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MINHA LINDA E GOSTOSA SOBRINHA

Minha linda e querida sobrinha

Morei algum tempo fora da nossa cidade e agora retornamos definitivamente. Minha sobrinha, com a qual convivi desde que nasceu, estava se tornando uma adolescente linda. Quando ia passar as f�rias na minha casa no Rio eu nem prestava muita aten��o, pois ainda era muito crian�a, mas ela sempre teve um carinho especial comigo e rolava muitos abra�os, sentava no meu colo me beijava e confesso que em alguns momentos, como ela j� estava crescidinha, o desejo era inevit�vel. Procurava pensar em outras coisas e as ferais acabavam e ela voltava para Minas.

Voltando para nossa cidade a conviv�ncia se estreitou muito mais. Toda sexta feira ela ia para nosso apartamento e dormia por l�. �s vezes ficava at� no domingo, quando a gente ia visitar a sogra e a levava de volta.

Moramos em uma pequena cobertura de dois andares. Fico a maior parte do tempo no andar superior onde tenho um home teather e o computador. Minha mulher quase nem sobe l�, fica no quarto assistindo novela e acaba por adormecer. Ela sempre dava um jeito de subir e ficar comigo l�. A gente jogava v�deo game, assistia filmes e sempre lhe dava uns abra�os. Ela se soltava completamente, encostando aqueles peitinhos durinhos em mim.

Numa das minhas idas para lev�-la em casa coincidiu que o meu cunhado, pai dela, estava fazendo um churrasco para alguns amigos. Acabamos ficando por l�, bebendo cerveja, jogando truco, enfim, fazendo a maior farra.

Nestas horas sempre algu�m brinca um pouco mais e tiveram a feliz id�ia de dar um banho de mangueira em quem estava jogando cartas. Tomei a mangueira do amigo do meu cunhado e dei um banho nele e em outros tamb�m. Por instinto ou n�o, mirei a mangueira na minha linda sobrinha e lhe dei um banho caprichado. Ela estava usando uma camisetinha de malha fina, sem nada por baixo. Ela ainda tentou tomar a mangueira de mim, segurando numa das pontas e virando-se de costas para mim. Foi inevit�vel. Ela encostou aquela bundinha no meu pau e meus bra�os resvalavam naqueles peitinhos pontudinhos. Eu a segurei com for�a e meu pau estava duro demais para despistar. Ela fazia que queria sair, mas algo estava acontecendo naquela momento. Seu rosto queimava no meu. Eu a soltei, at� mesmo porque estava dando muita bandeira.

N�o consegui tirar os olhos dos peitinhos pontiagudos dela. Ela olhou para onde eu estava mirando e disse: - nossa tio! Eu a abracei e senti aqueles bichinhos me cutucando. Disse bestamente, ta frio, n�... ela correu e foi se trocar. Voltou com outra camisetinha. Os peitinhos continuavam entumescidos, furando a camiseta.

Dali pra frente ficamos diferentes. A toda hora ela me abra�ava e se enroscava em mim a ponto do seu pai chamar a aten��o dela. Procurei evit�-la, mas sempre que podia me encostava nela tamb�m. Deixava meu bra�o perto de forma que ela sempre encostava aqueles biquinhos neles. Isso me deixava doido. Ao sair ela ainda me disse: sexta Posso ir para sua casa de novo tio... Quase beijei aquela boquinha.

Apesar de muito nova, Lara tem um corpinho lindo. Bundinha empinadinha, grande sem exagero, na medida exata. Petinhos lindos e desafiadores, uma pele morena bem clarinha e um cheiro somente dela. Eu adorava abra��-la, beijar seu rostinho sentir aquele cheirinho juvenil. Era muito gostosinha. L�bios carnudinhos, nariz atrevido um olhar meigo. Linda. Linda.

Aquela sexta feira demorou muito para chegar. Fiquei igual a um adolescente esperando o primeiro encontro. Naquela semana transei com minha mulher v�rias vezes pensando naqueles peitinhos, em como seria sua bucetinha. Deixava entrar um pouquinho, tirava, fazendo de conta que estava lhe tirando a virgindade novamente. Ela gostou muito das novas brincadeiras que passei a praticar com ela. Foi at� bom pra gente esquentar um pouco mais.

Quando ela chegou, desta vez ficou muito mais tempo com a tia, at� que a novela terminou e com a tia dormindo ela subiu pra gente conversar. Quando chegou tomou um banho e vestiu uma camiseta grande que a tia usa como camisola. � de malha, fininha, carimbando o contorno da calcinha. Posso estar enganado, mas quando subiu seu olhar era outro, seus peitinhos estavam durinhos.

Conversamos um pouco. Eu tomava vinho e ela subiu com um suco de laranja. Conversamos e ficamos na mureta da cobertura vendo a vista. A Lua Cheia criava um clima gostoso, rom�ntico.

Pediu e colocou o iPod que ela sempre trazia. M�sicas que gosto. Pink Floyd, Santana, Beatles, etc. Como eu e o pai dela sempre gostamos deste tipo de m�sica ela acabou aprendendo a gostar tamb�m.

Fiquei com o bra�o sobre o ombro dela e a apertei levemente. Ela encostou o rosto no meu ombro e fiquei ali sentindo seu cheiro e ficando com o maior tes�o. Mas n�o queria iniciar nada. Eu estava de short, com cueca, e por isso o tes�o n�o aparecia tanto, pois ainda estava com uma camiseta por cima.

Come�ou a tocar Santana ela iniciou um leve rebolado, esbarrando em mim. Fui me afastando e ela foi ocupando o espa�o. Em pouco tempo ela estava na minha frente, de costas para mim, encostando levemente aquela bundinha, continuando rebolando lentamente. Meus bra�os j� estavam cruzados na sua barriginha, abaixo dos peitinhos, encostando neles por baixo. Ela estava segurando minhas m�os, com os bra�os cruzados sobre os meus. Na verdade a situa��o era de dom�nio dela.

N�o fiz nada, mas meu pau estava duro demais e j� saindo a cabe�a por cima na cueca. Como n�o era baixa, seu reguinho ficou exatamente no meu pau que estava colocado com a cabe�a pra cima. N�o tinha mais como evitar. Ela come�ou a rebolar passando uma n�dega, parando no reguinho, passando outra n�dega, voltando e fazendo de novo.

Tentei ir um pouco mais adiante. Tentando levar minha m�o para o seu peitinho, mas ela segurou meus bra�os. N�o insisti. Parecia que ela queria que tudo ficasse como se fosse por acaso. Meu rosto estava encostadinho no seu e eu ro�ava minha barba levemente no seu pescocinho. Vi pelo vidro da sala que ela estava com os olhinhos fechados, inclinando o rosto para tr�s e empinando a bundinha em mim, se apertando na mureta.

Vi tamb�m, pela contra��es da sua bundinha, que ela estava apertando as coxas uma na outra, enquanto dan�ava. Aquilo me deixou louco. Comecei a descer meu corpo e subir lentamente, levando a cabe�a do meu pau na extens�o do reguinho. Ela facilitava e meu pau j� estava fora da cueca e o calor da bundinha dela era demais. Ela passou a se mexer com mais entusiasmo, se estremeceu toda, apertou minhas m�os sobre a barriginha dela e por acaso deixou minha m�o subir de encontro a um dos seios. Eu o espalmei lentamente enquanto ela estremecia. Gozei tamb�m encostado nela.

Ela me beijou no rosto e desceu as escadas. Foi tomar outro banho e aproveitei para tamb�m fazer o mesmo e colocar outro short. N�o falamos nada sobre aqueles momentos. Era como se nada tivesse acontecido. Este era o nosso pacto e estava apenas come�ando.

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