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A PRESEN�A DE ANITA

ol�, meu nome � renato (ficticio), tenho trinta e uns anos, sou casado a mais de quinze anos, tenho uns filhos , apesar de varios anos de casamento sempre mantive uma vida sexual muito ativa ( n�o s� em casa), acima da media de muitos casais e de muitos homens em geral. transo em torno de oito à dez vezes por semana com a minha esposa em "casa" e com as minhas namoradas todos os dias, pois tenho mais quatro mulheres, e intercalo minhas visitas �s casas delas.

pois bem, sou branco, 1,73 altura, 71 kg, cabelos pretos e curtos, boca carnuda e gostosa, olhos castanhos escuros e olhar pid�o e sensual. corpo normal c pernas grossas e trabalhadas, pois gosto muito de jogar futebol, penis de tamanho n�o muito grande, sou a prova viva do ditado q diz: n�o importa o tamanho o q importa � o prazer q ele proporciona, sempre fui muito bem sucedido c as mulheres.

apesar de j� ter transado c inumeras mulheres de varias idades e estilos, irei contar uma exp�riencia unica na minha vida.

na minha casa moram: eu, minha esposa, meus filhos(quatro) e a mais ou menos dez anos minha cunhada, ela veio morar conosco c oito anos de idade, ela por sua vez sempre meiga, carinhosa, atenciosa, bonita, c um corpo, hoje em dia, que deus n�o mediu esfor�os pra caprichar e totalmente virgem eu pude constatar, todos os vizinhos e amigos a desejavam c fervor, muitos sem disfar�ar,

ent�o essa garotinha q virou mulher um certo dia uma amiguinha dela me viu c uma das minhas namoradas passeando discretamente em um shopping e nos seguiu constatando q n�o era apenas amizade e contou para minha cunhadinha, q por sua vez veio at� mim dizendo: eu sei como � sua vida fora daqui, o q vc faz e c quem, e me relatou q muitas outras vezes j� tinham dito a ela fatos como esse e disse-me que iria contar tudo para irm�, disse-lhe q era um equivoco dessa amiga pois estava trabalhando, tentei enrola-l� mais s sucesso, saui e ap�s alguns minutos voltou dizendo: eu n�o conto c uma condi��o, que vc me ensine tudo q vc sabe sobre sexo. fiquei super surpreso pois jamais esperaria uma atitude como aquela, pois at� ent�o à via como uma filha e n�o como mulher, veio at� mim e bem pertinho da minha boca falou sussurrando: sonhei varias vezes c essa boca me mordendo e chupando todas as partes do meu corpo, disse-me q tinha inumeras revistas de sexo e contos er�ticos.

quem diria, aquela menina meiga e docio se mostrando uma vadiazinha, fiquei meio sem saber o q dizer´pois n�o à olhava c outros olhos, mas, por�m, todavia, entretanto, aceitei, pois seria melhor do q ter um escandalo na familia e eu era tido como um santo por todos.

depois q falei q toparia o acordo ela sorriu e deu um grito de satisfa��o misturado c desejo, veio at� mim, olhou para um lado e para o outro p ver se n�o vinha ninguem e me deu um beijo,senti algo como jamais havia sentido, aquela boca quente, pequena e molhada seu suave toque em meu corpo c aquele beijo fogoso me fez estremecer, depois saiu dando pulinhos de alegria.

dias se passaram e achei q tudo n�o tinha passado de uma brincadeira, pois ela n�o falar� nada mais sobre o assunto apenas passava me olhando c aquele sorriso q sempre havia me dado e somente agora eu percebia malicia onde sempre existiu.

contado uma semana depois minha esposa teve q ir consultar um de nossos filhos, aquelas consultas rotineiras q teria q ser feita c todas as crian�as, e eu estava de folga, pois trabalho na area hoteleira e folgo no meio de semana, pediu q eu à acompanhasse,porque a minha cunhada disselhe q n�o se sentira muito bem. mas eu estava muito cansado e disse-lhe q ficaria em casa discansando, os demais filhos estavam estudando, pois estundam à tarde e minha cunhado faz faculdade pela manh�, resumindo minha esposa foi, e eu sem malicia nenhuma apesar daquele beijo q tirava minha tranquilidade, fui descansar deitado no sof� frontalmente a tv , sem perceber comecei a dormir quando menos espero sinto aquela boca quente chupando meu caralho q em quest�o de segundos j� estava t�o duro q doia ao latejar naquela boca pequena e molhada q me chupava c furia, desejo e muuuito mais muuuuito tes�o mesmo. quando resolvi olhar j� sabendo de quem se tratava a vi, minha cunhadinha gostosa de quatro somente c uma calcinha minuscula segurando meu pau c olhos fechados e esfregando-o pelo seu rosto e pelo seus seios fren�ticamente, sem menos esperar eu j� estava sem roupa, e eu q achava q o trato seria eu ensinar tudo q sabia para ela, mais at� ent�o n�o achei q seria preciso. num rapido movimento à puxei para cima do sof� e comecei a chupar aquela bucetinha apertadinha, quente e t�o molhada q at� parecia ja ter gozado, era muito excitante tudo aquilo: o perigo da situa��o, c a sensa��o de ter uma mulher como ela, perfeita, q a muito tempo n�o via igual. estavamos como louco no 69, ela engolindo meu caralho e eu chupando e introduzindo a lingua naquela buceta gostosa e cheirosa e sentindo ela pulsando, eu a segurava c for�a ao mesmo tempo q abria aquela bunda dura e maravilhosa,ela gemia como uma cachorrinha no cio at� q em um s� momento gozamos, num grito junto c movimentos incontrol�veis e desesperados, ela engoliu todo meu gozo e sem parar continuou me chupando eu estava todo molhado tamanho foi a quantidade do gozo dela na minha cara, comecei a acariciar e chupar aquele c� super apertado q se contraia juntos c gemidos e sussurros a cada chupada e mordidinha q dava. meu pau continuava muito duro tirei-a de cima de mim e coloquei-a de quatro no sof� toda aberta e comecei a esfregar meu pau naquela buceta maravilhosa, at� que ela me pediu q colocasse na buceta dela, queria sentir meu caralho bem duro todo dentro dela sem pena. coloquei inicialmente c cautela, ela mordia a almofada, gemia e chorava e pedia q a fizesse mulher, q queria ser minha mulher a muito tempo. comecei a mexer c mais for�a e mais rapido e a puxava pelos ombros c grandes estocadas j� sem pena e sem d�, qdo. mais uma vez senti q ela iria gozar e comecei a meter c mais for�a, estavamos desesperados de tes�o, foi qdo. senti-a gozando novamente, ela gozava de uma forma q nunca tinha visto pessoalmente, por�m, somente em relatos, ela jorrava gozo em grandes jatos,misturado c sangue, junto c gritos e gemidos, aquela cena me deixou ainda mais excitado.

eu estava enlouquecido e s pestanejar à virei e come�amos a fazer o frango assado(posi��o super tradicional), queria ver no fundo dos olhos ela gozando. comecei a meter devagar, pois estava doido de tes�o e n�o queria gozar naquele momento, ap�s alguns minutos fazendo-a e incentivando-a sentir todo aquele movimento e falando palavras e frases safadas, percebi que seria quest�o de tempo para v�-la jorrando novamente no meu caralho q incontrolavelmente latejava de tanto tes�o.

comecei a fud�-la com mais for�a e puxando-a pelos cabelos entrela�ados em minhas m�os por tras da nunca. à senti cada vez mais molhada, comecei a beijar aquela boca gostosa e dando fortes estocadas na aquela buceta apertada. percebi-a revirando os olhos e falei: olhe p mim minha cadelinha q quero ver vc gozando, (p mim � uma das coisas q mais me excita � ver uma mulher gozando desesperadamente), quando eu sussurrando em seu ouvido disse: goza minha gostosa, goza nesse pau q a partir de hoje � seu tamb�m, e ela gozou novamente me deixando todo molhado, era uma vis�o incr�vel, ela se contorcia, gemia, gritava, tremia me puxando cada vez mais pra dentro dela.

eu no momento s gozar, levantei-a do sof� e sente-a em cima do pau, eu estava c as costas no sof� e o meu quadril p fora para q eu pudesse ter mais facilidade de me movimentar, retornamos ao nosso primeiro dia de aula, senti q ela estava totalmente tremula s conseguir se movimentar e resolvi deicha-la descansar um pouco, ela topou, se sentou ofegante e eu disse: vc tem dez minutinhos p descansar.

antes q terminasse esse prazo comeceu a beijar a melhor e mais gostosa boca q ja beijei, chupar seus seios medios e durinhos, eu novamente j� estava doido, senti q ela c alguns beijos e toques foi se animando, pois ela ainda estava muito cansada, a puxei do sof� e a coloquei de novo de quatro agora co prop�sito de comer aquele cuzinho rosadinho e apertado, ela pediu q eu tivesse calma e cuidado, foi o q eu fiz inicialmente, comecei c muuito carinho e cautela, coloquei a cabe�a do meu pau q j� estava bem inchada e sens�vel, ela deu um gritinho t�o gostoso de dor c excita��o q ap�s alguns minutos de calmo comecei a fude-la c vigor, tes�o, desejo, ea gritava muito alto q tive medo que os vizinhos escutassem, retornei a diminuir o ritimo, mais ela pediu q n�o, q estava adorando dar o c� pra mim, q eu era e seria o �nico homem da vida dela, eu me senti o homem mais gostoso do mundo, e voltei a fude-la c for�a e disse-lhe q queria gozar c ela, ela fez o realmente eu queria, e gozamos juntos, ela novamente me surpreendendo c a quantidade de liquido espelido pela aquela bucetinha gostosa, sentia aquele c� apertando meu cacete q parecia n�o querer ficar mole, ap�s gozarmos ainda ficamos alguns segundos na posi��o q estav�mos e cheguei at� sugerir q mudassemos de posi��o, mais como j� fazia em torno de duas horas resolvemos deixar para a pr�xima oportunidade, ficamos alguns minutos abra�ados, se beijando e se acariciando. ela � muito gostosa, vcs n�o tem no��o.

pois bem essa foi a primeira de v�rias outras aulas q tivemos, foi s igual, demais. at� a pr�xima.

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