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SURUBA ANIMAL

Suruba animal Nª 1







Tudo come�ou com um convite do mau patr�o para passarmos um feriado prolongado em seu s�tio, l� ele cria cavalos quarto de milha, acho que mais por hoby, sei l�, mas vamos aos fatos.

Levei minha ficante, pois eu sabia que suas 2 filhas iriam tamb�m (ambas loirinhas, uma com 19 anos e a outra com 19 anos), como eram de idades pr�ximas n�o haveria problemas para se entrosarem, e assim partimos no final da tarde de uma quarta feira rumo ao interior do estado, t�nhamos que percorrer perto de 180 kms para chegar l�. Por ser um feriad�o as estradas estavam muito movimentadas e fomos chegar com 4 horas de estrada, j� era quase meia noite quando chegamos, a esposa do caseiro estava à espera um bom lanche a nossa espera, descarregamos os carros e seu Alfredo me convidou para tomarmos uma lapada de boa caninha para descontrair da viagem, claro que aceitei, entornamos um bocado do litro, seu Alfredo j� estava alto foi tomar banho e mergulhou em sua cama, sua esposa j� havia se recolhido, eu estava exitado pela companhia da minha “namorada” e das filhas de Alfredo, a casa era enorme, fomos nos acomodar numa sala de jogos, come�amos um jogo de sinuca numa mesa profissional, Sandra a filha mais nova trouxe uma garrafa de Martini e apenas 1 copo, a brincadeira ficou mon�tona ent�o M�rcia a mais velha resolveu mudar as regras, passando a ser um jogo cantado, tinha que cantar a bola que fosse matada mesmo sem ordem, quem errasse a tacada tinha que pagar uma prenda, eu sou p�ssimo jogador, mas aceitei o desafio mesmo sabendo que perderia, pois elas praticavam sempre, minha namorada Alessandra estava na mesma que eu. M�rcia come�ou a jogo e foi logo matando a bola, e mais outra em seguida, na terceira ela errou, quem daria o castigo era Sandra que seria a pr�xima a jogar, mandou ela dar um beijo em Alessandra, eu j� fiquei meio desconfiado no que isso ia terminar, mas tudo bem M�rcia foi l� e deu um selinho, o Martini j� estava na metade, as garotas mais soltas, jog�vamos sem parar e a cada erro uma prenda que foram ficando mais picantes, notava-se no ar a exita��o de todos, devido meu cansa�o sai do jogo alegando ir descansar, me estatelei em minha cama acordando mais tarde que o de costume.

Ao me levantar fui à cozinha ver se achava um caf�, encontrei Da. Ângela, uma loira linda, corpo bem malhado, olhos azuis da cor de anil, com seus 41 anos nem parecia ser m�e de 2 gatinhas, muito atenciosa me passou a garrafa de caf� e uma caneca, o que tinha sobre a mesa era um banquete colonial, e foi falando “se alimente bem porque voc� vai precisar”, e deu um sorriso, de imediato eu n�o entendi, mas deixei pra l� o coment�rio.

Logo as ninfetinhas chegaram para me acompanhar no caf�, conversamos sobre meu trabalho na empresa do pai delas, principalmente M�rcia que cursa faculdade na minha �rea de trabalho que � inform�tica.

O dia estava lindo e quente, M�rcia e Sandra nos convidaram para conhecer o s�tio, que tinha uma cascata linda, onde a �gua � limpa como cristal, nos dirigimos para o est�bulo onde 4 animais j� estavam preparados para nosso passeio. Meia hora de cavalgada chegamos na tal cascata, realmente era linda com aproximadamente uns 19 metros de altura era um convite para um rapel, mas sem equipamento era imposs�vel desfrutar dela, M�rcia e Sandra desceram dos animais e come�aram a tirar a roupa para um mergulho, Alessandra acompanhou as irm�s, elas todas de fio dental e eu desprevenido de tudo. Alessandra me chamou e eu respondi que ñ estava de sunga, que se elas ñ se incomodasse eu ficaria de cueca, se entreolharam e falaram que n�o haveria problemas, retirei minha roupa e fiquei s� de cueca amarela bem clara, depois de molhada era o mesmo que nada (rsssssssssssssssssssssss), indaguei que ficaria em desvantagem, ent�o as meninas resolveram deixar tudo igual e tiraram a pouca vestimenta que tinham, agora sim todos pelados em meio a uma mata no centro de uma clareira, parecia coisa do para�so, 3 ninfetinhas peladinhas e s� eu para contemplar a beleza que Deus nos deu. Sa� da �gua me acomodando em uma pedra a beira da pequena piscina que se formava, de l� fiquei contemplando as meninas, aos poucos as irm�s foram cercando Alessandra deixando ela entre as duas, Sandra atacou por tr�s e M�rcia come�ou a fazer umas brincadeiras com Alessandra o que foi deixando ela exitada, em pouco tempo elas se esfregavam freneticamente, Alessandra gemia anunciando que estava gostando, meu pau ficou feito estaca, M�rcia notou meu estado e veio dar uma maravilhosa chupada no meu pau, na posi��o que M�rcia ficou teve que arrebitar sua bunda deixando ela fora d’�gua, Sandra e Alessandra se aproximaram e come�aram a lamber ora bocetinha ora o cuzinho, M�rcia gemia anunciando que ia gozar na boca das duas, meu pau j� pulsava, eu estava prestes a explodir na boquinha de M�rcia, o que n�o demorou nada, dei duas gozadas bem fortes e mais outras com menos intensidade, mas foi o suficiente para eu quase desmaiar, meu corpo ficou mole tamanha a gozada que acabara de dar, Sandra e Alessandra foram beijar M�rcia para dividir meu melzinho com elas, isso foi maravilhoso. Sandra saiu da �gua e foi pegar uma toalha no alforge, estendeu no gramado e chamou Alessandra para compartilhar a toalha com ela, as duas se chupavam sem parar, meu tes�o ia chegando novamente s� de ver aquelas duas ninfetinhas se esfregando e gemendo, Alessandra me chamou para junto delas o que atendi de imediato, Sandra come�ou a sugar meu pau que j� se encontrava como antes, uma estaca (rsssss), Alessandra chupava a bocetinha de Sandra e metia ora dois oras tr�s dedos dentro dela, Sandra ate perdia o f�lego de tanto que gozava nos dedinhos de Alessandra, as duas se atracaram num 69 e pediram para eu comer o cuzinho de Sandra, eu n�o acreditava no pedido, com jeito fui acomodando minha estaca no cuzinho de Sandra, com muita saliva foi deslizando ate que entrou tudo, Sandra gozava sem parar, e eu socava aquele cuzinho como se fosse o �ltimo, comecei a gozar outro rio de porra, come�ou a escorrer pela bocetinha e Alessandra aparando logo à baixo com lambidas �vidas, Sandra literalmente despencou sobre a toalha em �xtase, M�rcia se masturbava e gemia como se ela fosse parte de nossa sacanagem gozando sem parar. J� era quase hora de almo�o e resolvemos voltar a sede do s�tio, eu nem imaginava o que tinha por vir.

Chegamos à sede ainda a tempo de uma prosa, as meninas foram para a cozinha ajudar no fosse preciso e seu Alfredo veio com uma cachacinha da boa enquanto esper�vamos o almo�o, na conversa ele me perguntou se eu tinha gostado do passeio, falei que t�nhamos ido ate a cascata, que era linda, um pedacinho do para�so eu defini a ele, Alfredo me perguntou se a companhia tinha sido de acordo e gargalhou, novamente eu me espantei com a pergunta e como no caf� eu me fiz de desentendido, depois do almo�o seu Alfredo falou que ia visitar um amigo no s�tio ao lado que voltaria no final da tarde, eu fui descansar um bom soninho, e as meninas ñ sei o que foram fazer, mas pelo fogo que estavam acho que foram se esfregar (rsssssssss). Me levantei j� era tarde, procurei pelas meninas e nada de encontra-las, fui dar uma olhada do lado de fora da casa e nada delas, me sentei numa cadeira na varanda da casa a espera delas, j� escutava as gargalhadas delas se aproximando, vinham do est�bulo, as tr�s sorridentes como se tivesse visto passarinho verde, minha namorada veio me deu um beijo gostoso e foi tomar banho acompanhada de Sandra e M�rcia.

Logo seu Alfredo e Da Ângela chegaram, ambos animados dizendo que hoje os amigos deles viriam para uma jogatina que s� Deus sabia a que horas ia acabar, se � que ia acabar. (rssssssssssssss)

Desta vez eu mesmo fui à cozinha, pedi os preparos para um jantar leve e dispensei a cozinheira, Da Ângela achou estranho, mas concordou com meu pedido, aceitei sim a ajuda do seu Alfredo com aproveitamos este tempo e discutimos alguns projetos de sua empresa. Em pouco tempo chegaram os convidados bem a tempo de aproveitar o jantar, era o Sr. Marcos sua esposa Vera e seu filho Paulo. Sr. Marcos trouxe com ele com ele 2 garrafas de Dimple, assim eu que eu vi j� notei que a noite n�o tinha hora para acabar, logo come�amos a degustar a bebida que em pouco tempo a primeira garrafa estava vazia, Paulo se afastou dos demais e foi dar uns amassos em Sandra, eu de longe s� ficava de olho, queria ver onde isso ia acabar, Paulo retirou acamiseta devido o calor, Sandra estava apenas de shortinho e bustie, em pouco tempo Paulo apertava os seios de Sandra, sem se incomodar com os demais, Da Ângela se atracou com Vera num ardente beijo, foi a� que caiu a ficha, eram todos muito liberais e sexo nestas fam�lias era coisa corriqueira que faziam sem o menor constrangimento, como quem esta na chuva � para se molhar Alessandra foi abra�ada por M�rcia e ficaram trocando carinhos, eu Sr. Marcos e Alfredo ficamos assistindo a tudo, o tes�o foi tomando conta e a gente tomando do Dimple (rssssss), eu j� estava com a estaca armada, j� sem nada de roupa, Marcos e Alfredo da mesma forma, Vera e Ângela estava num 69 sobre uma mesinha de centro, Marcos e Alfredo foram bater estaca em esposas trocadas, era uma putaria generalizada, Sandra e Paulo vieram a meu encontro pedindo ajuda para satisfazer a f�mia, Sandra estava tarada, passou a perna sobre meu corpo e foi descendo aquele corpinho lindo sobre minha estaca, deu uma balan�adinha na boceta e desceu de uma vez engulindo toda minha pica, Paulo besuntou o cuzinho de Sandra com um KY e foi atolando a pica nela, neste momento todos pararam para ver a sacrif�cio de Sandra, ela gemia, gritava, chamava a gente de tarados, e pedia mais pica, seu pai chegou bem perto dela e deu sua benga para ela chupar o que fazia como louca, Seu Marcos tirou o filho do cuzinho de Sandra e atolou tudo, Sandra s� gozava sem parar, seu pai encheu a boca de Sandra de leite, escorria porra pela boca, Sandra pegava a sobra e espalhava pelo rosto, pesco�o e seios, era uma loucura total, demos por encerrado o sacrifico de Sandra, ainda t�nhamos mais 4 taradas para satisfazer nesta noite inesquec�vel. Um breve descanso e as mulheres nos atavam como feras, todas queriam o mesmo tratamento de Sandra. CONTINUA ........

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