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UM CU EM TROCA DE UM PLANO FUNER�RIO

O relato que passo a seguir, ocorreu, paralelo quando eu morava no interior do RJ, quem ler o meu relato: Depois de Nina a Vida Coninuou, enteder� melhor.rnTinha vindo visitar a minha m�e e como todos sabem, na condi��o de desassociado da religi�o, Testemunha de Jeov�, s� poderia falar com ela brevemente e ainda por cima sem tocar em assuntos espirituais. Bem, no bairro em que eu moro, algumas empresas de plano funer�rio, fazem assim: uma perua tr�z v�rios vendedores e eles saem batendo de porta em porta e oferece um plano de assist�ncia funer�ria, baratinho, nem sei se funciona rs rs, mas tocaram o interfone do ap da minha m�e e eu atendi, e pedi para subir pois n�o poderia descer para atender, eu sem maldade, voz de mulher nem esperava o que veria pela frente: uma negra bem vestida, de uns 30 anos, talvez mais, n�o posso precisar, seios pontiagudos, bunda perfeita, toda tesusa. Olhei, convidei para entrar pois estava sozinho, minha m�e havia sa�do e eu a aguardava-a para a parte da tarde. Ela relutou, talvez orienta��o do supervisor, enfim, ela se sentiu a vontade e entrou. Dei-lhe um copo de suco de manga que havia acabado de fazer, e ela rapidamente me ofereceu o produto, deve ser a t�cnica de venda deles, n�o dar tempo para o futuro morto pensar rsvrs. Depois de ouvir falei: t�...n�o moro aqui mas vou fazer para mim e a minha m�e, ela me explicou que tinha uma �rea que o plano n�o cobria, enfim, tudo certo fiz, e ainda acrescentei os meus 3 irm�os, � bem baratinho e eu nem sei mesmo se isto funciona na pratica e nem quero saber rs, eu estava de olho na negra simp�tica, com um corpo lindo, dentes brancos e um h�lito delicioso. Por fim, n�o resisti e perguntei: desculpe-me "Sonia", quantas cantadas voc� recebe por dia? Ela me disse? nenhuma, s� na rua � que algu�m mexe as vezes comigo, mas trabalhando assim o senhor foi o primeiro que at� mesmo entrou neste assunto, e eu n�o gostei muito, estou na minha primeira semana de trabalho e esta � a minha primeira venda.rnEent�o eu disse: poxa...n�o falei nada demais, estou at� sem jeito, deixa para l� depois a gente faz neg�cio um outro dia...rnela como que um temporal disse-me: Desculpe-me seu Guerra, n�o falei por mal, � que eu sou uma pessoa de bem e fiqeui com medo do senhor me confundir com as minhas colegas, que fazem de tudo para vender.... eu disse: o que ela fazem, n�o me interessa, e num momento incontrol�vel falei: voc� tem umas n�degas lindas, seios irrest�veis...ela retrucou: vou-me embora pois daqui a pouco o meu suoervisor come�a a dar falta pois a gente tem que fazer a quadra de tr�s...e me pediu o cheque...de pr�p�sito disse: passa de tarde que agora n�o tenho uma folha e nem fui ao banco...ela disse: que horas? Eu respondi: de tarde, eu te ligo, pois vou est� na rua j� voltando para o local que moro, que dista 2.5h daqui...e pedi o telefone. as 19 h me despedi da minha m�e e telefonei para Sonia mais ou menos no local em que eu ir�a estar, perto dela, para facilitar para ela mesmo. 17h estava ela l�, toda bonita e me disse: perd�o pelo atraso, eu trabalhei at� as 19 h, e fui em casa correndo para tomar banho e preparar a comida do meu marido, que vai chegar com fome...eu disse: que isso, est� na hora, v�...s�o 17:05...convidei ela para um restaurante para preencher o cheque e ela mais a vontade comigo foi. Entrou no meu carro como se fosse a minha mulher e vi as coxas negras lisinhas, uma saia florida que parece decente mas tem um rasgo de baixo acima, n�o sei como se fala, e cobriu os peitinhos com uma blussa menos trasparente. Conversa vai, conversa vem, convenci a jantar, ela disse que n�o aceitaria, mas eu respondi: almo�ou? Ela n�o, vim direto me encontrar com o senhor...ent�o sem dar tempo para o azar e sem card�pio fui no cl�ssico, falei para o gar�on: por favor, um churrasco mixto...por favor....bebe o que querida? Água sem g�s, eu: ok! Para mim um caneco de vinho doce.rnrnEm 50 minutos a negra estava no 4ª caneco de vinho, eu no segundo, enrolando, � claro, e doida para fuder, e ainda falava: eu sou dou sorte com homem branco...foi a deixa...deilhe um beijo naquela deusa do �bano, com dentes brancos, pobre mas trabalhadeira, paguei a conta e levei-a num motel muito bom, com hidro...nossa, ela tontinha do vinho s� elogiava o motel, e dizia que o marido, n�o levava ela pois o dinheiro ñunca dava...eu defendi o marido e disse que fam�lia d� despesas, e ela se referiu ao marido carinhosamente: meuneg�o faz o que pode, � vendedor de latc�nios...rnrnQuando fui despi-la...cacete, mas parecia uma menina de 19 anos, n�o esperei e coloquei a boca naqueles peitinhos lindos, ela tinha tes�o ali, e ali permaneci. Tirei a calcinha dela, sem um pingo de odor desagrad�vel, s� de buceta com tes�o mesmo e toma-lhe banheira de hidromassagem, e toma-lhe beijos, ela era muito carinhosa, e depois que segurou a minha pica de concreto, n�o largou mais, enloqueceu...passou a l�ngua na cabe�a, gostou do gosto, ainda fiquei com receio pois pensei: minha pica � m�dia, no m�ximo grossa, e o neg�o dela deve ser um cavalo para ter uma mulher linda dessas, mas ela nem tocou no assunto, ao contr�rio, fixou-se na minha rola dura e mamou muito. Depois sai da hidromassagem e ela veio caminhando de 4, sem tirar a boca, e eu peguei as toalhas e nos enxugamos, e �ncr�vel, sem ela tirar a boca e largar o meu pau, apenas trocava de m�o...com muito custo para tirar o pau daquela boca que n�o queria parar de chupar, afoguei a l�ngua naquela xoxota cheirosa, com um grelo quase vermelho sangue e ela se esbaldou de gozar...toma-lhe gozo na minha cara, uma, dua, tr�s.....nove vezes, depois desfaleceu!rnEnt�o com muito carinho come�ei a fuder aquela mulher linda, apertada pra kct, e coloquei tudo, numa buceta super macia e apertada, e fudi muito...nossa, n�o gozo mesmo, e ela era tipo multi-org�smica, tendo um a cada 5 minutos. jeitosamente virei-a de bru�o para j� enraba-la, mas jeitosamente ela saiu e perguntou se eu poderia pedir mais vinho, eu disse: claro amor, e mandei servei uma garrafa e depois dela consumir uma certa quantidade tornei-a pedir a posi��o de bru�os, e ai ela n�o s� se virou, como empinou e apareceu um cuzinho lindo, que quando eu arreganhava aparecia o vermelhinho, fiquei louco, e meti a l�ngua ali, pensei que aquela negra linda dos cabelos bem cuidados iria morrer, parecia uma cobra se bailando...encostei a cabe�a da pica e fui empurrando, ela gemeu tento que quase que gozei, mas segurei a onda e taquei-lhe pica no cu...que cu apertado, parecia que eu estava tomando uma mata-le�o no pau, eu quase fui a loucura mas meti a pica, sem d�, ela come�ou a me chamar de puto, de viciado em cu, de tudo o que n�o prestava, mas que iria me dar toda vez que eu quizesse, porque eu era safado, piranhudo mas tesudo. Gozei e na hora "H", tirei a camisinha que aquela altura ficou no cu dela e enfiei o pau na boca da negra linda que engoliu tudo, e toma-lhe mais mamada no meu pau, era viciada nisso, quero dizer, chupar um pau.rnDepois lembramos da hora e do marido dela, e ela na maior classe ela liga o telefone, e pergunta: Welington (esse era o seu nome),onde vc est�? O homem falou que estava em casa at� dormindo, ela falou: fiquei na casa da minha amiga Dalva conversando e j� estou chegando...e o cara aparentemente disse ok. Bem ela deve saber o que tem em casa, ele � que n�o deve saber a mulher que tem. Ela humildemente queria que eu abatesse do cheque o valor da inscri��o que era comiss�o dela, eu falei que n�o tinha nada a ver, que era o trabalho sagrado dela. Depois a contra-gosto dela, combinei de nunca mais importuna-la, e ela me prometeu de n�o fazer o mesmo, pois tinha ido a minha casa e preencheu os meus dados cadastrais. Sabe..existem mulheres que n�o se esuquecem jamais.rnAbs a todos.

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