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M�NAGE BORBULHANTE

Conheci Cl�udia e Paulo (pseud�nimos) em um barzinho. Realmente casados, simp�ticos, ambos deviam ter um trinta e poucos anos. Cl�udia era uma garota bonita, mignon, olhos claros e um delicioso corpo. Paulo, mulato, alto e magro. Conversando, ele me falou que eram do interior de S�o Paulo e estavam hospedados em um apartamento emprestado de um amigo.



Discretamente, Paulo parecia empurrar Cl�udia para cima de mim, mas em fingia n�o perceber. A noite transcorreu entre risos, insinua��es e olhares enla�ados entre eu e a gata. Ficou acertado, por fim, que no final de semana seguinte eles retornariam à cidade e voltar�amos a encontrar-nos naquele mesmo barzinho.



Apreens�o, ansiedade e excita��o marcaram a semana. Fiquei aliviado quando vi o casal chegar ao bar com um sincero sorriso e ansiedade no olhar. Sentaram-se e come�amos a papear. Logo, Paulo me convidou a continuar o assunto no apartamento, onde poder�amos ficar mais à vontade j� que, ali, havia muito barulho. Aceito no ato!



Encarei Cl�udia e vi seu hipn�tico olhar fervilhando de afli��o e expectativa. No ar, pairava uma excitante fragr�ncia sensual e a hip�tese de uma noite de prazeres! Acariciando sua bundinha, eu engolia Cl�udia num beijo poucos instantes ap�s chegarmos ao apartamento, enquanto Paulo sacava meu mastro e o mamava com sofreguid�o, parecendo um bezerro desmamado.



�s pressas, tiramos nossas roupas. Comigo em p�, Cl�udia e Paulo sentaram-se lado a lado, no sof�, e, alternando-se, beijavam-se mutuamente, chupavam meu pau, meu saco e meu cu. Troquei de posi��o com Paulo indo zelar do seu vibrante caralho ao lado da esposa. Cl�udia e Paulo fizeram um suculento 69, com ela por cima.



Ao ter a vis�o da bundinha dela aberta, n�o tive d�vidas, vorazmente atolei o rosto no seu rabinho, cheirando, lambendo, chupando e enfiando toda a minha l�ngua l� dentro. Salivando, deixei-me provar do delicioso sabor agridoce e sentir o delicado e excitante cheirinho de cuzinho dela, o qual me entrava pelas narinas embriagando-me e entorpecendo-me, deixando-me com o cacete parecendo uma barra de a�o.



Ato cont�nuo, pus uma camisinha e fui enfiando-me por aquele latejante vale castanho, devagarzinho e com gosto. A partir da�, passamos a revezar as parcerias no 69: eu por cima com Cl�udia, tendo meu rabo chupado e comido por Paulo; Paulo por cima com Cl�udia, com o cu dele chupado e fodido por mim; e Cl�udia por cima comido, tendo sua boceta e seu rabinho chupados e comidos por Paulo. Ora um ora outro, metia na grutinha e no cuzinho de Cl�udia, numa gostosa dupla penetra��o.



Paulo me comeu na posi��o de frango assado, enquanto Cl�udia sentava sobre meu rosto oferecendo a encharcada xoxotinha e o ardente rabinho para eu sugar, ao mesmo que beijava o marido com paix�o. Depois, eu e Paulo invertamos as posi��es.

Fizemos sandu�che, comigo, de in�cio, como recheio: eu subi em cima de Cl�udia enterrando meu mastro no cu dela, e Paulo subiu em cima de mim enfiando todo seu caralho no meu rabo. A seguir, eu e ele nos alternamos, fazendo dele, recheio. Era um prazer descomunal!



Enfim, foi um desfilar de raros prazeres e del�cias, com chupa��es, geme��es e comilan�as de v�rias maneiras. Cl�udia gozou um sem-n�mero de vezes; eu e Paulo duas vezes cada. Mais tarde, quando fomos tomar uma ducha os tr�s juntos, Cl�udia simplesmente come�ou a mijar. Os dois me olharam buscando aprova��o e acabamos sorrindo os tr�s.



Para n�o perder mais nenhuma gota, minha resposta foi um ajoelhar r�pido, para sentir o doce amargor daquele verdadeiro n�ctar na minha boca, encantando-me o paladar, e a escorrer pela minha garganta em sibilantes jatos borbulhantes e mornos. Uma del�cia! Logo ap�s, eu mijei sobre a bunda e o corpo de Cl�udia e tamb�m sobre o de Paulo. Eu e Cl�udia recebemos a retribui��o refrescante de Paulo num belo jorro encorpado e demorado. Isso tudo foi feito com o chuveiro aberto. Ali�s, a �gua lava tudo, n�o acham?!



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