Esta � uma hist�ria que aconteceu com um casal que morava em uma cidade, ligada à produ��o de petr�leo no Estado do Rio.
Jo�o e Monique eram o exemplo de casal feliz, que realmente se gostava, financeiramente bem sucedidos e toda cidade comentava positivamente sobre os dois.
Fisicamente havia um grande contraste entre os dois. Ela era uma loira gostosa de 30 anos de idade com 1,76m de altura, seios na medida exata , bunda sempre rebitada, real�ada por uma cal�a stretch. Tinha olhos verdes, cabelos nos ombros, super simp�tica e agrad�vel; despertava o tes�o em todos os homens. Jo�o ao contr�rio era baixinho, gordinho, careca e com um bigodinho rid�culo. N�o havia exemplo de casal mais disforme fisicamente, por�m o amor faz coisas imposs�veis.
Jo�o tinha uma empresa de presta��o de servi�os na �rea de petr�leo, possu�a uma boa situa��o financeira, tinha tr�s lucrativos contratos com uma empresa de perfura��o. Monique tinha tudo do bom e do melhor: Casa de 2 andares com piscina, carro importado na garagem, viajava ao exterior todo ano, malhava 4 horas por dia em academia, pra manter seu corpo escultural. Quando iam na praia era imposs�vel n�o reparar na diferen�a f�sica dos dois. Ela ia sempre com um biqu�ni fio dental cravado na bunda ele com seu bermud�o samba-can��o at� o joelho.
O terceiro elemento desta hist�ria chama-se Onofre. Onofre � um respeitado executivo da empresa petrol�fera, respons�vel por todos os contratos da empresa. At� o prefeito da cidade tem que marcar hora pra falar com ele. Profissional competente e de honestidade acima de qualquer suspeita, nunca se falou de qualquer irregularidade nos seus processos, por�m como ningu�m � perfeito Onofre tinha um ponto fraco: gostava muito de uma sacanagem. As orgias que promovia eram famosas na cidade, tinha pelo menos tr�s amantes fixas, fora as “free-lance”, por�m este seu pequeno desvio de conduta nunca influenciou sua atividade profissional.
Onofre sempre teve um tes�o encubado por Monique. Acostumado a ter todas as mulheres a seus p�s, nunca havia conseguido nada com a Monique, mas era expl�cito seu desejo por ela, ali�s quem n�o tinha.Monique era realmente um avi�o, daquelas de que se fica de pau duro s� de olhar....
Acontece que um futuro sombrio estava se anunciando para a empresa de Jo�o. J� n�o era de hoje que muitas empresas concorrentes estavam se instalando na cidade, fazendo com que houvesse muito mais competitividade na �rea onde a empresa de Jo�o sempre reinou absoluta. Esta situa��o tirava o sono dele, pois 3 de seus quatro contratos estavam para vencer e caso n�o fossem renovados seria fal�ncia na certa, pois ele n�o teria condi��es de se manter com apenas 1 contrato.
Dias antes da renova��o do contrato, Onofre chamou Jo�o na empresa para dar uma not�cia nada agrad�vel.
Tinha not�cia de fonte confi�vel que nenhum dos 3 contratos seriam renovados pois a concorr�ncia viria com pre�os extremamente baixos, para arrebentar com a empresa do Jo�o.
Jo�o contou a hist�ria para Monique que entrou em desespero diante da possibilidade de perder toda a sua mordomia e ela foi desabafar com sua irm� Evangelina, uma not�ria piranha interesseira, que j� havia sido comida por 19 entre dez pessoas importantes da cidade.
- A solu��o � muito simples minha irm�: O Onofre � o “todo poderoso” da empresa e voc� sempre soube que ele � doido pra te comer. Vamos armar uma situa��o em que ele fique de quatro por voc�. Conhe�o ele de longa data, j� participei de muita suruba na casa dele e tenho certeza que se voc� fizer gostoso, do jeito que eu vou te dizer ele vai comer na nossa m�o...Eu posso te ajudar nessa.
- Mas eu nunca tra� meu marido e voc� acha que eu vou trair logo com aquele escroto?
- N�o vejo outra solu��o, ou voc� vai se conformar em levar uma vidinha med�ocre, contando dinheiro no final do m�s pra pagar as contas?
Monique foi pra casa cheia de d�vidas...aceitar ou n�o essa proposta indecente da sua irm�?
Depois de muito refletir entre trair seu marido e perder um vid�o que levou anos pra conquistar, Monique optou por aceitar a ajuda de Evangelina.
- Como vamos fazer isso minha irm�?
- Tem que ser uma coisa casual, nada for�ado, porque ele n�o � bobo. O primeiro passo � irmos encontrar com ele na praia. Tipo coincid�ncia. Sei onde ele fica todo domingo....O resto voc� deixa comigo. Vou levar a Renatinha tamb�m. Depois te explico onde ela entra na hist�ria.
Domingo de sol, Monique colocou seu biqiuini fio dental, cravado no rabo com um top que colocava seus peitinhos durinhos e rosados, quase todo pra fora. Evangelina e Renatinha tamb�m colocaram uma roupa de banho pra l� de sensual e foram à ca�a.
O point que Onofre ficava era um local mais retirado com poucas pessoas, mesmo em dia de sol. Era uma praia de dif�cil acesso onde as pessoas ficavam mais a vontade e era comum a pr�tica top-less e em alguns casos at� nudismo. N�o preciso descrever a surpresa do Onofre ao ver aquelas tr�s maravilhas chegando sozinhas na praia. S� de olhar o cara j� “armou a barraca” .
Evangelina por ser a mais atirada das tr�s, iniciou a prosa.
- Puxa, Onofre, que coincid�ncia te encontrar aqui, nesta praia, voc� j� conhece as meninas n�? Esta � a Monique, mulher do Jo�o e esta � a Renatinha, minha amiga...
- Claro, j� nos conhecemos...E a� Monique como vai o Jo�o, ele n�o vem? Estive com ele esta semana na empresa...
- N�o, ele n�o veio, respondeu Monique secamente....
- Voc�s querem beber alguma coisa? Vou no quiosque pegar alguma coisa pra n�s....
- Queremos sim, tr�s umas caipivodkas pra gente ficar legal, respondeu Renatinha, j� se insinuando...
Quando Onofre saiu, Evangelina foi junto e falou
- A Monique e o Jo�o andam meio brigados, ele anda muito nervoso por causa de trabalho e eu trouxe ela na praia pra espairecer um pouco.
Muitos drinks depois a coisa come�ou a ficar animada, com o �lcool j� fazendo efeito nas mentes.
- Gente, este sol est� de torrar, que tal a gente fazer um top-less? Sugeriu Evangelina
Monique demonstrou indigna��o, mas a Renatinha topou e ambas ficaram s� com a parte debaixo do biqu�ni. As duas ficaram ligando a pilha da Monique, que se recusava terminantemente, mas acabou topando.
Indescrit�vel a cara do Onofre ao ver aqueles peitinhos tipo canoa, durinhos, apontando pra ele. Ficou uns cinco minutos com cara de babaca, literalmente babando....As outras meninas come�aram a zoar o Onofre...
- A� Onofre.....gostou dos peitinhos dela hein?...se voc� ,s� de ver os peitinhos j� ficou assim, imagine se visse o resto...
Onofre n�o sabia o que dizer...na falta do que falar, mais bebida pra todo mundo....
- L� pras cinco da tarde o clima j� era pra l� de informal, todas as meninas rindo a valer e brincando de jogar areia uma na outra igual crian�a..Monique j� estava toda suja de areia quando sua irm� ligou a pilha...Leva ela na �gua pra tirar a areia dela Onofre...Monique, que j� estava bem zuada pegou ele pela m�o e falou..- Pode tirar a areia todinha....Risos...
- Na �gua Onofre n�o resistiu quando passou a m�o naqueles peitinhos empinados....Agarrou Monique pela cintura, e j� de pau duro, tascou-lhe um beijo na boca...As duas meninas come�aram a gritar...
- Puxa Onofre, eu nunca tra� meu marido, mas confesso que estou com muito tes�o hoje...Faz v�rios dias que n�o transo, e tamb�m meu marido com todos esses problemas....Ser� que n�o poder�amos ir para outro lugar e ficar mais a vontade? Mas quero levar as meninas tamb�m...J� que vou chifrar pela primeira vez, quero fazer tudo que nunca fiz de uma s� vez...quero tamb�m transar com minha irm�, com a Renatinha, quero barba,cabelo e bigode...
- Claro...Tenho um s�tio aqui pr�ximo, perfeito para nos divertirmos....
J� na Pick-up do Onofre, as tr�s tiraram a parte de baixo do biqu�ni e iniciaram uma se��o de car�cias a tr�s, que deixou o cara latejando de tes�o....Chegando ao s�tio Monique falou...- Agora eu dou as ordens, - Onofre, quero que vc coloque esta pica gostosa no meu rabo, enquanto eu chupo a xoxotinha da minha irm�...a Renatinha vai ficar s� olhando e se masturbando....Depois vamos trocar...Quero gozar muitas vezes hoje....
A orgia durou a tarde inteira, com Onofre comendo Monique de todas as maneiras e posi��es...O cara naquele dia conseguiu aliviar o tes�o de anos em um s� dia...Tanto que pouco se interessou pelas outras duas, mas a Monique tamb�m estava insaci�vel...era a primeira vez que transava com outra mulher e estava gostando muito....Puxa minha irm�...n�o sabia que voc� tinha uma xereca t�o gostosa...se soubesse j� teria experimentado muito antes....
- Chupa um pouquinho a xaninha da Renata...Ela gosta..olha s�..� toda raspadinha, n�o � linda?...Enquanto isso vou lamber seu cuzinho como ningu�m nunca, fez....
Onofre olhava aquilo tudo com cara de “ eu n�o mere�o tanto” ...Depois de j� ter gozado v�rias vezes, tocou uma bronha olhando para as tr�s quando a Monique implorou....Goza na minha boquinha, Onofre, pra nossa noite ser completa...Ao ouvir isso mal deu tempo de chegar e enfiar a rola naquela boquinha linda e encher sua cara de leite....A noite foi realmente completa.
Mas voltando a realidade Monique se sentiu culpada, mas se seu plano desse certo, valeria a pena, afinal naquela semana seria a abertura dos envelopes que decidiria seu futuro.
No dia do resultado, uma grande surpresa para o mercado.... A empresa de Jo�o, apesar de um pre�o mais elevado, conseguiu renovar os contratos porque os concorrentes foram eliminados por “crit�rios t�cnicos”.
A empresa do Jo�o venceu por “not�ria especialidade”. Muito justo, afinal que outra empresa teria um “grupo de especialistas”