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PRIMEIRAS EXPERI�NCIAS NA ADOLESC�NCIA II- MEU AMI

Para aqueles que n�o me conhecem, meu nome � Marcelo, sou paulistano, tenho 42 anos de idade, moreno, cabelos levemente grisalhos, 1,81 de altura, 80 kg, olhos castanhos esverdeados, casado e bem resolvido sexualmente. Embora goste de transar com alguns amigos, homens, n�o sinto nenhum desejo em me vestir ou me comportar como uma mulher no meu dia a dia. Amo minha esposa e nos damos muito bem na cama, apesar dela n�o saber que eu tamb�m gosto do que ela gosta.

Contei pra voc�s como os tr�s primos me pegaram de jeito e depois acabei me liberando ainda mais.

Ainda na minha adolesc�ncia mudou para a nossa rua um menino vindo de outro Estado. Seu nome � Marcos.

Na �poca tinha 19 anos e eu 19 anos, mas depois de um tempo ficamos sabendo que a idade dele estava errada em dois anos, na verdade ele fora registrado dois anos mais tarde e tinha 19 anos.

Est�vamos sempre juntos, jogando futebol ou empinando pipas e muitas vezes acab�vamos em casa pra tomar um lanche à tarde.

Um dia ficamos jogando futebol e caiu uma chuva muito forte. Sem perceber acabamos nos sujando de barro at� a cabe�a. Os pais dele n�o estavam em casa e ele n�o tinha como tomar banho, pois estava sem as chaves da porta, por isso falei que se ele quisesse poderia faz�-lo em minha casa e ficar�amos assistindo TV at� os seus pais chegarem. Ele aceitou e fomos tomar banho.

Minha m�e trabalhava e na parte da tarde eu ficava sozinho em casa.

Acabamos tomando banho juntos, mas n�o t�nhamos nenhuma intimidade at� ent�o, nem ele sabia das transas que eu tinha com alguns garotos da rua.

Ficamos pelados e quando vi o tamanho do pau dele, confesso que fiquei um pouco assustado. Ele tinha um pau muito maior do que a maioria de n�s e era ainda maior que o do Ricardo.

Ele viu que eu fiquei olhando e falou que o dele era maior porque a sua idade estava errada e ficamos nisso. Tomamos o nosso banho e ficamos assistindo TV at� que ou os meus pais ou os dele chegassem.

Naquela �poca eu morava em um sobrado e a TV da sala estava com defeito, por essa raz�o fomos para o quarto dos meus pais e acabamos assistindo deitados na cama deles. Por causa da chuva o tempo acabou esfriando um pouco, ent�o coloquei um cobertor pra gente se proteger do frio.

Pegamos no sono e, sem querer, encostei a bunda no pinto do Marcos. Ele que tamb�m estava dormindo, come�ou a dar sinal de vida e pude sentir aquela cobra crescendo encostada na minha bunda.

Naquela hora eu n�o queria saber de mais nada. Eu tinha colocado na cabe�a que acabaria dando pra ele de qualquer jeito. J� me imaginava com aquele pau na bunda.

Ele continuava dormindo, e aproveitei esse momento pra tirar o meu cal��o e fiquei de frente pra ele embaixo do cobertor. Comecei a alisar o seu pau e ele acordou meio assustado perguntando o que estava acontecendo e se eu estava brincando. Falei que n�o era brincadeira e que desde que tinha visto o pau dele no banheiro estava muito a fim de dar pra ele. Ele alegou que o seu pau era muito grande pra mim e que eu poderia n�o aguentar, mas disse que n�o me importava e continuei alisando. Naquele momento, nada podia me impelir a soltar aquele pinto. Poderia ficar horas alisando at� ele criar coragem para me comer.

Ele relaxou um pouco e com isso levantei a coberta e pude ver o tamanho daquele pau e o que me esperava.

Falei pra ele tirar o cal��o e ficar deitado de barriga para cima. Ele n�o parecia n�o acreditar no que estava acontecendo. O seu amigo querendo dar pra ele na cama dos pr�prios pais? Fiquei com a bunda virada pro rosto dele e comecei a chupar aquele pau que al�m de grande era um pouco torto na ponta.

Aquilo estava muito bom. Eu parecia uma cadela no cio e chupada aquele pau com tanta vol�pia que parecia que o engoliria pra nunca mais solt�-lo, naquele momento ele fazia parte da minha boca, �ramos insepar�veis.

Aos poucos o l�quido gosmento come�ou a soltar e eu fiquei ainda mais doido. Comecei a aumentar o movimento enquanto ele enfiava um dedo no meu cu, preparando-o pra receber aquela pica toda.

Ele tava ficando louco e n�o demorou muito acabou gozando na minha boca antes mesmo de me comer. Limpei tudo como havia feito com o do Ricardo e dos seus primos e ficamos deitados por alguns instantes. Talvez ele pensasse que eu estava satisfeito, mas n�o estava. Na verdade eu queria sentir aquele pau no rabo e nada me impediria de faz�-lo naquele momento, pois talvez n�o houvesse outra oportunidade como aquela.

Ele falou que eu era maluco e que n�o podia imaginar que eu gostasse de dar o c� como uma mulherzinha. Falei pra ele que naquela hora meu c� era como se fosse uma bocetinha fechada querendo ser arrombada por ele e que ele cuidasse bem dele.

N�o demorou muito e eu j� estava alisando novamente o pau dele. Dessa vez ele me colocou de quatro na cama e lambuzou o meu c� com bastante cuspe e disse: “voc� t� a fim de ser minha putinha n�o �? Ent�o vou te mostrar no que voc� se meteu... depois n�o reclama e n�o diga que n�o te avisei”.

No come�o foi um pouco dif�cil pra ele colocar. Colocou a cabe�a at� eu acostumar e depois de um tempo foi empurrando tudo. Ardia muito, mas estava muito bom, pra n�o dizer demais. Eu empinava a bunda o m�ximo que podia pra ele me comer gostoso e ele o fez como ningu�m. Me comeu o restante da tarde at� eu ficar com o c� vermelho e dolorido e a sequ�ncia era sempre a mesma: me comia e depois colocava o pau ma minha boca pra gozar e me fazer limpar tudo.

Quando terminamos ele disse que nunca tinha tido uma foda como aquela e que eu parecia uma cadela querendo rola e perguntou se poder�amos repetir a dose em outras ocasi�es. Peguei no pau dele e disse que ele poderia me comer quando, onde e na posi��o que quisesse. Nesse momento ele me colocou deitado na cama e levantou as minhas pernas at� o seu pesco�o e falou que queria come�ar tudo de novo. Apesar de estar com o c� ardendo em brasa, n�o recusei e dessa vez pedi pra ele foder sem d� nem piedade e ele assim o fez. Quando terminou a cama estava toda suja de porra e tive que troc�-la para que meus pais n�o desconfiassem.

Fizemos isso muitas vezes depois. Com o passar dos anos acabamos nos distanciando, mas transei com ele pelo menos uns dois anos e confesso que sinto muita saudade daquele pau torto.

Na pr�xima vez vou contar a vez que um primo meu, bem mais velho do que eu e que morava em outro bairro, descobriu que eu costumava transas com alguns meninos da minha rua e decidiu que tamb�m iria me comer; o que acabou acontecendo pra alegria dos dois.



Se desejar me escrever, fique a vontade, quem sabe n�o fazemos o mesmo. E-mail e MSN: [email protected]



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