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NOSSA VIDA, NOSSAS AVENTURAS

Muitas vezes n�o entendemos como as coisas acontecem e porque acontecem, na vida de um casal � a mesma forma, por vezes a rotina a vida capitalista nos leva a esquecermos do b�sico, FELICIDADE.

O que passo a contar agora, � a vida de um casal jovem, ela com 35 ele com 32 anos, bastante carinhosos e apaixonados, mas que como todo casal precisa sempre procurar sair da rotina di�ria e ma�ante de maneira que sintam-se amados e c�mplices.

Ele sempre foi mais afoito em se tratando de sexo, sempre o mais “loquinho”, adora uma provoca��o, sensualidade, exibicionismo, perigo. Sempre procurou agradar ela de todas as formas e maneiras, buscando sempre novidades para apresentar... Compras em sex-shop, roupas, incensos, vibradores, consolos... Procuravam estar em dia com a vida sexual.

Algumas fantasias surgiam, algumas conversadas e compartilhadas outras ficavam apenas na imagina��o por medo dos resultados.

Tudo come�ou com uma conversa sobre m�nage e exibicionismo, que excitava muito ele. A sugest�o dele seria de ter uma terceira pessoa para uma aventura sexual, sem conhecimento de quem seria, sem contato posterior, algu�m completamente desconhecido, apenas pela fantasia e tes�o do momento. Inicialmente foi comentado a id�ia de uma mulher, a qual ele fantasiava que as duas se tocariam, se acariciariam, cheias de tes�o e bucetas molhadas, completamente molhadas, enquanto ele observava e se masturbaria. O seu grande desejo era de meter na bucetinha da Yoyo, enquanto teria suas bolas e pau, lambidos por uma boca feminina, algo delicioso e molhado.

A id�ia inicialmente foi recusada pela Yoyo por n�o sentir-se confort�vel com uma mulher na rela��o, pois a sua cria��o e g�nero sexual n�o permitia. Sugerindo Yoyo, um homem. Isso inicialmente assustou Alejandro, pois at� fantasiaria um m�nage masculino mas n�o a ponto de ver vi�vel a possibilidade. Teceram-se mais alguns coment�rios sobre como seria, e Alejandro que sempre assistiu muitos filmes er�ticos com duplas penetra��es sentiu-se excitado com a id�ia, imaginar a sua esposinha sendo fodida por dois paus, e os dois se tocando dentro do corpo quente e delicioso daquela putinha. Ela sempre chupou um pau muito bem, sempre foi muito desenvolta com situa��es similares nas suas transas onde brincavam com os consolos e vibradores que eles usavam. Ela era profissional quando queria.

Mas como teria muito envolvimento e uma terceira pessoa poderia deixar os dois constrangidos e ambos temerosos com o resultado disso, acabaram deixando de lado esse tipo de possibilidade, afinal se amavam e respeitavam acima de qualquer coisa.

Come�aram a ter mais facilidade em praticar o exibicionismo e situa��es de perigo com mais frequ�ncia, pois eram s� eles e o tes�o. Sem envolvimentos.

Lembraram-se de uma viagem que fizeram e que muitos os estimulou a qual � descrita abaixo segundo relatos dela. Alejandro complementou com alguns fatos que foram esquecidos por Yoyo, ou que despertaram a vergonha nela, mas que a deixou ainda mais excitada.

Sairemos de casa como um casal normal prestes a realizar uma viagem de neg�cios, onde a linda e dedicada esposa far� companhia a seu lindo marido.... por�m, ao sairmos da cidade em um posto qualquer da estrada, colocarei a tal sainha preta com ou sem calcinha? Sem com certeza, certamente ser� um dia quente e n�o podemos correr o risco de desidrata��o por excesso de roupas.....rs

J� estou com uma blusinha colada, naturalmente sem suti�, com a tal sainha preta e a buceta totalmente livre leve e solta.....A sua buceta � um primor, gostosa, sempre depilada, lisinha, possui grandes l�bios, daquelas que quando usa cal�a leg ficam as marcas dos l�bios divididos, marcando bem para todo mundo ver, ultimamente ela est� ainda mais molhada, acho que ela est� ficando cada vez mais puta, o que eu adoro.

J� ao sair do banheiro do posto percebo alguns olhares masculinos babando em ver o tamanho da minha bunda rebolando e levantando levemente a saia, mostrando com certa dificuldade o que h� embaixo daquele peda�o de pano.... claro que n�o sou t�o cruel assim e vou facilitar a descoberta deles, at� porque meu macho est� no carro me esperando e doido pra ver outro macho babando por tudo aquilo que � exclusivo dele....

Ao chegar perto do carro minha bolsa acidentalmente caiu, oh! que problema, todos meu pertences ca�ram no ch�o, entre eles meu brinquedo favorito, um pau que costumo usar de vez enquando com meu marido... Esse pau ele comprou entre os muitos em um sex shop, normalmente ela prefere usar o menor, s�o dois, mas o maior quando � usado for�a o courinho da buceta dela que fica muito linda fodendo com um pau grande, no fundo ela adora, pois � uma vagabunda de primeira. Eu mesmo a deixei assim, como eu gosto.

Me abaixo de forma favor�vel aos olhares tarados dos clientes do posto... pronto, j� tiveram uma pequena amostra da minha bucetinha... Alguns gritaram alguma coisa, pois ela se abaixou o suficiente para que todos vissem aquele pacote volumoso de carne que era aquela buceta. Mesmo com o pau no ch�o no meio do posto ela n�o se fez de envergonhada, empunhou aquele cacete de borracha e subiu ro�ando as pernas at� encostar na bucetinha, o que acabou levantando a saia na frente, mostrando completamente aquele grutinha. A galera que estava ali olhando n�o sabia o que fazer, todos boquiabertos com aquela mulher completamente puta e sensual.

Quando entrei no carro percebi que meu marido j� estava com o pau duro, quase pulando pra fora da cal�a e a primeira coisa que me disse foi, minha vagabunda ta mais linda e gostosa do que poderia imaginar.... sorri agradecendo, por�m, confesso que me senti um tanto constrangida assim que sai do banheiro, mas sabia que isso seria um momento especial em nossas vidas.....e foi! Enquanto ela foi ao banheiro Alejandro pediu para o frentista abastecer o carro e ver �leo e �gua, antes da viagem. Quando ela voltou o frentista que havia acompanhado ela desde quando ela desceu do carro, come�ou a lavar o p�ra-brisa, insistentemente, s� pra poder olhar pra aquela bucetinha suculenta, aquela altura ele j� estava com o pau completamente duro, com toda aquela situa��o. O volume do seu pau dava pra ver por cima do macac�o, parecia que ele n�o usava cueca, e isso foi visto pela minha putinha, o volume era grande e ela tava completamente doida com aquilo. O frentista veio at� o lado dela no carro para pedir para fechar o vidro pois havia a possibilidade de molhar dentro, mal sabia ele que o banco j� estava todo molhado, mas era pelo suco da buceta daquela puta excitad�ssima. Quando ele chegou perto da porta se abaixou, estava com o macac�o aberto alguns bot�es o que permitiu que ela olhasse para o seu pau, que de fato era grande, como ela gosta, parecido com o pau que temos em casa pra nossa brincadeiras... nisso ela come�ou a se contorcer de tes�o, estava alucinada, vendo aquela cena eu sa� do carro para ver o porta mala, ele trocou mais algumas palavras com ela que j� estava com as pernas completamente abertas, mostrando sua bucetinha, olhando por dentro do porta-malas pude ver ele enfiar um bra�o pra dentro do carro, como quem pegaria alguma coisa no banco, e pegou, passou os dedos na bucetinha da minha putinha, aquilo me despertou um imenso ci�me, outro cara com a m�o na buceta da minha vagabundinha, mas mesmo assim me deixou excitado, ele alisou demoradamente os l�bios daquela bucetinha e depois lambeu os dedos, pude ver ela mole com tudo aquilo, muito excitada. O frentista ent�o colocou a m�o por dentro do macac�o e tirou um pouco do suco que saia do seu pau nos dedos e levou para ela chupar, que recusou no come�o e depois engoliu inteiros os dedos dele. Terminamos o “servi�o” no posto e sa�mos em viagem.

Partimos enfim pra nossa viagem, como j� sab�amos o calor foi quase insuport�vel, ent�o, achei melhor deixar meu marido bem a vontade pra dirigir.... coloquei seu delicioso pau pra fora da cal�a e passei a brincar com ele, dando chupada, punhetadas, lambida, mordidas e tudo mais que ele gosta. Ela tem uma chupada deliciosa, coisa de quem gosta do que faz, profissional, engole inteiro o pau at� a garganta, � uma del�cia. Mas tem hora pra tudo, ele precisa dirigir com cuidado, ent�o passei a me distrair um pouco, pra n�o cansar tanto na viagem.... ergui minha saia pra tomar um vento, claro que minha buceta j� tava toda molhada, passei o dedo nela enchendo de suco e levei at� a boca do meu macho pra ele n�o ficar com vontade....como o calor tava demais, inclinei meu banco e me acomodei de forma muito confort�vel, peguei meu brinquedo e comecei a introduzi-lo levemente na minha buceta..... meu macho j� tava indo a loucura com toda aquela vis�o.... mas isso era s� o come�o. Cada carro que por n�s passava, meu macho diminu�a a velocidade s� pra provocar os outros motoristas, claro que todos levavam um susto com a cena mas todos sem exce��o, falaram alguma sacanagem, isso s� excitava mais nosso momento, mas pra mim a �nica coisa que interessava era eu e meu homem, sou louca por ele, a ponto de virar quase uma profissa...

Ela estava com os peitos de fora e a saia completamente erguida, fazendo movimentos de vai e vem com o pau na buceta, ora intercalava na buceta ora na boca, engolindo aquele pau, um motorista conseguiu nos acompanhar um pouco mais, e estava louco com aquela vis�o, uma puta se masturbando num carro com um pau na buceta e as tetas de fora, se n�o fosse comigo nem eu acreditaria. O cara sem cerim�nia tirou o pau pra fora da cal�a e come�ou a se punhetar, essa vis�o deixou minha putinha ainda mais vagabunda, olhou pra mim e disse : ” Veja Mo Bem, ele t� tocando uma pra mim, adorei isso”. Ela n�o parou em momento algum com aquele movimento de socar o pau na buceta, acabamos nos distanciando do carro e seguimos viagem.

Eu provoquei mais um pouco, mas nenhum de n�s � de ferro, logo paramos o carro nos acomodamos num acostamento e transamos ali mesmo, foi a transa mais perigosa e gostosa das nossas vidas, meu macho me segurou por tr�s, me apertava do jeito que eu adoro e fodeu minha buceta como nunca havia feito. Est�vamos muito excitados, n�o demorou muito pra gozarmos bem gostoso... Valeu cada segundo......

Encostamos o carro e ela desceu correndo e colocou o consolo com ventoso preso na lataria do carro... e come�ou a empurrar a bucetinha naquele pau, enquanto eu descia do carro. Ela me olhou com cara de safada, e me chamou, venha aqui... Sente s� a nossa fantasia, eu estava com meu pau latejando ela o abocanhou inteiro, engolindo inteiro lambendo minhas bolas, aquilo me deixou alucinado, ela n�o parava de cavalgar naquele consolo, e chupar meu pau... uma delicia. Teve um momento que ela me pediu para me abaixar o olhar a bucetinha engolindo aquele cacete grande inteiro, todo lambuzado do suco daquela buceta que escorria pelas pernas. Pude ver o corinho da buceta esticadinho e aquela buceta enlouquecida engolindo cada cm daquele mastro. Ela gozou v�rias vezes naquela cena, depois quase desfalecida, chupando meu pau, pediu pra eu gozar na sua boca, coisa que n�o precisou pedir duas vezes, enchi aquela boquinha de porra como poucas vezes gozei, ela engoliu cada gota, e ainda limpou meu pau completamente. Ficando com cara de completamente satisfeita e realizada.

Enquanto nos recomp�nhamos, n�o percebemos a chegada de uma viatura policial, mas j� est�vamos quase recompostos, apenas esquecemos do consolo grudado no carro, mas isso fica pra uma outra hist�ria.

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