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TIOZINHO SAFADO

Ol� pessoal, tentarei relatar a foda mais gostosa que tive at� hoje... o que ainda n�o sei explicar afinal j� tive algumas bem mais emocionantes, mas nunca gozei como gozei nesta. Me chamo Camilla, tenho 24 anos, sou digamos uma fofa bem gostosa, afinal s�o uns quilinhos a mais, distribu�dos a uma estatura de 1.80m de altura, seios nao muito grandes, posso dizer que lindos (modeste a parte, afinal apesar do tamanho m�do, possuem uma aur�ola maior, o que torna uma del�cia, dignos de muitos elogios de uns poucos privil�giados que puderam experimentar).rnMas vamos l�... vamos comentar o que rolou comigo no dia 20 de dezembro de 2012.rnrnrnSou uma f� nata, com uma prefer�ncia pessoal por tiozinhos, e n�o pela faixa et�ria de 36 a 42 anos, prefiro os de 46 aos 50. rnrnSou estudante de Biomedicina, e j� estou quase me formando, curso este q nao criou em mim nenhuma expectativa sexual, em rela��o aos amigos de sala que supostamente teria, afinal a maior parcela da turma � constituida pelo sexo feminino. Mas eis que surge uma pimenta a mais quando me deparo logo no primeiro dia de aula com Paulo, um coroa intelectual, 1.79m, cabelos pretos, corpo atl�tico, e o melhor o tiozinho tinha 45 anos quando o conheci. Ficamoa ao longo do tempo muito amigos, amizade esta que se deu devido nossa afinidade de pensamentos pol�ticos sociais e educativos. ( Como disse anteriomente, sou estudante de biomedicina e nao somente uma putinha a mais na sociedade, gosto de sexo sim, mas sou uma mulher com uma cabe�a pensante... frase citada agora que o Paulo j� cansou de me elogiar e falar comigo.rsrsrsrsrnrnResolvemos na data citada acima promover uma CONFRATERNIZA�AO das turmas de biomedicina 5ª periodo que � a minha , juntamente com o 1ª per�odo. Lembrando que o Paulo � da minha sala, o q o fez motivos de muitos olhares discretos e muitas siriricas batidas por mim em momentos de tes�o.rnrnRumo a festa, final de ano, f�rias e estavamos com todo intusiasmo para viver esse grande momento de al�vio para todos os acad�micos.rnE eis que chegou o grande dia. Algumas amigas vieram para minha casa, para nos arrumarmos e irmos para a confraterniza��o da biomedicina. Estava com um vestidinho azul, que era larguinho, mas que no bumbum deliniava perfeitamente o meu bumbum e meu quadril. Encontramos em um posto de gasolina com a galera, para todos irmos juntos, e decidi que iria comprar umas cervejas nessas lojas de conveniencias de posto de gasolina. O atendimento demorou muito, e quando saio da loja, eis que meu tiozinho estava parado no posto a minha espera encostado no seu carro. Disse que estava linda, cheirosa e fomos todos a caminho da festa. Fiz quest�o de ir com minha amiga, e nao no carro dele, afinal mulher tem q fazer um charme, deixar o cheiro de f�mea e tes�o no ar para as coisas acontecerem de forma mais gostosa.rnrnChegamos na festa e muitos olhares se mistificavam , era muito alcool, muita descontra��o, e da minha parte claro, muito tes�o tbm. E num determinado momento resolvo levar uma cerveja para o Paulo, com segundas inten��es e foi tiro e queda, foi eu colocar a cerveja no seu copo, com um olhar dominador, que o mesmo n�o resistiu e veio me encoxando tentando me beijar, n�o o beijei. Continuei aquele joguinho de sedu��o, sentindo seu cacete mais duro encostando no meu bumbum, e minha bucetinha j� encharcada com a situa��o.rnrnSentimos falta de um amigo, Paulo e eu, e resolvemo ligar para o mesmo que estava em BH trabalhando, o convidamos para a festa e o mesmo estava sem carro, decidimos busc�-los. Dentro do carro minha vontade era ser possu�da por aquele macho, mas me contive, buscamos nosso amigo, voltamos e nada aconteceu. Me senti desmotivada, mas os olhares continuavam, at� que ele ficou o tempo inteiro sentado proximo a mim, conversa vai conversa vem e ele me tascou um beijo... sai e comecei a dan�ar um funk com as meninas da sala, e me oferecendo discretamente a ele. Podia ver seu pau latejando por dentro da bermuda, e todo seu tes�o emitido por seus olhares a mim.rnrnResolvemos sentar com um casal de amigos, ele de perna aberta em um banquinho e eu de ladinho pertinho dele... nao deu outra, ele foi chegando, chegando e quando dei por mim j� estava aos beijos, com minha bunda encostada em seu pau... ele me apertava, me beijava. N�o nos preocupavamos com nada, nem com olhares, s� queriamos ficar assim beijando e sentindo todo tes�o que exalavamos. Ficamos nessa de beijo , amasso e socializando com o pessoal. Minha cabe�a estava um turbilh�o , afinal ele � meu amigo e al�m de tudo da minha sala, estava louca para sentir aquele pau dentro de mim, mas e depois? Ainda faltava um pouco para nos formamos, e teriamos q conviver com aquilo. rnrnO pessoal come�ou a ir embora e eis que resolvemos ficar, pois tinha esquecido minha carteira dentro do carro da minha amiga e no dia seguinte pegaria com ela, j� que estavamos em outra cidade e de f�rias. Decidimos dormir no carro. Entramos no carro eele na frente e eu deitadinha no banco de tr�s, algo me incomodava, era tes�o demais, e nao tinha como agir diferente pois estavamos numa casa de uma colega de sala. Ele veio para o banco de tr�s e come�amos a conversar, quando n�o conseguimos mais segurar o tes�o, e senti aquele beijo molhado, aquela barba por fazer, em meu rosto, me beijando, suas m�os come�aram a caminhas pelas minhas pernas, ele tirou os meus seios para fora do vestido e come�ou a mamar forte neles, a respira��o forte e alta que me deixa com muito tes�o. Eu gemia baixinho, mandando ele parar, mas isso aumentava ainda mais seu apetite, e ele parecia que ia sugar todo meu bico do seio. Minhas m�os come�aram a deslizar pela sua coxa, sua bermuda e j� estava segurando firme aquele pau... e que pau a principio tinha notado que era grande, mas quando tirei para fora, minha buceta se contraiu de desejo, parecia um cogumelo, um pau grande e grosso com uma cabe�a ainda mais grossa e vermelha, totalmente molhada de tes�o. N�o aguentei e tive que sentir o gosto daquele caldindo, huuuummmm del�cia... s� de pensar minha buceta se contrai de tes�o. Lambia toda extens�o daquele cacete, passava a lingua pelas bolas, e num misto de desejo e vontade enfiei aquela cabe�a enorme na boca, ele gemia de olhos fechados, me chamando de puta, vadia, safada. Falava que minha boca era gostosa demais, que eu realmente mamava gostoso como j� havia confidenciado a ele em algumas conversas e experiencias. Dizia eu mamar gostoso no cacete dele, e que era o melhor boquete q ele tinha recebido na vida. Sei q devo ter ficado uns 19 min chupando aquele pau delicioso e quando via q ele ia gozar, parava e revesava com lambidas inocentes ...kkkk... na cabe�a e lambidas nas bolas, e fiquei nessa brincadeira. At� que ele veio para cima de mim me beijando, me chamando de gostosa, com as m�os entre as minhas pernas onde ele arredou minha calcinha e pode sentir o tanto que queimava e t�o babadinha estava minha buceta, quando ele encostou a mao ele deu uma gemida deliciosa proxima ao meu ouvido q me deixou com mais tes�o e dizia assim: Nossa, que deliciam que buceta molhada, olha isso... camilla vc � gostosa demais e ficou brincando com meu grelinho enquanto me beijava e dizia obcenidades ao p� do meu ouvido que me deixavam louca: isso putinha, goza no dedo do seu macho goza, goza gostosa... eu via o jeito q vc me olhava. E eu gozei, molhei toda sua m�o, meu corpo tremeu embaixo do Paulo, e ele ainda continuava de pau duro.rnrnResolvemos dar um tempo pois ainda havia algumas pessoas acordadas na festa, e claro eu nao iria me expor dessa forma, ainda mais na casa de uma amiga da faculdade. Eu tinha medo, vou ser sincera, do que os acad�micos poderiam pensar se dessemos algum furo, e queria q aquilo ficasse somente entre n�s dois, apesar de todos terem visto os beijos picantes que estavamos dando no meio da festa.rnrnFicamos conversando, ele dizendo o quanto me admirava como mulher, afinal eu era uma mulher pensante e nao uma mulher f�til, o quanto era inteligente e capaz, e o orgulho enorme q ele sentia ao me ver debatendo em sala de aulas com alunos que se diziam intelectuais, mas que no fundo era uma verdade absoluta somente deles e n�o algo com um fator de impacto relevante.rnrnQuando demos por n�s todos tinham ido dormir, e alguns haviam ido embora, as luzes da casa e da �rea da casa j� haviam sido apagadas. Ele me acordou pois estava cochilando , me acordou beijando meu pesco�o, minha boca, me chamando de gostosa... e me ascendeu novamente.rnrnComecei a beij�-lo desesperadamente, e j� tirei o seu pau para fora e comecei a punhet�-lo, n�o quer�amos perder tempo, j� est�vamos famintos num prazer que s� nos dois entendiamos naquele momento. E n�o aguentei, minha buceta ja se contraia e pingava de tes�o, foi quando o beijando, passei as duas pernas sobre ele e encostei aquela cabe�a enorme na porta da minha buceta e fiquei ali o beijando e dando empurradinhas de leve na portinha. Quando coloquei mais press�o ela come�ou a deslizar para dentro e fui sentindo uma mistura de dor e prazer, e vontade, vontade de sentir aquele pau enorme e grosso me preenchendo toda. E comecei um movimento fren�tico de vai e vem emcima dele, ele gemendo e com uma respira��o forte eu dizia: T� gostoso, t� seu puto? � isso que vc estava querendo neh? Sentir essa buceta engolindo seu pau todo? A cada palavra que dizia eu sentia mais tes�o e ele tbm, ambos gemendo baixinho, foi quando fiquei paradinha e ele come�ou a me fuder gostoso eu sentia aquela cabe�a tocar bem fundo, dando um dorzinha prazerosa que me deixava mais louca, e fazia com que ela molhasse ainda mais seu pau e escorresse pelas suas bolas. Ele ja morrendo de tes�o pediu para eu ficar de 4, arredou minha calcinha , segurou nela, e enfiou seu pau de uma vez bem fundo arrancando de mim uma sensa��o de �xtase, e me puxando pela calcinha forte, atolando aquele cacete duro na minha buceta encharcada, que estava t�o molhava que eu sentia escorrendo pelo seu pau. E eu gozei... gozei como nunca tinha gozado antes. Ele me colocou de barriga para cima e come�ou a chupar meu grelinho, esfregando aquela barba na minha buceta e enfiou novamente seu pau.. e gozou.... gozou me chamando de gostosa, urrando de tes�o. Tirou a camisinha, e pude ver uma quantidade de porra indiscut�vel. Ficamos conversando e beijando at� certo hor�rio, quando o dia amanheceu fomos na casa da minha amiga pegar a carteira, depois fomos embora e continuamos nos relacionamente durante toda as f�rias e outras fudidas aconteceram, uma melhor que a outra. E o que mais me excita � que al�m de homem, al�m de 47 anos ele � um cara mto bacana e sabemos diferenciar as coisas. E intelectual, o que me excita demais. Espero que tenham gostado, e espero escrever novos contos.rnrnBeijinhos thucos.rnrnAt� a pr�xima!!!

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