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DESCOBRINDO UMA SUBMISSA (NOIVA)

Todos sabem que a forma de prazer causada por um Mestre ? normalmente � levar a pessoa que se submete ao domino ao extremo do prazer, n�o importando a dor ou a forma devassa que seja, usamos o corpo alheio do modo e da forma que queremos, ap�s publicar os contos recebi diversos e-mails, e sinceramente gostei muito. E tamb�m notei a quantidade de pessoas que tem a mesma atra��o que eu ? como Mestre ? DOM simplesmente fiquei muito feliz.rnEu irei dizer aqui agora o que me faz agir e ser assim ? USAR, HUMILHAR, SODOMIZAR uma mulher extraindo dela a essencial (feminina BRUTA), a vendo ser subjugada e ainda sim ap�s ter os seus segredos descoberto, implorar por mais, ap�s deix�-las ardidas, arrombadas, muitas voltam para casa ? totalmente desfalecidas de prazer, e sabem que n�o ter� outro se n�o for com seu DONO.rnO nome dela � Renata, 28 anos. Noiva com casamento marcado para Novembro de 2012, 1,70 altura, 58 kg, loira, branquinha, corpo malhado, seios volumosos, xota depilada (ordem minha) e rabo ate antes de me conhecer virgem.rnRenata eu seu DONO quer que voc� saiba que a partir desde momento voc� ser� a minha puta, escrava, submissa o meu play o meu exclusivo objeto de prazer, pois os seus instintos femininos ser�o aflorados por mim e n�o esque�a disto, ser� amarrada, vai apanhar na cara, nas coxas, na bunda porque eu sei que vai desobedecer em qual momento, vai ser estuprada isto com certeza, quero que seja uma esposa e mulher completa e realizada.rnNo nosso primeiro encontro fomos para o Embu das Artes, logo que eu abracei ela por tr�s, comecei a passar a l�ngua no pesco�o e a ro�ar o cacete naquela bela bunda branquinha, ela de costas para mim, colocou a cabe�a para tr�s, a boca dela foi invadida pela minha l�ngua, sentiu minha saliva, a textura da l�ngua de uma MACHO ALFA trocando beijos fogosos, a virei de frente passando a m�o entre os cabelos, descendo pelas costas, levantando a mini saia e rasgando minha calcinha, continuei beijando com vontade de uma animal deixando os l�bio vermelhos e mexendo na xota com a m�o inteira que estava molhad�ssima, introduzi um dedo e aumentei a velocidade do vai e vem bolinando, deixando cheia de tes�o, mamei os seios (ainda sem bico, disse no ouvido, vou deixar voc� pronta para amamentar seus filhos, cadela) vou deixar os bicos prontos, colocando-os todo na boca, amassando, puxando o bicos dando moldes ao corpo, com a m�o na xota a mantive completamente entregue. Agora vou me apresentar a voc� o que me faz querer DOMINAR eu vou chupar sua xota toda, e voc� vai urruar.rnAgachei ate o c�o e coloquei uma perna apoiada na cadeira e fui em dire��o a xota dela na primeira l�ngua na xota ela se contorceu de tes�o, a partir da� foi alternando entre lambidas no grelo e na xota toda (provocando a entrada com a pontinha da l�ngua), com a m�o molhei no liquido que escorria da xota e provoquei o cuzinho estava a levando a loucura, n�o dava tempo para ela respirar e se recompor, obrigava ela a gozar e n�o podia sentar ou sair da posi��o, as pernas tremia, ela foi perdeu as for�as e caiu de joelhos, eu sorri e disse nossa que coisa linda, voc� j� sabe aonde � seu lugar ? e como uma cadela ela estava ali no ch�o, com os olhos semi serrados e ainda atordoada pela vezes repedidas de gozo continuo, sem parar, e como uma puta ela foi agarrando meu cacete abriu o z�per e colocou para fora e colocou na boca, de joelhos chupava, lambia e batia com ele no rosto, lambia o saco, a virilha, sentia seu cheiro do seu DONO eu com as m�os na cabe�a dela juntava os cabelos e puxava para cima e direcionava a boca para onde eu queria ela se deliciava com o cacete, neste instante segurei firme a cabe�a e, com o cacete ate a garganta dela, gozei sem a menor cerim�nia enchendo ela toda, com jatos fortes inundei a boca, para ela senti o sabor do seu DONO, vi o leite n�o ser derramado por ela os que escorriam pelos cantos da boca, queixo, pesco�o e seios ela passava a m�o e levava para boca novamente.rnEu sentei na cadeira e minhas m�os foi alisando as costas e a bunda, com os dedos eu invadia a alma dela os dedos se moviam dentro da xota e a provoca��o no c�, a fiz gozar mais duas vezes, eu estava deixando ela louca novamente ela soltou um gemido e pediu para ser possu�da, penetrada, arrombada, ainda n�o � o momento estou sendo sutil e agrad�vel com voc�, pois temos tempo.rnEstou usando o seu corpo com delicadeza, n�o se acostume a mandei para o banho e disse ? volte preparada para a segunda parte, pois agora voc� ira chorar de prazer.rnEla vai para o banho eu entro no Box e iniciamos mais uma sess�o de beijos e mordiscadas a virei de costas para mim com a cara na parede gelada do banheiro e vou descendo ajoelhado no Box dava mordidas na bunda marcando o territ�rio do MACHO ALFA, com os dedos invadiu a sua xota for�ando ela a empinar a bunda, a ousadia e a obedi�ncia dela estava me deixando criativo, ela estava sendo capaz de uma devassid�o, fora do mundo que ela vivia, com as m�os abrir a n�degas e com a l�ngua penetrei o seu anelzinho virgem, movimento dos dedos e da l�ngua a fez gozar novamente mas desta vez a fiz gritar.rnAgora saber como voc� � se descobrir um cadelinha, manhoso ? mas hoje vou tirar o seu selo, e vai ser minha puta porque agora o seu cuzinho esta ansioso para ser rasgado, vai perder as pregas, vou fazer voc� chorar de dor e prazer, mas vou te surpreender porque n�o serei maldoso de costume, quero ver voc� implorar vou seduzir e submeter a f�mea estou fazendo voc� se conhecer instintivamente.rnA levei para cama e a algemei as m�o entre as pernas, deixando ela de c�coras, totalmente submissa ? olhei aquele cuzinho rosado, pequeno nitidamente nunca invadido peguei o KY passei na entrar e ela gemendo posicionei a cabe�a for�ando a entrada, devida o tamanho da cabe�a e a grossura do cacete ela come�ou a choraminga, eu montei encima dela igual a um cavalo pequei no seu pesco�o e forcei a cabe�a para tr�s enquanto o cacete estava entalado na entrada do cuzinho, e comecei a beijar com intensidade, l�ngua na boca, fiz com que ela relaxasse n�o deu outra em um momento em que ela vacilou o cuzinho se abriu para o cacete entrar agora ela estava realizada como f�mea sendo possu�da por um macho alfa de todas as formas, agora ela gemia , beijava, falava palavr�o, gritava, implorava o vai e vem ritmado a fazia sentir prazer fora do comum, ficamos fudendo por 30 minutos, ora parava para verificar o cuzinho como estava, e ora cuspida no cu para olhar o estrago realizado, o cuzinho dela agora estava aberto parecendo a boca de um copo americano, tirei o cacete e parti para outra sess�o e ela n�o parava de gozar e ainda mais dizia nunca imaginei que eu gozava mais pelo cu do que pela xota. rnEu tirei a algema e amarrei e vendei desci ate os seios peguei os prendedores e coloquei nos mamilos, ela gemeu de dor, peguei na mala do prazer o que voc�s j� conhecem o meu amigo DILATADOR 23x6 cm, pincei ele e instalei na xota ela come�ou a urrar, eu apertava os prendedores ora dando leve pux�es ora batendo, eu me divertia com tudo aquilo, ela estava sendo humilhada e a cada novo acess�rio ela se excitava, agora eu buscava meios de fazer ela gozar sem colocar a m�o naquele corpo, humilha o maximo, e ver que nenhuma mulher � mais puta do que ela, na verdade a Renata j� estava convencida disto ela come�a a gritar com a dor provocada, automaticamente leva um tapa na cara ela come�a a chorar e eu provoco os seus instintos e come�o a xingar e a provocar eu nem comecei vadia e voc� j� esta assim, vou te soltar e vamos embora eu me enganei a seu respeito, voc� � muito mole, conhe�o menina que aguenta muito mais do que voc� mulher feita, com certeza aqui deixou ela louca de raiva e a humilha��o de ser desvalorizada mexeu com ela, vou ate ela e noto que esta com raiva pelas palavras, voc� � puta de rua barata, n�o vou perder mais meu tempo com voc� (n�o me serve para nada).rnN�o pelo amor de Deus n�o me deixa ? fa�a o que quiser ? eu n�o sou puta barata, n�o eu sou sua puta ? somente sua puta, o que voc� quiser eu fa�o, se quiser que eu n�o caso eu n�o caso, se quiser me usar todos os dias e me mandar embora fa�a, mas n�o me deixa, com o senhor eu sou explorada, usada, humilhada mas eu amo tudo isto desculpe a minha atitude pode me punir, isto para os meus ouvidos se tornou musica.rnEla nem terminou a frase levou o primeiro tapa uma serie de vinte no rosto, a desamarrei e tirei a venda, me deitei na cama ao lado dela e empurrei-a com os p�s para fora da cama, ela veio de joelhos pedir para mamar o cacete estava com fome e precisava de leite.rnSobre aqui o cadela d� xota na minha boca e mama ele direito e mais n�o pode gozar ou ser� punida sem piedade, l�gico que eu dono da maldade sabia exatamente o que faria, eu pedi a xota na boca, mas o alvo era o cuzinho, n�o deu outra ela enlouqueceu, louca de tes�o e eu prendi a cabe�a dela nas minhas perna socando o cacete ate a garganta e ela tentando dizer algo sem conseguir ? l�gico que estava gozando novamente, sem piedade soquei tr�s dedo na xota e continuei lambendo o cuzinho, soltei as pernas e a fiz ela sentar no colo de costas para mim, ela sentou o cacete deslizou para dentro do cuzinho dela incrivelmente f�cil, e peguei o dilatador e brincava na sua xota ate colocar a cabe�a dentro dela ela come�ou a chorar novamente mas de prazer, dizendo que n�o aguentava mais gozar.rnEla gozou como uma cadela no cio realmente rios do n�ctar feminino e foi iniciada de todas as formas poss�veis e imagin�veis gozei dentro dela do cuzinho que eu delicadamente arrombei, o corpo que eu torturei agora � meu e estarei dando a permiss�o de uso como empregada ao Marcelo, mas isto somente ap�s Novembro.rnrnQuem quiser entrar em contato comigo fique a vontade: [email protected] DOMADOR

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