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AVENTURA PERIGOSA PARTE III

Eu j� estava ficando completamente farta daquela situa��o. O Derick ficava me ligando pra perguntar porque eu nao estava ajudando a mae dele direito. E depois pedia desculpa. A Bia me perguntava se eu nao ficava pensando em outras coisas ao inves de reparar nos movimentos do Jorge e depois me pedia desculpas. Eu j� estava ficando com muito odio. Toda vez que a Bia ficava chorando perto de mim, eu fazia for�a pra nao rir. Escrevia ao meu pai perguntando como e porque ele chutou a Bia e ficava rindo sozinha no quarto. O meu principe encanto, estava parecendo uma poha de um emo chato pra caralho. Estava com tedio de tudo. A unica parte boa era quando eu ia pro trabalho com o Jorge. Eu e ele estavamos cada vez mais proximos. Riamos, brincavamos, tudo era piada. Ele tinha uma cliente que divia ter uns 82 anos e ficava convidando ele pra tomar ch� cheia de m� inten��o. A gente ria muito da situa��o. Ao passar do tempo comecei a notar que n�s dois eramos uma fuga um pro outro. Eu estava tao farta da Bia quanto ele. Certa vez teve uma chuva muito forte que nao deu pra gente voltar pra casa. Acabamos abrindo um vinho no escritorio dele e ele acabou me contando tudo. Disse que sabia que a inten��o, da Bia era com que eu espionasse ele. Disse tambem que sentia como eu estava cansada e j� sabia o motivo. E falou que nao aguentava mais ser casado com ela. O casamento dos dois tinha acabado a uns 6 anos. S� que ele sempre teve muito medo de se separar devido ao Derick ter a mesma mentalidade fragil da mae. Ouvindo toda aquela confissao eu acabei desabando. Falei mal da Bia descaradamente, at� mal do Derick falei. Me senti arrependida na hora pois afinal a Bia � s� esposa, o Derick era filho. S� que pro meu espanto ele concordou com tudo que eu disse. E acabou ficando triste, disse que se sentia falho como pai. Pois nao havia educado o filho direto. N�o o preparou pra vida, ele sofre por qualquer coisa. N�o sabe como seria depois que ele morresse. Eu fiquei com muito remorso de ve-lo daquela maneira. Tentei argumentar mais ele disse pra eu parar. Obedeci na hora. Pois havia uma longa noite pela frente e ainda era muito cedo. Ficamos em um silencio um pouco constrangedor. Olhei para o teto, para o chao, at� que pousei meus olhos nele. Percebi como era interessante. Notei no seu cabelo, era preto como a noite. Liso, bem cortado. Sua pele era firme, meio bronzeada. Tinha um cavanhaque lindo. Tinha bra�os fortes e que bra�os. M�os. boca. E os olhos? Nosso que olhar lindo. Era profundo, convidativo, e quando ele me olhava daquele jeito? Mas espera ele nunca tinha me olhado assim. Quando dei por mim, o Jorge estava me encarando de um jeito que ele nunca fez antes. E tenho certeza que percebeu como eu estava analizando cada centimetro do seu corpo. Fiquei em estado de choque, mas completamente hipnotizada pelos olhos dele. Ele disse "como voc� cresceu". Eu apenas sorri. Eu juro at� hoje, que nao sei como aconteceu. Eu s� sei que quando dei por mim, eu estava deitada no chao. A garrafa de vinho tinha sido derrubada, e estava molhando os meus cabelos. Aquele homem lindo estava em cima de mim me devorando com beijos lascivos. Sua lingua me explorava o contato fisico de nossos corpos me deixava louca. Nunca tinha sentindo tanto tesao em alguem. Minha buceta pingava, ansiava, tremia, pedia, gritava por rola. Por rola dura, grossa, quente, pulsante. Parecia que ele entendeu perfeitamente. N�o fez serimonia, nao existia romantismo. Apenas duas pessoas querendo gozar de um jeito nunca visto. Ele apenas tirou minha calcinha j� que estava de vestido. Arrega�ou minhas pernas com tanta urgencia que quase me desmembra. Colocou a rola pra fora, deu uma pincela na minha raxa que me fez gritar. Deu outra, eu me contorci. Na terceira eu gritei "fode essa buceta". Ele fudeu. Meteu gostoso, meteu com for�a. Meteu igual macho nenhum tinha metido. Fiquei ali levando na buceta, como uma cadela. Gritava igual uma vagabunda, gozava como se o gozo nunca mais fosse permetido a mim e s� restava aquele dia. Ele urrava de tesao. Me xingava, me dava pohada na cara. E eu delirando.. Ele me olhava nos olhos, como um macho encara a femea submissa. Eu tava tao melada que molhei o chao e a cal�a dele. Ele deu uma estocada forte, e gozou como um toro dentro da minha buceta. Eu tremi, gritei, chorei. Logo apos a gozada, o pau dele contino duro. E ele contino metendo. Me pegou pela cintura me tacou no sof� do escritorio na posi��o frango assado. Eu gritei "destroi a minha buceta" ele colocou o caralho dentro. Fudeu com tanta vontade que eu sentia minha barriga arder. Come�ou a suar, parecia um animal fudendo sua femea. Eu nao aguentava mais.. Estava me arranhando arranhando ele. Aquele caralho dentro da minha buceta tava me dando tanto tesao que eu acabei mijando. Mijei mesmo, mijei gostoso. Mijei no pau dele. Escorreu pela cal�a e todo o escritorio. Ele me vendo mijar, abriu mais as minhas pernas e gozou dentro de mim. A poha escorreu e eu gritei, ele gritou tamb�m. Eu gozei, gozei como nunca. Comecei a mijar de novo, ele se abaixou e bebeu o mijo. Caiu em um canto e dormiu, eu fiquei tonta e literalmente desmaiei. rnContinua no proximo conto: Aventura Perigosa Parte IVrn

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