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MENDIGO PAUZUDO

� meu primeiro conto aqui, ent�o vou me apresentar.

Sou um garot�o de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa mod�stia, beleza normal, mas tamb�m, quem est� ligando pra isso, pelos no peito e abd�men e muito jeito de homem.

Sou do tipo que gosta de sexo f�cil, r�pido e gostoso. Uma simples chupeta j� � o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.

Sou passivo e gosto de tipos convictos, daqueles ativos que n�o curtem pegar no pau do outro e que n�o ligam se o parceiro vai gozar ou n�o. Eu me entrego pra satisfazer o cara. N�o me preocupo com beleza est�tica, ali�s, tenho muito tez�o por caras feios, gordos ou velhos, o que importa � a pegada. Curto caras r�sticos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, estivadores, chapas, esses tipos.

Entretanto, sou passivo, mas s� para os caras de pau pequeno. Sim, n�o curto nada, um cara com rola grande, ali�s, rolona s� � bom pra chupar. No meu cu n�o tem vez. O cara pode insistir, dizer que p�e s� a cabecinha, que faz direitinho ou coisa do tipo que n�o cola. N�o nasci ontem. Sou f� de caras ativos, que possuem no meio das pernas, uma rolinha bem pequena. Fico maluc�o. Dou gostoso pro cara.

O que vou contar aqui � sobre minha primeira vez com um mendigo, morador de rua, destes que se encontram embaixo de marquises, enrolados em seus cobertores sujos.

Estava num local de pega��o aqui da minha cidade, quando passei por ele. Ele me chamou, pediu uma ajuda, eu disse que n�o tinha nada naquele momento e dali engatamos num papo que terminou em casa, prometendo uma janta, banho, roupas e uma noite de descanso uma cama confort�vel e len��is limpos.

Neste momento, n�o tinha falado nada pro cara que rolaria algo e nem ele desconfiou de nada, queria mesmo era comer algo, pois estava com muita fome.

Chegamos em casa, ele tomou um banho, dei uma camiseta e uma cueca bem larga e velha, que ficou quase caindo.

Dei a janta, ele repetiu, assistiu um pouco de TV e eu disse que ele poderia ficar a vontade, que eu iria dormir.

Fui pro quarto, ele disse que tamb�m iria. No come�o dormi, mas logo acordei. Vi aquele negro, enorme, corpo forte, sarado, liso ali no colch�o ao lado da minha cama. Ele estava num sono profundo, comecei a passar a m�o pelo seu pau por cima da cueca larga, logo puxei um pouco e sua rola cheirando a sabonete surgiu.

Como era grande , comecei a punhet�-lo de leve, a cobra come�ou a dar sinal de vida, o mendigo acordou, pos a m�o, impedindo que eu continuasse, ae eu disse pra ele deixar, que era coisa r�pida, s� o tempo de eu bater uma e gozar. Ele deixou, continuei com a punheta, fui abaixando e coloquei a boca, ele deu uma tremida, comecei passando a l�ngua, o cara foi relaxando e ficando cada vez mais excitado.

Chupei muito o cara at� onde conseguia, j� que a coisa era muito grande e grossa, descomunal mesmo, chegando a engasgar v�rias vezes.

O mendigo gemia baixinho, n�o queria demonstrar que tava gostando. Isso me deixava louco, pois demonstrava que era macho mesmo e que s� estava aceitando aquilo em agradecimento pela hospedagem.

Senti o corpo dele estremecer e percebia que o gozo tava chegando, intensifique a gulosa e o cara explodiu num rio de porra filho da puta. Pela experi�ncia, n�o deixei escapar nada, o cara gozou fundo e o pau n�o descia. Chupei muito at� amolecer totalmente, isso � algo que eu curto muito fazer ap�s o cara gozar. Continuar chupando, mesmo mole, massageando com a l�ngua, o cara tem que aguentar, ali�s, tenho tes�o por pau mole tamb�m, vai entender rs...

Fui ao banheiro cuspir todo aquele suco, peguei uma toalha e entreguei pro mendigo ainda deitado, todo desfalecido. Ele n�o disse uma s� palavra, nem eu e tamb�m nem precisava.

Ele dormiu, eu ainda continuei olhando pra ele por um tempo, pois o cara era gostoso demais, puta que o pariu.

No dia seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, ainda dei uma belo caf� da manh� e me despedi daquele mendigo.

Ainda o encontrei uma vez na rua, ele me chamou, mas fiz que n�o o conheci. Ser� que ele estava com saudades do conforto ou da chupada? Isso nunca vou saber rs...

Se voc� gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experi�ncias. Este n�o ser� o �nico conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo, pai, cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abra��o!

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