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TRA� MEU NAMORADO COM UM COROA EMPREGADO DO MEU PA

Trai meu namorado com um coroa empregado do meu pai.



Meu nome � Carla e j� deixei relatada aqui neste site a historia que aconteceu comigo de quando meu marido deixou que eu transase com seu melhor amigo ( ID 41777). Hoje vou lhes contar uma historia que aconteceu comigo quando eu tinha apenas 19 anos.

Como j� disse em outra ocasi�o, sou loura, 1,70 de altura cabelos compridos at� os ombros. Tenho seios m�dios e bunda redondinha.

Na �poca, eu estudava direito na PUC e, meu pai era dono de uma transportadora em SP. Eu diria que nos �ramos bem de vida.

A hist�ria que vou relatar aconteceu no carnaval de 1999, e � t�o louca que nem eu mesma consigo acreditar, mas � a pura verdade.

Como eu j� disse, era carnaval e o Arnaldo, meu namorado na �poca, tinha viajado a neg�cios, e como eu n�o curtia muito carnaval, decidi passar esses dias de folia em nossa ch�cara no interior.

Meu pai n�o gostou da id�ia de me deixar sozinha na ch�cara e ent�o ele mandou que o Jonas me acompanhasse.

O Jonas era empregado de nossa casa e de, extrema confian�a de meu pai. Dos seus 50 anos 30 foram dedicados a nossa fam�lia. Ele fazia de tudo, desde motorista a mordomo.

O Jonas praticamente assistiu ao meu nascimento e dos meus irm�os. Era um senhor bem conservado que aparentava ter, 19 anos menos do realmente tinha. Seus cabelos eram grisalhos, era magro e dono de belos tra�os f�sicos, o que o deixava muito atraente.

Apesar de maus protestos, pois queria viajar sozinha, partimos para a ch�cara e o Jonas foi dirigindo.

Nossa propriedade � grande, com um belo pomar, uma enorme casa de dois andares e uma, bela piscina.

A primeira coisa que fiz quando chegamos, foi colocar o biqu�ni e ir para a piscina enquanto o Jonas preparava o almo�o. Como n�s nos conhec�amos desde que nasci, eu me sentia bastante a vontade com o Jonas e o considerava como um tio.

Naquela noite, ap�s o jantar, fomos para a sala de estar apreciar um bom vinho e jogar conversa fora. Como j� disse, eu ficava a vontade na presen�a do Jonas e naquela noite, eu estava vestindo uma camiseta transparente ( sem nada por baixo), e um shortinho curtinho e colado ao corpo. O Jonas, sempre de roupa social, nunca se soltava.

O calor era intenso e n�s beb�amos vinho gelado e convers�vamos animadamente, quando surgiu o assunto dos bailes de hoje em dia.

- Voc�s, jovens n�o sabem dan�ar a dois, n�o t�m romantismo – disse ele – Antigamente � que era bom.

- Ah �! Ent�o me ensina a dan�ar como antigamente que eu quero ver – falei na lata.

Imediatamente, ele foi at� o som e colocou um CD, fomos os dois para o centro da sala e come�amos a dan�ar. O vinho subindo em nossas cabe�as. O calor da noite. Nossos corpos colados um no outro e, inevitavelmente, foi pintando um clima. Come�amos a nos beijar e nos entregamos às caricias.

Nossa! Como ele beijava bem. Suas m�os escorregaram pelas minhas costas e se dedicaram a acraiciar minha bunda. Senti seu pau ficando duro e comecei a me esfregar nele, talvez por puro instinto, como uma f�mea no cio. Eu j� estava molhadinha, cheia de tes�o e n�o resistiria se ele quisesse me comer.

- Nossa, Jonas, como voc� ta excitado?

Foi como se ele levasse um choque.

Largou-me de repente e se afastou envegonhado.

- Perd�o! Perd�o... Isso � loucura...Nos n�o podemos...- disse isso e fugiu transtornado enquanto eu fiquei paralisada e sem palavras.

- Que loucura! – Pensei.

Aquela noite n�o consegui pregar o lho. O desejo me devorava. A verdade era que eu nunca tinha olhado o Jonas como o macho que ele �, e agora encontrava-me queimando de desejo por ele.

No dia seguinte, eu quase n�o o vi, pois ele me evitou o dia todo. � noite o mesmo desejo que n�o me deixava dormir.

Decidi. Transaria com ele aquela noite mesmo. Levantei-me, tomei um bom banho pra ficar cheirosa; coloquei uma camisolinha preta bem curtinha que, mal cobria-me a bunda; enfiei-me em uma tanguinha tamb�m preta e fui, decidida at� o quarto dele.

A porta n�o estava trancada. Entrei de supet�o e flagrei-o de p� no meio do quarto, s� de cueca.

- Carla! Voc� ficou louca? Volte j� pro seu quarto. – Disse ele espantadissimo , tentando cobrir sua semi nudez com o travesseiro.

Eu caminhei lentamente em sua dire��o, sem nada dizer. O desejo me guiava. Beijei-o longamente e me esfreguei nele como uma puta.

- Eu n�o sou mais uma menininha – sussurrei no seu ouvido. – Sou um mulher que esta queimando de desejo por voc�. Me come, por favor, me come agora.

Ele se entregou. Abra�ou-me e beijou-me. Seu pau estava super duro e suas m�os apalpavam minha bunda com desejo.

- Adoro essa bunda gostosa.

- Ela � toda sua, pode fazer o que quiser com ela. –Sussurrei.

Suas m�os experientes, retiraram minha camisola e ele passou a chupar meus seios lambendo os mamilos. Sua cueca fora abaixada e seu pau, duro como pedra. Ro�ava minha bocetinha molhada por cima da calcinha. Teve uma hora que ele encaixou aquela tora na portinha da minha xoxotinha e a �nica coisa que impedia que ele a penetrasse era o, fino tecido da calcinha.

Seu pau era enorme e estava duro como a�o. Eu me ajoelhei em sua frente e apliquei-lhe, um gostoso boquete. Acho que ele jamais imaginou que aquela menininha que ele conheceu pudesse lhe fazer uma chupeta.

Aquele pau de meio s�culo, latejava em minha boca e eu o sugava com prazer

- Agora � a minha vez.

Fez com que eu me deitasse em sua cama de solteiro, tirou minha calcinha e mergulhou entre minhas pernas. Lambeu meu clit�ris de alto a baixo, saboreou minha boceta como nenhum outro e me deixou louca de tes�o.

- Vem, me penetra que eu j� n�o aguento mais. – Falei, gemendo . Ele obedeceu e atolou aquele cacet�o duro me comendo num ,gostoso papai e mam�e.

Eu soltava gritinhos, completamente alucinada de prazer.

- Que delicia de pau! Como t� duro!

Com movimentos compassados, seu p�nis se atolava em minha boceta molhada. Naquele momento eu experimentava orgasmos como nunca havia experimentado na vida. Nossos gemidos quebravam o sil�ncio.

- Fica de quatro, princesa, quero te comer por tr�s. ( Princesa era como me chamava quando crian�a).

Obedeci. Apoiei-me na cabeceira da cama e arrebitei a bunda. Ele atolou gostoso na minha xoxota.

- Eu sempre desejei esta bunda gostosa.

Suas estocadas aceleraram. Agora ele metia com viol�ncia e cada vez mais r�pido, at� que ejaculou dentro de mim. Eu pude sentir os jatos de porra quente me invadindo as entranhas. Gozamos como nunca e dormimos abra�ados, completamente exaustos.

No dia seguinte, quando acordei. O Jonas j� tinha se levantado. Vi pela janela que ele estava na piscina, e de sunga.

-Nossa! Uma noite de amor muda mesmo um homem. – Pensei sorrindo.

Tomei um banho, vesti meu biquininho amarelo ( apenas a parte de baixo), s� para provoca-lo, � l�gico, tomei um r�pido caf� da manh� e fui pra piscina com ele.

Fiquei tomando sol e ele se prontificou a passar bronzeador em mim. Quando me dei conta, est�vamos deitados de lado com ele me encoxando e beijando minha nuca. Seu pau, duro para fora da sunga, se esfregava em meu biqu�ni procurando minha fendinha �mida. Eu o ajudei e puxei a tanga para o lado e a pica deslizou para dentro de mim. Fico molhada s� de lembrar. Transamos ali mesmo, do lado da piscina e gozamos como loucos.

Depois disso, o Jonas se tornou o meu amante e trans�vamos quase todos os dias e at� hoje guardo boas lenbran�as do meu amante mais velho.

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