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SOU A PUTINHA DO MEU IRM�O

Quando eu tinha 19 meu irm�o j� estava com 23 e ele viva trazendo as namoradas em casa quando mam�e e papai n�o estavam, normalmente à tarde enquanto os dois ainda estavam no servi�o. Sempre que eu amea�ava contar para os nossos pais ele me dava dinheiro para eu ficar de boca fechada. Naquela �poca ele namorava a Viviane e comia ela quase todo o dia. Ele chegava e ia para o quarto com ela e eu ficava sempre espiando pela frestinha da porta enquanto me masturbava, acho at� que ele deixava meio aberta de prop�sito. Eu ficava vendo o pint�o do meu irm�o entrar na buceta de Viviane e ficava louca de vontade de experimentar aquele caralho grosso e grande em mim. Sempre depois de assistir eles transando eu ia para o banheiro me consolar com o meu dedinho e muita siririca. Uma prima nossa do interior ia casar no s�bado e nossos pais acharam melhor a gente n�o ir pois ter�amos aula na segunda e nos deixaram sozinhos em casa. Essa era a oportunidade dele trazer a Viviane e eu j� estava com ci�me dela tendo aquele caralho gostoso s� para ela, ent�o eu pensei em me oferecer pro meu irm�o e ver se ele topava alguma coisa comigo. Eu sempre fantasiei com ele desde muito novinha sempre tive uma tara por ele. Na noite de quinta antes da viagem dos nossos pais eu entrei no quarto dele enquanto ele dormia e tranquei a porta. Eu tirei a camisola e fiquei s� de calcinha, com cuidado para n�o acord�-lo me deitei na cama dele, afastei as cobertas e comecei a acarici�-lo, ele tinha o costume de dormir s� de cueca.Eu abaixei um pouco a cueca e segurei com as duas m�os aquela pica grossa, aos poucos comecei a movimentar as m�os. Ele acordou e me viu quase nua tocando nele com o maior descaramento.

- Luana o que voc� est� fazendo!?!?!?! – ele perguntou indignado

Eu respondi com uma voz bem safada

- To fazendo um carinho no meu irm�o

- Para com isso menina, tira as m�os de mim!

Eu o soltei ofendida e levantei da cama

- Voc� s� gosta da Viviane n�o �? Mas eu posso ser muito melhor que ela – eu disse choramingando

- Luana para de bobagem, vai j� para o seu quarto!

- N�o vou! – eu respondi e tirei minha calcinha. Eu subi novamente na cama dele e disse:

- Eu vou contar que voc� traz a Viviane aqui para o papai e dessa vez n�o vai ter dinheiro que me fa�a ficar quieta.

Ele me olhou bravo

- Voc� � uma cadelinha mesmo.O que voc� quer pra ficar quieta?

Eu o olhei seria

- Chupar seu pau at� voc� gozar.

Ele me olhou com um misto de raiva, surpresa e tes�o.

- E depois?

- Eu quero que voc� me coma.

Acho que nesse ponto ele at� j� estava sentindo tes�o por mim por que me puxou pelos bra�os e me deu um beijo na boca antes de dizer

- Vai dormir putinha, amanh� eu vou te deixar toda arrombada.



No dia seguinte eu mal me despedi dos meus pais, estava super excitada e nervosa com que meu irm�o me prometera na noite anterior. Ele chegava da escola às seis horas e eu fiquei esperando no sof� ansiosa. Assim que ele entrou sorri para ele e disse c�nica

- Fe, eu j� estava com saudades de voc�.

Ele abriu a mochila e jogou algumas camisinhas sobre o sof� e ent�o subiu para tomar banho. Eu mal consegui jantar e ficava olhando para o meu irm�o o tempo todo, ele pelo contrario agia normalmente, me deixando ainda mais nervosa. Assim que acabamos de arrumar a cozinha ele me puxou pelo bra�o e me levou at� o sof�. Sem cerim�nia ele sentou e pos o pau pra fora

- Voc� n�o queria chupar?

Eu me ajoelhei na frente dele e comecei a boquet�-lo, eu subia e descia com os l�bios chupava aquela tora inteirinha depois lambia a cabe�a e voltava a por tudo na boca. Ele gemia feito louco e me xingava

- Aiii...Vaquinha voc� chupa muito bem...Ahhh....

Eu estava me deliciando com aquela pica, sempre sonhei como seria ter tudo aquilo dentro de mim. Ele pos a m�o atr�s da minha cabe�a e segurou, ent�o seu pau come�ou a pulsar na minha boca e soltar jatos de porra

- Engole tudo safada.

Ele nem precisaria mandar eu engoli tudinho sem desperdi�ar nem uma gotinha.

Ele ent�o ficou de p� e me segurou com for�a pelos bra�os

- Ta satisfeita putinha?

Eu olhei para ele com uma cara de safada e perguntei

- Eu chupo melhor que a Viviane?

- Chupa, cadelinha. E agora voc� vai me dar o que eu quero.

Ele me jogou com for�a no sof�, eu ca� de bru�os e ele puxou meu short para baixo com raiva e se deitou em cima de mim.

- Voc� vai gosta disso vadiazinha – ele disse perto do meu ouvido

Com agilidade ele apanhou uma das camisinhas e colocou e ent�o ele pos uma das m�os sobre a minha bunda e com a outra me segurou para que eu n�o escapasse. Eu achei que ele fosse meter na minha buceta, mas ele pos aquele pau enorme na entrada do meu rabinho e come�ou a for�ar

- N�o, no cuzinho n�o. – eu implorei. Nunca tinha dado o cu e sabia que aquela pica grossa ia doer muito.

Ele continuou a for�ar a entrada sem d�.

-Para, F�. Ta doendo – eu choraminguei e tentei escapar, mas ele prendia minhas pernas com tudo o seu peso enquanto aquela cabe�a gigante dilatava a entrada do meu rabinho.

- Para...

- Cala a boca, vadia.

Ele me soltou e eu fiquei im�vel no sof�, queria muito dar pra ele, mas n�o daquela forma, n�o com tanta viol�ncia. Eu comecei a chorar e vi quando ele voltou com um vidro de creme.

- Ta chorando por que?

Entre os solu�os eu respondi

- Voc� estava me machucando.

Ele ficou um pouco mais calmo e sentou do meu lado, com toda a paci�ncia do mundo me pegou no colo e esperou que eu parasse de chorar. Eu me acalmei e ele me beijou e me fez sair do colo dele e ir para o sof�.

Ele tirou minha camisola e chupou meus peitos, ele sugava os biquinhos e eu senti c�cegas e ri. Ele parou de chupar e olhou para mim sorrindo.

- O que foi?

- Faz c�cegas.

- Ahh...acho que voc� vai preferir outra coisa ent�o.

Ele tirou minha calcinha e come�ou a chupar minha boceta. Eu gemia alucinada e nem percebi quando ele enfiou um dedo e come�ou a fazer um vai e vem. Enquanto chupava meu clit�ris ele enfiou um segundo dedo, eu movia os quadris e gemia enquanto for�ava minha boceta contra a cara dele, em poucos segundos eu gozei.

Ele j� estava com o pau super duro de novo.

- Vamos tentar de novo, eu prometo que vou ser mais carinhoso dessa vez.

Ele tinha acaba de me fazer gozar como nenhum outro e ent�o eu concordei. Ele me pos deitada sobre as pernas dele como se fosse me dar umas palmadas e lambuzou a m�o de creme e passou no meu reguinho, ele ficava descendo e subindo a m�o, lambuzando bem o meu cuzinho. Ele pos mas creme nos dedos, massageou a entrada do meu cu e foi colocando o dedo, bem devagar. Quando o dedo m�dio dele j� estava todo dentro do meu cu come�ou a rod�-lo e a fazer pequenos movimentos de vai e vem.

- Voc� est� gostando?

Eu apenas fiz que sim com a cabe�a. Ele tirou o dedo e lambuzou com mais creme e ent�o voltou a for�ar a entrado agora com dois dedos assim que entrou ele fez a mesma coisa.

- Voc� acha que j� ta pronta?

- Acho que sim.

Ele me colocou no ch�o e me fez apoiar o tronco na borda do sof�, se posicionou atr�s de mim e jogou mais creme no meu rabinho.

- Eu vou tentar ir bem devagar. – ele disse beijando meu rosto

Eu abri a minha bunda com uma das m�os e com a outra apertei almofada. Senti a cabe�a encostar, meu cu se retraiu todo e depois relaxou, ele come�ar a for�ar, mesmo com o creme estava dif�cil por que o pau dele � bem grosso. Finalmente meu cu dilatou e engoliu a cabe�a do pau, eu sentia muita dor e mordia a almofada com for�a para n�o gritar. Ele foi colocando todo aquele volume dentro de mim, eu senti a vista escurecer e achei que ele tava me rasgando toda, j� n�o aguentava mais quando senti as bolas batendo na minha buceta.

- Voc� aguentou tudinho – ele disse

Ele tirou um pouquinho e voltou a enfiar, por uns minutos ficou s� tirando e pondo devagar, para eu me acostumar. Meu cu deu uma laceada e ent�o ele come�ou a bombar, tirava quase tudo e voltava a enfiar com for�a at� eu sentir suas bolas batendo na minha buceta. No come�o eu s� sentia desconforto, mas aos poucos fui sentindo prazer. Soltei a almofada e comecei a tocar uma sirirca enquanto ele metia forte no meu cu.Eu sentia aquela tora entrando e me preenchendo toda ent�o saindo me deixando com uma estranha sensa��o de vazio. Dar o cu era sensacional ainda mais por ser meu irm�o que estava me comendo. Ele pressionou o corpo contra o meu me esmagando contra o sof� e apertou os biquinhos dos meus peitos com for�a enquanto soltava v�rios jatos de porra no meu cu, seu sentia aquele pau enorme pulsar enquanto ele gozava. Assim que ele terminou de gozar me abra�ou e disse:

- N�o sabia que seu cu era t�o gostoso, irm�zinha.

O pau dele amoleceu e ele tirou do meu rabo. Fez at� barulho quando ele saiu completamente, eu sentia um estranho vazio e um ligeiro incomodo no estomago. Ele me puxou para o sof� e me deu um beijo antes de sair e ir direto para o banheiro. Eu ainda queria mais e fui atr�s dele.

Ele estava tomando banho e eu entrei no boxe com ele.

- Voc� quer mais putinha? - Ele perguntou enquanto me abra�ava – N�o sabia que voc� era t�o insaci�vel.

Eu me abaixei e comecei a chupar o pau dele de novo. Em poucos instantes j� estava completamente duro. Ent�o, ele me puxou para cima e me fez encostar as m�os na parede, se posicionou por tr�s e meteu na minha buceta. Meu irm�o acariciava meu clit�ris enquanto me fodia com for�a. Ele estava quase gozando quando tirou da minha boceta e me virou de frente. Me for�ou contra a parede, pos o pau entre as minhas coxas e gozou.

Sa�mos do chuveiro e fomos dormir cada um no seu quarto. Depois daquela noite ele tr�s a Viviane poucas vezes para casa. Agora ele prefere comer a irm�zinha.



















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