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A ESPOSA DO CAPIT�O II

Como prometido, vou continuar a relatar o que me aconteceu quando estava prestando o servi�o militar, entre eu e a esposa do capit�o.

Me dirig� para a casa do capit�o (que � na vila dos oficiais e fica fora do quartel) apreensivo, pois sabia que qualquer coisa que acontecesse poder�a me prejudicar perante o capit�o e o quartel. Quando cheguei l�, para meu espanto, ela estava de roup�o, e com uma toalha enrolada nos cabelos. O problema era que o chuveiro havia parado de sair �gua.

Ela disse que era dia de folga da empregada e lembrou imediatamente de me chamar.

Ap�s constatar que havia �gua na caixa d’�gua, fui at� o banheiro para verificar o chuveiro.

Ela me acompanhou at� o chuveiro. O registro estava preso e eu procurei primeiro for��-lo.

Ap�s algumas tentativas, o registro quebrou na minha m�o, liberando �gua tanto pelo registro quebrado, como pelo chuveiro. Demorei alguns instantes para fechar o registro geral, e foi tempo suficiente para me molhar da cabe�a aos p�s. Sugeri a ela, retirar outro registro da casa para substituir este, de forma a liberar novamente o chuveiro, e ela aceitou desde que eu trabalhasse com roupas secas, e me trouxe um cal��o que provavelmente pertencia ao marido dela. Enquanto eu terminaria o servi�o, ela colocaria minhas roupas na secadora. Quando aceitei, ela imediatamente veio me ajudar a tirar a camisa, que estava colada ao corpo e assim dificultando ser retirada. Ela j� come�ou fazendo coment�rios sobre o meu t�rax e meu abd�men, e j� veio para me tirar as cal�as, o que neguei. Pedi licen�a a ela e fechei-me no banheiro para trocar a cal�a. Entreguei minhas roupas molhadas para ela, inclusive as cuecas, para ela levar ao secador, e fiquei vestido apenas com o cal��o, que tinha uma forra��o interna. Quando eu j� terminei o servi�o ela me disse que a secadora demoraria mais uma hora e me convidou para sentar-se ao lado dela na cama, para ela cuidar de minhas costas que estavam com alguns cravos. Me virei de costas para ela, e ela come�ou a espremer alguns cravos das minhas costas. Eu de imediato comecei a ficar excitado com aquele toque macio das m�os dela. Ela percebendo, come�ou a passar as m�os pelas minhas costas, avan�ando para o meu peito e me bolinando nos mamilos. Eu comecei a ficar ofegante e o meu pau j� come�ou a saltar do cal��o. Ela ent�o, desceu a m�o e passou em meu pau, por cima do cal��o. Eu peguei a m�o dela e coloquei dentro do cal��o. Ela pegou o meu pau e come�ou a me punhetar. Eu passei a m�o pela perna dela e subi at� a buceta, que estava toda molhada. Ela me segurou a m�o e disse que era para me conter. Eu me virei para ela e disse que iria embora. Ela me disse ent�o para fechar os olhos por alguns minutos. Ouvi a porta do guarda-roupas sendo aberta, e em alguns minutos ela me disse para abrir os olhos. Fiquei louco de tes�o com o que vi. Aquela mulher de uns 35 anos, corpo escultural, cabelos loiros e longos estava na minha frente, vestindo um baby-dol cor de rosa, transparente. Em baixo estava usando uma calcinha do mesmo tecido. E me disse: Ontem eu me acabei de tanto me masturbar, s� imaginando que voc� estava se punhetando por mim l� no quartel. Foi muita maldade com a minha bucetinha, tanto que hoje ela quer levar pica. Dizendo isso ela foi em dire��o a sala e eu a segui. Quando chegou l� ela colocou uma m�sica e se sentou no sof�, sentei-me ao lado dela. Ela j� estava com os l�bios pesados de tes�o, eu a beijei e empurrei ela para traz, fazendo ela deitar-se, fui beijando ela e descendo at� os seus seios, e comecei a mordiscar e chupar por cima do baby-dol. Continuei descendo, beijando sua barriga e desci at� a calcinha. Dei algumas lambidas por cima da calcinha. Ela segurou minha cabe�a e apertou contra a sua buceta. Afastei a calcinha e comecei a chupar a buceta dela. Ela gemia enquanto eu a chupava. Levantei-me e coloquei o pau para ela chupar. Enquanto ela me chupava eu enfiava os dedos em sua buceta que j� estava encharcada. Ela me pediu para meter na buceta dela. Foi o que fiz. Com ela guiando o pau para a buceta, meti naquela buceta e arranquei um gemido alto dela (ainda bem que est�vamos sozinhos na casa). Meti durante alguns minutos, foi quando ela la�ou suas pernas em volta de minha cintura e gozou. Ela ficou ali deitada no sof� enquanto eu continuava metendo nela. Em seguida ela come�ou a voltar a rebolar, foi quando eu me levantei. Peguei ela pela cintura e a virei de quatro no sof�. Meti o pau na buceta dela. Olhei para aquela bunda gostosa, dei uma cuspida no cuzinho. Ela protestou e disse que nunca havia feito sexo anal, mas que pela gozada que ela havia dado naquele momento eu merecia ser o primeiro a comer o cuzinho dela. Me pediu apenas para ir devagar. Enquanto comia a buceta dela, coloquei um dedo em seu cuzinho e comecei a massagear aquele anelzinho virgem. Em seguida coloquei outro dedo e logo mais um dedo. A essa altura ela j� estava gemendo de novo e me pediu para meter de uma vez no cuzinho dela. Mirei meu pau no cu dela e enfiei tudo de uma vez s�. Ela gritou de dor e me xingou, amea�ando tirar meu pau dali de dentro. Segurei ela pela cintura com bastante for�a e esperei alguns instantes para ela se acostumar. Comecei a bombar naquele cuzinho, e ela come�ou a gostar novamente. N�o demorou muito, ela abaixou mais o peito, ficando com o rosto colado no sof� e deixando assim aquela bunda maravilhosa toda empinada para mim. Comi aquele cuzinho at� gozar, quando eu ent�o ca� de lado sobre o sof�. Ela veio at� mim, me deu um beijo caloroso e me agradeceu pela trepada. Alguns minutos depois, os dois restabelecidos, fomos tomar um banho juntos para testar o funcionamento do chuveiro. Aquela semana, foi uma semana de consertos di�rios na casa do capit�o. Que poderei contar mais um pouco em outra ocasi�o.

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