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CHUPEI A BUCETINHA DA MENININHA AT� CANSAR

Pessoal, tenho suma historia pra contar. Eu e a galera fomos pra cidade vizinha pra beber umas cevas. Chegando l� estacionamos no centr�o e logo pegamos umas cevas e ficamos ali conversando e bebendo. Mas ao nosso lado tinha tr�s garotas, uma feia, mas as outras duas muito gatas, g�meas! Uma dessas gemeas estava com uma blusinha muito degotada, que quando bati o olho, vi o biquinho do peitinho dela com muita nitidez. Eu n�o sabia se ela estava fazendo aquilo de proposito ou se ela n�o percebeu, mas aquilo me deixou maluco, eu tinha que chegar nela de qualquer jeito. N�o sabia como, mas criei coragem e fui. Cumprimentei ela, dei um beijo na bochecha e me sentei ao lado dela. Deixa eu descrever ela. Loira, mais ou menos 1.60m, uns 60kg, bundinha bem empinada e durinha, seios m�dios que cabiam na palma da m�o, rostinho angelical, enfim perfeita.

Come�amos a conversar, percebi que ela era inteligente, que conversava bem e puxava assuntos interessantes. Conversa vai, conversa vem, comecei a esquentar um pouco mais a conversa. Comecei perguntando o que ela achava de namorar, se ela costuma sair mais vezes com uma pessoa, enfim, um monte de perguntas deste n�vel. Confesso que fiquei com medo da resposta e da rea��o dela. Ela, naturalmente, respondeu que quando conhece alguem interessante, costuma sair mais vezes. Isso me animou muito, ent�o pedi a ela o que ela achou de mim. Ela respondeu que me achou legal, que eu aparentava ser um cara culto, educado.

Foi ai que eu atirei a pedra. Perguntei a ela o que ela achava da gente ficar, se conhecer melhor. Ela ficou um tempo em silencio e aquilo me deixava fora de mim. Ela respondeu que n�o me conhecia direito, que era muito cedo, que eu tinha que dar tempo ao tempo. Eu desabei com a resposta mas fui insistente. Disse pra ela que concordava com ela, mas que se tem que acontecer, pode acontecer hoje, amanha, ou nunca. Ela acabou concordando em partes, eu disse:

- Mas ent�o, o que vc acha de ficar comigo?

Ela topou, disse que tudo bem, que eu tinha raz�o. Lasquei um beijo ali mesmo. Foi ai que a irm� dela e a outra sa�ram e eu fiquei sozinho com ela. N�s est�vamos na avenida, mas atr�s do lugar onde a gente tava tinha uma constru��o. Pensei comigo, ser� que eu consigo levar ela pra l�? H� n�o deixei passar em branco, mais do que ela dizer n�o. Disse pra ela.

- Que tal a gente ir pra algum lugar mais tranquilo, sem esse movimento todo? ela ficou pensando um pouco e disse

- Mas aonde?

- N�o sei, vem comigo pra ver.

Sa�mos e fui logo pra l�.

- O que vc acha daqui?

- Parece bom, � bem isolado mesmo.

Entrei na constru��o e achei uma escada que subia at� o segundo piso. Subimos at� o segundo piso pra garantir que ningu�m vise ou ouvisse a gente. Ela era mais baixa que eu ent�o ela ficou no degrau da escada. Os peitinhos dela batiam na minha cara. Beijei muito ela e com o tempo descia a m�o na bunda dela. Como era durinha, muito boa. Acho que fiquei uma meia hora beijando ela e apertado a bunda dela. Fui descendo at� os peitinhos dela, dando beijos logo acima, fui descendo e abaixei a blusinha dela. Ela disse que n�o queria, mas eu n�o dei bola e comecei a chupar aqueles seios branquinhos, com o biquinho vermelho, durinhos. Logo fiquei com o pau duro, disfarcei pra arruma ele na cal�a mas ela percebeu e disse.

- O que foi?

- Nada!

- Como nada, o que vc fez que eu n�o vi?

- Arrumei o pau que ficou duro e estava mal acomodado.

Ela n�o falou mais nada ent�o comecei a beijar ela de novo e fui abrindo o z�per da cal�a. Abri o z�per e fui baixando a cal�a dela. De calcinha j� era uma vis�o deslumbrante, tirei a cal�a e quando fui tirar a calcinha ela disse:

- O que vc vai fazer?

- O que vc quiser!

- Mas eu sou virgem ainda.

- N�o tem problema, eu fa�o com carinho.

- Mas eu n�o quero transar!

Fiquei pasmo, mas disse pra ela que tudo bem, que eu respeitaria a vontade dela. Mas n�o deixei de lamber aquela xoxotinha. Disse pra ela sentar na escada com as perninhas abertas. Era vis�o do para�so, at� brinquei com ela, disse que queria bater uma foto com o celular, ela quase me espanca amea�ou de colocar a roupa. Abracei ela, perdi perd�o. Ela sentou de novo na escada e eu comecei a chupar a xoxotinha dela. Eu s� ouvia a respira��o profunda dela. Pedi pra ela se alguem j� havia feito aquilo, ela disse que n�o, mas que estava adorando. Ela dizia:

- Continua...isso....chupa mais que t� muito bom.

Ca� de boca e chupei mais ferrosamente. Enfiei o dedo, mas quando chegou no caba�o dela eu s� ouvi um “AI”. Tirei o dedo e continuei a chupar at� que ela come�ou a gemer mais e disse que iria gozar. Ela teve um orgasmo fenomenal. Ela tremeu quando gozou. Depois que ela gozou, levantou e ficou ali peladinha na minha frente. Eu j� estava gozando, n�o aguentei mais. Peguei a m�o dela, tirei meu pau pra fora e disse pra ela:

- Agora � sua vez de me fazer subir pelas paredes.

- O que vc quer que eu fa�a?

- Engula meu pau, chupe tudo!

Ela disse que n�o sabia fazer boquete, que nunca tinha feito. Mesmo assim pegou meu pau com firmeza e come�ou a chupar. No come�o ela machucou um pouco mas foi pegando o jeito. Logo gozei, n�o aguentei. Queria gozar na boca dela mas ela n�o quis. Depois que gozei ficamos nos beijando, pelados, e logo fiquei de pau duro de novo. Ela olhou pra baixo e disse:

- Nossa, mas j� t� duro de novo?

- Claro, vc � muito gostosa e me d� muito tes�o.

Ela ficou brincando com meu pau e eu fiquei colocando o dedo na bundinha dela. Uma hora eu coloquei quase todo o dedo e ela disse:

-Sabe que isso � bom!

- Mesmo? Posso brincar mais um pouquinho?

- Pode.

Fui metendo o dedo e beijando ela, eu s� ouvia o gemido baixinho dela. Disse pra ela ficar virada de bunda pra mim, ent�o ela se abaixou e ficou de quatro na escada. Abri a bundinha dela e fui lambendo a xotinha dela e colocando o dedo na bundinha dela. Logo coloquei mais um dedo e ela disse:

- Ai, p�ra que t� doendo!

- Calma, isso j� passa.

Fui colocando os dedos e chupando a xoxotinha dela e fui subindo at� o cuzinho dela. Passei a l�ngua no cuzinho dela, ela disse que estava adorando. Sem avisar, coloquei a cabecinha no rabinho dela e disse:

- Posso?

- N�o, eu n�o quero!

- D�i um pouco mas j� passa.

- N�o, continua chupando que t� muito bom.

Eu n�o acreditei mas tive que me conformar, eu j� estava querendo de mais pra uma menina caba�o e que tinha rec�m conhecido. Continuei a chupar ela e queria que ela gozasse de novo, mas n�o consegui porque a irm� dela ligou pedindo onde ela estava. Eu fiquei louco, n�o queria sair da�, mas antes de ir embora e antes que ela se vestisse, pedi pra ela bater uma punheta pra mim. Ela come�ou devagar mas depois aumentou o ritmo. N�o demorei muito gozei em cima dela, o jato foi forte. Enquanto me vestia, ela disse:

- Eu n�o acredito no que eu fiz

Eu s� olhei pra ela e dei uma risada.

- Mas vem dizer que vc n�o gostou?

- N�o posso negar que foi �timo!

- Quando vc quiser eu posso tirar esse cabacinho.

- Pode sonhar. Eu levo a serio esse negocio de virgindade

- Desculpa, eu estava brincando!

- Eu s� vou perder a virgindade quando encontrar alguem que seja carinhoso comigo.

- Eu sou muito carinhoso, n�?

- �!

A gente se vestiu e sa�mos. Peguei o numero dela porque eu queria chupar muitas vezes aquele corpinho durinho, gostosinho, cheirosinho. Descemos e a irm� dela estava l� onde est�vamos antes.

- Onde vc estava que eu te procurei em tudo que � canto?

- Em casa eu te conto.

Dei um beijo nela e me despedi. Ela disse baixinho no meu ouvido.

- Eu queria dizer que foi uma experiencia boa e que se vc for legal comigo.

- Que bom, eu queria passar mais tempo contigo, mas vc j� tem que ir.

- Me liga quando vc quiser sair comigo.

Ela me beijou de novo e apertou meu pau com for�a dando um risadinha de safada. Ela saiu e eu fui l� com a galera. Pra variar todos b�bados. Eu peguei uma ceva e ficamos mais um pouco ali e aos poucos todos foram embora. No dia seguinte meu celular n�o parava, era toque, mensagem. Acho que ela se apaixonou por mim. Ela mandou uma mensagem dizendo que foi pra casa e foi no banheiro pra se masturbar que n�o se aguentava mais de tanto tes�o. No domingo seguinte eu me encontrei com ela de novo e mais uma vez fomos na constru��o e repetimos exatamente o que fizemos, s� que com mais tempo.

Se acontecer sexo eu conto pra voc�s. Quem quiser meu email pra troca uma ideia comigo, o email � [email protected].

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