Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

MEU AMIGO ME AMAVA - CAP�TULO 26

Meu Amigo me Amava – Parte XV



Qdo o Pedro ouviu da minha boca que havia sido o Jhonny o respons�vel de leva-lo para aquela Cl�nica de bacanas na zona sul do Rio, confesso que ele ficou meio perplexo, n�o acreditando no que eu tinha contado. Logo em seguida chega a m�dica me pedindo para sair, pois ele precisava repousar por conta das medica��es e ficaria em observa��o por 24 horas. Dei um abra�o nele, que ainda meio no choque me correspondeu e nda conseguiu falar. Sa� da sala e liguei pro pessoal do escrit�rio, que j� sabia o que estava acontecendo pois pra minha surpresa o Jhonny tinha ido l� comunicar. Fui pra casa tentar me recompor um pouco, pois h� alguma horas teria mais uma prova na faculdade, na verdade n�o estava mais aguentando, semanas de provas em faculdade � uma tortura sem igual, bem pior do que escola, s�o muitas coisas pra ler, v�rias coisas pra estudar, e eles sabem em sua a grande maioria trabalha, n�o tem tempo, mais mesmo assim eles n�o querem nem saber, vc tem que se virar, e isso que tentava fazer, me virava, literalmente, nos 30.



Cheguei em casa, e dei gra�as a Deus, n�o tinha ningu�m. Fui direto pro banheiro, tomei um banho, e de cueca mesmo ca� na cama, tentando entender o por que de tanta confus�o, tantas complica��es. Estava cansado, s�rio, exausto de tudo, tendo que ser forte a todo instante. Pensava no Pedro, naquele Pedro mais crian�a ainda, naquele corpo de homem feito. Pensava no Jhonny, naquela crian�a feita, madura, humano. E eu no meio daquilo tudo, no centro daquela confus�o. Me dei conta de que estava realmente dividido, em d�vidas entre o Pedro e o Jhonny, um me descontrolava literalmente, era um mix de desejo, sentimentos confusos e paix�o, o outro me pasava calma, me controlava, me acalmava e me dava for�a. Acordei, logo em seguida chegou minha m�e, inventei uma hist�ria de que o chefe tinha me liberado cedo pois estava querendo estudar, ela caiu, eu peguei a mochila e fui direto pra facul. No percurso at� a facul veio passando um filme em minha mente, a rela��o conturbada com o Pedro, o surgimento do Jhonny, a confiss�o do Jhonny na praia em me dizer, em confiar em mim contando o seu maior segredo, “ser gay”. O Pedro com suas atitudes loucas, dizendo que me ama, ficando doente, dizendo que foi depois da briga. Tudo isso, td isso e a vida exigindo-me a todo instante, trabalho, faculdade, provas, monografia, td isso. Sinceramente percebi que estava no meu limite, estava a ponto de explodir, d� um pontap� em tudo. Nem assisti a aula do t1, fui pra cantina tentar estudar um pouco, na verdade fazer uma leitura din�mica tentando absorver o m�ximo de conte�do poss�vel, olhei em volta e alguns amigos tbm faziam o mesmo. Esse lance de ralar o dia td e a noite estudar � fogo, um n�o quer saber o outro, o trabalho n�o te ajuda a estudar e muito menos os estudos quer saber que vc trabalha. Ou seja “cada um com seu problema”. Fiz a prova e vim direto pra facul, falei com poucos amigos, no ponto mesmo comentamos sobre a fod�stica prova e vim pra casa. Ao descer vejo o Jhonny chegando no carro do Pedro. Ela vai direto pra casa, estaciona o carro em frente a sua casa e vem em minha dire��o. Respiro fundo, tento sugar as �ltimas for�as que ainda me restam pra essa conversa. N�o poderia em hip�tese alguma ser rude com o Jhonny, ou melhor com nenhum dos dois, o problema era meu, quem estava dividido, ou encrencado era eu, e teria que tomar uma decis�o, essa era minha miss�o, mais coragem pra isso n�o tinha. O Jhonny senta na cal�ada do port�o de casa e senta, estava at� um pouco engra�ado com o uniforme da farm�cia. Cal�a azul escuro, camisa de gola p�lo azul clarinho e o logotipo da farm�cia. N�o pude deixar de notar o como o uniforme lhe caia bem. Ele tem um corpo show, pernas, ombros, bunda, rss, e � um leke bonito, aquele corpo de homem feito num rosto e crian�a, esse era o seu charme. Eu nem me sentei, me joguei mesmo na cal�ada, ele sempre observador me esperou iniciar a conversa, a maioria das vezes era assim eu come�ava a falar, tipo acho at� que � uma maneira que ele tem de saber se estou bem ou mal. “Cara vc ta show de bole nesse uniforme. E a� curtiu o primeiro dia?”. Ele sorri e me diz: “Pow foi td show de bola, cara fiz tantas entregas, o gerente me colocou pra atender no balc�o tbm, mais claro com a ajuda do farmac�utico, pois n�o entendo nda de rem�dios, mais foi maneiro. Mais... e ae como anda o Pedro?” Respondo que est� td tranquilo, que foi apenas uma crise de labirintite e que amanha ele j� teria alta. Surge aquele silencio e tento ser objetivo, ir direto ao ponto, sem rodeios: “Cara, a respeito do que vc me disse ontem, na boa fiquei surpreso, mais gostaria de conversar com vc”. O Jhonny me corta, diz pra eu esquecer, pra n�o se preocupar. Ele tenta se levantar e ir embora, fugir do assunto. Ele entra no carro, eu penso, mais acabo entrando no carro tbm, ele me olha meio assustado, tomo a iniciativa e falo: “Jhonny, liga esse carro, vamos conversar e vai ser hoje cara, vai... liga”. Ele liga o carro e vai dirigindo, olhando meio assustado pra minha cara. Estacionamos num local pr�ximo a praia e tal, que � mais movimentado e o risco de assalto � menor, pois h� policiais e muitas pessoas nos quiosques bebendo choop e tal. Sa�mos e vamos pra areia, eu de cal�a jeans, camisa, t�nis, ele uniformizado, algumas pessoas nos olhavam n�o entendia nda, o Jhonny foi na frente e eu atr�s, tentando organizar ainda o que iria falar, sabia que a conversa no fundo n�o seria f�cil, mais sinceramente tinha que decidir algo, mesmo sem nda decidido nem na minha mente e muito menos no meu cora��o. Ele se senta e olha pro mar, com aqueles olhos fixos, as vezes aquilo me incomodava, ele se senta e eu ao seu lado, n�s de t�nis, cal�as na praia. Ele n�o me olha, fico olhando pro mar tentando achar uma maneira menos ofensiva de falar... mais falar o que? Mesmo assim tomei coragem e comecei: “Jhonny, cara na boa, ontem qdo vc me disse que estava gostando de mim, que tipo n�o era pra eu parar de ser seu amigo, e vi que vc foi pra casa mal. Cara na boa tudo menos te magoar.” Ele tenta me cortar, dizendo pra eu n�o ficar preocupado com isso, que o vacilo havia sido dele, mais eu o interrompo e continuo, tinha que falar, e tinha que ser naquela noite: “Jhonny... por favor cara, deixa eu terminar. Olha eu gosto muito de vc, e aprendi a gostar, admirar ainda mais. E hj leke vc ter me ajudado, se arriscado a chegar atrasado no seu primeiro dia de trabalho, te ajudado o Pedro sem ressentimentos, sem m�goas, cara vc n�o faz ideia, tu � um leke que tipo raro de se encontrar, cara seu cora��o � enorme, vc � um cara muito especial”. N�o consigo e come�o a chorar, as l�grimas rolam, nunca havia sido t�o sincero, t�o intenso numa conversa com uma pessoa, reparo que os olhos do Jhonny tbm enchem d’�gua, e continuo: “ Cara, minha fida t� uma foda danada, n�o queria... n�o desejei ser assim. N�o sei o que fazer, o que pensar. S� sei que estou no meu limite, s�rio, n�o quero Jhonny perder sua amizade cara, n�o imagino mais viver sem vc, sem sua presen�a, sem a for�a, os conselhos que vc me d�, s�rio, tu cara se tornou algo essencial pra mim, pra minha vida.” O Jhonny come�a a chorar, n�o aquele choro intenso, cheio de caras e bocas como o Pedro. O Jhonny chorava tranquilo, � um cara de puros sentimentos, n�o me encarava, n�o me olhou olho no olho em nenhum instante, sempre pro mar, e eu continuava, estava engasgado, tinha que falar, por mim, pela situa��o, por tudo: “Cara, decidir escolher por mim, pela minha vida, mesmo que eu sofra, na verdade minha vida nunca foi f�cil mesmo.” Ele me corta, dizendo que em nenhum momento me pediu pra escolher, que em nenhum momento queria me deixar mal, que havia se arrependido de ter me contato tudo, mais o atropelava, eu sei que iria ouvir, mas seria depois, agora era minha vez e prossegui: “Cara, decidi terminar com o Pedro, s�rio, gosto dele, muito... muito mesmo, n�o tive coragem de dizer hj pra ele mais n�o d�, n�o ter�amos algo s�rio, e no fundo eu n�o quero nda s�rio, sempre levei minha vida numa boa, transando as vezes com homens, com mulher, sem nenhum problema. Namorar nunca foi meu objetivo, muito pelo contr�rio, ainda mais namorar um HOMEM, e ainda por cima CASADO. N�o... chega”. O Jhonny me olha, me encara nesse momento, com os olhos ainda cheios de l�grimas. Aquela cara de crian�a, ficou ainda mais n�tida, meu cora��o estava em peda�os, mais mesmo assim finalizei: “cara n�o quero ficar nem com o Pedro, e nem com vc, quero sua AMIZADE, MAS POR FAVOR N�O SE AFASTE DE MIM, N�O EST� SENDO F�CIL, preciso de vc ao meu lado, mais do que nunca se n�o sei que n�o vou aguentar. N�o quero problemas, estou no �ltimo ano da minha faculdade, td enrolado com td, quero solu��o cara, sei que posso parecer meio ego�sta, que n�o penso nos sentimentos dos outros mais n�o. A verdade � que eu vivo mais pelos outros do que por mim, e hj depois do desespero que foi com o Pedro, e td mais decidi escolher por mim. Jhonny, me diz... vc vai continuar a ser meu amigo, cara me responde. Vc vai ficar chateado, magoado comigo, me fala cara vai?” No olhar pensativo do Jhonny,



Continua....



Desculpe pela demora de postar este conto, a continua��o na verdade, � que est�o acontecendo muitas coisas, e vcs saber�o no decorrer dos pr�ximos, continue entrando em contatos, mandando e-mails, na boa estou meio desanimado em ficar escrevendo aqui e se n�o houver o apoio de vcs irei parar, Bom... MANDE-ME E-MAILS, [email protected] , ab�os.



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



mimha filha ainda nem cesceu peito mas ja faz boquete contos  conto viadinho dadeiro  Contos eroticos mulher do pasto  conto erótico de casada que chegou em casa completamente arrombada e o marido percebeu  sexo contos corno no carro namorada e amigos  contos de zoofilia com fotos  contos eroticos com minha namorada virtual  conto erotico maconheiro me fez beber leite  contos eróticos f****** a cunhadinha pequenininha  conto engatada com o cao  contos gays mamando no mamilo  Contos eroticos meu filha de seis anos chupa endida  dei meu cuzinho ao maior inimigo do meu marido contos eroticos  Conto erotico as amiga carente da minha mae  coroa cadela contos  Contos eróticos de zoofilia: no bosque engatei com 6 cachorros  /conto_17593_eu-minha-esposa-e-meu-amigo-agora-no-motel-.html  Contoseroticos alegra dos meninos  contos minha mulher olhando o volume do cara  mulher as pono aportei a minha esposa  meu pai me fudeo gostoso contos eroticos  contos porno velho eo garoto  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  contos swinger fudendo sogra e sogro bi  contosheroticos  contos dando de mamar para filhinha engulin porra  fudeno a amanda e nanda duas gostosinha mobile  conto dar o pau de mamadeira  Contos sogra medindo o tamanho do pau  Conto erotico minha esposa pagou pra ser fudida  Conto eritico meu pau n cabia na minha irma entrou e deixo td arrombada  filmepornono aguardo  contos incesto irma e irmao despedida de solteiro  chantagem de filho contos eroticos  zoofilia em canil  conto erotico gay soldado hetero  me estupraram contos gay  conto erotico com um vendedor coroa maduro  Contos gay Massagem  contos eróticos.com.br  contos eroticos sequestro eu e minha amiga  Minha irma pos uma legue sem calsinha para mim ver contos  contos eroticos comi a vendedora evangelica  contos esposa bunduda so traz problemas  conto incesto mae menstruação  contos de sexo brincando na piscina  /conto_3430_me-vesti-de-mulher---ii.html  negrinha brinca com roupa de escostar homem  contos eroticos esposa pedreiro  Conto erotico transando com a irma de meu amigo  contos visinho fode a visinha  meu pai batendo punheta.eu foi fala com ele e ele madou eu bate pra ele  o unico que a titia deixava ver de shortinho contos eroticos  cugrandezoofilia  minha nora gostosa+contos  contos porno papai me deixou arnbada  porno puxo o cabelo dela de quatro e arregaço sem do  contos eroticos/ emprega safada anal orgia  Novinha de 18anos dando para um jardineiro com uma de 16centimetro  orgasmos for�ados contos  Contos madrasta puta  contos erotivos de velhos chupando seios  como fazer para sua vizinha casada gostosa safada seder o rabo  homem virgem contos  dando o cuzinho escondido  conto eroticos maduras e filhas na putaria caralhudos  contos eroticos minha mulher me fez subimiso  marido chupa rola do ricardao apos sua mulher dar o. cu pornodoido.com  /conto_22843_vi-minha-namorada-perder-o-cabaco-do-cuzinho.html  minha tia chegou bebada e eu vi ela pelada oq eu faço  sou separada dei a buceta e o cu  contos eroticos comi a bunda da minha tia  conto gay putinho novinho chupador  contos eroticos madrasta lesbica obrigo eu da u cu  conto erotico comeu madrasta seios gg  O amigo dele me comeu contos  porno baixar caralhogrossos  contos eroticos meu marido percebeu que outrp me fodeo  contos eróticos amigo caralhudo do meu pai  contos de sexo anal em familia  conto erotico gay hetero casado virou putinho do coroa  contos eroticos de mulheres obesas  contos eroticos 'e dando que se recebe'  Dando o cuzinho para outro homem da pica gostosa, contos gays que dão tesão  contos sozinha em casa com estranho  contos eroticos deixei a sapatao chupa minha buceta e meu cu  chupando buceta soltando fumaça  contos eróticos casada jogo  conto gay tirei o atraso do meu primo  contos de sexo pau e pau mais eu prefiro grande e grosso no cuzinho  contos eroticos nas prostitutas com mendigos