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COMENDO AS NINFETINHAS DE 19 - O CABA�O DE EVELINY

Bem, vou relatar algo que aconteceu aqui na minha cidade. Sempre me dei bem com as mulheres, pois me considero extrovertido. Tenho varias amigas bonitas e frequentemente me envolvo com algumas. Meu nome � Matheus e esse relato aconteceu h� alguns dias.



Minha cidade � considerada pequena, t�m os seus 20 mil habitantes, por isso a noite n�o se tem muita coisa pra fazer, ou voc� arruma algu�m pra ficar ou vai beber com seus amigos. Nesse dia eu resolvi sentar na cal�ada de uma amiga minha de nome Eveliny pra jogar conversa fora, pois os pais dela tinham viajado e ela ia ficar sozinha e pod�amos conversar at� tarde, sentamos Eu, Eveliny e outra amiga de nome Dani.



Eveliny � uma bela ninfetinha, branquinha de cabelos escuros e encaracolados, uma bundinha perfeitinha, redondinha, seios pequenos e coxas grossas, de rosto bonito e uma boquinha de dar inveja. Sempre a achei bonita e sempre joguei charme pra cima dela, e ela s� levava na brincadeira, nunca me dava mole.



Dani era magrinha, branquinha e tinha uma bundinha empinadinha, cabelos pretos e seios pequenos tamb�m, n�o era muito bonita, mas tinha uma cara de safadinha que deixava qualquer um excitado.



Come�amos a conversar na cal�ada de Eveliny, isso era umas oito horas da noite, conversamos sobre variados assuntos, namoros, festas e muita coisa, Eveliny por estar na cal�ada de sua casa, usava um shortinho muito curto e apertado, que real�ava sua bocetinha e deixava suas coxas à mostra, invariavelmente eu olhava e ficava encarando sua bocetinha sem ela perceber. Dani estava com uma saiazinha xadrez na altura dos joelhos e um tomara que caia, eu nem reparava muito em Dani, s� olhava pra Eveliny e j� tava de pau duro h� um temp�o.



Nisso deu umas onze horas da noite e a rua onde est�vamos ficou deserta, s� a gente pelas cal�adas, nessa hora o assunto inevitavelmente chegou a sexo, e Dani perguntou pra gente se ainda �ramos virgens, como �ramos bem amigos eu respondi que n�o era (pois tinha perdido minha virgindade com uma priminha minha, caso que relatarei em outro conto), elas olharam com cara de espantadas pra mim, Eveliny ficou meio vermelha e disse que era, mas que tinha muita vontade de perder a virgindade. Dani tamb�m disse que n�o era mais virgem, que tinha perdido com o seu antigo namorado. Meu pau j� estava latejando no meu short com essa conversa e eu vi que Dani j� havia percebido isso h� um temp�o, pois n�o parava de olhar pro meu short.



Como �ramos muito amigos a conversa ficou mais apimentada ainda, e Dani perguntou pra Eveliny se ela tinha vontade de ver um pau, e Eveliny respondeu meio envergonhada que morria de vontade de ver um. Nisso eu percebi que poderia tirar proveito dessa situa��o, mas n�o precisou eu fazer nada, pois Dani com a maior cara de safada me perguntou se eu poderia mostrar meu pau pra elas verem, eu fiquei meio aturdido com o pedido e Eveliny voltou a ficar rubra, mas eu disse a elas duas que concordaria em mostrar, pois �ramos amigos, mas elas teriam que mostrar as bocetinhas delas pra mim. Dani concordou de primeira, mas Eveliny ficou meio relutante com a proposta, mas Dani tratou de convenc�-la, falando que era a chance que ela queria pra ver um pau de verdade. Eveliny meio a contra gosto aceitou a proposta. Como n�o tinha ningu�m na cal�ada eu abri meu short ali mesmo e tirei meu pau pra fora, ele j� tava duro feito uma rocha e todo melado. Dani ficou olhando com cara de gulosa pra ele, e Eveliny olhando espantada, pois nunca tinha visto um pau na vida. N�o demorou muito, Dani pediu pra por a m�o, eu prontamente deixei, pois s� tinha a ganhar com aquela situa��o. Ela pegou no meu pau e come�ou a apert�-lo e a bater uma punheta gostosa, bem devagar, e depois olhou pra Eveliny e mandou ela pegar no meu pau, ela ficou com vergonha e n�o queria, mas Dani insistiu e Eveliny acabou cedendo, e colocou a m�o no meu cacete, e Dani mandou ela mexer nele do mesmo jeito que ela tava fazendo antes. Eveliny come�ou um vai e vem meio desorientado, mas eu tava adorando aquela situa��o, tava nas nuvens. Aquela ninfetinha tava tocando uma punheta em meu caralho e parecia que n�o ia parar por ali. Com um tempo, Eveliny parece que tinha criado gosto e batia uma punheta gostosa quando Dani tirou a m�o dela e disse que ia ensinar outra coisa pra ela. Ainda bem que n�o passava ningu�m mais pela rua e j� tava tarde da noite, por que Dani depois que disse que ia ensinar algo para Eveliny, come�a a passar a l�ngua em meu caralho, passando a pontinha na cabecinha que j� tava babando, ela passava a l�ngua por toda a extens�o do meu pau, at� chegar à cabe�a, onde ela demorava mais um pouco, e depois ela engolia meu pau, tentava colocar ele todo na boquinha, mas n�o conseguia e voltava a lamber a cabecinha. Nisso Eveliny s� olhava boquiaberta, meio sem acreditar no que acontecia. Passado uns cinco minutos a Dani para, olha pra Eveliny e diz que agora era a vez dela de fazer o mesmo, Eveliny meio sem jeito diz que n�o sabe fazer aquilo, mas Dani disse que ela ia ter que chupar tamb�m, e eu s� aproveitando a situa��o. Eveliny meio envergonhada coloca a m�o no pau e come�a a passar a l�ngua na minha cabecinha, eu vendo aquilo e sem acreditar que a ninfetinha da Eveliny tava pagando um boquete gostoso pra mim, resolvi aproveitar ao m�ximo aquilo e comecei a apalpar as cochas grossas de Eveliny, enquanto ela lambia meio desajeitada meu caralho e Dani dava ordens a ela, ensinando como ela deveria fazer, e mandou ela engolir ele todo, Eveliny meio sem jeito tenta engolir meu pau mas n�o consegue e Dani manda ela come�ar um vai e vem, nessa hora eu j� tava quase sem me aguentar, querendo gozar, mas me segurei ao m�ximo pra aproveitar mais aquela situa��o. Enquanto ela mamava em meu caralho, eu apalpava as suas coxas e comecei a apalpar a sua bocetinha por cima do short, e Eveliny come�a a se tremer todinha, seu shortinho j� tava todo molhado, nessa hora percebendo que eu ia gozar eu pe�o pra ela parar, pois queria minha parte no trato, que era que elas mostrassem suas bocetinhas, pensando eu que Eveliny ia ficar envergonhada tenho uma surpresa quando ela diz que ali na cal�ada n�o ia dar certo e nos chamou pra entrar na casa dela, Eu e Dani entramos e fomos levados para o quarto de Eveliny, l� ela tirou seu shortinho e Dani sua sainha, ficaram sem calcinha pra mim, eu tendo aquela maravilhosa vis�o de duas bocetinhas lindas na minha frente. A bocetinha de Dani era bem raspadinha e sua bundinha era uma coisa de louco, bem empinadinha. Eveliny tinha a bocetinha linda, carnuda, com alguns pelinhos. Elas se deitaram na cama e eu pedi pra elas abrirem bem as pernas e comecei a acariciar a bocetinha de Eveliny, pois eu tava louco pra comer e tirar a virgindade dela. Comecei a chupar bem devagarzinho, colocando minha l�ngua dentro e tirando, ela dava leves gemidos que me deixavam louco, enquanto isso Dani se masturbava sozinha olhando aquela situa��o. Parei de chupar a bocetinha de Eveliny e disse que ia tentar meter, ela ficou com um pouco de medo, mas eu disse que s� ia doer um pouco, que depois ia ficar gostoso. Comecei esfregando meu pau na entradinha e tentando enfiar aos poucos, a bocetinha dela era muito apertadinha e demorou um pouco pra entrar, ela se contorcia de tes�o e gemia bastante, pedindo pra eu n�o parar, comecei a tentar enfiar com mais for�a e tava percebendo que a carne macia dela estava cedendo, meu pau come�ou a entrar e coloquei com mais for�a ainda, e ela deu um gemido meio alto, mas eu n�o parei de meter e tentei enfiar mais, nessa hora ela deu um gritinho abafado e eu senti que o cabacinho dela estava se rompendo, deixei meu pau latejando dentro da bocetinha dela por uns instantes e depois comecei um vai e vem, ela s� fazia gemer e pedir pra n�o parar, perguntei se tava doendo, ela disse que tava mas que n�o era pra parar. Eu comecei a bombar nela gostoso e a Dani que se masturbava feito uma louca vendo aquela situa��o teve a id�ia de eu comer a Eveliny de quatro, eu adorei aquela id�ia, ela se posicionou de quatro me dando uma vis�o linda, sua bundinha era bem redondinha e grande, n�o me segurei vendo aquilo e enfiei com for�a meu pau, ela gritou novamente, e eu continuei comendo ela, que bundinha deliciosa ela tinha. Nunca imaginei que ia conseguir tirar a virgindade dela e comer ela de quatro. Depois de um tempo metendo nela eu avisei que ia gozar, Dani ouvindo isso parou de se masturbar e pediu pra eu gozar na boquinha dela, tirei meu pau da bocetinha de Eveliny e levei-o at� a boquinha de Dani, ela come�a a chupar ele todo melado do liquido que saia de Eveliny e de um pouco de sangue. Eu puxei Eveliny pra perto de mim e a mandei chupar tamb�m, pois eu n�o ia perder a chance de gozar na boquinha dela tamb�m, depois de um tempinho eu gozei gostoso na boquinha das duas, enchendo o rostinho branquinho de Eveliny de porra e a boquinha da Dani que engoliu minha porra. Eveliny meio sem jeito n�o quis engolir e deixou no rostinho. Era uma cena linda ver o rostinho daquela ninfetinha todo melado com a minha porra. Foi uma das melhores transas da minha vida ter tirado a virgindade daquele tes�ozinho de menina. Nessa noite eu ainda comi o cuzinho da Dani, e dormi abra�adinho com elas duas, encaixadinho na bundinha da Eveliny. Ainda transamos algumas vezes e consegui tirar a virgindade do cuzinho de Eveliny, mas essa historia conto outro dia.



(Meninas que quiserem trocar experi�ncias e relatos comigo � s� me mandarem um E-mail: [email protected]).

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