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PERDENDO A VIRGINDADE E A VERGONHA NA FESTA

Eu estava na 8� e tinha 19 anos, eu e mais dois amigos, o Guilherme e o Pedro, fomos a uma festa de final de ano no col�gio, que acabou sendo uma noite inesquec�vel para mim. O pai de guilherme nos deixou l� e ficamos de ligar na volta. Na entrada encontramos com umas colegas nossas muito gostosas que n�s estavamos afim. Todos entramos na festa e ficamos l� curtindo. O pessoal come�ou a se arranjar com seus pares, o Guilherme ja tava agarrando a tal de Pri, uma tesuda que tava com uma mini-saia que me deixava loco de tes�o. Estavam planejando de me conseguir a Tati, mas tinha uma outra guria que tinha chegado em mim e n�o era assim t�o boa. O nome dela era Fabiana, eu achava que ela n�o tinha ficado com ningu�m at� aquele tempo. Apesar de eu j� saber que a Fabiana estava afinzona de mim eu tava vidrado na Tati, ela era um sonho de guria, acho n�o tinha guri que n�o babava por ela. Dei o maior fora na Fabiana, mas ela em v�s de ir embora, chegou e falou: - Tu ta fim dela n�, mas tu ta te achando mesmo, n�. Tu n�o vai me fazer passar vexame na frente de todo mundo! – e a� me jogou na parede e come�ou a me beijar. A guria beijava que nem uma deusa, e eu pensando que ela era inexperiente com essas coisas. Me deixou sem f�lego com sula l�ngua molhada. Pegou minhas m�os e colocou na sua bunda. Ela era atrevida mesmo. Eu j� notava que todo mundo em volta come�ou a olhar e tal, e as amigas dela j� chamavam ela de perdedora. Me encostou no pared�o e me fez abrir as pernas, colocou a sua no meio e rossou naquele meu caralho que j� endureceu na hora. Deu o pesco�o para mim e foi descendo suas m�os gemendo baixinho e me deixando loco. Chegou no meu pau e massageou por cima das cal�as me prensando ainda, a� eu aproveitei de vez e nem pensei mais na Tati. Ela abriu o z�per da cal�a e eocostou na minha cueca, meu pau estourava de t�o duro. Por traz eu comecei a enfiar minha m�o para dentro da cal�as colocando sua calcinha de lado. Ela enfiou a m�o para dentro, tirou o meu caralho e come�ou a me tocar uma punheta ali mesmo naquele canto. A gente nem se beijava mais e sim se lambia. Ela dava uns gemidinhos e escostava a bu�eta no meu pau batendo como nunca cada vez mais r�pido. N�o demorou muito eu peguei a minha m�o e bombei na punheta gozando com ela tudo nas cueca e na m�o dela, ela me beijou. Se afastou, limpou a m�o na minha camiseta, ageijou as cal�as e os seios e me deixou ali todo sujo de porra nas cueca e na m�o. Quando ela saiu eu estava pasmo. Aquela guria me fez ir as nuvens a agora me abandonava ali. Tapei o meu pau, que ainda estava duro e fui para o banheiro.Quando entrei j� tinha uns casais se comendo e se agarrando e uns me olharam enquanto me punhetava para tirar toda porra do meu pau. Me limpei todo e quando estava saindo do banheiro a Fabiana apareceu de novo. Fiquei im�vel ela estava com as amigas mas elas entraram no banheiro e ela veio pra cima de mim. Come�amos a nos linguar de novo e caindo entramos no banheiro masculino onde tinha aqueles outros se comendo. Fiquei de costas para a pia e ela tirou o top e me fez mamar os seus peitinhos ali mesmo gemendo como antes.Tirei uma moeda do bolso e peguei duas camisinhas numa daquelas m�quinas. Entramos depressa em uma daquelas cabines e eu me sentei na privada, ela veio em seguida e fechou a porta. Se ajoelhou na minha frente e me fez tirar toda a cal�a e ficar pelado da cintura para baixo. Nem preciso dizer que o meu pau j� estourava de novo. A� ela veio e come�ou a lamber o meu saco. Eu me agarrei no vaso e de olhos fechados s� curti. Me lambuzou todo chupando que nem uma doida. Lambia em c�rculos com a l�ngua, eu nunca pensei que isso aconteceria comigo. Abriu o fecho da sua cal�a e come�ou a enfiar na minha frente fazendo eu implorar para ela sentar em mim. Se virou e colocou aquela bunda gostosa na minha cara. Pegou a camisinha e foi colocando no meu pau. Eu bem de mansinho fui baixando suas cal�as e tirando sua calcinha. Sua bocetinha estava todo molhadinha o que endureceu ainda mais o meu pau. Passei meus dedos naquele grelinho louco para fuder com ele. Depois com cuidado dei s� uma encostada com a l�ngua. Ela se excitou mais e sentou na minha boca, a� eu lambi pra valer. Chupei tudo, experimentei uma buceta pela primeira fez na vida, era uma coisa inexplic�vel, eu tava t�o loco pra fude-la que ela nem podia mais recuar. Abaixei- a ela levantou um pouco pegou o meu pau com as duas m�os, ageitou com carinho no seu buraquinho e veio descendo de mansinho. Eu dei um gemido e n�o fechei os olhos um segundo vendo minha pica entrar numa guria. Chegou l� em baixo e veio para tr�s virando e me olhando nos olhos, nos beijamos. Eu a empurrei e ela rebolou no meu caralho. A� desgrudei da privada e segurei-a pela cintura, ela me acompanhou e come�amos a subir e descer, subir e descer. S� o barulho da bunda batendo na minha virilha j� me excitava cada vez mais. Ela come�ou a subir e descer muito r�pido, s� segurei meu pau reto e sua xaninha sendo perfurada sem perd�o. Tirei minha pica e fiz ela ficar de frente para a privada a abrir bem as pernas, me empinei na ponta dos p�s e enfiei tudo de uma fez, fiz isso umas tr�s fezes para ver bem meu pau entrando e saindo. Era muito tes�o, acho que j� tinha gozado umas duas vezes na camisinha, arrebeitei a camisinha e logo peguei a outra e rasguei com os dentes a embalagem, coloquei no meu caralho e voltei para ela. Bombei, e ela gritava de prazer a bu�eta bem molhada fazia meu pau entrar e sair bem gostoso e melado. Disse para ficar de frente para mim, ela sentou na privada e eu entrei por baixo de suas pernas, passei meu pau por todas sua bu�eta e rossando seu grelinho, enfim abri com os dedos para ver bem e meti. A� s� me agarrei nas suas tetinha e fudi at� n�o poder mais, bombando tudo que estava dentro de mim de desejo e dando o maior gozo de todas as punhetas. Tirei meu pau de sua bu�eta com porra ainda saindo e puxei bem para traz, a camisinha explodiu. Eu s� sentei no ch�o exausto e bufando de cansa�o. Ela tamb�m ficou ali parada s� mexendo na bu�etinha por um tempo, depois abriu a tampa da privada e fez xixi, botou as cal�as e saiu. Se ajeitou na frente do espelho. Uma guria que tava se avan�ando num guri do outro lado do banheiro em cima da pia gritou para ela: - mandou bem, hein! Fudeu o nosso amigo para ele aprender, ne? E tinha mesmo, ela tinha vencido me fudeu pra valer, fiquei exausto e ela simplesmente saiu dali e voltou para a festa. A� eu aprendi a nunca mais subestimar uma guria n�o importa se ela seja feia ou bonita mas que na verdade elas sempre saem vencedoras e n�s ficamos ali ofegantes tendo dado tudo de n�s. Elas s�o fogo mesmo. Depois eu sa� pelado mesmo banheiro afora sem dar a m�nima para aqueles caras que chegavam ali e se escondiam todo para n�o verem o seus paus, eles eram uns perdedores. Abri bem a torneira, enchi a m�o e dei um banho nos meus pentelhos brancos de porra. Peguei minha cal�a toda molhada, vesti e voltei, deixando as camisinhas e tudo assim mesmo sujando todo o banheiro. Mais tarde o pai de Guilherme passou l� para nos pegar, eu ia dormir l� naquela noite, s� me lembro que quando entrei no carro baixei a cabe�a e dormi, acordei na cama de h�spedes às 4 da tarde com roupa e tudo do dia anterior e a maior ressaca de toda a minha vida al�m de meu pau inchado e vermelho.

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