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DI�RIO DE AMANDA - PERDENDO A VIRGINDADE (CONT)

Ol� pessoal, essa � a quinta parte de minha hist�ria, como falei no nos outros contos eu sou a Amanda e estou aqui pra falar um pouco de minha vida sexual e de como me desenvolvi como mulher. Gostaria de um dia me tornar uma escritora e esse foi o primeiro texto que veio a mente para escrever, pois o sexo � algo muito presente em minha vida. Gostaria de obter de voc�s leitores coment�rios, cr�ticas, sugest�es ou qualquer outro tipo de manifesta��o Para isso me mandem e-mails no endere�o: [email protected] Lhes desejo uma boa leitura e agradecia a sua coopera��o.





Limpamos-nos, terminamos o banho, nos enxugamos e fomos para o meu quarto, n�o tinha perdido a virgindade, mas aquele contato �ntimo j� foi um avan�o em nosso namoro. Ele j� parcialmente vestido, de bermuda e camiseta no ombro e eu enrolada numa toalha, sentamos na cama e ele n�o desistia, coisa que eu j� tinha feito. Nesse momento s� tinha uma preocupa��o, como me livraria da camisinha que t�nhamos utilizado, ou melhor, quase utilizado. Levantei e fui a minha c�moda buscar uma calcinha para vestir, ele veio me agarrando pro tr�s e beijando meu pesco�o, tentei me desvencilhar, mas ele me segurou com for�a, senti um macho atr�s de mim com pau duro, fiz charminho, mas ele foi r�pido e passou a acariciar meus peitos. N�o resisti e virei de frente pra ele e beije-o com carinho e desejo, ele saltou minha toalha e eu estava nua novamente pra meu macho, acariciou minha xana e eu j� estava ligada novamente, abri seu short e vi seu pau quase duro novamente. Ele me pega e coloca na beira da cama, tira sua roupa novamente, coloca a camisinha, tudo isso sem uma palavra ser dita. Posiciona-se no meio de minhas pernas, o ajudo a ficar bem confort�vel, o sinto se encaixando na minha gruta, sinto chegar ao meu caba�o, era agora, n�o tinha como voltar. Ele empurra e sinto novamente a forte dor do banheiro, tranco as pernas n�o permitindo que entre mais, ele continua a pressionar em v�o, pois o seguro com minhas pernas. Nessa hora ele tem uma atitude de macho, pega minhas pernas e as coloca pra cima me deixando toda exposta, posiciona a rola e vai empurrando lentamente e com firmeza. A dor se abate a mim novamente, mas n�o tenho ao que recorrer, sinto sua rola entrando mim, dura, ereta e soberana arrancando meu caba�o, gemo de dor, mas n�o tenho a compaix�o de meu macho que enfim me faz mulher.



A dor � indescrit�vel, parece que estou sendo cortada ao meio, parece que � um trem e n�o uma rola que esta me adentrando, mas o melhor � a emo��o de saber que agora sou uma mulher completa. Senti bastante dor, meu namorado meteu em mim de forma constante, o que fazia sentir um ardor muito inc�modo. Como todo mundo ou quase todas que assumem n�o senti prazer (lembro-me de uma amiga que ap�s perder a virgindade contou-me que pensou assim: “Ent�o era isso? Prefiro bater minha siririca!”), muito pelo contr�rio torcia pra que aquilo acabasse logo, gemia baixo de dor, fazia carretas de dor cada vez que ele entrava de forma mais violenta. Depois de mais uns 19 minutos gozou e logo saiu de dentro de mim sem dizer uma palavra ou mesmo me dar um beijo, quando se levantou vi a camisinha melada de sangue, eu passei a m�o em minha buceta e l� tinha sangue tamb�m, sorte que n�o sujou o len�ol.



Fomos ao banheiro, agora o problema se duplicou, n�o tinha mais uma camisinha pra dar fim, mas agora eram duas. Ele tirou a camisinha, demonstrando muito nojo dos meus l�quidos e do sangue (coisa que colaborou pra minha d�vida sobre a falta de experi�ncia dele no sexo) e colocou, ao meu pedido, �gua pra termos certeza que n�o havia estourado, gra�as a Deus tudo bem. Tomei um novo banho, ele apenas lavou o pinto, n�o permiti que tomasse outro banho, pois poderia ser perigoso da mesma forma que logo o mandei embora, pois daria muito na pinta eu e ele sozinhos em casa e ambos de banho tomado. Aproveitei e despachei as camisinhas com ele, meu namorado estava muito assustado em estar levando as camisinhas para o lixo, se a pol�cia o encontrasse acharia que esta fugindo de algum crime. Fiquei s� em casa esperando pela chegada de meus pais, o que demorou pra acontecer, nesse espa�o de tempo pensei bastante no que tinha acabado de acontecer e enfim fiquei feliz e com certo al�vio com o que tinha acontecido, pois tinha entrado numa nova fase de minha vida. Quando meus pais chegaram em casa eu j� estava dormindo, s� pela manh� minha m�e conversou comigo, comentando que n�o nos achou onde n�s habitualmente ficamos, apenas atribui o fato ao desencontro, normal em festas de grande porte, o que foi concordado por minha m�e sem muito trabalho, como disse tenho grande capacidade para disfar�ar qualquer situa��o.



Um cap�tulo a parte s�o as noias que perturbaram o meu pensamento ap�s perder a virgindade. Eu pensava que iria sangrar o resto da vida, tanto que na primeira vez que sai de casa ap�s o ocorrido utilizei absorvente sem ao menos estar menstruada. Perdia muito tempo na frente do espelho observando se a abertura entre as minhas pernas tinha aumentado e a pior de todas, pelo menos para mim: ser� que fiquei gr�vida? A situa��o era t�o grave que n�o pensava mais em outra coisa, se comia e sentia n�useas, j� pensava que eram os enj�os da gravidez, n�o queria transar novamente de forma nenhuma, ficava pensando que poderia n�o estar gr�vida, mas poderia ficar se transasse. S� transei novamente depois de ter ficado menstruada, al�m de tomar anticoncepcional e utilizar camisinha, ainda fazia uso da tabelinha, ou seja, nos dois primeiros meses ap�s perder a virgindade s� transava nos primeiros 19 dias ap�s a menstrua��o, at� hoje n�o tenho a certeza se essa t�cnica estava certa.



Nas vezes seguintes em que transamos n�o tivemos muito sucesso, era muito diferente do que acontecia nos filmes porn�s que tinha assistido ou nos relatos que tinha ouvido. O engra�ado era que antes n�o t�nhamos tido muitas oportunidades de ficar a s�s, depois que n�s come�amos a transar oportunidades n�o faltavam, quase sempre rolava na casa de amigos, parentes, outros conhecidos e at� mesmo em minha casa. Saiamos com o pretexto de ir ao cinema (quando sua filha come�ar a ir muito ao cinema como o namorado, principalmente à noite, tenha certeza que a rola esta entrando), passear no shopping, etc.. Por�m eram mal aproveitadas por meu namorado, que sempre repetia o mesmo script: eu dava uma chupadinha r�pida, ele metia, metia, metia, gozava e tchau. Esfor�ava-me em fazer um sexo oral de qualidade – o que n�o era muito pra mim, pois j� tinha certa experi�ncia no assunto – o que n�o era retribu�do pelo meu parceiro. As preliminares quase sempre n�o aconteciam, quer dizer quase sempre acontecia, mas de fato nunca aconteceu, raramente passava de uma chupada nos meus peitos. Ap�s a terceira vez que transamos n�o senti mais dores, tenho facilidade para me lubrificar e receber bem o instrumento de meu parceiro, por�m o sexo em pouca coisa me realizava. Ele entrava em mim, bombava sem o menor crit�rio, quase sempre transava na mesma posi��o, mudar de posi��o s� ocorria ap�s muitos apelos, n�o tinha qualquer tipo de aten��o comigo, n�o me beijava, me acariciava, etc. Ap�s gozar saia rapidamente de perto de mim e me deixava insaci�vel. Nunca cheguei ao orgasmo com esse meu namorado. Ap�s uns 4 meses que tinha perdido a virgindade n�o tinha ainda sido comida a contento, sempre que me masturbava a imagem que vinha a minha mente era a de Rafael chupando minha buceta, me pegando como homem, etc. De fato, meu namorado tirou minha virgindade, mas foi Rafael que me fez sentir mulher.

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