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APAIXONADA

Este � o terceiroo epis�dio de uma novela er�tica que estou escrevendo, para que a acompanhem melhor, sugiro que leiam antes os cap�tulos anteriores: Como a garrafa de champanhe e Na sala do chefe.









Quando cheguei novamente ao sal�o e n�o a vi soube que estava tudo terminado, provavelmente fora embora. A �nica coisa que me intrigava era a forma como Helena me chupara, fazendo-me gozar daquele jeito mesmo depois do que eu fizera com ela. Talvez uma despedida precoce, uma deliciosa despedida... quem saberia? Se assim fosse eu n�o estava arrependido de nada, fizera apenas o que me dera vontade, busquei o meu prazer e pronto. Se eu a ofendera, ela tinha todo o direito de me abandonar, eu n�o a culpava e n�o me sentia culpado.



- Ent�o Jean divertindo-se muito na festa? – era o Alberto novamente.



- A festa est� �tima. – se lhe dissesse o tipo de divers�o que acabara de gozar em sua sala como ele reagiria?



Felizmente chamaram-no logo e ele deixou-me em paz. Apanhei mais um dry e resolvi sair para a sacada, respirar.



L� estava ela. Helena. Sem saber o porque, senti um imenso prazer ao ver que ela n�o se fora.



Estava linda, debru�ada sobre o parapeito, o vento balan�ava seu vestido contra as curvas perfeitas de seu corpo e rebelava seus lindos cabelos. Me aproximei, l�grimas escorriam de seus belos olhos.



- Oi Helena.



- Jean! Voc�!? – espantou-se com minha presen�a ao mesmo tempo em que parecia estar satisfeita com ela.



- Por que voc� est� chorando? – arrependi-me instantaneamente de meu cinismo, pois tinha a certeza de que eu era o causador de suas l�grimas.



- Por nada.



- Eu... – toquei seu rosto e sequei com uma das m�os suas l�grimas – vim te pedir desculpas.



- N�o Jean! – aconchegou-se em meus bra�os fragil�ssima.



- O qu�!? – amparei-a com todo o carinho, Helena merecia.



- N�o foi voc� quem me fez chorar.



- Quem ent�o foi Helena?



- O seu Alberto, ele est� me assediando o tempo todo, eu n�o aguento mais. Disse-me agora a pouco que se eu n�o me entregasse a ele, iria me despedir, deu-me apenas mais uma semana de prazo, mas eu n�o posso ficar sem emprego Jean!



- Desgra�ado! – Meu �dio por ele multiplicou-se indefinidamente.



- Antes de irmos para a sala dele, ele me viu tomando champanhe e disse-me: “gosta de beber champanhe safada? Que tal irmos para minha sala agora mesmo, eu derramo champanhe no meu pau e voc� bebe enquanto me chupa? � um desperd�cio uma secret�ria como voc� beber assim um champanhe t�o caro, se podemos nos divertir tanto com ele...” Me senti t�o humilhada Jean. – abra�ou-se mais forte em mim.



- Aquele porco! Helena eu darei um jeito dele n�o tocar em voc�. Voc� � minha agora Helena, s� minha!



- Jura Jean!? – Helena olhava-me, e seu olhar transbordava de felicidade.



- Juro!



Helena beijou-me loucamente e eu retribui com a mesma intensidade, puxei-a para mim para que ela sentisse o desejo que eu sentia, meu pau endurecendo colado a sua barriguinha. Helena sugava minha l�ngua freneticamente, agora eu sabia, como se chupasse meu pau. Enrosquei meus dedos em seus cabelos e segurei sua cabe�a enquanto olhava dentro de seus olhos, queria ver suas rea��es ao sentir meu pau cada vez mais duro encostado nela.



- Jean, estou apaixonada por voc�! – disse-me suspirando ao sentir-me cada vez mais duro e, ofegante continuou – eu n�o te disse mais desde quando voc� ligou atr�s do emprego e eu atendi, j� sabia que seria tua, teu sotaque me deixou louca de desejo. E depois, quando te vi no dia da entrevista j� estava apaixonada por voc�.



Neste momento quem a beijou loucamente fui eu. Aquela declara��o, feita daquele jeito, me encheu de desejo. Enfiei minha l�ngua em sua boca fazendo movimentos de vai e vem constantes enquanto ela arrancava minha camisa fazendo alguns bot�es se despregarem. Enquanto a beijava, eu acariciava sua nuca com os dedos entre seus lindos cabelos, tocava de leve sua delicado orelha e segurava seu queixinho para beij�-la da maneira mais rom�ntica poss�vel. Contudo Helena estava com pressa de sentir prazer novamente, e antes que eu percebesse ela j� afagava meu pau e acariciando minhas bolas sob a cal�a. Levei-a para nosso canto, atr�s da mesma planta onde estiv�ramos antes e a coloquei deitada sobre o parapeito, que apesar de estreito acomodava tranquilamente o lindo e esbelto corpo de Helena. Levantei seu vestido, como estava sem calcinha fui logo acariciando sua xoxotinha linda que a esta altura j� estava toda molhadinha. Comecei a lamber os l�bios antes de chegar ao clit�ris, tive cuidado de segurar firme o corpo de Helena, pois ao contorcer-se de desejo, o que ela fazia loucamente, poderia cair l� embaixo, mas isso eu n�o deixaria acontecer jamais. Os suspiro e gemidos de Helena eram cada vez mais intensos, era um prazer caus�-los e por isso eu chupava a xoxotinha de Helena com todo o prazer e dedica��o.



Goza para mim, minha Helen, Goza! – disse-lhe e continuei a chup�-la sempre. Introduzi os dedos em sua xoxota em busca do ponto G, agora que conhecia bem o interior daquela xoxotinha n�o precisava procurar muito, mas fingi n�o achar prolongando assim mais e mais o prazer que Helena sentia.



- Quer gozar agora minha Helen, quer?



- Quero Jean, quero sim! – respondeu-me entre dois lindos suspiros de prazer.



- Ent�o me pede! – continuei chupando-a prestes a toc�-la.



- Quero Jean, que... Ah! Hum!



Antes que terminasse toquei seu ponto G e lambi seu clit�ris de forma especial enquanto ela suspirava, gemia e gritava feito louca, entregando-se totalmente ao orgasmo, n�o mais se importando se a ouviriam l� de dentro.



Depois que ela terminou fiquei olhando seu lindo rosto, os olhos fechados, numa express�o de extrema felicidade. Helena abriu os olhos, viu que a observava, beijou-me carinhosamente. Depois do longo beijo disse-lhe:



- Quero me desculpar Helena, eu n�o deveria ter for�ado...



- N�o precisa, eu gostei!



- Mas... eu estava te machucando, voc� gritava tanto....



- De dor e de prazer! Voc� n�o tem culpa, eu estava sentando em voc� daquele jeito, te provocando. Voc� s� me deu o que eu merecia, e eu adorei!



- Verdade!?



- Estou apaixonada por voc� Jean!



- Voc� j� me disse isso Helena – respondi-lhe sorrindo



- � que n�o quero que voc� se esque�a disso nunca! Posso confiar em voc�?



Voltei a beij�-la, era a melhor resposta que poderia lhe dar embora sentisse que tamb�m estava apaixonado por Helena. Coloquei-a de p� novamente no ch�o, sustentando-a com um bra�o ao redor de sua cintura pois sabia que suas belas pernas ainda estavam adormecidas pelo gozo recente. Beijava-a sempre reavivando seu desejo, acariciando todo seu lindo corpo, desde suas grossas coxas, suas n�degas empinadas, suas curvas do quadril e da cintura perfeitos at� seus seios maravilhosos.



Quando senti que ela estava pronta levantei seu vestido, toquei novamente sua xoxotinha, estava perfeita, toda molhada. Dessa vez pus Helena sentada no parapeito, afastando suas pernas coloquei-me entre elas. Nesse momento ela j� desabotoava minha cal�a. Tirou meu pau para fora e o guiou diretamente para dentro dela suspirando de prazer. Comecei a fazer movimentos suaves, para frente e para tr�s, para frente e para tr�s... Helena arranhava minhas costas com suas unhas delicadas enquanto eu a beijava ternamente. Comecei a acelerar os movimentos, para frente e para tr�s, para frente e para tr�s, Helena ofegante n�o conseguiu mais me beijar, cravou ainda mais fundo suas pequeninas unhas em minhas costas. Cessei os movimentos, Helena apertou com sua xoxota apertadinha meu pau inteiro dentro dela.



- Goza comigo Jean, goza comigo!



Senti no pau os espasmos convulsivos de sua xoxota. Helena inclinou-se para tr�s perigosamente, mas eu a sustive propiciando-lhe gozar tranquilamente daquele orgasmo que eu lhe provocara. Quando ela voltou a abra�ar-me, colando todo seu corpo ao meu senti meu pau ainda sendo, em movimentos ritmados, apertado dentro de sua xotinha apertada. Gozei sentindo um prazer intenso. Helena sorriu e me beijou com ternura.



Ficamos assim ainda alguns momentos, eu dentro dela e ela ao meu redor.





Fiquei pensando como seria o nosso relacionamento. Helena dissera estar apaixonada por mim e eu sabia tamb�m o estar por ela, mesmo sem decidir-me a dizer-lhe a verdade. Tentei n�o me preocupar muito e me preparar para gozar de todos os prazeres que aquela mulher de corpo lindo perfeito poderia me dar. Afinal de contas eu bem sabia que uma mulher apaixonada se dedicaria totalmente a dar prazer ao homem que era objeto de sua paix�o.











Continua no pr�ximo epis�dio:





TROCA DE FAVORES







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