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MALHANDO NA ACADEMIA

Para quem n�o leu meu outro conto, me chamo J�ssica, tenho 25 anos, casada, mas ainda sem filhos, sou baixinha, loira, magra e tenho seios fartos.

Fa�o academia todos os dias, mas como trabalho de corretora de im�veis, tenho um hor�rio de trabalho bastante flex�vel, portanto n�o tenho hor�rio certo pra malhar. Mas sempre que poss�vel, prefiro no per�odo noturno, pois j� chego em casa morta, tomo um banho e desmaio na cama.

No in�cio do ano, marquei minha avalia��o f�sica, que � feito com um personal trainner e, pra minha sorte era justamente com o Diego, um dos que eu mais me dava bem, sempre convers�vamos bastante e ele me acompanhava nos exerc�cio, quando estava presente. Apesar de achar ele bastante atraente (como praticamente todos os que trabalham l�), nunca tivemos nenhuma rela��o mais pr�xima, apenas de amizade mesmo.

Para a avalia��o, eu fui apenas de biqu�ni, para que ele tirasse minhas medidas e fizesse alguns poucos exerc�cios de alongamento, pra ver como estava meu progresso. Ele foi totalmente profissional, n�o me olhou com mal�cia em momento nenhum, mas de certa forma eu me senti atra�da por estar com pouca roupa em um local reservado com apenas eu e meu instrutor (Diego).

No final da avalia��o, n�o resisti e pedi pra ver a barriga dele, pois sempre tive essa curiosidade. J� havia pedido isso antes, mas ele n�o mostrava pois temia a rea��o dos demais, que poderiam pensar que estivesse se mostrando pras meninas ou algo do tipo. Mas como est�vamos a s�s, ele levantou levemente a camisa, me deixando ver.

E que barriga, completamente definida e musculosa, passei a m�o e o elogiei, mas ficou nisso. Fui embora e continuei com minha rotina normal, às vezes nos encontr�vamos na academia, mas era tudo como antes, brinc�vamos, às vezes at� com certa mal�cia, mas sem nenhuma indireta.

Passados uns oito meses, fui para a academia muito tarde, j� estava quase na hora de fechar, mas me deixaram entrar e comecei meus exerc�cios com o acompanhamento do Diego.

Finalizei minhas atividades e pedi pro Diego me ajudar no alongamento e, s� ent�o percebi que todos j� haviam ido embora, sobrando apenas Diego e eu. Durante o alongamento, perguntei se dava pra notar alguma diferen�a desde a �ltima avalia��o.

_ Acho que sim, J�ssica. Parece-me que suas coxas engrossaram, e o bumbum parece estar mais firme. Se voc� quiser podemos agendar outra reavalia��o.

_ N�o, pode deixar pra �poca certa mesmo. S� queria saber sua opini�o.

_ Est� maravilhosa, J�ssica, pode ficar tranquila.

_ Que bom. Sei que j� passou do hor�rio, mas voc� pode esperar eu tomar banho antes de irmos embora?

_ Claro, sem problemas.

Diego fechou a academia para que n�o entrasse ningu�m e me acompanhou at� a entrada do banheiro feminino. Eu o convidei para entrar, assim, ficar�amos conversando enquanto tomava banho.

Abri meu arm�rio, peguei apenas minha calcinha suti� e toalha, entrei no Box, tirei minha roupa e joguei pra fora, pedindo pro Diego guardar na minha mala e comecei a tomar banho.

Ficamos conversando e eu me lembrando da barriga dele, fui ficando excitada, ainda mais na situa��o em que est�vamos sozinhos em uma academia fechada e eu tomando banho. Terminei meu banho, sai do Box somente de calcinha e suti�. Parei diante do espelho para ver minha bunda e disse, alisando ela:

_ �, Di, realmente parece que ela esta mais firme, n�o �?

_ Aparentemente sim, vem aqui mais pr�ximo de mim e d� uma voltinha pra eu ver direito.

Ele passou a m�o em minha barriga e disse que estava mais firme tamb�m. Pedi pra ele tirar a camisa, pois queria ver novamente o corpo dele.

Diego tirou rapidamente a camisa e a cal�a, ficando de cueca na minha frente. Passei a m�o em seu peito, fui descendo na barriga, vi que seu membro j� estava latejando e n�o resisti, passando a m�o levemente por cima de sua cueca.

Ele me agarrou pelos bra�os, me beijando e passando sua m�o em minha bunda, agarrando, e puxando minha calcinha para baixo. Sentei no banco, ele tirou a cueca e eu comecei a chup�-lo, mas a tara era tanta que ele me pediu para ficar de quatro no banco.

Ele encaixou seu mastro em minha vagina e penetrou deliciosamente em minha xana. Deu algumas bombadas, parou e me chupou, passando a l�ngua em minha vagina e em meu �nus. Gemi com sua l�ngua em meu corpo.

Diego bateu com seu pau em minha bunda, voltando a me lamber e encaixou novamente seu pau em mim. Ele me agarrou pelos cabelos e foi fazendo os movimentos de vai e vem, enquanto eu rebolava e gemia.

_ Rebola, J�ssica, que del�cia de mulher.

Fiquei ainda mais excitada ouvindo ele dizer isso e rebolei ainda com mais gosto.

_ Deixa eu te chupar de novo, Di. Mal senti o seu gosto.

Ele estendeu uma toalha no ch�o para que eu me ajoelhasse e ficou de p� em minha frente.

Mamei deliciosamente cada cent�metro do meu personnal. Pedi para ele se deitar no ch�o para que eu cavalgasse, e pude sentir aquela rola invadindo meu corpo novamente.

Diego metia com tanta for�a que n�o resisti e gozei rapidamente. Ap�s meu orgasmo, comecei a controlar mais os movimentos, subindo e descendo com mais calma para aproveitar mais.

Mas logo ele me agarrou pela cintura e voltou a meter com for�a, quando estava quase gozando de novo, acalmei ele e diminui o ritmo novamente. Ficamos alternando os movimentos por um tempo. As m�o de Diego revezavam entre minha bunda e meus peitos.

Sai de cima dele e voltei a mamar seu pau, dessa vez com mais dedica��o. Lambi todo o corpo do p�nis, parando na cabecinha, levando ele à loucura. Diego gemeu, mas logo me deitou, levando uma de minhas pernas em seu ombro, voltando a comer minha boceta. Ele levantou minha outra perna em seu ombro tamb�m e continuou metendo, me deixando louca, pois essa posi��o � deliciosa.

_ Assim, n�o resisto, Di. Vou gozar de novo – avisei antes de estremecer novamente.

Ele me colocou de lado e encaixou e me comeu lentamente, beijando minha nuca e acariciando minha barriga e meus seios.

_ Ap�ia no banco novamente, meu anjo, fica de quatro pra mim que a vis�o � deliciosa.

Fiz a vontade de meu personnal, que meteu gostoso em minha vagina. Percebi que ele come�ou a se controlar mais o ritmo de suas estocadas, para n�o gozar r�pido, parecia querer desfrutar o m�ximo poss�vel de sua aluna. Ap�s alguns minutos, por�m, ele perdeu o controle, metendo com muita for�a, at� avisar que estava perto de gozar. Ele tirou o pau de mim, ent�o eu me ajoelhei à sua frente recebendo todo seu l�quido em minha boca. Diego gozou tanto que esparramou em toda minha boca e ainda caiu em meus seios.

Ent�o tomei novo banho e voltei pra casa. Voltamos a nos encontrar, mas nunca mais tive nenhum caso com ele.



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