Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

INICIA�AO COM VIZINHOS GEMEOS

Inicia�ao com meus vizinhos gemeos.

Meu nome � Felipe, tenho 19 anos, sou loiro, cerca de 1’75 de altura, olhos claros, e branquinho. O vou contar aconteceu comigo quando eu tinha cerca de 19 anos e tava me descobrindo sexualmente. Vou usar nomes fict�cios para n�o prejudicar ningu�m.



Na rua que eu morava, sempre tinha v�rios garotos que brincavam por l� o dia todo, todos n�s t�nhamos a mesma idade praticamente de 19 a 19 anos na �poca. A galera era muito sapeca, jogava bolinha de gude, pelada, brincava de pique - esconde no cair da noite, enfim, era uma molecada mesmo, quem j� morou em cidade do interior ou em bairros calmos sabe do que eu estou falando.



Certo dia a gente tava jogando bola e ent�o anoiteceu. A garotada logo animou de brincar de pique esconde. No meio de n�s tinha dois irm�os que eram g�meos, eles eram bonitinhos na �poca, um se chamava Miguel e o outro Jorge [hahaha, � fict�cio o nome deles]. Eles eram branquinhos tbm e tinham o cabelo escuro, tinha 19 anos tbm, e um pouco mais baixos que eu. Os garotos escolheram um moleque ca�ula da turma pra ca�ar enquanto a gente ia esconder, �ramos mais ou menos uns 19 garotos naquele dia.



O garoto come�ou a ca�ar e ent�o todo mundo saiu correndo. Alguns subiam em arvores, outros pulavam muros da casa dos que estavam brincando, outros escondiam atr�s de carros, valia quase tudo. Eu pulei o muro da casa dos g�meos e me escondi atr�s de uma arvore. Pouco tempo depois mais dois garotos pulam o muro e vem na dire��o da arvore. Eram o Jorge e o Miguel:

- Puts, F�. Voc� j� ta aqui? – disse o Jorge.

- Poxa gente, esconde logo. O Diego j� ta vindo a�. [ o nome do moleque que estava ca�ando era Diego]

- Sobe na arvore a� Diego, l� em cima ele n�o vai achar a gente – pediu Miguel.

Eu subi na arvore rapidamente, eles subiram logo em seguida tbm. Era escuro l� em cima, seria realmente dif�cil achar a gente l�, subi o m�ximo que pude. Jorge e Miguel ficaram ao meu lado, a gente ficou calado por um tempo para poder saber o que tava acontecendo na brincadeira. Logo ouvimos o Diego passar perto do muro correndo. Logo perdemos o som dos passos dos p�s dele correndo. Ent�o Jorge come�ou a cochichar:



EU: Puts, essas brincadeiras me deixam com um baita tes�o.

Miguel: - Sossega Jorge, o Diego vai ouvir a gente .

Jorge: - Ele deve ta longe essa hora.

Eu ri dos dois.

Miguel :Que foi F�?

EU: Nada, � que voc�s dois s�o muito comedia.

Jorge: Vai me dizer que voc� tbm ta com pau duro? - Perguntou Jorge, me zoando. Na hora meu pau subiu na cueca.

EU: Duro ele ainda n�o t�, mas ta ficando. – eu segurei meu pau com uma m�o, enquanto me apoiava com a outra m�o em um galho.

Miguel: To com vontade de bater uma punheta agora, cara. – disse segurando o pinto tbm.

Jorge: Uai maninho � s� bater, ningu�m se importa, voc� se importa F�? – perguntou enfiando a m�o dentro da bermuda.

EU: Fique a vontade – antes que eu fechasse minha boca, Jorge tava com o pinto pra fora da cueca e se masturbando com uma m�o ao meu lado e segurando num galho com a outra m�o. Eu e Miguel tbm come�amos a fazer a mesma coisa. N�o dava para ver o pinto de ningu�m, no escuro a gente s� enxergava o vulto dos movimentos.

Miguel: F�, voc� ainda � virgem?



EU: Virgem em que sentido? – eu nunca tinha transado com ningu�m, mas j� havia beijado varias garotas na escola e na rua, e eu tava morrendo de vergonha de admitir que era virgem.

Miguel: Voc� j� comeu algu�m? Ou deu? – acrescentou a ultima pergunta com uma risadinha safada.

EU: T� louco cara, num sou viado n�o. E tbm n�o comi ningu�m ainda n�o. E voc�s?

Miguel: A gente n�o � virgem n�o cara.

Eu: O que voc�s j� fizeram?

Jorge: A gente j� fez de tudo, cara. – disse soltando uma risadinha safada.

EU: Voc�s j� deram pra algu�m? – eu quis saber curioso.

Miguel: N�o, a gente fez troca-troca, eu comi o Jorge e ele me comeu. Todo mundo faz isso cara, quem n�o faz agora mais novo faz depois de grande. � muito bom.

Eu: E que mais voc�s fizeram?

Jorge: Eu chupei o Miguel e ele tbm me chupou, depois ele bateu pra mim gozar e eu fiz a mesma coisa pra ele.



EU: Puts, cara. Voc�s est�o de brincadeira n�? – eu estava pasmo com aquilo, os dois eram os mais machos da turma, brigavam com todo mundo, e de repente falavam que faziam aquelas coisas bem na minha frente.

Jorge: Claro que n�o � brincadeira. Quer ver? – Jorge disse pegando no meu pau e come�ou fazer movimentos de masturba��o – T� gostando?

Eu: Poxa cara, isso � bom. Chupa a� tbm.

Miguel: T� vindo algu�m a� de novo, deve ser o Diego, fica quieto. – nisso o Diego passou olhando pra cima, a arvore que a gente estava era bem pr�xima do muro, e sua copa ficava por cima do muro. O ca�ador passou e ent�o o Jorge soltou o meu pinto.

Jorge: Vamos descer daqui. T� perigoso ficar aqui, disse bem na beira do meu ouvido.

EU: Vamos pra onde?

Miguel: Vem com a gente, que voc� vai gostar.

N�s descemos da arvore rapidamente, e evitando fazer movimentos, para n�o fazer muito barulho e bem chacoalhar muito a copa da arvore. Miguel desceu primeiro, depois eu e Jorge. A gente entrou para a casa dos garotos. Os meninos chamavam pelos pais, para certificar que eles n�o estavam. As luzes estavam a apagadas. Miguel abriu ascendeu as luzes, e eu entrei logo em seguida, ele me jogou na parede e come�ou a me beijar enquanto o irm�o dele trancava a porta. Depois de tra�ar a porta, Jorge veio por tr�s do irm�o e nos apertava, beijava a nuca do irm�o, e mordia a orelha dele. Eu fiquei impressionado do tanto que eles estavam entrosados. Eu n�o era nem um pouco experiente no quesito sexo, mas sabia bem o que era um incesto. E eu estava super excitado com aquilo, n�o meu importava muito se era incesto ou n�o.



Jorge: vamos pro nosso quarto, l� � melhor. – Miguel e assentiu com a cabe�a , e ent�o me soltou para que fossemos.

Miguel j� entrou tirando a roupa dele, e Jorge me jogou na cama e come�ou a me despir. Miguel pulou peladinho na cama e tirava minha camiseta enquanto Jorge tirava minha bermuda e minha cueca. A gente estava suado e sujo, mas no tes�o que est�vamos a gente nem se importava muito. Miguel come�ou a me beijar e a chupar meu pesco�o e minha orelha. E Jorge chupava meu pau, chupava com gosto, enfiava a boca ate o talo e depois tirava, chupava minha bolas. Eu tava explodindo de tes�o. Os dois moleques mais gostosos da rua e em dose dupla era maravilhoso.



Miguel: Jorge deixa um pouco a� pra mim.



Jorge: claro maninho, quer trocar.



Jorge veio ent�o me beijar enquanto Miguel cuidava das minhas partes baixas, a l�ngua de Miguel era ainda melhor que a do irm�o. Chupava com mais gosto e vol�pia. Parecia quase um profissional. Jorge que me beijava pediu pra mim enfiar o dedo na bunda dele. E ent�o eu o fiz, coloquei o dedo pra ele chupar e depois coloquei na bunda dele, coloquei um e depois dois, ele uivava de tes�o.

Miguel: Voc� quer comer o cuzinho dele, ou quer que eu te mostre primeiro como �.



Eu: Cara, � melhor voc� fazer as honras. Eu n�o sei se consigo.



Miguel: Beleza – ele se levantou e se ajeitou atr�s do irm�o, mas antes cuspiu a portinha do Jorge – chega bem perto e observa com faz – ele ajeitou o pau na entrada da bunda do irm�o – primeiro voc� ajeita direitinho e depois vai enfiando devagar – enquanto ele enfiava, Jorge gemia de excita��o e de dor – depois que estiver tudo dentro, a� voc� espera um pouquinho, e ent�o come�a a tirar e a colocar – agora Jorge e Miguel estavam em um vai e vem ritmado – Cara agora que voc� sabe como faz, experimenta comigo.



Eu ent�o cuspi na bunda dele e enfiei um dedo para alargar, assim como fiz com Jorge, depois coloquei outro dedo, nisso eu enfiava o dedo nele enquanto ele comia o irm�o, pedi pra ele parar um pouco e ent�o ajeitei o pinto na entrada e fui enfiando, eu estava com tanto tes�o por estar fazendo aquilo, que antes do me pau chegar na metade eu soquei tudo de uma vez. Miguel soltou um grito e se curvou para tr�s enfiando todo o seu pau na bunda de Jorge tbm, que por sua vez j� estava acostumado com as estocadas, mas mesmo assim gemeu. Jorge parou de dar para o irm�o e ent�o veio para tr�s de mim, deixando o irm�o de quatro dando pra mim.

Jorge: Voc� est� pronto? – ele perguntou.



EU: Pronto pra que? – eu quase n�o dei conta de perguntar do tanto que eu gemia.



Jorge: � sua vez de me sentir entrado – ele disse com aquela risadinha safada que ele soltava sempre.



Eu: Cara, para de gra�a. Eu n�o sou viado n�o.



Jorge: Ningu�m aqui � viado. Todo mundo aqui tem que fazer as duas coisas, agora � a sua vez, n�o vai doer, eu prometo. – ele disse j� se colocando atr�s de mim, eu estava com tanto tes�o que nem me importei, ele sentiu que eu havia consentido e ent�o deu um tapa na minha bunda e come�ou a chupar a minha bunda, como aqueles caras de filme porn� chupando as mulheres, eu tava delirando de tes�o com a bunda do Miguel toda pra mim, e o Jorge com a l�ngua na minha bunda. De repente sinto a ponta do pinto do Jorge cutucando minha entrada. Ele enfiou a cabe�a eu dei um grito, n�o imaginava que do�a tanto, mesmo ele tendo chupado. A dor era grande mas o tes�o era maior ainda, eu parei um pouco com o pinto dentro do Miguel enquanto o Jorge penetrava devagar, ele n�o chegou a enfiar tudo, quando chegou perto da metade, ele deu uma parada e depois come�ou umas estocadas, eu voltei a socar a bunda do Miguel, era �timo aquilo. Miguel se levantou.

Miguel: Jorge deixa eu experimentar um pouco – Jorge saiu tirou de dentro de mim, e caiu de boca no meu pau, Miguel cuspiu no pr�prio pau e enfiou devagar em mim, por�m, antes de chegar no meio, ele socou de uma s� vez, eu cai em cima do Jorge nessa hora, tava morrendo de dor – isso � pra descontar, F�.



EU: Caralho, isso d�i pra caramba Miguel.



Ele me puxou pra ficar de quatro de novo, com o pinto ainda dentro, nisso Jorge veio encaixando a bunda mim tbm, e ent�o a gente tava entrando e saindo. Logo o Miguel saiu de tr�s de mim e pediu pra mim deitar. Eu deitei e ele veio e se sentou no meu pau.



Miguel: Isso se chama cavalgar – ele disse rindo, como se eu n�o soubesse o que era calvagar.



Ele rebolava com todo swing na minha vara, Jorge ficou s� assistindo e se masturbando enquanto o irm�o cavalgava. Pouco tempo depois, Jorge veio e se posicionou atr�s do Miguel, eu tava morrendo de tes�o e nem tava me importando. Come�ou ent�o a masturbar o irm�o e a tentar enfiar o dedo na minha bunda. Logo se can�ou desse joguinho e caiu de boca na pica do irm�o. Miguel se levantou do meu pau e ent�o Jorge se posicionou e fazia as mesmas coisas que o irm�o. Eu n�o aguentei e anunciei que queria gozar.

EU: gente eu acho que vou gozar



Jorge: Espera – ele se levantou - goza em mim, depois eu gozo no Miguel e o Miguel goza em voc�, DAE a gente vai banhar.



EU: Beleza ent�o.



Eu ent�o comecei a me masturbar, Jorge ent�o veio e come�ou a me chupar para que eu gozasse na boca dele, logo eu gozei na boca dele. Ent�o foi a vez dele gozar na boca do Miguel, o Miguel fez a mesma coisa que ele fez comigo, logo depois foi a vez do Miguel gozar e eu ent�o comecei a chup�-lo, eu n�o sabia direito com fazia, mas acho que eu estava at� fazendo certo, ele urrava de prazer, quanto chegou perto de gozar ele tirou o pau da minha boca e come�ou a bater uma e gozou no meio peito e pesco�o, logo depois ele e o Jorge come�aram chupar a porra que Miguel havia expelido em mim. Logo depois entramos os tr�s para o banheiro e tomamos um banho juntos, quando eu era mais novo, bem mais novo eu costumava banhar com eles, mas a gente era inocente nem rolava nada. A gente banhou e eles me emprestaram uma roupa. E da� a m�e deles chegaram e viu que eu estava com roupa deles.



M�e dos g�meos: O que aconteceu Felipe?



EU: Eu, o Jorge e o Miguel tava brincando e da� eu me sujei todo e minha m�e n�o tava l� em casa, da� eles me chamaram para vim pra c� banhar e me emprestaram uma roupa.



Miguel: Ele tava todo sujo m�e, n�o tinha nem como ele vir jogar v�deo game aqui no sof� do jeito que ele tava. A senhora ia brigar se visse ele sujo aqui, da� como a tia n�o tava l� na casa dele ele veio banhar aqui.



M�e dos g�meos: tudo bem, Felipe, voc� fica pra jantar?



EU: Se n�o for nenhum incomodo tia.



Nisso Miguel e Jorge ca�ram na risada. A m�e deles foi pra conzinha e n�s fomos jogar v�deo game. Eu jantei e depois fui embora.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



buceta na praia toninhas  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  contos eróticos de homens coroas que comeram viadinho pela primeira vez  contos eróticos de bebados e drogados gays  Contos ero velho  contos colocando menina pra mamar  contos eroticos gay.treinador  contos eroticod minha vo sento e me deu  minha esposa e o porteiro  miha noiva xxx  Contos erótico minha enteada meu colo .  contos erotico de pai e filha  contos erotica de estrupamento de ninfetos  conto erotico leite tio  contos eróticos de bebados e drogados gays  Contos um garota me ensinou oque era uma punheta  Eu já não era mas virgem quando meu pai me comeu  contos eroticos sequestro  contos erotico meu amigo na picina de casa  contos eroticos a religiosa casada  contos gay chorei no pau do coroa  contos eroticos gay inrustido com monta  contos eroticos homo  contos eroticos ai meu gostoso mim come todinha vai faiz o que vc quiser comigo vai meu gostoso  contos eroticos entre camioneiros  conto eróticos estupro no orfanato  noite maravilhosa com a cunhada casada contos  conto erotico estudando  contos eroticos meu irmao  contos eróticos de padrasto f******  zoofilia tesoura  Comi amiga da minha tia sem querer Contos erótico  contos eroticos vestido colado  menino bateno puheta pos amigo no riosinho  professor e aluna contos  comendoagatinhada farmácia  conto.erotico.vizinha.área.invadidas  /conto_16918_comi-minha---chefe-.html  /conto_15724_debaixo-das-cobertas.html  conto erótico de guri afeminado,chupador  cachorro lambendo buceta.deilhe  comi minha prima no esconde-esconde  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  irma no clube conto  /conto_23612_virei-a-puta-da-familia-4---fazendo-dinheiro--.html  contos filho fudendo com a mae  contos policiais fudendo presos  Contos erotico arrombada brutalmente A BUCETA VIRGEM  Peguei minha tia veridico  xvidio filme porno gey fransino afeminado de causinha dando o cuzinho  Conto mulher amamentar sobrinho tardo  contos crossdresser o velho me comeu no matinho  comprada pelo sogro e cunhado contos  Me comeram ao lado do meu namorado  Putinha colégio conto  submissa Boquete sebo contos  meu filho me encoxaram a noite bunduda,  conto erotico confessei para o meu marido  eu e minha sobrinha no cine pirno conto  branca gordinha casada estrupada por maniaco no cu  sexo meu irmao quer fazer  contos eroticos namorada casa de praia  a gostosa d aobrinha pertubando o tio kovem no quarto cheio d teaao  Conto erotico mamae deixou papai come meu cu em quanto chupava ela  www.tirei o cabaço da irmã caçula na casa da vovó.com  conto erotico gay testemunha de jeova  meu patrão pervertido , tive que sentar com o buceta para não perder o emprego conto  conto eroticos com fotos menino de dezeseis anos chupando peito da irmã de vinte anos  PUTINHA DO TITIO E DO PRIMÃO 2  Foderam gente contos tenns  zoofilia com eguas  o despertar de.minha mulher por pretos contos  conto erotico perdi a aposta e precisei chupar negao  Contos de sendo enrabada pelo mendigo  contos eróticos com vizinhas velhas  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  mendiga pedindo pra comer seu cu apos o dela era vigem  conto erotico fui obrigada a dar a buceta  contos eroticos teens puteiro  ménage real  Meu namorado virou corno contos teen  comi a lesbica conto  conto erótico incesto brincadeira  relatos nossa que cdzinhalinda  contos eróticos comi minha amiga skatista  conto erotico bucetas folozada  contos eroticos gay mamando leite grosso do aposentado  primeira troca de casal  Conto eroticodecrente com foto dando  Conto erotico tranzei com uma desconhesida lesbica  filmepornono aguardo  conto pornô gay muleke submisso  filmadora dentro da vagina enquanto goza  minha tia coroa crente de 57 anos conto  chupando pica abrancando o namorado pela cintura amador  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  fui olhar a rola enorme do professor e virei viado no vestiario contos  conto comi o cu da vizinha  conto virou gang  Conto trai marido dei para meu guarda