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ELA COM ANSIA DE APRENDER E ELE DE ENSINAR

ELE COM ANSIA DE ENSINAR E ELA DE APRENDER



MR. MM



(Somente para leitoras iniciantes ou n�o realizadas)



Essa � uma historia er�tica de alto n�vel para garotas iniciantes eou insatisfeitas.



Ela: Sabrina

Ele: Marcos



Hoje ela completa 22 anos. Ele tem 42 anos mais velho, que nada influenciou nas loucuras de amor aqui relacionadas. Muito pelo contrario. Isso se deveu que, quando jovem ele n�o tinha os v�cios de drogas, bebidas, fumo e noitadas. Sua preocupa��o era somente estudar. Al�m disso era professor de Educa��o F�sica, al�m de lecionar Qu�mica, F�sica e Biologia para alunos de 19 a 19 anos, do ensino m�dio.



Ele foi casado duas vezes, tendo filhos e netos onde o mais velho � mais novo 4 anos que Sabrina.



Marcos � aposentado voltando para sua cidade natal no interior de Minas Gerais, de tradicional e centen�ria fam�lia mineira. Tem dois cursos superiores pela UFMG de Belo Horizonte e trabalhou em S�o Paulo (capital) e Bras�lia (DF) come�ando em firmas pequenas e terminando em multinacionais.



Mora sozinho em uma casa ampla e antiga na sua cidade natal, no centro da cidade, distante 100 metros do santu�rio local com capacidade para 1.000 pessoas sentadas e distante 300 metros da casa de Sabrina.



Por isso, ele pode receber visitas femininas, a qualquer hora do dia ou da noite (elas adoram)



Ele tem um cursinho pr�-vestibular que funciona em duas salas suas no centro da cidade e um cursinho de ingl�s para adolescentes de que terminaram o ensino fundamental ou estava come�ando o ensino m�dio. Na maioria, para variar, mais garotas que rapazes e que ia da faixa et�ria de 19 a 20 anos, exceto algumas coroas que queria atualizar seus conhecimentos lingu�sticos. Este cursinho de ingl�s era na sua resid�ncia, com turma de no m�ximo 19 alunos. N�o precisa dizer que os horm�nios nessa idade, pululavam como pipocas na panela...



Al�m disso, ele tem como hobby tocar sax tenor e teclado (por partitura) dando preferencia para musicas rom�nticas de qualquer g�nero musical.



Marcos pensava que, com a idade, iria perdendo seu interesse por sexo, mas se enganou redondamente. Preocupado, procurou seu medico que dando gargalhadas, lhe disse que era um sortudo, devendo juntar este fato com a experi�ncia adquirida ao longo da vida e aproveitar a vida



Marcos tomou Viagra apenas uma vez e concluiu que o melhor estimulante, usando os cinco sentidos, � a parceira desejada, desde que houvesse qu�mica e empatia imediata entre os dois.



Ele sempre tratou as mulheres, como mulheres, e n�o como objetos descart�veis (dai o seu sucesso), independente de credo, cultura, beleza, estado civil, ideologia, idade, etc...



E tudo come�ou quando ela tinha 19 anos, se inscrevendo no cursinho de ingl�s, no per�odo da tarde.



Sabrina adora usar siglas carinhosas como voc� leitora ver� no decorrer dessa historia.



Sabrina, filha �nica, tamb�m de fam�lia tradicional e centen�ria da cidade, era (porque tem mais de ano que ele n�o a v�), uma ninfeta muito especial: rara beleza tranquila, com um corpo "mignon' com tudo certo nos lugares certos; de uma alegria contagiante e extremamente critica como todos adolescentes que se julgam donos da verdade e da raz�o; culta, educada, elegante, inteligente e por incr�vel que pare�a, perante a sociedade, extremamente recatada e o que chamava mais a aten��o era aquele olhar que dizia tudo e n�o dizia nada.



Perdeu a virgindade com 19 anos com o primeiro namorado e n�o gostou, como n�o gostou dos outros relacionamentos.



A sua �nsia de saber sobre o sexo com prazer total, seja pelo instinto animal ou pelas amigas, cada dia aumentava mais, gerando um estado de ansiedade e frustra��o ao mesmo tempo.



Ela passou a frequentar o cursinho de ingl�s e n�o perdia a chance de procurar ficar a s�s com ele, no que era descartada de imediato, por causa da sua idade. Mas quanto mais ele assim o fazia, mais ela ficava em cima.



Fez vestibular e foi fazer Fisioterapia numa cidade famosa de Minas Gerais, vindo a sua terra natal, somente no per�odo de ferias.



E quando ela completou 19 anos foi visit�-lo. Marcos lembra at� hoje era 19 horas do dia 07 de janeiro de um ano qualquer.



E TEVE INICIO NAQUELE DIA A UMA FASE DE LOUCURAS SIMPLESMENTE ANTOLOGICAS



Mas antes de continuar, minha cara leitora iniciante ou insatisfeita, se faz necess�rio uma pequena aula resumida de anatomia do aparelho genital feminino e masculino, durante um ato sexual, para obter o orgasmo total, que se divide em tr�s fases distintas



APARELHO GENITAL FEMININO



ANTES (PRELIMINARES)

Os grandes l�bios da vulva (toda parte externa coberta de p�los do �rg�o genital), se separam e se elevam, preparando para receber o p�nis.

Os pequenos l�bios aumentam de tamanho

As paredes vaginais se lubrificam

O �tero come�a a se elevar para receber o esperma

O clit�ris, aumenta em toda sua extens�o, devido a dilata��o dos vasos sangu�neos que o irrigam

Os bicos dos seios ficam eretos

As mamas aumentam de tamanho

As faces do rosto come�am a ruborizar-se



DURANTE (PENETRA�AO E ORGASMO):

Tem inicio a uma serie de contra��es muito intensas e regulares da:

Vagina

�tero

Anus

Ocorre o ET (EXTASE TOTAL), conhecido como orgasmo, em ondas sucessivas e intensas de todos os m�sculos envolvidos nas �reas atingidas

As faces do rosto ficam vermelhas e aquecidas

O cora��o dispara as batidas card�acas



DEPOIS (FASE DE RELAXAMENTO)

O rubor das faces vai desaparecendo lentamente

Os m�sculos envolvidos, perdem totalmente as for�as e contra��es

Os grandes l�bios volta a sua posi��o normal mesmo que o p�nis esteja ainda dentro dele

O �tero, depois de receber o esperma, volta a sua posi��o de repouso

O clit�ris volta sua posi��o normal, desaparecendo a vaso dilata��o

As mamas do seios, recuperam sua posi��o habitual, cessando o incha�o aureolar

Os bicos dos seios perdem sua ere��o, voltando a sua posi��o anterior

O cora��o lentamente vai diminuindo seu ritmo fren�tico de bombeamento do sangue, at� voltar as batidas normais.



OBSERVA�AO

A parceira sabendo fazer amor, pode gozar tantas e quantas vezes que quiser e conseguir, independente de seu parceiro porque ele s� consegue uma vez, precisando depois de um certo tempo, para entrar em a��o novamente, por ser aparelho genital feminino totalmente oposto do masculino



APARELHO GENITAL MASCULINO

ANTES

Devido aos est�mulos de todos os sentidos, principalmente visual, olfato e tato, o p�nis que Sabrina carinhosamente chama de DC (DITO CUJO), fica ereto, aumentando de acordo com seu tamanho habitual. Os pequenos (caso de Marcos) e m�dios podem duplicar de tamanho e os grandes crescem menos

Os test�culos aumentam 50% preparando para ejacular o s�men no �tero

As pregas dos test�culos desaparecem

O liquido seminal (lubrificante) aparece na cabe�a do p�nis, dando sinal que est� pronto para a penetra��o



DURANTE

O S�men, carinhosamente chamado por ela de EV (ELIXIR DA VIDA), depois do vai e vem do DC na vagina, carinhosamente chamado por ele de FP (FONTE DO PRAZER), vai acelerando de acordo com a sintonia dos parceiros, onde mil�simos de segundos e mil�simos de mil�metros, fazem uma grande diferen�a, � expulso por meio de contra��es, cuja sensa��o de prazer, depende da quantidade e intensidade dessas contra��es musculares e do volume do s�men



DEPOIS

DC volta lentamente ao seu tamanho normal

Os test�culos recuam e recuperam suas pregas iniciais



MAS VOLTEMOS AO INICIO DOS MM (MOMENTOS MAGICOS) e antol�gicos



Com a surrada desculpa que tantas vezes usou, de pedir �gua, quando ele estava sozinho, mas, dessa vez, Marcos a levou para a cozinha. Sabrina sentou na cadeira que ficava logo de costa e perto da geladeira. Ela bebeu a �gua gelada, como gostava, esperando meu pr�ximo movimento como se estivesse jogando xadrez.



Ela tinha cabelos negros como �bano, macios e sedosos, caindo suavemente em cascata sobre os ombros nus



Marcos em p�, delicadamente pelas suas costas, enfiou as duas m�os, entre os seus cabelos e pegando seu rosto, a virou em sua dire��o, ficando olhos nos olhos.



Aconteceu a primeira descarga el�trica e est�tica entre os dois. Fazendo o segundo movimento, Marcos foi em dire��o da sua boca carnuda e aconteceu a segunda descarga el�trica e est�tica, quando as l�nguas se enroscaram



Enquanto se beijavam, ela ainda na mesma posi��o, Marcos deslizou vagarosamente suas m�os, aproveitando cada mil�metro de sua pele aveludada, indo em dire��o aos mamilos de seus seios, tipo p�ra, onde come�ou a massagea-los levemente.



Sabrina simplesmente se entregou.



Marcos fez uma pausa, foi at� a sala de estar e fechou toda sua casa.



Voltando, a pegou pela m�o e a levou para o NA (NINHO DE AMOR) como carinhosamente ela passou a chamar e onde tinha uma cama de casal "King Size"



Marcos colocou em pr�tica, o longo aprendizado das t�cnicas de amar, que n�o se compra em qualquer esquina, mas que se adquire no dia a dia da vida



Deitada de costa, como o NA em ligeira penumbra, tirou seu Tomara-que-caia, e os pequenos seios perfeitos apareceram em toda sua plenitude, com os mamilos eretos como far�is altos de carro em noite de escurid�o.



Ele foi deslizando as m�os e boca, pelo seu ventre cheio de penugens aveludadas naquele corpo de ninfeta, onde nessa altura j� exalava sensualidade por todos os poros.



Continuando com suas t�cnicas preliminares de amar (elas adoram isso), foi vagarosamente desabotoando sua cal�a jeans e enfiou a m�o entre a mesma e a calcinha e achou o que esperava. Estava totalmente ensopada dos SV (SUCOS DA VIDA)



Sabrina apesar de um pouco inexperiente (porque hoje n�o existe garotas nessa idade inexperientes), usava seu instinto de f�mea no cio e obedecia de pronto as instru��es recebidas, ao mesmo tempo que suspirava e gemia baixinho. Ao mesmo tempo a p�lvis come�ou a mover instintivamente, em busca do prazer



Quando Marcos sentiu que ela estava pronta para amar, tirou sua calcinha e teve a vis�o do seu Monte de V�nus totalmente coberta de p�los, parecendo a floresta amaz�nica (nas outras vezes vinha sempre com depila��o diferente)



Marcos passou ent�o a usar toda a sua TC (TROPA DE CHOQUE) faz parte os dedos, nariz, boca, l�ngua e queixo indo direto no seu BP (BOTAO DO PRAZER), conhecido popularmente como clit�ris que estava totalmente inchado.



O BP dela estava todo vermelho, na sua ponta, sobressaindo delicadamente dos p�los pubianos, parecendo um pico de montanha entre a neblina que o encobria.



Delicado, mas duro como pedra.



Quando a l�ngua de Marcos o atingiu juntamente com os p�los pubianos, Sabrina instintivamente abriu as pernas num angulo de 45 graus. Arqueou sua bacia em dire��o a TC de Marcos, pressionado e recuando os m�sculos vaginais.



E soltou um profundo suspiro.



E gemeu.



E teve inicio ao seu primeiro e verdadeiro orgasmo (como confirmou depois), com uma serie ininterrupta de estremecimentos em ondas sucessivas e de tal intensidade que Marcos ficou momentaneamente sem f�lego, sufocado entre suas pernas. E quando conseguiu desvencilhar, sua TC estava totalmente empapado dos gozos de Sabrina



Perderam a no��o do tempo, quando o sino do santu�rio tocou, convidando os fieis para a missa das 19 horas. Ela ao olhar seu celular, viu que havia varias chamadas de sua m�e.



Exausta e totalmente saciada, mas preocupada, disse que tinha de ir embora.



Marcos foi at� a porta de sua casa, olhou o pouco movimento e como estava escurecendo, deu o sinal verde para ela ir embora.



Antes de ir, ela o beijou e disse: Meu MM!



Ele deu um leve tapa na sua bunda, que passou a ser a marca registrada em todas as vezes que faziam amor e tinha e ir embora.



Mais tarde, ele ligou de prop�sito, pedindo desculpas se havia avan�ado o sinal. (Tempos depois ela disse que havia adorado aquela liga��o com pedido de desculpas). Marcos perguntou o que significa MM e ela rindo disse que era MAQUINA MORTIFERA. Passado o espanto, ele retrucou dizendo que nem havia come�ado e ela respondeu, dando gargalhadas: Deus tenha pena de mm e desligou.



Minha querida leitora iniciante ou insatisfeita. Para saber a segunda parte, gostaria que mandasse para [email protected], dando sua opini�o. Se gostarem, colocarei a segunda parte, onde essa primeira foi apenas um aperitivo diante da pr�xima. Bjs

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