Prazer, dor e prazer II(a continua��o).
Quando cheguei ao "est�bulo" Klara ainda dormia com os brinquedos enfiados em seus buracos e ainda ligados, pois como se lembram os vibradores n�o eram a pilha e sim a eletricidade, peguei um balde de �gua e joguei em seu corpo fazendo com que ela acordasse meio que assustada e ainda exausta ela balbuciou algumas palavras incompreensivas e tentou se levantar, havia esquecido aonde estava e que ainda estava amarrada, resolvi lembra-la que ainda era minha escrava e comecei a chicote�-la e a xinga-la, logo os vibradores come�aram a fazer efeito e logo ela implorava para que permitisse seu gozo, demorei um pouco para permitir e ainda chicoteando seu corpo mandei que ela empinasse sua bunda, com um �nico pux�o retirei de seu c� o vibrador e com estocadas fortes enfiei em seu c� meu pau que j� latejava de desejo, ela aos gritos gozou sobe minhas ordens e teve em seguida seu c� inundado pelos meus jatos de porra, como ainda n�o me sentia satisfeito a desamarrei e mandei que cavalgasse em meu pau, enquanto metia em sua boceta alargava mais ainda seu c� com um plug ampliador que triplicava de tamanho conforme a minha vontade e ainda vibrava fortemente conforme meus comandos, causando a ambos deliciosas sensa��es, coloquei em seus mamilos prendedores de metal e ainda espancava sua bunda com uma palmat�ria de couro, ela implorava para gozar e quando deixei ela teve uma convuls�o de gozos seguidos fazendo com que ela quase desfalecesse de prazer, com seu quase desfalecimento ela diminuiu os ritmo resolvi puni-la por tal desobedi�ncia, e ordenei que ficasse de quatro, empinasse bem a bunda, peguei um chicote um pouco mais dolorido que a palmat�ria, enfiei em sua boceta com muita for�a o que fez a estremecer de prazer enquanto com uma das m�os puxava sua coleira, com a outra lhe aplicava uma surra com o chicote, a cena de ter ali uma cadela linda como aquela e totalmente submissa aos meus desejos me deixou louco, fazendo com que cheg�ssemos juntos em um orgasmo alucinante.
Depois de um pequeno descanso, me levantei ordenei que ela tamb�m levantasse, retirei de seu corpo todos os apetrechos deixando somente a coleira em seu pesco�o, ordenei que ela lavasse todo o est�bulo e tomasse um banho em um chuveiro no jardim, coisa que ela protestou dizendo que ali era muito aberto e outras pessoas poderiam ver, apliquei uma chibatada em sua bunda e reafirmei a ela que meus muros eram intranspon�veis para vis�o alheia e que cadelas tomam banho no quintal e n�o no meu banheiro, depois de uma hora e com suas tarefas cumpridas ela entrou dentro da casa principal e me esperava na cozinha de quatro como havia lhe ordenado.
Colocando a guia em sua coleira a levei para passear pela casa lhe mostrando cada canto inclusive a jaulinha que ela ficaria enquanto n�o estivesse sendo usada, depois lhe dei um avental, coloquei em seus pulsos e tornozelos pulseiras de couro com argolas, em sua boceta prendi um vibrador tipo borboleta em sua boceta e ordenei que ela limpasse a casa toda inclusive por fora e me preparasse comida, enquanto isso lhe informei que eu iria at� o armaz�m comprar alguma coisa, disse tamb�m que ela para ela colocar a mesa as 2:30 h em ponto e quando suas tarefas estivessem terminado que ra para ela prender sua coleira numa argola que tenho no ch�o da sala e me esperasse de quatro .
Sa� e quando voltei tudo estava arrumado e a comida feita e pratos postos, coisa que considerei a �nica coisa para poder puni-l�, fui at� a sala e l� estava ela de quatro como ordenado e com sua coleira presa a argola, abri o cadeado e a puxei at� a cozinha.
___Voc� acha que fez tudo certo?
___Sim Senhor, fiz tudo que o Senhor mandou, pus a mesa, limpei dentro e fora da casa, arrumei suas roupas .......(interrompi sua fala com um tapa e falei):
___Voc� acha que esta mesa est� correta?
___Sim Senhor,...(outro tapa)
___N�o esta, onde j� se viu uma cadela como voc� comer na mesma mesa do que eu.
___Me perdoe Senhor, realmente n�o devia ter tamanho atrevimento.
___Perdoar voc�, vou � te punir por tamanha insol�ncia.
Dizendo isso a deixei de quatro na cozinha e fui buscar um banquinho de pregos que tenho, coloquei um vibro no meio, lubrifiquei seu cu e ordenei que ela sentasse, amarrei seus pulsos a coleira, para que ela n�o tivesse apoio para diminuir a press�o das cabe�as dos pregos.
___Voc� n�o queria comer comigo, agora vai ficar a� vendo eu comer, com esse pau no seu c�.
___Sim Senhor.
Demorei mais do que o habitual para comer, enquanto ela se contorcia de dor e prazer, depois peguei uma vasilha dessas que se d� para cachorros e coloquei sua comida l� dentro, a puxando pelos cabelos a coloquei de quatro e obriguei a comer de quatro como se fosse uma cadela, sem usar as m�os, ela comeu sem reclamar , depois de lavar todo a lou�a ela foi para a sala e de joelhos falou:
___Senhor j� terminei minhas tarefas, o que desejas agora?
Sem nada falar retirei os vibradores e prendedores de seu seio e mandei que ela fosse se lavar por inteiro, ela j� ia saindo quando lhe falei:
___Voc� sabe bem o que � se lavar por inteiro?
___Sim Senhor, tenho que lavar internamente tamb�m.
___Isso mesmo, poder� usar o banheiro de servi�o, l� eu tenho ducha higi�nica.
___Sim Senhor.
___H�, e se depile novamente.
___Sim Senhor.
Dizendo isso ela saiu, voltando mais de uma hora depois.
___Estou pronta Senhor.
Verifiquei seu corpo como se verifica uma mercadoria, dei lhe um pequeno tapa na bunda como aprova��o de seu trabalho, informando a ela que queria que mudasse seu penteado e que j� havia marcado com uma cabeleireira amiga minha uma hora em seu sal�o, na verdade esperava que ela protestasse, mais qual n�o foi minha surpresa quando ela disse:
___Se o Senhor n�o gostar de alguma coisa em mim, poder� mudar como desejar, quero me tornar sua por completo, nunca um outro homem me fez sentir o que o Senhor me proporciona.
___Muito bem ent�o, agora como combinei com seu marido quero que ligue para ele que deves estar preocupado com voc�, s� que como n�o quero segredos de sua parte deixarei no viva voz para que saiba o que ele te pergunta.
___Sim Senhor, n�o h� nenhum problema, nem sei se ele me conhece mais do que o Senhor, sei que amo meu marido, mais sei que perten�o ao Senhor.
___Muito bem, pode ligar.
Ela ligou e do outro lado da linha Pedro atendeu com uma voz de quem estava muito ancioso.
___Oi, Klara .J� estava ficando preocupado, como voc� est�?
___Muito bem, melhor n�o poderia estar...
___Me conte tudo, n�o me poupe dos detalhes.
___Foi �timo me sinto agora uma mulher completa, meu Senhor sabe me castigar e me dar prazer ao meu tempo, as vezes me sinto como uma cadela ....
___Como uma cadela?Castiga como assim?
___Calma Pedro, ele me trata como uma cadela, n�o tem nenhum pudor sou obrigada a fazer tudo o que ele desejar, estou bem mais liberada do que antes, voc� n�o me reconheceria na cama agora fiz com ele coisas que jamais imaginei.
Depois de algum sil�ncio ele retrucou:
___Mais como assim?(pude notar em sua voz um tom de ci�me em sua voz)
___Calma meu amor, eu te amo, acho que s� assim salvaremos nosso casamento.
___Sim eu sei, fiquei um pouco enciumado, mais confesso que estou excitado com tudo isso, gostaria de estar a� vendo o que ele faz com voc�.
___Calma tudo ao seu tempo, meu amor.
___Sim eu sei, estou com saudades.Agora me conte tudo o que ele fez com voc�.
___Quando sa�mos l� do bar...(claro que n�o vou relatar tudo, pois ela contou tudo com o m�ximo de detalhes poss�vel, chegando inclusive Pedro a confessar que do outro lado da linha batia a maior bronha de sua vida com os detalhes picantes que voc�s j� s�o conhecedores).
Findada a conversa que demorou muito tempo, para o meu gosto Pedro se despediu e eu tendo ali na minha frente aquela dama submissa, coloquei ela de quatro novamente e a levei para o quarto a amarrando na cama de barriga para cima, coloquei um plug anal nela e enquanto que sentado sobre o seus peitos fazia com que ela me chupasse enquanto fodia sua boceta com um consolo grande com uma certa voracidade, confesso que cheguei a sentir pena daquela boceta que j� deveria estar sedenta por um cacete de verdade e com um movimento brusco, retirei de sua boceta o vibrador e introduzi meu pau, depois de algum tempo e muitos orgasmos depois explodimos em um gozo fenomenal e derradeiro, fiquei realmente exausto e desamarrando a levei para sua gaiola que mal permitia a ela que se deitasse, coloquei �gua em uma vasilha de cachorro e a deixei ali, enquanto fui me refastelar no sof� da sala para assistir a um filme.
L� pela 22:00 h me levantei e fui ver como Klara estava, ao chegar na sua gaiola ela ainda dormia decidido a recome�ar a acordei e ordenei que ela...(Continua no Prazer, dor e Prazer III(continua��o)).