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CAMILA II CONTINUANDO

Camila II



Como contei na 1� parte, Camila foi comigo a um motel e l� chegando acabei conseguindo meter em seu bumbum, mas, agora minha inten��o era outra, eu queria seu cabacinho; fazia 2 semanas que Camila n�o passava na minha rua, parecia estar me evitando, hoje cheguei em casa e para minha surpresa ela estava no port�o me esperando, abri meu port�o e entramos, ficamos conversando na varanda, e como n�o podia deixar de ser, perguntei porque ela tinha sumido, ela me falou que a m�e dela ficou meio desconfiada no dia em que eu a levei ao motel, e fez muitas perguntas, ela negou tudo que relacionava a uma poss�vel transa com algu�m, “minha m�e chegou a me levar no ginecologista pr� verificar se eu ainda era virgem,” “e o que ela descobriu? Verificou seu cuzinho?” “ele s� olhou na frente e viu que estava tudo normal”, ela disse que nessa hora ficou com medo dela descobrir tudo, “agora ela aliviou e parou de me pressionar, at� minha amiga Priscila ela ficava perguntando sobre namoradinhos e se elas j� brincavam com algu�m”, quando ela falou de Priscila, lembrei que ela disse que essa garota era levadinha, meu pau logo ficou duro, perguntei por ela se estava tudo bem com ela, e Camila falou que sim, que ela continuava ficando com alguns garotos e as meninas do col�gio reclamavam porque ela chupava os meninos e por isso eles corriam atr�s dela, eu chamei Camila pra entrar na minha casa, ela receosa disse que n�o, eu abracei Camila e disse que se ela n�o entrasse eu a beijaria ali mesmo na varanda, ela com medo dos vizinhos fofocarem, entrou, j� na sala eu n�o resisti e abracei de maneira muito carinhosa e gostosa aquele corpinho roli�o, Camila n�o resistiu e se entregou aos meus beijos, beijei seu pesco�o e logo em seguida fui descendo em dire��o aos seios dela, abri os bot�es da sua blusa, e coloquei seus seios fora do suti�, fiquei doido com os mamilos bicudinhos, chupei bem devagarinho, levando a garota a loucura, “ Camila eu quero voc�, mas aqui eu n�o quero e nem posso, quero te levar no motel que a gente foi feliz,” beijei a barriguinha dela e logo meti minhas m�os entre suas coxas, buscando sua xaninha, mesmo por cima do shortinho, Camila j� estava molinha, enganchei os polegares na lateral do shortinho e desci junto com sua calcinha, me ajoelhei entre suas coxas e beijei sua xaninha, “uuuuiiiiii” Camila gemeu gostoso, abri mais as coxas e meti fundo minha l�ngua em sua bucetinha, sentia o gostinho do gozo de Camila na boca, lambi seu cuzinho pr� lubrificar, ela continuava gemendo, me levantei e peguei o tubo de KY gel, passei um tanto no meu pau e com 2 dedos lambuzados de gel meti no cuzinho dela lubrificando mais um pouco, Camila gemia gostosamente, “uuuuiiiii, delicia, mete gostoso esse dedinho mete,” eu agora metia e tirava rapidamente os dedos de dentro de Camila, parei de meter os dedos me levantei e peguei Camila no colo e levei at� o sof�, deitei Camila ali e beijei todo o seu corpo, a garota estava entregue a mim, me infiltrei entre suas pernas e lambi sua xotinha com fervor, Camila gozou abundantemente na minha boca, pensei que estivesse com todo o controle, tirei minha roupa e me deitei por cima dela, ela se virou e empinou o bumbum, passei o meu pau no reguinho dela e quando encostei no cuzinho dela ela entendeu que era chegada a hora de ter meu pauz�o de novo dentro dela, forcei a cabe�a naquele orif�cio, ela empinou mais um pouco e fui entrando devagar e deliciosamente, j� estava com mais da metade dentro daquela bundinha redondinha, segurei ela pela cintura e meti o resto direto, Camila deu um gritinho, e eu gozei logo que senti que estava todo dentro dela, ainda estava grudadinho nela fazendo juras de amor eterno, quando quase morri de susto, na vontade de transar de novo com minha pretinha, eu n�o tranquei a porta e Priscila amiga dela, abriu a porta e me viu grudado no bumbum dela, quando Camila percebeu a chegada da amiga ela come�ou a chorar, pedindo que ela n�o contasse pra ningu�m, Priscila uma garota bonita, morena de olhos esverdeados, com um corpo parecido com o de Camila, apesar de dar alguma liberdade para os ficantes, ainda era virgem e s� deixava chupar os peitinhos e passar a m�o em sua bundinha linda, quem teve sorte at� beijou sua bundinha, Camila amedrontada ainda chorava, eu me levantei e mantendo a calma pedi que ela terminasse de entrar e sentasse ao nosso lado, Camila n�o tinha for�as nem pr� recolher suas roupas, mesmo nu levantei e peguei Priscila pelo bra�o e a fiz sentar no sof� onde estava Camila nua, tentei explicar pr� ela que estava namorando Camila, “voc�s estavam transando!!!” disse Priscila, “eu sei Priscila, mas eu gosto dela, percebi que Priscila n�o tirava os olhos do meu membro, estava sentado ao lado de Priscila e alisei seu bra�o, pedindo que ela fizesse segredo do que ela viu, segurei sua m�o e puxei at� meu pau que apontava para o teto, ela relutou um pouco em segurar, mas, segurei sua m�o e fiz apertar meu pau, ela segurou e come�ou uma punhetinha b�sica, Priscila come�ou a gostar de bater uma punhetinha em mim, me levantei e coloquei meu pau na altura da sua boca, Priscila parecia hipnotizada pelo tamanho e grossura, fiz um carinho em seu rosto, segurei sua nuca e puxei sua cabe�a na dire��o do meu pau, a cabe�a encostou em seus l�bios ainda fechados, forcei um pouco, ela abriu e abocanhou meu pau, Camila olhava admirada a amiga me chupando, Priscila punhetava e chupava ao mesmo tempo, eu j� n�o estava me segurando e gozei naquela boquinha de veludo, segurei sua nuca firme n�o deixando Priscila tirar a boca at� gozar todo o leitinho em sua garganta, Priscila engasgou e tossiu deixando escapar um pouquinho do leite pelo cantinho da boca, puxei Priscila para um abra�o, ela virou de costas me evitando, mas, eu ent�o encostei meu pau na sua bundinha redonda, acariciei seu seios e com uma das m�os meti no meio das suas coxas, pegando na sua xotinha, ela foi cedendo e puxei o el�stico da calcinha pro lado, esfreguei meus dedos nos l�bios inchados daquela xotinha, sabia que Priscila seria minha, pedi Camila meu KY e lubrifiquei meu pau, coloquei Priscila de joelhos no sof� desci sua calcinha, beijei sua bundinha, seu reguinho at� chegar no cuzinho, Priscila se arrepiou toda no toque, encostei a cabe�a do pau no cuzinho dela e forcei, ela era bem apertadinha, do tipo de Camila, Camila abriu as duas bandinhas da bundinha dela e meti meu pau at� a metade, parecendo sair do transe, ela deu um gritinho “aaaaaiiiiiiii, cuidado Tony, isso arde muito, aaaaaiiiiiiiii”, pra n�o deixar Priscila fugir, meti o resto de uma s� vez, outro grito se ouviu “uuuuuiiiiiii” tira t� doendo Tony, puxei meu pau deixando s� a cabe�a dentro, Priscila pensando que eu tiraria todo o pau, se abriu pra mim, empurrei de novo, metendo e tirando, n�o importando com os gritinhos e gemidos de Priscila, me larguei em cima de seu corpo gozando e derramando meu leitinho no fundo do cuzinho saboroso dela, meu pau amoleceu e saiu de dentro dela, ela reclamou que eu tinha machucado a bundinha dela, Camila agora sem chorar sentada no sof�, disse à Priscila que agora ela estava em igualdade de condi��es, sem preguinhas no cuzinho, vendo o adiantado da hora, levei as meninas pra tomar um banho e l� no chuveiro duro de novo tentei meter na xaninha de Camila mas ela sabia que estava perto da hora de minha mulher chegar, “Tony depois a gente faz mais, sua mulher vai chegar e n�o podemos ficar aqui,” beijei Priscila e encostei meu pau na sua bucetinha, ela se arrepiou, forcei um pouco e senti a cabe�a entrando, ela deu um gemidinho, Camila reclamou, mandando parar, forcei mais um pouquinho e toquei seu cabacinho, “aaaiiii cuidado Tony sou virgem a�,” Camila com ci�mes puxou Priscila fazendo minha pica sair da sua bucetinha, “sua vaquinha ele � meu namorado, arruma um puto pr� tirar seu caba�o,” depois disso, terminamos o banho e elas foram embora, agora sabia que se n�o conseguisse tirar o cabacinho de Camila, o de Priscila era certo.

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