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ME PEGARAM NA PISTA DE SKATE

Perto do meu pr�dio, tem uma pra�a onde eu e outros meninos ficamos andando de skate.rn Uma tarde, tava muito calor. Depois do almo�o, tirei o uniforme da escola e em vez de jeans ou bermuda, vesti um shortinho branco, apertadinho que uso na academia, sem nada por baixo. Coloquei uma camiseta curta que deixava uma parte da minha barriguinha de fora, e tenis sem meia. rn Peguei o skate e fui pra pra�a, onde j� tinha uma galera.rn Tava la de boa, andando de skate com os outros meninos, quando vi um coroa que sentou num banco e ficou olhando pra gente. De vez em quando, eu dava uma olhadinha pra ele, tambem. Foi ai que eu percebi, que ele n�o tava olhando pra mulecada toda. Ele ficava olhando s� pra mim.rn Ent�o comecei a fazer umas manobras passando perto do banco que ele tava sentado, s� pra ver qual que era a dele.rn Era um coroa sarad�o, bem cuidado, devia ter mais ou menos uns trinta anos. Tava vestido com uma daquelas cal�as socias beje claro, camisa branca aberta em cima, com a gravata meio solta, e sapato marrom. E era bem bonito.rn Cada vez que eu passava perto dele, ele ficava secando meu bumbum apertado naquele shortinho branco.rn Como sua cal�a era de tecido fino, dava pra ver bem sua rola grossa e duas bolonas apertadas la.rn Decidi provocar o estranho e fiquei fazendo manobras passando bem perto do seu banco, me exibindo, empinando a bundinha. Parava pertinho dele e falava com os outros muleques, de costas pra ele, passando a m�o no meu bumbum, puxando o shortinho pra cima, deixando uma parte da minha bunda lisinha, de fora.rn Percebi que o cara ficou bem excitado com aquilo. Cada vez que eu passava, ele dava um sorrizinho e acariciava a rola enorme que ja tava inchada, apertada na sua cal�a. Comecei a ficar excitado tambem.rn Os muleques foram saindo cada um pro seu lado e ficamos eu e o estranho sozinhos na pra�a.rn Eu continuei andando com meu skate, pertinho do banco dele, fazendo poses provocantes e trocando olhares. Quando eu ja tava cansado, fui me sentar no mesmo banco que ele.rn ?Da licen�a, mo�o? falei, e ele ?Claro, senta ai? e disse que se chamava Fabiano, era advogado e andava de skate antes de come�ar a trabalhar e quando viu a gente la na pra�a, resolveu parar pra ficar olhando. Me apresentei tambem e fiquei brincando com as rodinhas do skate, que estava apoiado no meu colo.rn Enquanto ele falava sobre o tempo que andava de skate, gesticulava e se mexia e eu de vez em quando dava uma olhadinha disfar�ada pra sua mala no meio das pernas. Ele percebeu, ent�o enquanto falava, ficava ajeitando a rolona grossa e cabe�uda por cima da cal�a, olhando pra mim.rn Senti um arrepio gostoso atravessar todo meu corpo.rn N�o tinha ninguem na pra�a, ent�o resolvi provocar de verdade. Levantei do banco e ficando de costas pra ele, puxei meu shortinho bem pra cima, deixando metade do meu bumbum branquinho e lisinho todo de fora e me espreguicei, empinando a bundinha bem perto dele.rn Quando me virei, vi que aquilo o deixou bastante excitado. Ele me devorava com os olhos e alisava seu paus�o duro, enorme, que parecia que ia rasgar a cal�a de t�o grande. Fiquei com tes�o tambem. Olhei pra sua rola dura, olhei nos seus olhos com uma cara bem safadinha e passei a lingua nos labios. ?Quer ouvir um som no meu carro?? ele perguntou ?Ah sim, claro. Rsss? respondi.rn Seu carro tava estacionado la perto, num canto escuro da pra�a, onde n�o passava ninguem.rn Entramos no carro, joguei meu skate no banco de tras, me sentei no banco de passageiro e fiquei olhando pra ele.rn O Fabiano colocou um rock da hora pra tocar, e sem perder tempo, abriu sua cal�a e puxou a rola pra fora ?� isso que voce quer?? olhei pra ele e dei um sorrizinho. Ele pegou minha m�o e me fez segurar. Seu pau tava meia bomba, mas foi s� eu punhetar um pouco, ele come�ou a crescer, ficar mais grosso e pulsar de desejo na minha m�o ?Hmmm, isso... Assim mesmo? ele murmurava.rn Me abaixei e comecei a beijar e lamber sua rola, enquanto punhetava. O Fabiano tremia todo de prazer. Ele abaixou a cal�a e a cueca at� os joelhos e abriu as pernas, exibindo aquele mastro enorme, latejando de desejo e suas bolas enormes, duras e cheias.rn Comecei a chupar com gula, enfiando sua rola at� onde cabia, punhetando forte com uma das m�os e acariciando suas bolonas com a outra. Seu paus�o tava t�o quente. Latejava de tes�o, com as veias todas saltadas. Era lindo. Queria engolir ele todo, mas era grande e grosso demais.rn Eu chupava da melhor maneira que dava, acariciando com for�a a parte bem grande que n�o cabia na boca. Ele fechou os olhos ?Hmmm... assim mesmo...aaah... n�o para, nenem...? se retorcia, respirava forte, tremia de prazer a cada chupada que eu dava.rn Fui lambendo todo seu membro, sem parar de punhetar, passando a lingua pelo seu pint�o inteiro, descendo devagarinho at� chegar nas bolonas. Ele abriu mais as pernas e come�ou a acariciar meus cabelos. Ai beijei e chupei cada uma delas. Estavam quentes, duras e cheias. Ent�o retornei com a boquinha na sua glande enorme e macia e voltei a chupetar bem gostoso ?Delicia de putinha. Voce � a melhor. Hmmm, assim...? murmurava e se retorcia todo no banco do carro.rn O Fabiano segurou minha cabe�a com as m�os e com movimentos rapidos do quadril, acompanhava meu ritmo e enfiava a rola mais fundo, at� que deu um gemido, estremeceu e come�ou a gozar. Soltava jatos fortes, densos e fartos de esperma. Eu continuava chupando sem parar e ia engolindo tudo. A cada esporrada, ele enchia minha boca de leite quente e denso que eu engolia sem deixar cair nem uma gota. Uma delicia.rn Quando ele parou de esporrar, continuei segurando bem forte sua rola e fiquei chupando s� a cabe�ona do seu piroc�o. Ele gemia, se contorcia de prazer e acariciava meus cabelos.rn Sentei no meu banco e fiquei acariciando de leve o seu pau, que continuava duro que nem ferro.rn Ent�o ele olhou pra mim e falou ?Agora � minha vez? me colocou ajoelhado no banco de passageiro, com a bundinha virada tras. Se encaixou ajoelhado por tras de mim e ficou beijando, cheirando, morderndo meu bumbum por cima do short, que nem um tarado. Ai abaixou meu shortinho e enfiou a cara no meio da minha bunda, lambendo e chupando meu cuzinho com gula.rn Aquilo me deixou doidinho ?Aiiin, que deliciaaa? Abri bem as pernas, empinei a bundinha me oferecendo todo, gemendo e rebolando na sua lingua quente, que ele ia enfiando cada vez mais fundo. Ele n�o parava com aquela lingua nervosa, me deixando louco de tes�o. Eu me arrepiava todo, quase chorando de desejo de sentir alguma coisa bem grande me fodendo ?Ain Fabianooo. Me come?? falei com voz de suplica.rn Ai ele passou um gel no meu anelzinho, encostou a glande quente e pulsante e come�ou a for�ar. Era muito grande. Ele for�ava mais e dava soquinhos, tentando empurrar pra dentro. Eu tava louco pra sentir aquela tora me foder bem gostoso. Arrebitava bem a rabeta empurrando contra seu pau. E ele for�ando. At� que num pulo, a cabe�ona entrou de uma vez.rn Dei um gritinho de dor. Meu cuzinho ardia todo. O Fabiano puxou pra fora e enfiou de novo. Dessa vez doeu menos. Ele ficava pondo e tirando s� o cabe��o da rola. Meu cuzinho j� n�o ardia mais. Aquela cabe�ona enorme, entrando e saindo tinha alargado meu cuzinho e aquele entra e sai tava uma delicia ?Enfia tuuudo. Me arromba, vaaai...? implorei, e ele n�o esperou eu falar de novo. Enfiou o cabe��o de novo e n�o tirou mais. Com movimentos suaves de vai e vem, foi enterrando aquele caralh�o grosso, centimetro por centimetro, cada vez mais fundo. Eu gemia baixinho, sentindo aquela tora me invadindo lentamente.rn Foi puxando e enfiando, cada vez mais fundo, at� que senti suas bolonas quentes encostarem no meu bumbum. Respirei fundo. Aquela rola enorme, grossa e quente, estava enterrada at� o talo, pulsando dentro de mim. Ele se inclinou e me abra�ou forte. Senti o calor do seu peito nas minhas costas. Ele beijava meu pesco�o, lambia e mordiscava minha orelha ?Seu viadinho tesudo. Agora vou foder essa bundinha, bem gostoso? murmurou com a voz rouca no meu ouvido, me arrepiando todo.rn Ent�o me agarrou pela cintura e come�ou a bombar. Puxava at� quase sair e em seguida socava at� o fundo, batendo as bolas na minha bundinha. Foi fazendo isso cada vez mais rapido, aumentando ritmo a cada estocada, at� que, em pouco tempo, estava me fodendo num ritmo furioso.rn Socava fundo num ritmo alucinante ?Era essa rola que voce queria, viadinho? Ent�o toma!? e bombava sem parar ?Siiiim, me fode, me arrombaaa? e ele socava cada vez mais forte. Come�ou a dar tapas na minha bundinha, me levando ao delirio. Eu gemia bem alto e gozava seguidamente ?Rebola, putinha. Rebola no pau do teu macho? empinei o bumbum e rebolei naquele caralho grosso, que me fodia t�o gostoso. Ele dava tap�es fortes com as duas m�os ?Naum para, naummm paaara? eu gritava e me arrebitava todo, delirando de tes�o.rn O Fabiano bombava t�o forte, que eu n�o parava de gozar. Aquilo tava uma delicia. Eu abracei bem forte o encosto do banco, enfiei um dedo na boca e come�ei a chupar. Chorava baixinho, me entregando todo, sentindo aquela tora grossa me arrombando sem parar.rn Ent�o ele agarrou forte minha cintura, estremeceu todo e dando um grito abafado, come�ou a gozar dentro de mim. Sem parar de bombar nem um instante, foi soltando jorros fartos e quentes de esperma.rnEu me arrebitava o mais que podia e rebolava no seu caralh�o. Ele socava forte e me inundava de leite.rn Ai o Fabiano puxou o pint�o pra fora, me deixando um vazio no cuzinho. Reclinou o banco at� eu ficar deitado com o bumbum pra cima. Me virou de costas no banco, de frente pra ele e levantou minhas pernas, apoiando cada uma delas em um ombro. Me deixando com a bundinha toda aberta por baixo dele.rn Encostou a cabe�a do pau no meu cuzinho e come�ou a for�ar a penetra��o. Dessa vez foi mais facil, e com poucas estocadas a cabe�ona entrou escorregando macia. Dei um gemido de prazer.rn Com movimentos de vai e vem foi enterrando sua tora at� o fundo. Eu gemia baixinho, sentindo aquele mastro quente, me invadindo outra vez. Ele come�ou a bombar com for�a, batendo as bolonas pesadas a cada estocada.rn Escorreguei minhas pernas de seus ombros e encolhi as duas, ficando como um frango assado, com a bundinha toda escancarada pra ele. O Fabiano, apoiou as duas m�os no encosto do banco todo reclinado, e passou a socar a rola com tudo ?Que bundinha gostosa. Que cuzinho apertadinho...? e bombava furiozamente. Eu gozava e gemia que nem as vadias de filme porno, sentindo aquela tora grossa me fodendo. Ai, que delicia.rn Ele socava forte, com estocadas vigorozas. Seu rosto inclinado sobre o meu, suava, pingando sobre mim. Come�ou a lamber meus labios, babando na minha boca. Enfiou minha orelha toda dentro da boca. Beijava e mordia meu pesco�o, bombando com tudo, sem parar um instante. Eu delirava de tanto tes�o, gozando seguidamente.rn Ent�o estremeceu todo e gozou, me enchendo de leite quente, mais uma vez.rn Nos vestimos, ele pegou a carteira e perguntou ?Voce quer alguma coisa, ta precisando de alguma coisa?? dei um beijinho no seu rosto e falei ?N�o, voce j� me deu tudo que eu precisava? peguei meu skate e sa�.rn Tava escurecendo. Fui andando distraido e levei um susto quando dei de cara com o Z�, o vigia da pra�a. Um velho fort�o e barrigudo, vestido num uniforme azul de guarda noturno.rn Ele me encarou muito s�rio e falou ?Bonito, hein? Pensa que eu n�o vi?? e eu ?Naum, Z�. N�o � isso...? e ele, mais serio ainda? N�o � isso o queee. Dando a bunda na minha pra�a. E se eu conto pro seu pai?? e eu ?Aaai, naaaum. Num faz isso, Zee�? fazendo bei�inho, ele me olhou com menos seriedade. Deu um sorrizinho rapido at�.rn Come�ou a olhar meu corpo todo e falou ?Se voce colaborar comigo, n�o falo nada pra ninguem? e ficou acariciando um volume bem grand�o no meio das pernas, com cara de safado.rn Acho que da pra adivinhar que tipo de colabora��o ele ia querer...rn

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