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EU, MINHA ESPOSA E O M�DICO (PARTE III)

Estava no trabalho quando minha mulher ligou informando que estava saindo do trabalho e iria dar uma passadinha no consult�rio de seu m�dico para fazer uns “exames”de rotina. Eu j� sabia que aquele era um c�digo que significava que minha esposa estava indo dar a buceta para ele. Ela ligou porque sabe que tenho um maior tes�o em saber que ela est� trepando com outro. Eu falei que tudo bem e que ela n�o esquecesse o nosso trato, que era deixar o celular ligado para que eu pudesse ouvir minha putinha levando pica de outro macho, enquanto eu me masturbava. Eu j� estava sabendo que ela iria trepar com esse m�dico naquele dia porque eu mesmo escolhi sua roupa, principalmente sua calcinha fio dental preta e bem apertadinha, apertada igual sua bucetinha. Quando cheguei em casa, fui logo para o quarto, tranquei a porta, tirei a roupa e fiquei esperando sua liga��o. Eu estava doido para bater uma punheta ouvindo minha mulher dando para outro. A demora foi torturante, mas finalmente o telefone tocou, era ela ligando diretamente do consult�rio de seu m�dico. Lembro de todas as palavras que foram ditas naquele dia. Tudo aconteceu da seguinte forma:

Oi amor, j� estou com o m�dico no consult�rio dele, e voc�, j� est� pronto?

Sim querida, podem come�ar porque eu j� estou de pau duro.

Oi amig�o, disse nosso amigo, tudo bem por ai? Estou com sua esposa aqui no meu consult�rio e vou trepar muito com ela, fique ouvindo e aproveite... Vem c� safadinha, disse o macho da minha mulher, aproveite que seu marido gosta de v�-la com outro e chupe meu pau um pouco. Isso gostosa, engula todo meu pau, seja boazinha comigo e com seu marido que est� ouvindo tudo. Assim, isso, passe a l�ngua na cabecinha, vai, chupa esse pau feito uma putinha que � isso que voc� �, uma putinha de dois machos. Deixe eu tirar seu vestido... Humm, hoje voc� est� maravilhosa com essa calcinha fio dental. Fique de costas para eu apreciar um pouco mais. Que gostosura de fio dental.

Ai gostos�o, tenha calma, n�o precisa enfiar o dedo na minha bundinha assim, primeiro d� uma lambidinha e depois voc� pode enfiar o que quiser, mas s� quero se for grande.

Acho que voc� est� querendo ser comida de quatro, n�o � putinha?

Isso mesmo, mas quero levar na bucetinha. Lembre que meu marid�o gosta que eu chegue em casa com a xaninha toda ensopada de gala. N�o � meu amor? Minha safadinha gritou me perguntando, ela sabia que eu tinha ouvido e que eu tinha concordado. Eu estava excitad�ssimo, deitado em nossa cama e quase gozando enquanto minha morena gostosa estava quase sendo enrabada.

Vai gostos�o, tira minha calcinha, coloca esse cacet�o em mim, vai logo, n�o aguento mais. Isso, tira bem devagar, assim mesmo, passa o dedinho nessa bucetinha, ai, coloca o dedo.

Mas que buceta molhada.

� todinha para voc�, aproveita que hoje voc� � o dono.

S� hoje?

Quando voc� quiser gostos�o. Meu marido s� vai comer depois que voc� me arrombar todinha. Ai, estou sentindo sua pica entrar, vai bem devagar, assim. Que gostoso.

Puta safada, engoliu tudo. Amig�o, gritou o cara, sua mulher � muito gostosa, que buceta deliciosa, n�o estou aguentando, vou gozar...

Isso, meu macho, goza bastante dentro de mim, assim mesmo, mexe bem. Ai, como � gostoso. Amor, falou mais alto minha putinha, estou toda gozada, minha xaninha est� toda lambuzada. Vou vestir minha calcinha com esse monte de porra dentro de mim e vou para casa para voc� terminar essa trepada. Nessa hora eu tamb�m gozei e me preparei para receber aquela vadia que estava voltando ainda melada da trepada com outro macho.

Amig�o, vou levar sua mulher para casa, aguarde s� uns minutos.

Fiquei esperando minha esposa impacientemente e ainda muito excitado, queria muito trepar com ela. Finalmente eles chegaram. Eles desceram do carro e entraram em nossa casa, peguei minha mulher e a levei para o quarto. Enquanto isso, nosso amigo ficou esperando na sala. Tirei a roupa da minha esposa bem lentamente, principalmente sua calcinha que estava toda molhada. Coloquei-a deitada com a buceta para cima e fui abrindo as pernas dela bem devagar. Ainda pude ver um l�quido escorrer de dentro dela. Coloquei meu pau na minha esposa e senti a umidade l� dentro, sua bucetinha estava bem quentinha, como estava gostosa. Trepei muito e finalizei com um gozo de v�rios jatos, enchendo ainda mais minha esposa de porra. Descansamos, tomamos um bom banho e fomos conversar com nosso amigo que estava na sala nos esperando. Conversamos muito e marcamos nossa pr�xima aventura.

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