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BI & CLAU - PARTE 1

Hj tenho 28 anos, mas essa hist�ria � de quando eu tinha apenas 12.

Estudava a tr�s quadras da minha casa, no per�odo da manh�, cursava a 5� s�rie, e ia todos os dias para a escola com meu vizinho, Cl�udio, que era 2 mais velho que eu.

Nos intervalos Cl�udio era a minha companhia. Ele me protegia das brincadeiras violentas dos outro meninos etc..

Me apeguei muito ao Cl�udio. Tanto que n�o queria mais ficar longe dele o resto do dia depois das aulas.



Comecei ent�o a frequentar sua casa e ele a minha. Ficamos t�o unidos que passamos a nos chamar apenas pelo come�o dos nossos nomes: Eu Bi de Bianco e ele Clau.

Um certo dia Clau n�o foi a escola. Foi pra mim uma tortura. O tempo n�o passava, eu estava ansioso. N�o via a hora da sirene tocar pra eu sair correndo. Precisava ver o meu amigo.

Naquele dia nem passei em casa pra deixar o material, fui direto a sua casa pra saber o que tinha acontecido.



Toquei a campainha e fui recebido pela sua m�e que disse que ele n�o estava bem, que tinha febre por isso n�o pode ir a escola.

Ela me pediu pra entrar e v�-lo.

Quando entrei no quarto ele estava dormindo e acorda sorrindo. Isso me deu talvez a maior satisfa��o do mundo at� aquele momento. Foi lindo.

Disse que achava que ainda tinha febre e me pede para sentir sua temperatura.

Segurando minha m�o ele coloca na sua testa e eu digo que acho que ele est� bem, j� sentindo meu corpo tr�mulo. Ele desce minha m�o para seu pesco�o. Eu o ajudo muito delicadamente.

Clau sente neste momento que estou muito sens�vel e tenta me tranquilizar pedindo pra eu ter calma sem soltar minha m�o. Eu s� consigo balbuciar um “ham ham”. Ele aperta minha m�o e a coloca sobre sua barriga e virilha at� que sinto seu pelos. Quando ele me faz tocar seu p�nis que j� estava durinho, sinto meu rosto arder e devo ter ficado ruborizado, permane�o alguns segundos com a m�o ali, aperto pra sentir o tamanho e saio do quarto sem dar nenhuma chance dele me dizer alguma coisa.



Fico a tarde inteira em casa pensando naquela cena, na cara de satisfa��o dele e completamente tomado pela vontade de voltar e sem ele pedir, tocar nele, no seu corpo lindo.

Caio em mim e fico indignado comigo mesmo porque acho que estou apaixonado por Clau.

No outro dia Clau n�o foi a escola de novo. Fico ansioso para v�-lo outra vez.

Quando terminam as aulas vou correndo pra sua casa. Estavam na cozinha, sua m�e e sua tia que estava visitando.



Sua m�e pede pra eu entrar que ele estava no quarto com o primo.

A porta do quarto estava aberta quando chego e me decepciono com a cena que vejo: Clau estava sentado na cama e seu primo ajoelhado na sua frente. Chupando o pau de Clau como eu imaginei que faria naquele momento. Quando ele me viu ficou todo desconsertado e eu sa� de novo sem falar nada.



Fiquei a tarde olhando pela janela at� quando sua tia e primo foram embora e tomei a coragem de voltar. Entrei no seu quarto e me declarei. Ele me pegou e de novo ensinou minha m�o quais partes do seu corpo eu devia tocar.

Senti seu pau de novo na minha m�o e masturbei com todo carinho com minha cabe�a encostada no seu peito. Eu estava me realizando.

Clau pegou meu rosto e carinhosamente beijou minha boca me pedindo pra n�o parar de punhet�-lo. Sentir sua l�ngua invadindo minha boca, seus l�bios sugando os meus l�bios e minha l�ngua. Senti suas m�o acariciando meus cabelos, minhas costas, minha bunda. Eu estava entregue àquele prazer.



Com uma m�o eu o punhetava e com a outra tentava acariciar seu corpo gostoso. apertava seus peitos, seus mamilos. Desci devagar lambendo seu pesco�o, suguei seus mamilos, e fui descendo pela sua barriga at� sentir seu pelos ainda finos ro�arem meu queijo e continuei descendo at� sentir pela primeira vez o cheiro maravilhoso de homem. Adorei aquele cheiro. sem soltar por um segundo comecei a lamber aquele pau lindo. Lambia e me deliciava com o cheiro gostoso que saia dele. Clau tamb�m n�o estava resistindo e se deixou cair na cama pedindo pra eu chupar que estava delicioso. Obedeci imediatamente. Dei mais uma lambida do saco at� a cabe�a e coloquei ela entre meus l�bios. Passei a l�ngua por toda extens�o daquela cabe�a gostosa. abri a boca e abocanhei aquele pau at� onde minha garganta permitiu. Clau j� se contorcia de tes�o e eu tirava da boca e quase que engolia de novo. Clau j� perdia todos os controles e fodia minha boca como um louco. Mais uma estocada quase me engasgou apertando minha cabe�a contra seu pau e gozando muito dentro da minha boca. Eu n�o tive outra coisa a fazer sen�o engolir toda porra do meu Clau. Depois ele me ajudou a limpar o que tinha escorrido pelos meus l�bios, disse “agora voc� � minha namorada e eu te amo”. Me abra�ou e me beijou muito.



Este � meu primeiro conto. A continua��o do meu caso com Clau e outro interessantes vir�o nos pr�ximos contos.

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