, mais lia do que escrevia, j� que n�o tinha tanto conhecimento assim. Me sentia adulta mentindo que tinha 19 anos! Rsrs O legal mesmo eram as fotos que rolavam na rede aberta. Uol ainda n�o existia e muita gente se reunia em poucos e conhecidos lugares na web e l� pelas 2 ou 3 da manh�, rolava fotos de tudo. A� eu descobri que, sem fazer nada, eu tinha prazer em olhar. Nunca me toquei na frente da tela, sempre guardei esse momento pra mim, sozinha no quarto, imaginando fazer todas aquelas coisas um dia.

Mas minha fam�lia � cat�lica, praticante, acha feio isso tudo e como eu tinha essa repress�o dentro de casa, sabia que n�o podia perder a virgindade cedo. Guardei o m�ximo que pude e essa est�ria conta exatamente como eu aprendi a ser virgem.

Ser virgem hoje em dia � op��o, porque tudo � muito f�cil, sexo est� em todos os lugares, da inocente novela da tarde na TV à dan�a do creu famosa nos bailes funk, sem contar a boquinha da garrafa, tchan, etc, que eram moda quando eu era crian�a.

Meu primeiro namorado tinha 23 anos e fazia faculdade. Eu tinha 14, mas j� tinha corp�o, de fazer homem babar e mulher ter raiva. Andava de shortinho na rua sem pudor, era moda, eu (e todas as meninas da minha idade tb) achava.

Ele ficou comigo achando que eu era maior de 18, � mole? Com 19 aninhos rec�m-completados! Depois de um m�s s� no beijinho come�aram a rolar os amassos. Eu ficava assustada, at� que depois do meu primeiro orgasmo m�ltiplo, conseguido com uma chupada daquelas, ele me explicou que isso era normal entre namorados, eu n�o precisava me sentir mal por isso. Ahhh ta. Ent�o � normal... eu n�o sabia, nunca tinha namorado! E como eu ia saber? Tudo tem uma primeira vez, n�?

Logo depois disso ele come�ou a se esfregar em mim. Eu j� tinha ficado com um menino que tinha esfregado o pau em mim, ali�s, esfregou tanto que gozou! Me lembro at� hoje do nojo que eu tive daquela gosma pingando no meu sapato boneca... nunca mais fiquei com ele.

Mas as coisas mudam. Quem diria que eu ainda ia chupar essa gosma e pedir mais?

Enfim, esse 1ª namorado colocou minha m�o no pau dele pela primeira vez. Me ensinou a tocar punheta, tudo sem tirar da cueca, porque eu morria de vergonha. Ele era um mulato e lembro do esfor�o que era para punhetar aquele pau. Demorei at� descobrir que ele tinha um pau enorme. S� depois, com as compara��es que eu saquei que o esfor�o e todo o tempo que levava pra subir e descer era porque a pica dele era bem grande!

Um dia ele pediu para eu olhar, falou “olha, eu sei que voc� ta morrendo de curiosidade!”. Eu olhei rapidinho, t�o rapidinho que nem vi nada! Logo depois terminamos, ele queria mais e eu queria ser virgem mais um tempo, ou n�o queria, mas tinha que, sei l�!

Esse foi meu primeiro contato com um pau. E isso tudo estou contando para que se perceba a minha inexperi�ncia quando rolou uma segunda situa��o.

Esse namoro rolou nas f�rias e logo depois come�aram as aulas do 2ª grau. Col�gio novo, pessoas novas e eu j� tinha visto at� um pau! Me sentia super-adulta! Tudo corria bem at� que a professora de F�sica teve que sair da turma e eis que chega o novo professor, Alex. N�o era bonito, mas tinha um carisma... Logo me entusiasmei. Ele tamb�m, com aquele monte de menininha foguenta de 2ª grau com cal�as da Gang apertadinhas deixando ver os contornos das calcinhas m�nimas, escolhidas a dedo, especialmente para aquela aula.

As fofocas rolavam entre a gente, todas achavam ele um gatinho, 25 anos, cabelo grande, nos ombros, alto, magro, brincalh�o... N�o demorou muito e eu tava apaixonadinha e, como eu n�o sei perder, joguei pra ganhar. S� me dava bem nas provas, assim ele passou a conhecer meu nome, eu me destacava, a melhor aluna da turma, gata, loirinha, bund�o, perna grossa... achava que ele n�o reparava, mas, um dia, despretensiosamente fui ao bebedouro e esbarrei com ele que tava fumando. Nem lembro bem o que ele falou, sei que pediu meu telefone e eu imediatamente dei meu celular que ele anotou na caixa de f�sforos. Ah se eu soubesse como isso era brega... rsrs

Voltei radiante e nem tive que esperar muito, ele logo ligou e disse que queria me encontrar fora do col�gio. Putz, eu sabia que era casado, mas quem disse que me importei? Bom, me importei, mas isso s� tornava o jogo mais interessante, todo mundo sabia que ele tinha casado com a menina porque ela engravidou, nunca gostou dela mesmo. Sei que eu me arrumei, inventei uma desculpa em casa e depois da aula fui pro lugar onde ele marcou, perto do col�gio.

Vi um carro velho parado e rezei pra n�o ser ele, eu ia morrer de vergonha de entrar naquele fusca, mas era! Que mico! Mas eu tava na chuva pra me molhar, ent�o entrei e meio sem gra�a, come�amos a conversar. De repente eu me toco de onde estamos indo, pra um motel! E daqueles bem fuleiros mesmo! Eu gritei no carro: N�o! Que isso?? Ta maluco?! De jeito nenhum!!

A� ele desviou da entrada e falou com jeitinho que era s� pra gente poder ficar mais à vontade pra conversar, eu sabia que ele era casado e a gente n�o podia ser visto juntos. Inocente, eu achei que ele tinha raz�o e aceitei. Entramos em outro, t�o fuleiro quanto o primeiro, conformada e confusa.

Dentro do quarto come�amos a nos beijar e meu �ltimo amasso que tinha demorado mais de um m�s pra rolar dentro de um namoro todo certinho, agora rolou de primeira. Eu segurava a blusa, mas ele levantava. Parecia que tinha 5 m�os passando em mim, n�o sei como ele conseguia passar as m�os em tanto lugar! Eu n�o conseguia controlar. At� que desisti um pouco e ele viu meus seios branquinhos, de aur�ola rosa, empinadinhos, pequenos, cabiam na palma da m�o, na boca quase inteiros. Eu tava muito molhada, a calcinha chegava a incomodar de t�o encharcada. Isso nunca tinha acontecido antes e eu tava perdendo o controle.

Quando ele tentou tirar minha cal�a eu parei tudo e contei a verdade que ele n�o esperava: Eu sou virgem! – disse a ele.

Virgem?? Como assim virgem?

Virgem, muito virgem!!

N�o acredito!!

� verdade, eu s� tenho 19 anos!

14 anos??!! – ele arregalou os olhos e encostou sentado na cama.

14 anos??!! – repetiu.

Sim, 14, fiz outro dia. Virgem, 19 anos, 1ª ano do 2ª grau... (pra mim era tudo muito �bvio!)

Acho que ele passou a gostar mais ainda da brincadeira. Repetiu que n�o acreditava e mostrei minha identidade. Ele dizia que eu tinha muito corpo, era muito gostosa pra 19 anos. A� eu amoleci e logo est�vamos nos amassos de novo. Ele abriu minha cal�a, eu j� tava sem blusa fazia tempo... come�ou a esfregar seu pau em mim, tirou a cal�a tamb�m. A blusa dele j� tinha sumido h� muito!

Sem eu perceber ele tirou a cueca e l� estava um pau, de frente pra mim. Eu s� tinha pego antes uma vez, e mal tinha olhado e agora eu estava diante dele. Peguei nele meio sem jeito, tentando lembrar o que o outro namorado tinha me ensinado. S� que n�o era suficiente, ele continuava tentando arrancar minha cal�a. Eu tinha que controlar esse homem. O que fazer?

S� vi uma solu��o. Peguei o pau e pensei: menina, n�o tem jeito, � hoje!

Desci e abocanhei o bicho!

Coloquei a cabe�a na boca, passei a l�ngua por toda ela, fiquei ali bastante tempo. Percebi que ele aquietou, ficou s� sentindo minha boquinha imaculada naquele pau rosa e duro.

Forcei, ent�o pra dentro, pra ver at� onde ia, quase engoli ele todo, forcei um pouquinho mais e tava sentindo os pelinhos dele no meu queixo. Alex, ent�o, come�ou a se movimentar e sem saber me orientou e saquei que eu subia e descia com a boca igual como eu fazia com a m�o. Ele falou para eu parar, me deu um beijo e pediu: toca uma siririca pra mim!

E agora, o que � siririca? Nunca tinha ouvido isso na vida! Fiz que n�o com a cabe�a e voltei pro pau, desta vez caprichando mais na l�ngua, pra ver se ele esquecia da tal da siririca, dando umas chupadas enquanto subia e descia. Os movimentos ficaram mais fortes e vi que ele come�ou a gemer bastante, aumentei o ritmo o quanto pude e decidi com a outra m�o sentir as bolas dele. A primeira vez que pegava naquilo tamb�m. Foi o suficiente, nem um minuto depois e ele praticamente gritava e come�ou a jorrar aquele leite na minha boca. Sem saber o que fazer, engoli. Deu uma �nsia de v�mito, mas segurei, engoli tudo, n�o sobrou uma gota! Achei que era meio vergonhoso cuspir e acabei engolindo por pura educa��o, sem saber que esse era um gesto dos mais adorados pelos homens.

Mais tranquila depois que vi aquele pau amolecer e minha blusa voltar para perto dos meus olhos, sentei na cama e disse que tinha hora pra voltar pra casa. Ele fumou um cigarro, disse que eu era muito gostosa e que n�o acreditava que eu era virgem. Eu respondi que era sim e que, inclusive, era a 1� vez que eu tinha chupado na vida! Ele riu, enquanto j� se vestia, e me chamou de mentirosa de novo, me deu um abra�o de frente do espelho como se fosse um namoradinho e eu fui ficando mais apaixonada, achando que ele tinha gostado de mim mesmo. Voltamos pro fusca e ele me deixou em um ponto de �nibus.

A partir desse dia eu descobri como manter minha virgindade: um boquete bem feito deixa qualquer homem saciado!

Ainda sa�mos muitas outras vezes e eu fui aperfei�oando a t�cnica, procurando na Internet, lendo revistas e livros que tratavam do assunto, mas o resto deixa pro nosso pr�ximo encontro! Bj

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