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MEU NIVER

Ola meu nome � Jorge, e tenho 26 anos, tenho uma irm� de 23 anos, e com dois filhos g�meos de 4 anos, final de semana chegando e meus pais resolveram viajar pra S�o Paulo e levou meus dois sobrinhos, ficando apenas eu e minha irm� em casa, doming�o chegou e fui ao banheiro, mas antes de poder chegar l�, minha maninha, vem logo me chamando, eu pergunto o que foi, e ela me abra�a forte me dando um beijo quase na boca, FELIZ ANIVERSÁRIO maninho, puts eu estava esquecendo at� mesmo do meu pr�prio anivers�rio, com tanto trabalho que tinha na faculdade, ultimo ano � correr como louco para concluir, ainda mais, pr�ximo do TCC.rnO forte abra�o que ela me deu foi t�o gostoso, que meu pau ficou meio duro, por baixo do short, ela sentiu ele, e olhando para o mesmo, disse brincando, - nossa maninho j� esta assim logo de manh�, vejo que algu�m aqui quer realmente aproveitar o dia de anivers�rio; ela deu uma batidinha de leve nele e sorrindo novamente se dirigiu para o seu quarto, ai que meu pau endureceu ainda mais, enquanto estava escovando os dentes, meu pau n�o amolecia de modo algum, e n�o demorou muito, minha irm� me aparece novamente no banheiro, dizendo que queria tomar um banho e que era pra eu sair logo dali, mas olhando novamente para o meu pau duro, come�ou a comentar, - que isso maninho, Poe esse bicho pra descansar, se voc� acorda sempre assim, sorte de quem estiver ao seu lado; eu com um olhar 43 fixei no corpo dela, e olhei dos p�s a cabe�a, ela percebeu meu olhar, mas eu n�o podia fazer muita coisa, afinal j� estava a duas semanas sem dar uma f�dinha, e comecei a perceber que ela tamb�m estava a um tempinho, pois continuou com o papo, - anda logo, eu preciso tomar um banho pra ir a praia com as amigas; ela usava apenas uma camiseta muito grande, e pude perceber que estava sem suti�, s� n�o reparei se usava calcinha, ent�o fiz uma pequena brincadeira pra enganar ela a entrar debaixo do chuveiro, e quando ela se deu conta, eu j� tinha ligado o chuveiro, seu corpo ficou todo molhado e pude perceber que n�o usava calcinha, nisso meu pau ficou latejando, mas eu n�o podia ficar sentindo essas coisas era minha irm�, mas o tes�o era mais forte, ela come�ou a fazer gracinha em baixo do chuveiro, e pediu pra eu sair pra tomar o banho, eu disse que sim, mas enquanto ela se molhava, eu disse que precisava fazer xixi, e como s� t�nhamos um �nico banheiro, fiquei de costas pra ela, eu queria realmente fazer, mas o pau duro n�o deixava, e sabendo que minha irm� estava ali atr�s, ficou ainda pior, e pra minha surpresa ela foi mais sacana ainda do que eu mesmo, pegou o chuveirinho auxiliar e come�ou a me molhar, e com o banheiro todo bagun�ado, eu me virei pra reclamar com ela, e seus olhos arregalaram, vendo meu pau duro por debaixo do shor molhado, ela exclamou, - Nossaaaaaaa! Que isso mano, que monstro � esse, fala s�rio, eu preciso ver isso, deixa eu ver, vem aqui; e j� me puxando para debaixo do chuveiro, abaixou meu short e arregalou ainda mais os olhos, meu pau era grosso, e media uns 23 cm, ela pegando no meu pau, eu at� tentei resistir, mas aquela m�o macia alisando meu caralho, n�o deu outra eu relaxei e deixei rolar, ela j� iniciando uma punheta, comentou no meu ouvido, - manhinho como estou sem dinheiro no momento para comprar o seu presente, vou lhe dar de outra forma, e se abaixou, e come�ou um gostoso boquete, eu n�o podia acreditar, mas visualizando tudo, parecia surreal, minha maninha pagando um boquete pra mim no chuveiro, enquanto alisava minhas bolas, eu puxava o seu cabelo, meu pau ficou ainda mais louco pra meter, quando ela levantou-se e come�ou a subir a camiseta, seus seios fartos, e sua bunda grande eram realmente digna de levar muita pica, comecei a alisar a buceta dela, e rebolando no meu dedo enquanto me punhetava, come�ou a me beijar na boca, senti uma sensa��o estranha de prazer e remorso, afinal era minha irm�, mas com alguns minutos, o remorso foi esquecido e o prazer tomou conta total, virei ela de costas, e pincelei minha pica na buceta dela, fiz isso por um tempinho at� deixar ela com mais vontade, ela j� n�o conseguindo segurar mais o tes�o, disse pra eu meter com vontade naquela buceta que n�o levava pau a dois meses, foi ai que n�o deixei pra depois, comecei a meter como um cavalo no cio, ela rebolava, me chamava de cachorro, de puto, e que era o irm�o gostoso que ela sempre desejou, que me olhava com algumas garotas em momentos de caricias e ficava imaginando as vezes se seria certo ela ter pensamentos de estar no lugar daquelas garotas, eu respondi no seu ouvido, agora voc� � uma delas, e vai levar pica a vontade, ela ainda mais com tes�o e rebolando muito, disse pra eu ficar parado que ia fazer algo que talvez algu�m n�o tivesse feito pra mim, eu parado meio que agachado um pouco, e ela posicionou o pau na entrada da buceta dela, e come�ou o sobe e desce, bem de vagar at� entender melhor o ponto em que deveria acelerar, quando me dei conta, eu j� estava berrando pra ela, e ela gemendo alto pra mim e dizendo, toma maninho safadinho, se vai sentir o verdadeiro creu n�vel 5, puta que o pariu velho, eu fui a loucura, j� tinha visto a mulher melancia fazer isso, mas ver minha irm� fazendo isso no meu pau, porraaaaaa foi demais, o creu que ela fez foi t�o intenso que n�o demorou muito e eu comecei a gozar, sem poder dizer pra ela quando, simplesmente gozando e gozando cada vez mais, ela gemendo como uma louca, e sentindo todo meu leitinho, e continuou fazendo, e conseguiu tirar uns espasmos meu com aquela buceta maravilhosa, depois dessa loucura, ela ainda chupou meu pau, pra sentir um pouco do leite, terminamos o banho n�s dois juntos, e ela foi a praia, eu n�o conseguia mais tirar minha irm� da cabe�a, e aproveitamos ao m�ximo depois que ela chegou, na segunda feira, nossos pais chegaram e j� n�o dava mais pra aproveitar, ela sempre me olhava com uma cara de safada, minha m�e achava gra�a, pois sabia que ela estava tirando onda comigo, meu pai nem ligava pra essas brincadeiras, mas a verdade s� eu e minha irm� sabia o porque, eles ainda nem desconfiam, mas ainda hoje quando queremos dar uma f�da daquelas, dizemos que vamos para baladinha juntos, e nos direcionamos para o motel, e quando pegamos dois dias ou mais, vamos pra outro lugar curtir, e ningu�m desconfia que somos irm�os, enquanto n�o descobrem o que vai ser dif�cil, por que conseguimos disfar�ar muito bem, aproveitamos muitas f�das loucas, e em lugares at� meio inusitados para n�s.rn

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