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NO CARRO EM VILA MADALENA

Era domingo ap�s um almo�o em fam�lia eu e B.Ferrari sa�mos procura de um bar para ver o jogo do meu time, que s� passaria no pay-per-view, decidimos seguir direto para Vila Madalena estava dif�cil encontrar uma vaga passamos em frente ao bar Posto 6 contornamos o quarteir�o e encontramos vaga em uma pacata rua chamada Rua Luis Anhaia.





Sa�mos r�pido do carro e seguimos para o bar, o jogo havia come�ado, mas logo o gar�om conseguiu uma mesa para n�s, ainda distantes da tela, mas alguns minutos depois, uma mesa mais pr�xima a TV vagou. Nos deslocamos para l�, fiquei assistindo o jogo apreensivamente, bebia um chopp e vez outra apreciava B.Ferrari vestindo uma pequena mini-saia jeans que real�ava ainda mais suas belas e bem torneadas pernas cruzadas, e uma blusinha que permitia ver o contorno de seus belos seios, mas a aten��o era para o jogo, estava muito nervoso. O primeiro tempo se arrastou, sem grandes lances e o segundo meu time acabou tomando um gol quase no final, n�o conseguiu reverter o resultado e acabou perdendo a partida e eliminado do campeonato.



Fui ao banheiro, pois estava apertado, na volta B.Ferrari fez o mesmo, pedi um chopp para n�s estava ainda triste vendo a reprise dos melhores momentos, quando vejo B.Ferrari caminhando com aquela mini-saia, e fiquei pensando o como o fato em s� olhar ela, me deixava excitado, assim que ela sentou dei um beijo bem caliente nela, brindamos logo em seguida, assim que eu dei o primeiro gole, olhei maliciosamente para as pernas dela cruzadas e sussurrei no ouvido dela “suas pernas s�o um tes�o”, ela sorriu, discretamente olhei por cima da blusinha dela e pude ver seu peitinho, e sussurrei novamente “n�o s� as pernas, mas seu peitinho tamb�m”, ela soltou um sorriso e olhou para seu pr�prio corpo e percebi ela olhando por dentro do vestido, com certeza percebeu que discretamente dava para eu ver seus seios.



Ficamos alternando beijos, goles e elogios ao seu belo corpo, sussurrei novamente “s� em olhar para seu corpo j� fico excitado..”, ela sorrindo timidamente ,respondeu “j� percebi isto”, bebemos mais um Chopp, e como ter�amos que pegar a estrada para retornarmos para cidade dela, resolvemos fechar a conta.





Caminh�vamos para o carro, amea�ava cair uma pequena garoa, a rua estava bem vazia e come�ava a dar sinais que come�aria a escurecer logo, quando vi o carro parado bem na metade da rua, sem ver uma alma passar ao longe a frente e nem atr�s, pensei em brincar um pouco com ela no carro, assim que ela abriu a minha porta sentei-me (no banco do carona, ela estava dirigindo), assim que ela amea�ou colocar o cinto, segurei a m�o dela e comecei a beij�-la, ela logo largou o cinto, e retribui na mesma intensidade o meu beijo, ficamos em um beijo longo e intenso, quando senti ela retribuindo com beijos mais provocativos, comecei a abrir as pernas dela apenas o suficiente para subir a mini-saia e permitir ver sua calcinha preta por baixo, olhei em volta e n�o vinha ningu�m, baixei ent�o uma al�a da blusinha dela e comecei a chupar o seios dela, nos primeiros toques ele logo ficou durinho, B.Ferrari estava meio que sentada apoiada no banco e meia apoiada na porta, seu carro tinha vidro fume escuro nas laterais e no fundo, mas o vidro da frente n�o tinha, o que poderia a qualquer momento um curioso passar por ali e olhar.



N�o demorei para baixar a segunda al�a da blusinha e agora expondo os dois seios dela, fiquei chupando ambos os seios enquanto minhas m�os acariciavam suas pernas por completo, chegava at� tocar e segurar com firmeza seus tornozelos, era um vai e vem suave por toda sua perna,nos momentos em que minhas m�o se aproximavam da sua bucetinha, meus dedos chegavam a quase toc�-la mas eu logo recuava, queria provoc�-la e sentia que estava conseguindo, afinal mandei ela tirar a calcinha e ela com uma carinha maliciosa o fez jogando a calcinha no banco de tr�s.





Fiquei olhando para ela, levantei a mini-saia expondo por completo sua bucetinha e quadris, sua blusinha abaixada, apreciava ela como se fosse uma putinha dentro do carro desejando sexo, percebi no olhar que ela estava ficando excitada tamb�m. Retornei a beij�-la e desta vez comecei a masturb�-la, mas logo deslizei meu dedo dentro da bucetinha dela, senti-a molhadinha, quando o clima esquentava, escutamos barulho de carro, era um morador logo a frente saindo da garagem, ela se recomp�s, sentei no banco como estiv�ssemos conversando, mas assim que o morador saiu retomamos as car�cias, beijos, toques, novamente fui baixando sua blusinha e expondo seus seios, que permaneciam durinhos de tes�o, fiquei me deliciando chupando-os enquanto masturbava ela, ao sentir ela gemendo de olhos fechado e entrando no cl�max, fiquei com medo de faz�-la gozar logo, ent�o pedi que agora ela me chupasse, fui abaixando a cal�a ela me ajudando e logo foi caindo de boca no meu pau e me chupando.





Baixei um pouco meu banco e joguei mais para tr�s, para ajudar, mesmo com ela sentada de lado, levantei a saia dela e ajudei a baixar as al�as da blusinha, queria deix�-la semi nua dentro do carro, no fundo desejava que alguem a visse assim e este desejo me fez lembrar de uma menina, na noite de Reveillon, apoiada em um carro logo a frente, esperando alguns amigos para ir embora, n�o tirava o olho de mim e B.Ferrari fazendo sacanagens dentro do carro estacionado, em uma rua esma perto da casa do nossos amigos onde fomos festejar o Reveillon (mas esta � outra est�ria), o fato de estarmos novamente fazendo sacanagens dentro do carro, aumentava ainda mais minhas lembran�as e desejos que aquela menina, ou outra t�o bonita quanto, estivesse sentada no banco de tr�s do carro, bem pr�ximos a n�s dois, apenas olhando, apreciando, se excitando e ficando t�o louca por sexo a ponto de se despir dentro do carro tamb�m, enquanto passavam estes pensamento pela minha imagina��o, passou um rapaz vindo por tr�s caminhando bem ao lado do carro, mas com certeza n�o percebeu, afinal os vidros laterais e do fundo eram bem escuros. B.Ferrari nem percebeu e tamb�m nem avisei afinal ela chupava com tanta vontade que n�o queria interrompe-la, fiquei olhando ele se afastando sem virar para tr�s, realmente n�o percebeu nada, mas bem que poderia.





Olhava para a rua vazia, em plena Vila Madalena, os carros parados as luzes das casas ainda apagadas, apesar de come�ar a anoitecer, a garoa fina caindo era o clima perfeito para as pessoas ficarem em suas casas assistindo TV, passava um carro ou outro procurando vaga, enquanto isto dentro do carro B.Ferrari, um tes�o de mulher, semi nua debru�ada de lado chupando meu pau, como se esquecesse do mundo ali fora, via sua boquinha engolindo delicadamente a cabe�a do meu pau e sua l�ngua maliciosamente circulando-a por completo, ela chupa muito bem e faz com gosto, mas novamente fomos interrompidos vinham duas pessoas caminhando ao longe, pedi para ela levantar, vi no rostinho dela sua carinha de tes�o, ela olhou para ver quem eram, arrumamos a blusinha ela se acomodou no banco, e ficamos nos beijando aguardando os dois passarem, para provoc�-la fui deslizando lentamente minha m�o por entre suas pernas, por dentro da mini-saia quando toquei a buceta dela, baixinho ela murmurou “voc� � louco”, quando senti que os dois estavam bem pr�ximos, deslizei meu dedo dentro da buceta dela, senti ela gemendo baixinho me abra�ando e completamente molhada, fiz quest�o que ela sentisse a sacanagem que fazia com pessoas bem pr�ximas a ela, assim que passaram, baixei novamente minha cal�a e ela imediatamente voltou a me chupar.







Novamente a fiz ficar semi nua, acariciava seus seios, aproveitei e ajeitei o banco dela na mesma posi��o que o meu, e n�o aguentando mais de tes�o, disse que queria com�-la, ela me olhou com um sorriso maroto mordendo os l�bios, olhou para rua viu que n�o vinha ningu�m, se ajeitou no banco para sentar no meu pau, ela n�o teve dificuldade de encontrar a melhor posi��o se sentar de frente para mim, me transpareceu j� ter feito isto mais vezes antes, enquanto ela pegava meu pau para encaixar na buceta dela, novamente vinha meu desejo de exibir ela fiz quest�o de levantar por completo a mini-saia, expondo seu bumbum para o primeiro felizardo que passasse por ali, ela tomada de tes�o nem questionou, meu pau estava duro de tes�o, olhei no rosto dela tomada de tes�o de olhos fechados ela tentava encaixar meu membro na buceta dela, assim que ela conseguiu encaixar, a primeira penetra��o foi funda e intensa, vi sua boquinha abrindo sensualmente, seu corpo todo soltar seu peso em cima do meu pau, ela gemeu um “aiii” muito intenso, sua buceta estava muito quente e completamente molhada de tes�o, ela estava por cima sob o controle da situa��o, sentava e rebolava com vontade no meu pau, eu ainda olhava para ver se algu�m vinha em nossa dire��o, mas ela era s� tes�o n�o estava nem um pouco preocupada se passaria algu�m ou n�o.



Percebi ela totalmente dominada pelo tes�o que sentia, aproveitei para baixar ainda mais sua blusinha, levantar ainda mais a mini-saia de tal forma que me permitisse apreciar cada curva do seu corpo, sua cintura, quadril, seios, fiquei acariciando os seios dela e o rostinho dela, que linda e que tes�o de mulher, resolvi provoc�-la falando uma sacanagem que sentia por ela “adoro transar com voc�... por que voc� adora sexo ... n�o se controla e � capaz de transar em qualquer lugar ... � gostoso ver e sentir sentir o prazer que voc� sente transando e gozando na rua ...”, ela aumentou a intensidade dos gemidos e intensidade com que sentava no meu pau, mas de repente passa um carro ao lado, quando olhamos coincidentemente tinha um cara passando na nossa frente bem ao lado, ela parou por um segundo de lucidez, o cara deve ter percebido mas continuou seu caminho sem virar o olhar para gente um instante, mas ela n�o se incomodou e continuou na mesma intensidade como se nada tivesse acontecido, ela estava determinada a gozar, eu estava sem camisinha n�o podia gozar dentro dela, tive que me segurar, encolhi um pouco as pernas, quando percebi ela gemendo intensamente ela encaixou ainda mais sua buceta no meu pau e ficou apenas rebolando e ro�ando seu clit�ris ainda mais, ela apoiou-se no meu peito com as duas m�os e pude v�-la gozando, seus olhos fechados sua boca entre aberta, minhas duas m�os acariciando seus seios, senti ela em um gozo intenso, pude perceber cada detalhe do seu corpo gozando por completo, via pequenos tremores pelo seu corpo, pensei comigo mesmo “nossa que tes�o de mulher”.





Ela prosseguiu sentada um pouco mais, me abra�ou ficamos nos beijando e abra�ados nos acariciando, curtindo aquele relax gostoso, meu pau ainda pulsava de tes�o dentro dela, mas da pr�xima vez n�o esqueceria a camisinha, trocamos car�cias, mas logo nos recompomos pois j� hav�amos abusado de mais, j� estava escuro, pegamos a estrada e seguimos at� a cidade dela, ao chegarmos no estacionamento do edif�cio, ela lembrou que ainda estava sem a calcinha, vestiu-a e sa�mos do carro. Fomos logo tomar banho e dormir est�vamos exaustos e felizes com mais uma aventura aprovada para repetirmos novamente.

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