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ADOR�VEL ENRABADA

ADOR�VEL ENRABADA
H� tempos que n�o a encontrava. Meu tes�o era enorme, uma vontade de lobo faminto quando avista sua indefesa presa. Ela dizia que tinha saudade. N�o assume o seu tes�o com palavras, mas com atitude. Me acostumei.
Assim que entramos no seu quarto lhe agarrei sem pudor, lhe passava as m�os pelo delineado e gostoso corpo na flor da idade, lhe apertando os seios, lhe lambendo o pesco�o, esfregando sua bunda deliciosa, puxando para baixo suas cal�as, puxando para cima sua blusa. Rasgando sua calcinha.
Arranquei tudo que lhe cobria o corpo, tirei minha roupa com pressa onde saltou um pau duro como pedra e cheio de veias pulsando de vontade.
Joguei seu corpo na cama e, na posi��o tradicional dos amantes, apontei o pau para sua boceta e empurrei sem preliminares. Entrou rasgando e arrancando gritos de del�rio e dor de minha jovem amante. Ela adora ser arrombada desta maneira, com for�a, com viol�ncia, sem preliminares, sem jeito, sem respeito. Simplesmente macho cobrindo f�mea, feito animal.
Depois de poucas investidas alcancei o fundo de seu corpo e senti seu primeiro orgasmo me inundar o pau. Parei um pouco, respirei, lhe peguei pelos seios e novamente voltei a empurrar a vara sem d�, agora mais lubrificada pelo seu prazer. Logo senti outro banho de mel no meu pau. Ela gozara novamente.
Lhe beijei com carinho, e mais tes�o. Lhe virei de bru�os e voltei a investir na sua boceta agora lubrificada e mais deliciosa do que nunca. Deitei meu peito sobre suas costas, lhe agarrei os seios e soquei com vontade, com tes�o, forte, fundo.
Pedi-lhe que abrissem com suas duas m�os a bunda para que pudesse entrar mais fundo e, para minha agrad�vel surpresa, ela murmurou baixinho: quer comer meu cuzinho?
Quase sem acreditar na oferta, lhe disse que sim, com atitude de quem devoraria um manjar cobi�ado dos deuses. Ent�o, exigi que abrisse a bunda, novamente com suas m�os, afim de me proporcionar melhor posi��o para enrab�-la.
Tirei meu pau pulsando de dentro de sua boceta e posicionei no seu cuzinho. Quando ela sentiu o contato, lubrificado apenas pelos l�quidos de sua boceta, retesou o corpo, soltou as bandas da bunda e rastejou pra frente junto ao len�ol. Iria espa�ar? Teria se arrependido? A grossura do pau lhe assustou? Pouco me importava: estava decido a enrab�-la.
Deixei que corresse o corpo at� sua cabe�a encostar contra a parede e, n�o tendo mais como fugir, lhe finquei as m�os nos quadris, abri sua bunda e empurrei o pau, firme, sem d�, determinado.
Seus gritos e gemidos s� me incentivaram e, aos poucos, a cabe�a pulsando de tes�o entrou no seu cuzinho apertado. Parei um pouco para que ela se acostumasse e voltei a investir. Lhe socava o pau no rabo, sem contudo empurrar tudo, somente parte do cacete, mas suficiente para lhe arrancar gritos lancinantes de dor, de tes�o, de f�mea sendo abusada, usada, fodida feito puta.
Quando senti que ela n�o mais me escaparia, passei a lhe dar fortes palmadas na bunda arrancando gritos desesperados de dor, mas de muito prazer tamb�m. Acelerei as estocadas e lhe enchi o rabo de porra.
Fora a primeira enrabada depois de muitas tentativas frustradas. Descansei o corpo sobre o dela e deixei que o pau amolecesse e, ent�o, sa�sse de sua bunda deliciosa e rec�m arrombada.
Depois rolei o corpo para o lado e descansei buscando o compasso de meu acelerado cora��o e, conclu�: que del�cia encher o rabo dela de porra, mas ainda prefiro lhe gozar na boca.
Seu boquete � inigual�vel e meu maior prazer �, depois de muito lhe possuir, de todas as formas, deitar e lhe mandar mamar, me punhetando at� que gozo e lhe encho a boca de porra.
Ou ent�o, simplesmente lhe botar chupar meu pau at� faz�-la engolir minha porra, sem ao menos toc�-la, sem ao menos lhe tirar a roupa. Sem qualquer carinho, sen�o lhe tratar como vadia.
Ela n�o � uma vadia, nem vagabunda, pelo contr�rio, uma bela e digna mulher. Mas quando estamos a s�s, � assim que a vejo, que a desejo, que a possuo, que a uso, que abuso: como puta.

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