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SEU ARMANDO

Desde muito cedo, alimentava o fantasia de transar com homem, mas n�o qualquer homem tinha que ser um homem especial, algu�m diferente, obrigatoriamente gordo, com uma bunda enorme, peitos grandes , mas nunca encontrava a pessoa certa para realizar esta fantasia. Mas as coisas acabam acontecendo quando menos se espera, trabalho com consertos dom�sticos e tenho grande clientela no bairro onde resido, todos me conhecem sou casado tenho um filho de 19 anos, certo dia estava eu e meu filho que estuda a tarde almo�ando (minha esposa � domestica fica o dia todo fora), quando toca a campainha, ao atender uma senhora se apresentou como sendo a nossa nova vizinha da casa ao lado, chamada Maria, e solicitou or�amento na rede hidr�ulica, disse-me tamb�m que era casada sem filhos, era professora e que seu marido banc�rio aposentado n�o gostava de fazer o servi�o. Disse-lhe que na primeira hora da tarde passaria par ver o servi�o. Meu filho saiu para escola e eu fui verificar o servi�o. Ao ser atendido quase tenho um ataque card�aco, o marido (Seu Armando) um senhor de seus 50 anos era exatamente do jeito que eu sempre sonhei, grand�o uns 120 kgs, bundudo, peitos enormes, calvo e bem branco. Fiquei at�nito n�o sabia o que falar, vendo o meu embara�o perguntou se eu era o vizinho encanador, voltando a realidade disse que sim, ele ent�o mandou eu entrar se desculpando pela bagun�a decorrente da mudan�a, mesmo abobalhado e incomodado pela presen�a do Seu Armando fui verificar o servi�o, antes de sair disse-me que caso precisasse de algo era s� cham�-lo. Eu estava t�o fora da realidade e absorto em minhas fantasias que acabei quebrando o cano d’�gua jorrando �gua como um chafariz, dando um banho em mim. Gritei por ele solicitando que fechasse o registro que ficava no lado de fora da casa, ao voltar e me ver totalmente encharcado disse-me que iria pegar uma toalha mostrando-me o banheiro, enquanto isso pensei, vou aproveitar para test�-lo, como estava de bermuda e camiseta fiquei somente de cueca de costas para a porta torcendo as roupas na pia como demorava virei-me para cham�-lo assustei-me com ele parado na porta olhando meu corpo seminu, est�tico, demorou alguns segundos acabei dizendo: -- Esta toalha � para mim?? Saindo do transe alcan�ou-me a toalha mexendo a cabe�a afirmativamente mas sem tirar os olhos do meu membro sob a cueca (que estava duro desde a minha chegada), sentindo e por que n�o gostando do seu embara�o perguntei: -- O Seu Armando o Sr esta com algum problema? Esta sentindo alguma coisa? Ele para disfar�ar totalmente corado me respondeu: -- N�o, vim trazer a toalha! Para provoc�-lo ainda mais me virei de costas para ele tirei a cueca , ficando literalmente pelado pendurei as roupas no box para secar, voltei-me, e disse: -- Como estamos s� n�s dois em casa, da tempo de secar as roupas e ate ir embora estar�o secas. Vendo-me agora totalmente pelado n�o tirava os olhos do meu pau duro dizendo que eu tinha raz�o mas que iria trancar a porta, porque caso sua esposa chegasse ficaria complicado de explicar o porque da minha nudez. Voltei ao trabalho,mas quando estava agachado na pia consertando o cano quebrado o Seu Armando volta e agacha-se ao meu lado e puxa conversa, falando coisas banais, achei estranho, como continuava excitado, pensei : -- Este coroa gostoso bem que podia me acediar. Como n�o tinha jeito resolvi ser mais audacioso ainda, como ele n�o tirava os olhos de mim perguntei diretamente: -- Voc� nunca viu um homem pelado de pau duro antes? –Sim j� vi, mas faz muito tempo, muito tempo mesmo e voc� � muito bonito fisicamente. Agora � tudo ou nada , pensei. Levantei-me segurando a pica com a cabe�orra vermelha refletindo na luz da l�mpada acessa. Cheguei bem pr�ximo dele e perguntei: -- Mas voc� com certeza j� viu caralho melhor que o meu, n�o �? – Com certeza j� vi maiores, mas n�o � isto que importa n�o � mesmo? --Realmente o desempenho � que interessa... respondi. Como n�o tomava nenhuma atitude mais objetiva, perguntei-lhe: -- Seu armando posso lhe fazer uma pergunta indiscreta? Acenou-me que sim com a cabe�a. – O Sr j� transou com homem? – Sim e n�o respondeu evasivo. – Como assim? N�o entendi.. – Para algumas pessoas transar significa penetrar, para outras namorar, fazer sexo oral e seguro com muito arreto tamb�m � uma forma de transar... por isso, entendeu? -- E o Sr como prefere? – N�o curto mete��o...disse-me convicto. Eu continuava em p� , ele agachado, O peguei pelos ombros, o fiz ficar de p�, ficando com o rosto bem pr�ximo do meu chegando a sentir sua respira��o ofegante e falei: -- Sempre tive uma tara em curtir com uma pessoa exatamente como voc� � , faria de qualquer jeito s� para ter a chance de colocar as m�os em voc�... peguei sua m�o e coloquei-a no meu cacete, segurou de leve e come�ou a apert�-lo sem tirar os olhos de mim n�o resisti e comecei a beij�-lo, ele completamente entregue beijava com ternura, como nunca vi igual, enquanto isso lhe tirava a camisa. J� sem camisa eu maravilhado apertava suas tetonas macias, eu alucinado realizando um sonho de inf�ncia. Meu pau estava cada vez mais duro e pulsava como se tivesse vida pr�pria. Enfiei as m�os por dentro da sua cal�a e apalpei suas n�degas enormes, roli�as busquei seu anelzinho com dedo atrevido, quando encontrei fiquei massageando, ele curtindo o carinho, bruscamente afastou-se tirou a cal�a, sapatos e meias tudo junto num golpe s�, como se tivesse com medo que eu fosse fugir. Ao se agachar ficou novamente pr�ximo do meu cacete, mas desta vez como um lobo faminto come�ou a me chupar com sua boca de l�bios incrivelmente carnudos come�a a me chupar, a principio lambe apenas a cabe�a coisa que me deixou louco, e por partes ele foi engolindo o restante, chegando at� os pentelhos do meu saco, por certa vez ele se engasga pelo fato de minha pica encostar-se a sua garganta. Mas ele chupa como se nunca tivesse chupado uma pica antes, sobe e desce com a cabe�a em um movimento gostoso, eu fecho meus olhos e vou empurrando a cabe�a de Seu Armando contra meu cacete ele baba em minha pica e engole com mais gosto, eu enxugo a baba que escorre pelo o corpo de meu pinto e limpo nas roupas. Enquanto ele vai engolindo meu cacete bem gostoso, eu tento alcan�ar a bunda dele com o dedo p poder fazer caricias nele tamb�m, mas n�o alcan�o e ent�o tiro minha pica de dentro da boca de Seu Armando para olhar seu rosto, vejo ele todo despenteado e com a boca toda lambuzada doido para retornar com a mesma ao meu pinto, n�o falava nada, s� respirava muito forte, resolvi irmos deitar no tapete da sala e ent�o logo deixo ele retornar a chupar bem gostoso meu pau que estava muito molhado de sua saliva. Ele para n�o deixar meu pinto amolecer fica me punhetando com sua m�o pequena e gorda, logo ent�o levo sua cabe�a at� meu cacete para que eu sinta sua boca aveludada chup�-lo novamente, at� que ent�o n�o aguentando ficar sem fazer nada e ficar somente sendo chupado, tento puxar a bundona de Seu Armando para perto de meu rosto, n�o consigo por ele ser muito pesado, ent�o ela percebe minha vontade e vai se aconchegando passando uma de suas pernas sobre meu corpo e deixando sua bunda em meu rosto. Ele n�o parava de me chupar e minha pica j� estava muito vermelha de tanto ser sugada, eu confesso ter me assustado quando vi aquela bundona enfrente ao meu rosto, mas logo procurei deixar a bunda de Seu Armando a mostra para eu poder chup�-la tamb�m, no principio tive uma certa dificuldade para chupar bem gostoso ao seu cuzinho, pois a gordura de sua bunda atrapalhava minha l�ngua de chegar ao seu bot�o enrugado que se escondia entre tanta gordura, ele tentou me ajudar abrindo sua bunda com a sua m�o, ent�o comecei � chupar e lamber seu cuzinho gostoso, percebi que seu corpo todo tremeu de tes�o, o que fez com que ele agarrasse meu pau com mais vontade e chupasse ferozmente. Confesso que tamb�m fiquei louco de tes�o, n�o estava mais aguentando ser chupado e prestes a gozar, pedi para ele parar que eu buscar algo est�vamos tremendamente ofegantes, levantei-me meu pau latejava de t�o duro mesmo cambaleante fui at� a cozinha peguei um pote de leite condensado, voltamos à posi��o 69 em que est�vamos ele surpreso queria saber o eu pretendia fazer falei: -- surpresa voc� vai gostar! Recome�ou a me chupar, coloquei o doce em seu cuzinho e lentamente sugava-o lambuzando minha cara, ele sentindo as linguadas em seu orif�cio gemia e tremia, apertava e chupava cada vez mas desesperadamente meu pau levando-me a loucura nunca tinha sentido tamanho prazer, n�o demorou muito e gozamos eu em sua boca fant�stica e ele em meu peito sem ao menos se tocar foi sublime. Ap�s um breve descanso com ele deitado em meu bra�o trocamos longos beijos e caricias aos poucos fomos voltando à realidade. Como sua esposa estava para chegar encerramos nosso iniciante sonho e nos vestimos. Como n�o foi poss�vel terminar o servi�o, aos beijos disse-lhe que voltaria no dia seguinte e tamb�m para terminar o que hav�amos come�ado. Bem n�o � preciso dizer que para dormir dei uma das minhas melhores trepadas com minha esposa, pensando no meu novo vizinho, meu sonho chamado “Armando”. Na manh� seguinte voltei a sua casa, ele n�o estava, sua esposa me atendeu terminei o servi�o pr�ximo ao meio dia, na hora de receber Dona Maria disse-me que à tarde Seu Armando me pagaria, disse-lhe: -- Tudo bem, estarei em casa a tarde toda, pois tenho algumas coisas para arrumar � s� me chamar. Mal sabe ela que eu j� tinha sido pago, alias muito bem pago. Tivemos outras transas t�o ou mais fenomenais que esta mas tudo que � bom termina n�o � mesmo? Seu Armando faleceu tempos depois em um tr�gico acidente de carro. Depois dele nunca mais encontrei algu�m que me desperta-se este desejo, mas estou esperan�oso, se voc� se � coroa (ou n�o), gordo (+ de 110kg) e gosta de sexo seguro (sem mete��o) entre em contato



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