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UM SONHO DE PROGRAMA

Bom, quero iniciar dizendo que n�o sou gay, mas as vezes tenho um louco desejo de chupar um pau. Sou casado com uma mulher deliciosa, que me deixe de pau duro s� de imaginar ela de lingerie.Certo dia estava em S�o Carlos, cidade do interior do estado de S�o Paulo em uma reuni�o da empresa em que trabalho. A reuni�o foi at� as 18hs e, ao terminar resolvi permanecer na cidade para curtir algo diferente. Liguei para minha esposa dizendo a ela que a reuni�o iria at� mais tarde e que n�o sabia a hora que chegaria em casa. Ela ent�o pediu que eu ligasse quando terminasse para me esperar.



Feito isto, procurei um motel na cidade e tomei um belo banho, descansei at� por volta das 22hs e novamente retornou a liga��o a minha esposa dizendo que pararam a reuni�o e que prosseguiria no dia seguinte, logo pela manh� e assim, n�o retornaria para casa para novamente voltar no dia seguinte. Passei o fone do motel em que eu estaria e que se precisasse de alguma coisa que ela poderia ligar.



Pronto meu plano estava arquitetado e assim pude sair para jantar. Ap�s a janta, fui conhecer a cidade e me deparei com uma avenida em que haviam prostitutas, homens e travestis fazendo ponto. Me deu um tes�o enorme e resolvi abordar um rapaz que ali se encontrava. Perguntei a ele quanto ele cobrava o programa e ele me informou e ent�o pedi que ele subisse no meu carro.



No caminho percebi que era um rapaz muito legal e contei a ele que eu era casado e que gostaria de apenas divers�o por aquela noite. Ele me afirmou que a maioria de seus clientes era assim. Passei em uma farm�cia, comprei camisinhas e KY e rumamos para o motel.



Na entrada, informei o quarto em que eu estava e pedi outro para um amigo que comigo estava na reuni�o. Ele ent�o me questionou o porqu� daquilo, por�m n�o respondi (claro, minha esposa poderia ligar e todos os meus pertences estariam no quarto e n�o quis correr qualquer risco de ser assaltado ou mesmo enganado). Deixei-o no quarto e rumei para o meu, pedindo a ele que tomasse um belo banho, fizesse a barba, pedisse um vinho e me esperasse.



Fui para o meu quarto, tomei mais um banho caprichado, deixei a chave em um lugar secreto e fui para o quarto do amigo. Cheguei l� e ele assistia a um filme porn� tomando uma ta�a de vinho, vestindo um roup�o branco do pr�prio motel. Sentei ao seu lado na cama e conversamos sobre alguns assuntos. Ele me perguntou se eu j� havia transado com um homem e eu ent�o disse que n�o (pura mentira, pois participei da Reuni�o de Casados – conto no site). Ele ent�o pediu para eu ficar mais a vontade, e tirasse algumas pe�as de roupa e vestisse o roup�o que estava no banheiro Fui ao banheiro, me despi e vesti o outro roup�o que l� estava, por�m, este era cor de rosa. Ao sair do quarto ele se levantou, veio em minha dire��o e me deu um beijo na boca e me virou de costas, agarrando-me por tr�s e resmungando em meu ouvido. Hoje voc� � meu. Pude sentir seu pau ro�ando minha bunda e levei minha m�o at� seu pinto, percebendo que vestia uma cueca sob o roup�o. Ele se esfregava enquanto eu acariciava seu pau com minha m�os. Ele ent�o desamarrou meu roup�o e o seu e eu fiquei nu e ele s� de cuecas. Debrucei na cama, deixando minha bunda erguida e rebolei em seu pau que estava duro como uma pedra. Ele ent�o me agarrou e ficou ro�ando o seu pau em mim dizendo que hoje eu seria seu viadinho e que n�o queria me ver bancando o casado. Que ele n�o seria um garoto de programa mas o meu sonho de programa.



Dito isto, me virei, comecei a beijar seu peito, sua barriga e fui descendo at� chegar no seu pau. Sentei na beirada da cama, e comecei a lamber os contornos da cueca, abaixando-a bem devagar, saltando para fora a cabe�a do seu pau que imediatamente a suguei. Abaixei toda a cueca e n�o acreditei na grossura do seu pau. N�o era muito grande, mas era grosso. Comecei a engoli-lo como louco e ent�o vesti uma camisinha e continuei chupando seu pinto, descendo at� as bolas, chupando uma depois a outra e n�o parando de punhet�-lo. Engolia inteiro at� sentir um espasmo e o tirava da boca. Chupava como mina esposa me chupava. Esfregava ele na minha cara e logo ele avisou que iria gozar. Pedi que ele tirasse a camisinha e que gozasse na minha barriga, pois queria sentir o jato da primeira gozada em mim e assim ele fez e eu n�o me arrependi. Gozou como louco em minha barriga e a cada esporreada eu esfregava em mim. Ai que vontade de engolir todo aquele esperma, mas infelizmente n�o tive coragem.



Fui para o banheiro, tomei um banho e o chamei para a ducha. Ensaboei todo o seu corpo, lavei bem o seu pau e me ajoelhei no ch�o e comecei novamente a chupar seu pau, que continuava grosso, mas mole. Perguntei se aquilo ali era tudo o que ele tinha e ele me disse: Espera s� um pouco que a festa ainda nem come�ou. Vai sentir meu pau duro nesta bundinha. Meu pau estava a ponto de bala e comecei a socar uma punheta chupando seu pau e ele logo me repreendeu. Voc� s� dar� prazer hoje, nem pense em gozar comigo. Hoje j� te falei que ser� o meu viadinho. Quero voc� com todo este tes�o, segurando minha cabe�a e me fazendo engolir seu pau.



Me puxou para fora da ducha, me levando at� a cama. Me pus deitado, abriu uma calcinha que estava em uma cesta de produtos er�ticos ao lado da cama e pediu que eu vestisse. Fui para o banheiro, vesti a calcinha, que claro ficou enterrada na minha bunda e vesti o roup�o rosa por cima. Sai do banheiro e ele me pediu para que eu virasse de costas e abaixasse o roup�o, pois queria ver como ela tinha ficado em mim. Obedeci imediatamente e baixei o roup�o e ele logo disse: Hummm, quero arrega�ar esta calcinha com meu pau. Quero socar tudo neste rabinho. Me deitei na cama, de costas, a seu pedido. Arrebitei a bunda e falei para ele. Vem ro�ar este pau na minha bundinha, vem. Ele ent�o subiu encima de mim, pelado e come�ou a ro�ar seu pau por cima da calcinha, mas como ela estava enterrada no meu rabo, sentia a cada passada que seu cacete dava entre as minhas n�degas, podendo perceber que ele ficava mais duro: Ta gostando viadinho, meu pau ta ficando duro e vou arrega�ar este cuzinho de veludo. Vou te comer que nunca mais vai esquecer deste pau. Ele me falava e eu ficava louco de tes�o, rebolando e arrebitando minha bunda para sentir o m�ximo daquele cacete.



Percebi quando ele puchou minha calcinha para o lado e apontou para meu cuzinho, for�ando a entrada, foi quando eu pedi que ele colasse duas camisinhas e usasse o KY e ele respondeu que at� as camisinhas usaria, desde que eu as colocasse nele, mas que me comeria sem a KY, pois queria me ver gemendo a cada mil�metro que seu pau invadisse meu rabinho. Levantei-me, peguei as camisinhas e suguei seu pau um pouco (um pouco nada, chupei seu pau gostoso at� me doer a boca). Vesti as duas camisinhas nele e disse: Pronto, agora � a sua vez, deitando de costas na cama. Ele se ajeitou em cima de mim e come�ou a me penetrar gostoso, de pouco em pouco, logo seu pau estava inteirinho dentro do meu rabo. Quando senti prazer, pude aproveitar todo aquele pau no meu cuzinho, rebolando e sentindo cada estocada. Eu estava alucinado, e gritava com ele: ISTO, METE FUNDO, METE TUDO, SOCA ESTE PAU NO MEU CUZINHO, ME ARREGA�A TODA. E ele fazia, enfiava tudo sem d�, passando a tirar praticamente todo o seu pau para fora e socando de uma s� vez. Pedi a ele que queria ficar de 4, para sentir mais seu pau e ele ent�o me puxou para o canto da cama, ele ficando em p� e eu de 4. Quando ele socou, senti uma dor terr�vel e deu um berro, mas ele logo me fez gostar novamente. Socava como um tarado e eu rebolava como uma vadia no ciu. Ai que tes�o. Meu pau babava de tes�o e eu passava o dedo na caba�a e levava o liquido à minha boca, virando a cabe�a para que ele percebesse o meu tes�o. Pude sentir seu pau inchando dentro do meu cuzinho e ele anunciando que iria gozar. Isto me deu tes�o incr�vel, comecei a rebolar como doido, ou melhor doida, em seu pau, at� que ele come�ou a gemer de prazer e pude sentir seu pau amolecendo. Que tes�o.



Ele se deitou ao meu lado e pediu que eu tirasse a camisinha de seu pau o que atendi. Novamente tinha gozado como louco e pude sentir o calor de sua porra entre os dedos das minhas m�os, pois ficando acariaciando seu pau at� n�o sair mais nenhuma gosta. Ele me pediu para eu chupar, mas novamente n�o tive coragem, muito embora minha boca estava louca para sentir o gosto amargo.



Tomamos um banho e eu novamente o lavei. Ca�mos na cama e adormecemos. De manh� ao acordar, fiz uma deliciosa chupeta em seu pau, mesmo sem a camisinha at� que ele anunciasse que iria gozar. Neste momento eu pus uma camisinha em seu pau e continuei chupando, chupando e sugando seu pau, at� que ele explodiu em um gozo na camisinha, dentro da minha boca. Pude sentir seu pau pulsar esguichando porra e o quentinho da camisinha em minha boca. Novamente tirei a camisinha e fiquei acariciando seu pau melado.



Foi uma del�cia.



Fui para o meu quarto e pedi que ele se aprontasse para irmos embora. Cheguei no quarto meu saco do�a de tes�o e bati a punheta mais gostosa do mundo.



Peguei ele e o deixei no mesmo lugar que o tinha apanhado. Paguei pelos servi�os realizados e nunca mais o vi.



Estou louco para realizar mais desejos e quem quiser me mande um e`mail para conversarmos ou apenas contar que gostou da minha aventura: [email protected] e [email protected]

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