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UM NEGRO PARA A ESPOSA

Depois do �ltimo caso com minha querida mulherzinha (2 MACHOS PARA A ESPOSA), eu resolvi contar nossa �ltima experi�ncia.



Havia muitos anos que minha tesuda esposa Dora fantasiava uma transa com um homem negro. De preferencia que este fosse um homem bem masculo, do tipo fisiculturista e super dotado.



Depois de muito tempo, resolvemos colocar em pratica nossa imagina��o. Visitamos algumas paginas da Internet e acabamos fazendo amizade com um homem de 38 anos, 1,90, 90 kg e dotado de um membro de 24 x 6cm. Era tudo que minha esposinha queria. Marcamos um encontro inicial para avaliarmos os comportamentos e ficamos admirados. Carlos, seu nome, era um verdadeiro cavalheiro. Muito culto e fino, mostrava porque quis nos conhecer, pois sempre teve vontade de participar de um menage, mas como n�s, tinha receio de se decepcionar. Quando ele foi apresentado à minha tesuda esposa, todos os seus receios, vieram por terra. Ele ficou maravilhado, visto que ela � uma morena bronzeada de sol, 1,56 m e 49Kg., olhos verdes e um verdadeiro tes�o, com marquinhas de seus biquinis fio dental na sua bunda fenomenal.



Tomamos muitos drinks, o que nos soltou bastante. Resolvemos que era hora de nos conhecermos mais intimamente, pois n�o haveria mais o que pensar e o que avaliar. Entramos no carro e dirigimo-nos ao primeiro motel que avistamos.



Ao entrarmos na su�te, ele a agarrou, pois j� vinham se lambendo desde o caminho at� o motel.



Ela gemeu e ele se transformou. Onde havia um homem extremamente educado e fino, vimos incorporar, o que serviu para aumentar ainda mais o tes�o, um homem rude e autorit�rio. Mais uma vez eu preferi ficar s� olhando, pois uma das coisas que mais me excita � ver minha Dora rebolando em uma pica. Friso bem que sou somente heterosexual e n�o tenho nenhuma inclina��o para o homosexualismo, por�m n�o sou contra quem tem. Carlos disse que gostava de submeter a esposinha de um corno sem interrup��es. Eu concordei, � claro, primeiro devido à situa��o e segundo que era para isso mesmo que est�vamos ali.



Ele praticamente arrancou o vestido de Dora e for�ou a cabe�a dela em dire��o ao seu membro.



Assim que Dora ajoelhou-se, ele abaixou sua cueca e saltou um poste imenso. A cabe�a parecia uma ma��. Ele segurou a cabe�a de minha mulher por tr�s e enfiou com dificuldade, aquela estrovenga em sua boquinha. Os olhos de Dora brilharam. Ela nunca havia sugado um membro t�o viril. Ela fazia garganta profunda com ele, que simplesmente n�o acreditava no que via. Mas minha mulherzinha, puta experiente em boquetes, passava a l�ngua em toda a extens�o daquele monstro e j� engolia o l�quido que saia em abundancia. Ela j� estava com o rosto todo lambuzado quando Carlos disse: “Abra bem a boca sua putinha, que eu vou gozar !!” Dora gemendo, olhou para ele, como que pra desafi�-lo e disse: “Goza seu cavalo, eu sou sua �gua e quero sentir seu leite na minha garganta !!”. Confesso que naquele momento, eu pensei que minha esposa fosse se afogar. Era porra para todo lado. Aquilo que ela n�o conseguiu engolir, escorria pelo canto de sua boca. Uma vis�o simplesmente fant�stica. Aquele negr�o de p� esfregando sua imensa pica na cara de minha esposinha, agora totalmente subjulgada de joelhos, gemendo e gozando s� de engolir a porra de um macho.



Ele agora olhava para mim, ria e perguntava: “Aprendeu corno, viu como se trata uma mulher?” . Dora, totalmente despudorada, como n�o podia deixar de ser, levantou-se e veio em minha dire��o cal�ada ainda com saltos altos, rebolando e propiciando ao nosso convidado uma vis�o maravilhosa daquela bunda carnuda e ainda com a boca cheia de esperma, deu-me um beijo de l�ngua compartilhando comigo a porra de outro macho. Carlos resolveu tomar um banho e chamou Dora para ir com ele. Debaixo do chuveiro, Carlos cobriu minha mulher de beijos cada vez mais escandalosos a ponto de Dora suplicar que ele a penetrasse. Mas Carlos n�o se abalava e passava a m�o e a l�ngua em cada cent�metro de Dora. Depois de muitos minutos de bolina��o e chupadas, Dora que j� o punhetava e n�o estava aguentando mais, ajoelhou-se, abocanhou mais uma vez aquela imensa vara e tratou de deix�-la apontando para o teto. Ele ent�o a conduziu at� a cama, deitando-a de costas e iniciou uma sess�o de chupadas, na bucetinha raspada de minha doce mulherzinha. Dora agora, urrava de prazer, gemia, suplicava para que ele a fodesse, pois ela n�o aguentava mais de tanto gozar. Carlos ent�o, pegou com facilidade Dora pela cintura, virou-a de bru�os, colocou uma camisinha, (que ali�s deveria ser especial, tal a dimens�o do seu membro) e come�ou a pincelar sua bucetinha com sua imensa glande. Como Dora estava completamente alagada, Carlos mirou e enfiou de uma vez seus 24cm de pica. Dora gritou com a violencia do ato e abriu-se mais um pouco para receber aquele macho da cor do �bano. Pronto, ele j� estava batendo em seu �tero. Suas bolas encostaram no cuzinho de minha esposa que agora urrava de prazer.



Carlos ia e vinha completamente à vontade. Aquela bucetinha surpreendentemente engolia aquela vara facilmente, tal era sua excita��o. Quanto mais ela levantava o traseiro mais ele enfiava, at� que ele resolveu deix�-la por cima. Dora ent�o, come�ou a descer naquela estaca at� o fundo de sua buceta e a�, levantava e abaixava alucinada. Parecia que ela queria engolir totalmente aquele monstro. Carlos parecia n�o cansar. Depois de aproximadamente uns 20 minutos ele levantou-se novamente, ficando de joelhos na cama e deixando Dora deitada de lado com uma perna mais à frente. Dessa forma ele poderia entrar mais profundamente. Eu estava embasbacado. Fazia de tudo para poder apreciar o melhor �ngulo. Eu me perguntava: Como poderia entrar mais ainda ? A bucetinha de Dora agora era um t�nel de t�o arrombada!!. Carlos e Dora eram s� sexo. O contraste de suas peles era extremamente sensual. Os dois suavam mas n�o se rendiam ao cansa�o. Carlos socava com vigor aquela bucetinha que j� n�o tinha mais dono. Passados mais alguns momentos aquele macho negro gritou, tirou seu pau de dentro da minha mulher, sacou a camisinha e come�ou a gozar seu esperma por cima dos seus peitinhos, alternando em seu rosto e boca. Ela por sua vez urrava e dizia que estava gozando. Suprema vis�o ! Minha Dora agora, totalmente arreganhada exibindo de forma despudorada, sua voca��o de sem-vergonha. Naquele momento, era uma cadela que acabara de foder com seu macho. Dora aproveitou para limp�-lo e feito isso, Carlos socou sua vara por mais alguns momentos, at� tirar aquele monstro, agora fl�cido, de dentro de sua feliz bucetinha.



Ca�ram extenuados, cada um para um lado da cama. Dora subiu em seu peito musculoso e encheu-o de beijos apaixonados. Olhava para mim, como que me desprezando por n�o satisfaz�-la daquele modo. “Ah, meu corninho, pena eu n�o ter conhecido esse macho h� mais tempo. Eu com certeza j� teria te colocado muito mais chifres !!. Carlos olhava para mim e ria: “P�, corno, esta tua mulher � uma vadia mesmo, hein ?” “Gostei demais dessa putinha !! Espero poder fud�-la outras vezes!!”



Eu estava em �xtase. Para mim, a coisa mais excitante era ver minha Dora dando como uma puta para outro homem.



Depois de um longo descanso, os dois come�aram a se chupar. Fizeram um sessenta e nove, onde Carlos come�ou a lamber o cuzinho de Dora que chupava cada vez mais forte seu mastro enquanto ele pentrava seu buraquinho com a l�ngua. Carlos ent�o apanhou um creme lubrificante e anest�sico e come�ou a empurrar um pouco, para dentro do cu de Dora com um dedo. Massageou bastante e depois enfiou mais um e logo em seguida outro. Ele fazia movimentos circulares e de vai e vem com tres dedos. Dora à essa altura, j� n�o falava coisa com coisa. Estava totalmente nas nuvens. Carlos levantou-se, segurou Dora pela cintura e deixou-a de quatro colocando um travesseiro debaixo de sua barriguinha. Aplicou grande quantidade de KY no seu pau, agora sem camisinha, (o que me preocupou um pouco, por�m ele mais tarde apresentou-me seus testes negativos de qualquer DST, o que me tranquilizou muito), e o apontou em dire��o do cuzinho de minha mulher. Fez uma ligeira press�o e aquela bunda engoliu a cabe�a, fazendo Dora dar um grito de dor. Ela quis desistir, mas Carlos deu-lhe um tapa na bunda gritando: “Cala a boca piranha !! Agora eu vou arrega�ar este cu e voce vai ficar bem quetinha, ouviu ?”. Isto pareceu acender minha mulher. Era o que ela queria ouvir. Sentir um macho dominante!! Aquela puta come�ou a rebolar e Carlos come�ou a for�ar aquela rola pra dentro do �nus dela. Depois de longos minutos ele encostou suas bolas na bucetinha de Dora. Que coisa a natureza !! Como um cuzinho t�o apertado podia aguentar um membro t�o grande ?? Era completamente desproporcional!! Ela gritava que nem uma cadela. Ele iniciou um vai e vem que n�o tinha fim!! Ficaram os dois, uns vinte minutos, com ele socando sem d�. Dora estava quase desmaiando, quando ele come�ou a jorrar, mais uma vez, grande quantidade de esperma, s� que agora ele estava inundando seu reto, enquanto dava uns tapas na bunda de minha esposa, xingando-a e tratando-a como ela de agora em diante mereceria ser tratada, ou seja, como uma piranha sem-vergonha.



Carlos apesar de ter gozado, ainda n�o havia tirado seu pau de dentro do cu de minha esposa e quando o fez, al�m de eu notar grande quantidade de esperma escorrendo por suas pernas e bunda, pois ela ainda estava deitada, deixou um buraco que eu pensei que jamais fecharia. Estavam totalmente esgotados. Minha putinha adormecera e seu macho ficou conversando comigo. Depois de algumas horas, Dora acordou e iniciaram tudo novamente. Eu pensei que os dois n�o tinham mais fim. Eu realmente fiquei assustado. O cuzinho de Dora agora era um canal em que Carlos entrava e sa�a sem nenhuma dificuldade ou cerim�nia. Sua buceta de t�o alargada nem segurava mais a porra do seu macho que j� nem fazia quest�o de usar camisinha. Quando o sol apareceu os dois dormiram abra�ados que nem dois pombinhos e eu como um corno apreciador de uma esposa puta somente os observava. Passadas mais algumas horas eles acordaram, tomaram um banho e resolvemos todos que j� era hora de irmos embora, n�o sem antes marcarmos um novo encontro. Espero poder repetir este encontro novamente, por�m agora, quero que seja junto com os nossos primeiros amigos. A� sim quero ver o que os tr�s far�o com minha deliciosa mulher. J� contei a ela os meus planos e adivinhem !! Ela pediu somente um tempinho para se recompor do Carlos que a castigou bastante, mas topou ansiosa. Est� ansiosa em se fazer de putinha mais uma vez.



Caso voce queira candidatar-se à vaga de amante, envie fotos (qualquer) e e-mail para: [email protected]

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