Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

A ADOLESC�NCIA DE UM RAPAZ DE IV

Eu estava com 19 anos e cursava o 3ª ano do 2ª grau, j� tinha vivido uma desilus�o amorosa com um vendedor de aparelhos de inform�tica e agora me encontrava de namorinho com um colega de col�gio. Ele me convidou para ir à uma festa na sua casa, eu sabia que ele iria querer me comer de novo, ent�o fui preparado para isso, mas quando chego l�, tenho uma surpresa, pois todos que estavam na festa eram homens, todos eram colegas de academia de meu namorado. Ao total eram 8 pessoas contando comigo, eu fiquei apreensivo, pois n�o sabia o que poderia acontecer, eu n�o queria foder com os amigos de meu macho. Todos come�aram a beber cerveja, inclusive eu. Depois de uma meia-hora de dan�a e bebidas, meu namorado disse: “Vai pro meu quarto e me espera vestido com as roupas que est�o em cima da cama”. Eu fui, quando chego no quarto, vejo que as roupas eram de mulher, mais precisamente da m�e dele. Tinha uma calcinha de renda bordada preta e um suti� preto, o resto eram aquelas roupas de colegiais: saia azul folgada que vai at� um pouco acima dos joelhos, uma blusa feminina, estilo de aeromo�a, e meias compridas que v�o at� o joelho. Ainda tinha dois prendedores de cabelo que eu coloquei nos meus cabelos compridos. Depois que vesti aquelas roupas femininas, fui para frente do espelho e passei um baton. Eu olhei para mim atrav�s do espelho e me achei muito parecido com uma mulher de verdade, eu estava igual à uma colegial muito gostosa. Mesmo sendo homem, eu tenho uma bundinha grande, durinha e empinadinha e vestindo aquela saia, o volume das minhas n�degas ganhava certa propor��o e qualquer pessoa poderia notar uma bunda bem sexy. Eu estava me sentindo muito bem com aquelas roupas, principalmente com aquela calcinha especial atolada no meu rego, a� que del�cia. Uns cinco minutos se passaram e meu macho entrou no quarto e trancou a porta. Ele come�ou a me fazer elogios do tipo: “Tu estas uma gata hoje”, “Que rabo gostoso voc� tem”, “Estou louco para te penetrar” e “Quero comer todo esse seu cuzinho apertado”. Todas as suas palavras me deixavam com calafrios e cada vez mais excitado. At� que ele partiu para cima de mim, come�ou a me beijar loucamente, nossas l�nguas pareciam uma s�, pois o contato era intenso. Suas m�os percorreram as minhas costas e logo chegaram a minha bunda, eu tentei tira-las para me fazer de dif�cil, mas n�o consegui, quando percebi ele j� tinha levantado a minha saia e estava com as duas m�os dentro da calcinha, apertando as minhas n�degas, seus dedos malandros j� sabiam o caminho do gol e ent�o ele enfiou um, dois, tr�s, quatro, cinco dedos no meu rabo, ah, neste momento eu senti um pouco de dor, pois ele estava querendo enfiar sua m�o dentro de mim e mesmo com a lubrifica��o que eu tinha feito em casa, ele n�o conseguiria me furar por inteiro. Eu parei de beija-lo e disse: “O meu c� � apertado para sua m�o, mas n�o para o seu pauz�o”. Ele notou que eu n�o queria ser arrombado pela sua m�o e sim pelo seu pau e falou: “Minha colegial putinha, eu quero tirar a sua calcinha com os dentes”. Ent�o ele ajoelhou-se, ergueu a saia e come�ou a beijar e lamber a minha bunda, mas com a calcinha por cima, com certeza ele tinha uma grande fantasia em rela��o a comer algu�m que vestisse aquela calcinha. Ele come�ou a morder a parte de renda que ficava no lado e aos poucos ia puxando, baixando com delicadeza. Alguns segundos depois, as minhas n�degas estavam totalmente descobertas, ele arriou a calcinha at� os meus joelhos e falou: “Que bundinha linda, bem depilada”. Eu s� estava esperando o seu pr�ximo movimento, quando ele se ergue rapidamente e tira a minha blusa e come�a a lamber e mordiscar os meus mamilos. Mesmo sem eu ter seios, ele come�ou a morder as pontas do meu mamilos, pela primeira vez algu�m fez isso comigo, eu fiquei muito feliz, pois ele estava me possuindo como uma verdadeira mulher. Depois de ter saciado sua sede pelos meus peitos, ele tirou para fora a sua rola grossa e pontiaguda. Ent�o ele se levantou e segurou a minha cabe�a com for�a, me deu um beijo e me for�ou a ficar de joelhos. Eu fiquei frente a frente com seu enorme p�nis. Ele disse: “Chupe o meu pau como se fosse uma mamadeira que logo vai jorrar um leitinho quente”. Eu nem pensei duas vezes, comecei a boquetia-lo sem parar. Chupava bem direitinho, colocava toda a cabe�ona na minha boca e ficava brincando com a minha l�ngua. Depois beijava todo o caule de seu p�nis chegando at� as bolas, onde eu dava umas mordidas que arrancavam gemidos de meu macho. Fiquei uns cinco minutos boquetiando, at� que ele me mandou parar, pois j� estava quase gozando. Ent�o ele me colocou de quatro, eu empinei a bundinha, ele levantou a saia e foi fazendo com que seu p�nis fosse entrando delicadamente, sem fazer for�a, at� que entrou totalmente. Toda a extens�o de sua rola estava dentro de mim. Quando ele notou que j� tinha enfiado tudo, come�ou a bombear freneticamente, fazia o vai e vem com for�a e velocidade. Eu comecei a gemer de prazer e quando ele escutou meus gemidos falou: “Tu � muito gostosinha, teu rabo � uma del�cia, mas eu quero te possuir como uma verdadeira mulher”. Neste momento, ele tirou seu pau de meu c� e disse: “Eu quero te comer na posi��o de frango assado”. Eu subi rapidamente na cama, ergui as pernas e falei: “Vem meu macho, vem comer a sua colegial pervertida, o meu cuzinho apertado quer ser perfurado por voc�”. Ele chegou at� a cama, segurou as minhas pernas e colocou novamente seu pau dentro de mim, mas dessa vez ele enfiou com for�a e tudo de uma vez, eu senti um pouco de dor, mas isso logo seria esquecido, pois o prazer que ele iria me proporcionar seria muito maior. Ent�o ele come�ou a me comer novamente. Ficou me fodendo por uns vinte minutos, at� que gozou todo seu s�men dentro de meu �nus. Eu estava cansado, meu rabo j� estava inchado de ficar tomando bago por todo este tempo. Ent�o vesti minhas roupas, mas enquanto isso, meu macho sai do quarto sem falar nada e deixa a porta aberta. Quando eu tamb�m fui sair do quarto, acabei sendo abordado pelos seus amigos, eram seis homens com idade entre 20 e 25 anos, todos com corpos malhados e sarados.....

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaestrupadapormaniaco/conto_14420_o-trapezista-do-circo-e-eu.htmlcomi um ribeirinho - contsa de sexo gayComtos mae fodida pelo filho e sobrinhocontos incestuosos - mãe e filho no forró terceira idadeabusada pelo filho contocontos erótico arrependimentos e chorandocontos eroticosó policial coroaO amigo do meu namorado me comeucontos de cú de madrinhaprimeira vez com travesti contos eroticossogra realcontos porno meu pai me estrangulou e me comeucontos eroticos de mulher casada chifrando em maceioconto erótico estuprada usando mini saiaPuta desde novinha contoscoroa de 60 anos metendo com adolecente no funkCONTOS EROTICOS, SOU SOLTEIRA E PUTA DE MEU FILHOela queria dar uma dançadinha no quartocontos eroticos estrupo pai da amigacontos eroticos de velhos argentinosensinei o meu enteado a bater punheta : contos eróticosconto eroyico hortaMenina curiosa indo no circo pela primeira vez contos eroticosconto erotico sequestrogreludas insaciável incesto contos meu genro me enrabo na cozinha contosEjaculando no utero da morena safada contos eroticosconto erotico dopei estuprei o cu de uma.freiracontos eroticos sequestrocontos eroticos fudendo minha cumadre cavalacontos eróticos brincando com os irmanzinhos na piscinacoroa t***** da bundona state durinho rebolando gostosocontos eroticos, dei para meus alunospeguei a minha atual namorado chupando a buceta da minha excontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaconto eu meu marido e nosso cãotiradp o cabaso da novimhacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontoseroticosescolacontos eroticos me separei da esposa e continuo comendo elacontos eroticos gay fui enrrabado apanhei e gosei com um desconhecidoconto erotico viadinho de shortinho e calcinha com mendigocontos eroticos vovô coloca mão na minha bucetinhapornoxota video casada fudendo com serventeContos safada desde novinhaconto eróticos. curiosidade. chupei pintoContos eroticos de podolatria com fotos desejando chupar pes de primas novinhas com pes lindoscontos de cú de irmà da igrejacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casavideos de cabacinhos juvinis fudendocontos dando no banheiroFoderam gente contos tennsContos eróticos Lúcia coroairma no clube contocontos erotico com foto de mulhe trasado gozado gostosoempregada gostosa transando de bruço com patrãocontos eroticos meu amigo veio fazer trabalho e acabo me comemdorelato erotifo meu filho gosa muto nas minhas calcinhasmeu irmaozinho tarado.contosnegro sacudogozando na boca da velhapau duro na frente da tia contoscontoseroticos/minha tia e seu shortinho socadocontos de sexo menininha sedutoraconto seduzindo meuContos sexo na sauna/conto_22470_peque-inocente-grande-pau.htmlMae deu gostoso contos eroticostoda ficava ansiosa esperando ele chega e brincar comigo contos eróticosas mais reganhadinhasdelicia conto heterovideo conto traiu marido punhetacontos erotico no acampamentocontos eroticos sequestrocontos de mulher chupando o pinto.queria comer meu anelzinhohentaihqscontos eroticos infânciacontos de cú de irmà da igrejaato solene pornô sobrinho como aqui no meu quarto de motelamelhor buseta de bashia do mundo gosano