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COMI A CUNHADINHA DO MEU IRM�O

Vou narrar uma hist�ria que me aconteceu a alguns anos atr�s.

Meu irm�o ia viajar com sua esposa e filhos, tinha id�ia de ficar uns 19 dias fora de casa, como em nosso bairro existem muitos casos de furtos a casas vazias, ele me pediu antecipadamente para dormir l� enquanto ele estava fora, quando isso acontecia ele sempre liberava pra eu fazer uma farrinha, por�m sempre pedia pra n�o zoar no seu quarto e no das crian�as, eu sempre levava umas periguetes pra curtir uma piscininha e passar a tarde transando na �gua.

Como sempre acontecia, meu irm�o me entregou uma c�pia da chave de sua casa, acordei no s�bado de manh� (meu irm�o ja havia viajado) e fui direto para sua casa, ja levei uma mala com tudo o que eu precisaria para minhas "f�rias", como naquele dia eu tinha uma baladinha pra ir ja tava pensando em levar uma amiga para passar a noite comigo, naquela noite na balada n�o tava dando nada certo, e eu ja tava um pouco enjuriado e 1 da manh� ja tava afim de ir embora, peguei o carro e fui embora, pois sabia que n�o iria faltar oportunidades.

Cheguei na casa e logo vi que haviam lampadas acesas, at� ent�o achei normal, ele devia ter deixado de prop�sito, sai do carro sem fazer barulho abri porta em silencio, subi as escadas e ouvi um barulho vindo do banheiro, parecia a hidromassagem em funcionamento, ap�s um pequeno susto imaginei que talveszmeu irm�o ou minha cunhada deviam ter deixado sem perceber um banho programado para aquele hor�rio, n�o titubiei, fui no barzinho peguei uma garrafa vinho branco suave, e uma ta�a, fui at� o quarto onde eu ficaria hospedado e tirei minha roupa, ficando pelad�o na casa, dei algumas goladas no vinho e fui aproveitar aquele banho, quando abro a porta do banheiro me deparo com a cunhada do meu irm�o deitadona tomando um banho na hidro (o nome dela � Priscila, ela � loira dos olhos verdes, gatissima e muito simpatica, tem uma boca carnuda, implantou silicone a uns 2 anos, ta turbinada, e bunda dela nem se fala, � maravilhosa, com seus 20 anos da pra dizer que estava no auge de sua gostosura), ela gritou enfurecida pra eu sair, mas eu tentei explicar que estava ali a pedido do meu irm�o, s� depois de alguns segundo reparei que eu estava pelado e de pau duro, sai do banheiro coloquei minha roupa e fiquei do lado de fora esperando ela sair pra pedir desculpas e me explicar, uns 5 minutos depois ou�o meu nome, era ela pedindo pra eu pegar sua roupa e toalhas, que haviam ficado em um dos quartos, peguei ela se trocou e me pediu desculpa pelo escandalo, disse que se soubesse que era eu n�o ia gritar tanto, ap�s conversarmos entendemos a situa��o, minha cunhada havia pedido pra ela ficar l�, porque n�o sabia que meu irm�o ja havia pedido pra mim, mas tudo bem, ofereci vinho a ela e disse que ent�o iria embora, e caso ela precisasse de alguma coisa me chamasse, ela pediu pra eu ficar pelo menos naquela noite, pois eu havia a assustado, disse que tudo bem, mas que pelo menos iria tomar um banho, ela ent�o sugeriu a hidro, que ainda estava com a espuma do banho dela, fui ao quarto e voltei de sunga, pois assim poderia ficar a vontade perto dela e tomar meu banho com a porta aberta, ela pediu pra ficar dentro do banheiro conversando comigo, pois n�o queria ficar sozinha, eu concordei e entrei na hidro, ela pegou um banco e ficou conversando enquanto eu me banhava, senti alguma coisa no meu p�, peguei e era uma calcinha que ela havia deixado na banheira (era uma fio dental vermelho, aqueles que tem t�po uma bolinha de pelo de coelho no rabo), ela ficou vermelha e tomou da minha m�o rapidamente, eu logo comecei a brincar com ela, dizendo que aquilo ali n�o ia encoder nem 1% de sua bunda, ela ficou sem gra�a e deu uma risadinha, a essa altura do campeonato meu pau estava dura que nem pedra, eu ja havia baixado a sunga e fazia leve movimento de punheta, derrepente sem me avisar ela sai do banheiro e volta s� de calcinha e suti� enrolada em uma tolha(me disse que n�o tinha biquine), pediu pra eu fechar os olhos enquanto ela entrava na banheira e se cobria de espuma, o que ela n�o sabia � que eu nesse momento ja estava pelad�o tentando achar minha sunga, derrepente ela pega na m�o e diz, � isso que esta procurando? na hora eu me perdi e fiquei sem gra�a, mas como n�o dava pra ver nada pedi pra ela n�o se preocupar e ficar numa boa, ela ent�o disse que tamb�m queria ficar a vontade, tirou sua calcinha e suti� e se cobriu com um pouco mais de espuma, aquilo ali eum sonho: eu pelado dentro de uma banheira com uma mulher t�o gostosa tamb�m peladinha, pena que eu n�o podia fazer nada, afinal meu irm�o me mataria se soubesse (pois sua cunhadinha tinha fama de santinha, virgenzinha), daquele momento em diante meu pau pulsava e esse pulsar me fazia ter a impress�o de que eu estava sendo masturbado, e eu estava com o tes�o a flor da pele, ela percebendo minha situa��o disse que se fosse pra eu me acalmar era melhor eu bater uma punheta, pois ela n�o ia dar pra mim de jeiro nenhum, eu concordei e comecei com movimento leves por baixo da espuma, ela pediu pra eu ficar em p� pois ela queria ver uma homem batendo punheta, eu ent�o disse pra ela deixar eu ver ao menos seus seios pra eu gozar mais rapido, ent�o ela saiu da banheira nuazinha e entro no chuveiro que fica ao lado, nessa hora eu fiz duas vezes o movimento vai e vem e gozei pra todo lado, ela me chamou pra entrar na chuveiro com ela, e pediu pra lavar suas costas, meu pau nem chegou a amolecer e ja estava pulsando denovo, eu passava o sabonete em suas costas e ficava olhando aquele rabo delicioso, de vez em quando descia um pouco mais do que devia (naquele momento eu ja sabia que ela ela estava no papo, mas apenas resolvi dar uma corda, pois imaginei que devia ser algum tipo de fantasia dela), eu esfreguei toda sua costa, e perguntei se ela ja havia se marturbado, ela negou, ent�o sugeri que ela fizesse pois isso iria acalma-la, pois dessa vez era ela que estava subindo pelas paredes, ela disse nem imaginar como poderia sentir prazer em se tocar, eu ent�o pedi permiss�o para mostrar como ela poderia fazer isso, ela aprovou ent�o eu comecei a toca-la, ela estava molhadinha, sua bucetinha estava toda babadinha e o bico de seus seios estava durinhos, eu comecei com os dedos e logo baixei a sua frente pra chupala, ela ent�o se entregou dizendo que eu podia fazer o que quizer com ela, eu chupei seus lindos seios, chupei sua maravilhosa buceta e como n�o podia faltar dei trato com a ligua em seu rosado cuzinho, ela ficou doida, n�o pude demorar muito na preliminar pois ja estava com o pau estourando, ent�o taquei ela de quatro e taqueilhe a rola, s� embaixo do chuveiro gozamos uma 4 vezes cada um, naquela noite n�o dormimos e transamos mais umas 2 vezes pela casa, a Priscila me disse depois que ja havia pensado em dar pra mim, mas que n�o fazia porque n�o podia correr o risco de sua irm� descobrir, prometemos um ao outro segredo, e ela disse que sempre ia querer repetir a dose, no pr�ximo conto vou falar do que aconteceu no outro dia, quando eu e Priscila combinamos de testarmos Vanessa amiga dela.

As gatinhas que gostarem dos meus contos, me add no msn, [email protected] quem sabe posso contar algum on line.

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