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DEI PRA TR�S NAQUELA NOITE - PARTE 1

Um dia na semana passada eu estava com um tes�o danado. O rabo n�o parava quieto. J� era de noite. Eu fui numa boate gay aqui de Copacabana onde moro. Olhei daqui, olhei dali, vi um grupo de tr�s caras trint�esquarent�es rnque nem eu papeando. Um deles logo me chamou a aten��o porque mesmo naquelas luzes piscantes dava pra ver que o cara era bem peludo. Outro cara era grand�o de pele bem escura que logo imaginei ter uma pica enorme. O terceiro, rnmoreno, usava �culos e tinha jeit�o de intelectual. Me aproximei no papo, me enturmado, at� que chegou o que eu tanto queria, um convite para ir trepar at� o sol raiar na casa deles. Eu me lembro que at� tremia no caminho s� de imaginar como �a ser aquela farra.rnrnChegando no apartamento fui pro banho com dois deles, o intelectual e o grand�o. Que del�cia que foi o ro�a-ro�a no meio daqueles dois tarados pelados. Com o corpo ensaboado eu me esfregava e deslizava naqueles corpos como se o mundo fosse acabar. Tocava aquelas picas com perna, m�o, bunda e tudo mais. Ainda debaixo do chuveiro ajoelhei, abocanhei aqueles cacetes cheio de vontade. O meu cu piscava, ansioso, mal podia esperar pela vez dele. Ningu�m gozou ali.rnrnBanho terminado, secamos r�pido e fomos para o quarto. Eu voltei a tremer de tanta excita��o. Tinha uma cama de casal bem grande ali com uma coberta de cetim azul daquelas gostosas de encostar a pele. Estava ficando cada vez melhor pensei eu. O peludo estava sentado numa rncadeira olhando n�o sei o que na televis�o. J� estava pelado tamb�m. Olhei bem pra ele. O cara era muito pelud�o, do pesco�o at� o p�.rnrnDeitei naquela colcha gostosa e os outros dois vieram logo pra cima de mim. Eles j� estavam de fogo desde o banho. Me agarraram e continuaram a mesma esfrega��o de debaixo do chuveiro. Hora eu beijava um, hora eu chupava o peito do outro. O cara de intelectual meteu a cabe�a no meio da minha bunda. Abriu caminho com a l�ngua at� o meu cuzinho lambendo at� deixar tudo encharcado. Urrei de tes�o at� que o grand�o me calou com um beija�o na boca. A pica dele, bem escura, estava dura feito ferro. Era grande pra caralho. Ainda assim eu queria ela no meu rabo rnde qualquer jeito.rnrnA esfrega��o e a sarra��o continuou ainda por mais um tempo. De vez em quando eu olhava pro pelud�o que s� nos observava. Algumas vezes ele mexia no pau que j� estava ficando duro. Puxa, pensei, eu vou dar meu cuzinho pra esses tr�s machos de uma vez s�. Que beleza!rnrnO intelectual saiu do meu rabo e foi chupar o meu pau cheio de vontade. Eu tive que me controlar para n�o gozar logo, eu queria aproveitar aquilo por todo o tempo que pudesse. Eu �a fuder at� o dia amanhecer. Meu cu j� estava at� meio dilatado. O grand�o deitou de costas na cama me puxando pra cima dele com a minha barriga pra rncima. Um Ky surgiu na m�o do intelectual como num passe de m�gica. Com a ponta do dedo lubrificou primeiro a entrada depois todo o cu, enfiou o dedo at� l� dentro e ficou brincando um pouco. Enquanto isso o grand�o colocou a camisinha naquele mastro negro. Porra, eu tinha que come�ar logo com aquela geba gigante. Os dois machos foram me ajeitando na posi��o, cavalgando o grand�o mas com a cara virada para o intelectual e o pelud�o. Os dois iam ver minha cara de prazer levando aquela tora no rabo.rnrnPara minha total alegria o cara meteu com maior jeito. O cu foi abrindo devagarinho, sem aquela estocada est�pida que d�i. Aquele cara sabia ganhar um cu sem fazer doer. Bem sem doer muito porque a piroca dele grossa, devagarinho, foi rasgando o caminho. Quando mais da metade j� estava dentro eu comecei a rebolar. Ele animado rnmexeu tamb�m. Meu rabo lisinho sentado naqueles pentelhos estava mais feliz que nunca. O ritmo foi aumentando. Eu gemia sentindo aquela pica gostosa entrando e saindo da minha bunda.rnrnDiante de mim os outros dois olhavam com interesse. Riam da minha cara de prazer. Esse gosta de pica, disse o intelectual. Eles se masturbavam com as picas j� duras esperando pela vez. Eles gostavam do que viam, tamb�m rnqueriam me comer. E eu estava doido pra ter outras picas na minha bunda. O grand�o debaixo de mim gemeu forte. O pelud�o olhava para mim pela primeira vez com muito tes�o. Eu tinha ganho aquele puto. Eu mal esperava pela vez de fuder com aquele corpo gostoso.rnrn(continua na parte 2 - logo)rn

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