Tenho 19 anos. O que conto agora ocorreu h� dois anos, ou seja, eu tinha 19 anos. Na �poca: 1,70m, 60kg, cabelos castanhos lisos, poucos p�los, branco, uma bunda pequena, mas empinadinha, rosto angelical. Havia, at� ent�o, apenas tido experi�ncias com mulheres, sexo, s� com uma.
Hoje, n�o mudei muito, estou um pouco mais alto e um pouco mais encorpado.
Costumava, h� um tempo, me masturbar com um amigo do pr�dio, assist�amos filmes pornogr�ficos, v�amos revistas de mulheres peladas, mas cada um na sua, era algo hetero, desde que hav�amos descoberto a masturba��o. Esse meu amigo, chamado Andr�, era um pouco mais velho, uma diferen�a por volta de 1 ano. Ele era mais alto, mais forte, tinha um pau bonito, grande e grosso. Nos �ltimos tempos, come�ava a perceber que sentia algo diferente quando via o pau de Andr� duro na minha frente. Me parecia mais interessante que as revistas ou filmes, desejava tocar nele e fazer outras coisas com ele. Em casa, quando me masturbava, pensava no Andr�, me excitava muito e gozava r�pido. Quando nos encontr�vamos, j� sentia dificuldade de esconder minha atra��o por ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Planejava agir, mas quando estava frente a frente com aquele pauz�o, n�o conseguia fazer nada.
Um dia, eu estava muito excitado, em casa, quando o Andr� me ligou me convidando para assistir um filme porn� novo que ele havia comprado, muita putaria e bl�, bl�, bl�. Fui determinado, era a hora de agir, matar aquela vontade que me perseguia. Andr� ligou o filme, tirou o pau duro das cal�as. Ao ver a cena, j� me excitei bastante. Tomei coragem e perguntei se podia tocar no pau dele. Ele, meio assustado, respondeu que achava que n�o tinha problema algum. Peguei meio sem jeito, acariciei um pouco. Comecei, ent�o, a masturba-lo. Ele, ofegante, ainda meio assustado, pedia para eu n�o parar porque estava bom. Fui com a boca at� o p�nis dele e dei uma lambidela na cabe�a. Lambi seu pau todo, at� o talo, enquanto, com a m�o acariciava entre suas coxas e seu saco. Abocanhei, ent�o, seu pau todo. Ele parecia n�o acreditar, mas assim como eu, estava nas nuvens. Eu parecia sonhar, finalmente podia sentir aquele pau. Comecei a chupar com vontade, olhava bem nos olhos de Andr�, ele se contorcia, at� que inundou minha boca com sua porra. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, achei muito bom, engoli o m�ximo que pude, mas ainda vazou um pouco pelo canto a boca, ele gozava em grande quantidade, v�rios jatos. Eu n�o havia gozado, mas me sentia muito bem. Quando ele terminou de gozar, o clima ficou meio chato, ele n�o acreditava que havia deixado aquilo ocorrer e achava melhor nunca mais repetirmos. Fingi concordar e pedi pra ele se acalmar, dizendo que se ele n�o quisesse, n�o ia se repetir. Ele deitou, eu deitei do lado, um pouco afastado esperando que as coisas melhorassem. Ele ligou o som, ficamos calados por um tempo, s�rios. Eu ainda estava excitado, tinha vontade de terminar o que hav�amos come�ado. Me aproximei e perguntei no ouvido dele se ele ia perder a chance de experimentar meu cuzinho. No momento, vi o volume subindo em sua cal�a, ele me olhou com uma cara meio indecisa. Pensou. Repentinamente, me puxou e me deu um beijo. Adorei, nunca havia beijado outro homem. Nos abra��vamos, nos beij�vamos, ele me dava beijinhos no pesco�o. Tirei a camiseta dele, ele tirou a minha. Levei a minha m�o ao pau dele, coloquei pra fora da cal�a, abaixei a cal�a dele. Enquanto nos beij�vamos, eu masturbava ele. Foi quando ele falou no meu ouvido pra eu ficar de quatro porque ele queria entrar em mim e que naquele dia eu seria s� dele. Me posicionei como ele pediu. Ele tirou minhas cal�as, me deixou peladinho. Empinei a bundinha. Ele passou saliva nos dedos e passou no meu cuzinho, ficou penetrando o dedo no meu anelzinho, um, depois dois. Eu estava adorando, dava gemidinhos e rebolava nos dedos dele. Ele veio ao meu ouvidinho e disse que achava que eu j� estava preparado. Foi quando senti sua cabe�a encostando na portinha. Ele come�ou a for�ar, eu empinei a bunda pra tr�s. Pedi para ele penetrar. Come�ou a entrar, do�a um pouco, mas eu resistia e queria mais. Ele foi enfiando aos poucos, eu gemia e pedia para que n�o parasse. Depois de um bom tempo, envolvido pela dor e pelo prazer de finalmente sentir aquele pau me penetrando, Andr� veio ao meu ouvido disse que j� estava todinho dentro de mim. Olhei pra tr�s e n�o acreditei. Realmente, havia entrado at� o talo. Pedi, ent�o, para que fudesse meu cuzinho, bem gostoso. Ele come�ou a movimentar-se dentro de mim, a princ�pio, lentamente. J� n�o sentia tanta dor. Rebolava em seu pau e gemia, pedindo que n�o parasse. Come�ou a dar estocadas mais fortes e mais r�pidas. Fui às nuvens. Gemia muito alto, rebolava muito e queria aproveitar ao m�ximo aquela pica dentro de mim. Ele pedia para que eu gemesse mais. “N�o era isso que voc� queria? Ent�o tome! Geme gostoso. Sua bundinha � deliciosa”. “Vai, Andr�, n�o pare, vai, assim...isso...vai...”. Ent�o, ele avisou que ia gozar. Eu pedi para que enchesse meu cu com sua porra. Em meio estocadas r�pidas e meus altos gemidos: “Ahhhh...”. Andr� inundou meu cuzinho com sua porra, eu, rebolando, ao sentir sua porra adentrando meu �nus gozei junto, muito. Ca�mos os dois, deitados, apoiei minha cabe�a em seu peito e ele me envolveu com seu bra�os. Ele me elogiou, falando ao meu ouvido, disse que minha atua��o havia sido muito boa e que n�o imaginava que meu cuzinho era t�o bom. Eu agradeci e disse que parecia estar em um sonho. Ele disse que a partir de ent�o eu seria a putinha dele. Eu adorei a id�ia e aprovei com um sorrisinho. Foi o que realmente aconteceu, mas deixemos outras hist�rias para contos futuros.
Espero que tenham gostado e que votem nesse conto, me incentivando a escrever mais. Meu e-mail �: [email protected]