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GAROT�O DO HOTEL FAZENDA

oi gente, resolvi dividir essa experiencia com voces. O caso � ver�dico e aconteceu no carnaval desse ano, quando fui passar o feirado num hotel fazenda em piratuba. Chegamos mais ou menos �s 5 horas entao meu pai acho melhor que fossemos para as cabanas arrumar tudo e depois jantarmos e nos informar melhor sobre os servi�os do hotel. Foi o que fizemos, arrumamos tudo, e fomos jantar, comemos muito bem, pois o jantar estava delicioso; pedimos as informa�oes e como estavamos cansados, fomos para a cabana dormir, no outro dia acordamos cedo, para aproveitarmos o dia. Tomamos caf� e resolvemos andar de cavalo, chegando l� os cavalos estavam todos selados e pronto para ser montados, uma pequena fila aguardava para come�ar o passeio, mas o que me chamou aten��o foi o garoto que estava organizando tudo, um jovem de aparentemente 19 ou 20 anos, corpo atl�tico, e sotaque de interior, por�m lindo, fiquei perdido em pensamentos obscenos quando ele chegou para mim e disse:

- oi, voc� vai querer montar??

eu imediatamente respondi que sim, mas que tinha um detalhe.. eu nunca tinha montado na minha vida, entao ele disse que nao era pra mim c preocupar pois ele cuidaria de tudo, escolhi um cavalo e montei, entao ele veio e me ensinou como guia-lo, e falou pra mim ficar sempre ao lado dele, caso algo acontecesse. O passeio come�ou, ele me dava instru�oes ao longo da trilha, as quais eu nem estava mais ouvindo, apenas viajando no corpo dele, imaginando como seria ter aquele macho dentro de mim, e en�o decidi que o teria, e que tentaria seduzi-lo a quaquer custo, mas tinha um pouco de receio pois ele parecia ser heterosexual, e um escandalo naquele momento nao era muito conveniente. terminamos a trilha e ele perguntou se eu havia gostado respondi que sim, e pedi ajuda para descer ( eu sebia como descer do cavalo, mas queria ele mais pr�ximo de mim) entao ele me ajudou a descer, aproveitei para dar uma passada nas coxas dele, ele desconfiou, mas acho que deve ter pensado que foi sem querer. fiquei a manha inteira cavalgando e conversando com ele, perguntei seu nome, ele me respondeu que se chamava Cristian, e tinha 19 anos. Queria ficar a s�s com ele, mas sempre tinha alguem pra atrapalhar e ir junto na trilha. O horario de passeios havia terminado pela manha e entao fomos tomar banho, e depois ao restaurante, descobri que ele tambem trabalhava como gar�on, entao pedi um suco de laranja, ele me trouxe o suco, e foi para um dos cantos do restaurante. Percebi que ele me observava, entao resolvi provocar um pouco, e come�ei a chupar os canudos com gosto, ele olhava com uma cara de espanto, mas mesmo assim o tes�o era perfeitamente perceptivel nos olhos dele, ele estava confuso, nao sabia ao certo se era provoca��o ou coincid�ncia, e eu nao deixei nada muito na cara, pois caso ele nao estivesse afim, diria que foi apenas coincidencia. Trocamos olhares, e entao meu pai perguntou se n�s ( minha m�e e meu irm�o) queriamos ir as termas de piratuba, eles responderam que sim, eu disse que ficaria no hotel.

Logo ap�s o almo�o eles sa�ram, era a oportunidade perfeita, mas como os passeios s� come�avam as 19 horas, resolvi pescar um pouco pra passar o tempo, estava pescando quando ele se aproximou e come�ou a puxar conversa:

- Quer dizer que o cavalero, tbm eh pescador ent�o... disse ele sorrindo

- Pois � n�, enquanto nao come�a os passeio resolvi pesca um poco

- Pego quantos??

- 3 por enquanto...

Ele riu e eu o convidei para sentar ali um pouco, ele sentou na grama enquanto eu continuava a pescaria, percebi que ele estava fitando minha bunda, ent�o come�ei a caprichar, dava uma rebolada cada vez que puxav o anzol, e come�ei a fazer tudo errado, com a inten��o de que ele me ensinasse a pescar. N�o deu outra ele levantou e falou:

- Mas desse jeito tu n�o vai pega nada msmo, tu tah puxando errado.

- S�rio?? bah � que eu nao so muito acostumado a pesca sabe, mas como que � o certo?

- Assim oh.

Ele me abra�ou por tr�s e segurou minhas m�os, senti um enorme volume, ro�ando na minha bundinha, fiquei excitado imediatamente, ele me "explicou" como deveria fazer, mas mesmo assim nao saia de tras de mim, disse que era pra mim tntar, enquanto ele me corrijia. O pau dele j� estava duro como uma pedra, o clima j� estava ficando quase insuportavel, minha vontade era pular em cima dele, e chupar ele todinho, ali no lago mesmo, mas me contive e perguntei:

- Vai demora muito pra come�a as trilha no meio do mato??

Ele entendeu o recado e saiu para ajeitar os cavalos. Era cedo da tarde, e quase todas as fam�lias estavam dormindo, portanto s� itnha eu na fila do passeio, como n�o tinha ninguem ele disse que ia me levar sozinho, e mandou eu escolher um cavalo, escolhi o mais alto, justamente o que eu nao conseguria subir sem ajuda, pedi para ele me ajudar e ele me deu um empurraozinhu, enquanto fazia isso, percebi que ele apalpava minha bunda, olhei para ele com um sorrisinho safado e agradeci.

Come�amos a trilha, fomos andando, quando estavamos fundo no mato e comecei a me "sentir mal", e pedi pra darmos uma parada, ele aceitou sentamos no pe de uma arvore e eu deitei no colo dele,come�ei a me mecher fazendo com que minha boca tocasse seu penis, entao parei com a cara no pau dele, e senti ele crescer, estava de olhos fechados pra finjir que cochilava, ent�o senti que ele havia enfiado a mao por dentro de minha bermuda, tocando a minha bunda, come�ei a rebolar, e a acariciar o penis dele, ele abriu as cal�as e pediu que eu fizesse um boquete, eu imediatamente cai de boca naquela pi�a deliciosa, era grande, mas nao muito grossa, ele come�ou a fuder minha boca, e enfiar seu dedo no meu anelzinho, ambos gemiamos de prazer, entao ele mandou eu ficar de quatro, pois queria foder o meu rabinho, hesitei um pouco pois seu penis era grande, e eu sabia que iria doer, mas ele pediu pra mim ficar calmo, que ele iria bem devagar, e foi o que ele fez, no inicio dei alguns gritos de dor, que loo se transformaram em urros de prazer, ele come�ou a bombar mais rapido num vai-e-vem alucinante, eu estava delirando, impulsivamente eu falava, vai...vai fode mais, fode que eu so teu!!, ele dizia baixinho no meu ouvido, claro minha putinha!!

Senti que seu corpo come�ou se contrair, e logo apos uma jorrada quente inundou meu c�, senti a porra dele escorrendo entre as minhas pernas, e gozei tambem.

Sentamos um do lado do outro ( ainda n�s), e trocamos olhares carinhosos, ele foi se aproximando e me deu um beijo, um beijo perfeito, nossos cora�pes batiam mais forte, nossa respira��o se tornou ofegante, e ficamos ali abra�ados por mais ou menos 30 minutos.

Ficamos mais de uma hora fora, e qndo voltamos havia uma fila enorme nos esperando, imediatamente o chefe dele veio perguntar o que havia acontecido, respondi que como nao havia ninguem na fila, insisti para darmos uma volta mais longa, pois queria aprendeu a cavalgar. O chefe acreditou e os passeios continuaram normalmente.

E assim foram todos os dias do feriado, sempre davamos um jeito de tirar um sarro, nem que fosse no banheiro do restaurante.

Era o ultimo dia, eu estava arrumando as malas muito d� de ter que acordar daquele sonho maravilhoso, afinal, estava numa fazenda, s� curitndo, e ainda tinha um homem, lindo, jovem, bonito e gostoso ao meu lado.. era perfeito. Mas tudo tem um fim n�o eh msmo, entao enquanto meu pai carregava as malas para o carro fui at� o galpao me despedir dele. Nos beijamos loucamente e ele susurrou no meu ouvido: V� se volta pra me visitar viu!?! respondi que daria um jeito de voltar ali ainda esse ano.

Entrei no carro e voltamos para minha cidade, hoje j� estou convencendo meu pai a voltarmos l�, e tudo indica que no final do ano, passaremos mias uma semana l�. ae qndo aontece, eu conto pra voces aqui ok?!?

Espero que tenham gostado do conto, pois � uma historia veridica, e que ateh hj me d� saudades.



abra�o galera... e at� proximo conto!



DRACO

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