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PUTINHA DONA-DE-CASA NA FACULDADE

Leio os relatos desde site j� algum tempo, o que me inspirou a fazer o que vou lhes contar agora. Li muitos contos de caras que se vestiam de mulher e at� eram confundidos na rua, n�o sei se s�o verdadeiros, o que posso garantir � que o que vou relatar agora realmente aconteceu, e est� acontecendo comigo.

Em agosto de 2003 fui aprovado no vestibular em outra cidade, que n�o vale apenas citar o nome, e l� fui morar juntamente com um colega de cursinho que tamb�m foi aprovado na mesma cidade. Este meu amigo tinha uma primo que j� morava nesta cidade sozinho em um apartamento, pois era de uma fam�lia rica, como era um apartamento grande este permitiu que l� fic�ssemos at� conseguirmos um local definitivo paa nos alojarmos.

Desde o princ�pio pude perceber que o dono do apartamento, Bruno era seu nome, era meio estranho, pois tinha dois amigos com pinta de viado que vivinham entrando em seu quarto e às vezes at� ficando l� com ele de portas fechadas. Ficou na cara que ele era homossexual, o que pra mim n�o tinha a menor import�ncia pois eu at� tinha alguns desejo reprimidos nesse sentido. Entretanto at� a� n�o tinha pensado em ter nada com ele.

Fiquei muito amigo de Bruno e logo meu amigo encontrou uma vaga em uma pens�o e eu fiquei sozinho com Bruno no Ap. Bruno me disse que eu poderia ficar at� o fim do ano e que n�o me precupasse, pois at� estava gostando de ter algu�m com quem dividir as despesas, assim sobrava mais da mesada que recebia de seus pais.

Em setembro resolvi dar vaz�o a todo meu desejo reprimido de me travestir, quero deixar claro aqui que tenho um corpo bem masculino e que nunca conseguiria me passar na rua por uma mulher, e nem estou disposto a passar tal vexame. Como Bruno tinha viajado para visitar seus pais, fiquei sozinho todo um fim de semana no Ap. Fui at� o Carrefour e comprei um lindo biquini vermelho, algumas calcinhas, um par de meias 78 e um shortinho feminino de lycra, voltei correndo para casa louco pra provar minhas roupinhas.

Chegando em casa coloquei o biquini que serviu direitinho, ficando bem cavadinho na minha bunda. Por�m tinha algo muito errado ainda, como sou muito peludo n�o ficou nem um pouco legal me ver no espelho com aquele biquini tendo as pernas e a bunda toda cabeluda. Decidi tomar uma medida dr�stica, me depilar totalmente. Claro que pensei nas consequencias, mas como s� pretendia visiar meus pais em dezembro daria tempo para os pelos crescerem novamente.

Voltei ao supermercado e comprei 3 jogos completos de barbeadores e fui para casa fazer o servi�o. Ap�s mais de uma hora estava tudo pronto! Agora sim estava como queria, fiquei muito estusiasmada, isto mesmo, ENTUSIASMADA, esta me sentindo uma linda menininha, embora com uns ombros meio largos e sem peitos. Mas o fato � que fiquei t�o excitada que resolvi tomar um pouco de sol e ver se ficavam marquinhas. Deitei na varanda em uma posi��o que os predios vizinhos n�o podiam me ver, mas mesmo assim tomava sol direto. De fato as marquinhas apareceram e fiquei muito excitada com isto, me despi do biquini e vesti apenas as meias78, bati uma punheta com dois dedos na bunda que foi uma das mais deliciosas da minha vida.

Quando Bruno voltou no domingo à tarde, comecei a me lembrar dos dois caras que costumavam visita-lo, mas que andavam sumidos nos ultimos tempos, por�m me segurei. Ao cair na noite no entanto, Bruno saiu e voltou com umas cervejas para tomarmos. Ap�s umas e outras comecei a ficar meio empolgado e fui ao quarto colocar uma roupa mais "confortavel". Voltei usando o shortinho que tinha comprado. Sua rea��o ao me ver naquela roupa foi de espanto, ele ficava olhando minhas pernas depiladas e ao mesmo tempo os sinais da calcinha fio dental que estava por baixo, fiquei t�o sem jeto e arrependido que tomei uma latinha s� em um gole pra ver se ficava logo bebado e saia dessa situa��o. Ele n�o resistiu e perguntou rindo, "-Cara, voce � viado?". Sem jeito respondi, "-N�o, s� curto me vestir assim!", foi ent�o que ele disse: "-Se quiser posso te comer? Fazia isto com o Marcelo e o Hugo", estes eram os caras que eu falei anteriormente. Por�m me segurei e disse que n�o precisava e que eu n�o tinha vontade de dar, s� que naquele hora tive muita vontade de rasgar minha roupa e gritar para ele meter em mim.

Continuamos a beber e quando fiquei mais alto pelas cervejas, me levantei e comecei a andar pela sala rebolando de um lado para o outro. Bruno ent�o perguntou novamente: "- Voce esta querendo ser comido, quer me dar n�o �?", ignorei sua pergunta e lhe disse: "- Sabe, andei me bronzeando, que me ver de biquini?". Ele respondeu que sim e fui ao quarto me trocar.

Quando voltei ele j� estava com o pau de fora, que � menor que o meu, gostei de ver isto pois assim ele n�o me machucaria, j� que estava decidida a dar mesmo (estava me sentindo uma femea novamente!). Cheguei bem perto de Bruno e lhe perguntei "-Quer ver a marquinha?", antes mesmo que ele respondesse me virei de costas e baixei o biquini at� o meio das coxas. Ele n�o resistiu e tentou enfiar seu dedo no meu cu, eu no entanto me afastei e subi novamente o biquini, claro que s� por charme!

Ele n�o resistiu e se levantou me agarrou fortemente e comecou a me encoxar, susurrei que deveria ser bem delicado pois seria minha primeira vez. Bruno apenas me fez sinal que ficasse calada e foi a seu quarto buscar algo. Quando voltou estava com um tubo de KY e uma camisinha, ele me disse que queria me comer de quatro e me deitei prontamente de quatro no tapete da sala.

Bruno afastou meu biquini de lado e comecou a lambuzar meu cuzinho com o gel lubrificante, pisquei o anel mais ainda com aquele geladinho no meu cuzinho. Meu pinto estava quase rasgando a parte da frente do biquini, por�m o deixei guardadinho l� mesmo. Logo senti aquele membro delicioso invadindo minhas entranhas, escorrendo por entre minhas pregas e me massageando por dentro. Foi uma del�cia! Era minha primeira noite como f�mea e eu estava amando, n�o senti nem um pouco de dor, talvez pela tamanha excita��o em que estava. J� havia lido na internet sobre a massagem que um penis pode fazer na pr�stata, mas n�o imaginava que seria t�o bom, j� havia feito com meus dedos mas n�o chega nem perto da sensa��o de ter um penis dentro de voce, lhe invandindo com aquele calor masculino e lhe fazendo sentir t�o f�mea.

Comecei a gemer, s� me lembro dele gritando "-Geme minha puta, vou te comer todos os dias!". Buno continuou entrando e saindo dentro me mim por mais alguns minutos at� que n�o aguentou e anunciou que ia gozar, pedi que ficasse dentro, pois queria sentir suas contra��es. Senti o pau dele duro que parecia feito de a�o e logo em seguida ele urrou gozando. Pena que n�o gozei s� sendo penetrado como li em muito contos, nem sei se isto � poss�vel, mas Buno me vioru de costas e retirou meu pinto de dentro do biquini. Ele n�o beijou ou chupou, mas bateu uma punheta bem gostosa que me fez gozar rapidinho.

Na segunda feira fui às aulas normalmente e quando cheguei em casa na hora do almo�o Bruno j� estava me esperando e me disse: "-N�o vai se vestir de dona de casa e preparar meu almo�o?", respondi assim: "- Posso fazer o jantar, mas voc� vai COMER ?", ele ent�o respondeu que comeria o jantar a mais alguma coisa. Durante a noite ele me comeu de diversas fomas e eu desfilei usando todas as roupinhas que tinha comprado.

Foi ent�o que Bruno me fez a proposta: "- Se quiser pode continuar aqui como minha mulherzinha at� nos formarmos!" � claro que aceitei, mas com duas condi��es: 1-Que eu continuaria como homem fora de casa e manteria namoradas pois n�o abro m�o de comer uma bucetinha. e 2-Que ele como homem da casa faria toda as despesas. Bruno prontamente aceitou minha proposta e j� estamos nesta situa��o à mais de seis meses, quase todos os dias ele me come e aos sabados saio com minha namorada.

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