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DEI PARA O AMANTE DA MINHA IRM�

Sai para a balada,tava s� a fim de me divertir,ou como dizem: - vim s� para dan�ar. Como sempre,quando estou sem namorado,saio com as minhas amigas e este dia fomos a uma boate,a Luna, muito legal,dez mesmo, uns gatinhos gostosos,gente bonita. Era inverno,mas mesmo assim sai com uma mini de couro preta,uma camisa branca e um jaquetinha destas curtas. Esqueci de dizer como sou: sou bem morena,pele branquinha,olhos pretos,um metro e oitenta,sou magrinha,peso uns 58kg, tenho seios pequenos,ainda fa�o como minha irm� um dia (rsrs),boto 250 ml de silicone,mas tenho uma bundinha gostosa (� o que os guris dizem),mas sempre fui um pouco t�mida,recatada.demorei muito para transar e mais ainda para fazer gostoso.

Bem, vamos ao que interessa, era mais ou menos uma da manh� quando entramos na festa, lotada,muita gente mesmo,pedi uma dose de whisk dupla, e fomos para a pista dan�ar, muito funk e adoro isto,rebolar,deixar os caras bem taradinhos. Estava eu dan�ando, quando olho para o pessoal em volta da pista, entre muitos gatinhos ele estava l�, gostoso como sempre,era o ex da minha irm�, uma vez sai do quarto e quando cheguei na escada,ouvi uns gemidos da mana,uns sussurros e um: - me fode,mete gostoso. Desci as escadas p� por p� e fiquei no escurinho,olhando eles transarem,at� que a mana gozou gostoso e ele tamb�m,vi quando tirou,e era grossinho,e parecia ser grande,pelos menos o maior que eu tinha visto, subi para o quarto,tranquei a porta,tirei a roupa e me masturbei gostoso, pensando naquele caralho dentro de mim,gozei,gozei pensando nele.

O cara estava ali me olhando,com cara de cachorro pid�o, dei um aceno,ele respondeu,baixei a cabe�a como se estivesse com vergonha e quando olhei de novo ele tinha sumido, fiquei desapontada. Falei para as gurias que estava cansada e com sede, fui at� o bar,pedi outra dose dupla e fiquei ali encostada no balc�o. Estava distra�da, quando ouvi um OIIII,era ele:

- tudo bem contigo?

-comigo tudo e tu????

- tranquilo, te olhei na pista,fui buscar uma cerveja,mas quando voltei tu ñ tava mais l�.

- cansei,senti sede e vim aqui tomar alguma coisa.

- ainda bem que sai para te procurar.

- �,pq.?

- para te convidar para dan�ar,mas como ta cansada,deixa assim.

- vamos, quero dan�ar contigo

Nem sei como falei isto,acho que era o whisk (quatro doses,se � que me lembro). Lembro bem que fomos para a pista,dan�amos bastante e da� deu uma daquelas de dan�ar juntinho, ele perguntou se eu queria,disse que sim,e ele me abra�ou,senti o pau dele duro encostado em mim, come�ou a falar no meu ouvido que me achava linda, e come�ou a beijar,meu pesco�o, pedi com a voz fraquinha que ele parasse (querendo que continuasse), ele me olhou e quando me dei conta estava sentindo aquela boca gostosa na minha, e que beijo bom, ainda pensei como minha irm� tinha sorte, se que mesmo casada ela às vezes dava para ele, sa�mos da pista de m�os dadas. E quando nos dirig�amos para o bar encontro minha mana e o marido,vi a cara de �dio dela,mas chegou at� n�s,nos cumprimentou, apresentou o marido para o Neto (vou chamar assim) e nos convidaram para sentar em uma mesa com eles,pois estavam sozinhos, ele agradeceu,mas eu falei para que fossemos, e falei no ouvido dele:

-quero s� ver

Ele riu e disse:

- isto � passado, quero e ficar contigo

-ent�o,prova

- ok.

Fomos at� o outro sal�o,onde ficava as mesas, nos sentamos e come�amos a conversar, est�vamos de m�os dadas e nos beij�vamos muito,eu estava com tes�o,queria provocar a mana e tamb�m o beijo dele me arrepiava todinha,era muito bom. Nos levantamos e dissemos que ir�amos dan�ar, ela disse que eles tamb�m,fomos dan�ar e eles ao nosso lado,o Neto me beijava muito, eu correspondia,at� que falei para irmos nos afastando e saindo dali, ela estava com raiva e eu vi que pelos beijos ele tava a fim de mim de verdade. Sa�mos de fininho,fomos para o canto do bar e l� ficamos conversando e namorando muito gostoso, ele me abra�ou,me beijou e como estava escuro passou a m�o na minha bunda,apertou e disse que era gostosa,durinha, como ñ reagi,ñ disse nada,ele de novo passou a m�o,s� que desta vez com mais vontade, eu sentindo que ia esquentar,pedi para ir embora,perguntei se ele me levaria em casa. Falou que sim,pedi para procurarmos minhas amigas para que eu avisar que iria com ele.

Sa�mos,pegamos o carro e ainda no estacionamento, dentro do carro ele me agarrou, beijou minha boca com tes�o,eu que j� estava com a bucetinha molhada, quase gozei quando ele passou a m�o nas minhas coxas e tocou ela com a m�o por cima da calcinha:

- nossa,ta toda molhadinha

- me leva para casa,outro dia a gente sai e fica sozinho

Ele colocou a m�o de novo na minha bucetinha,puxou a calcinha para o lado,enfiou um dedinho,dei um gritinho e disse:

- N�o quero,vamos para casa,daqui a pouco passa gente aqui.

- que pena,vai me deixar assim?

Colocou a minha m�o em cima do caralho dele e vi que estava duro,tirei e me fiz de t�mida como eu ñ queria,ele arrancou com o carro,me convidando todo o caminho para irmos para o motel.

Chegamos l� em casa,colocou o carro em cima da cal�ada, e come�amos a nos despedir, ele me puxou,me deu um beijo bem gostoso, colocou a m�o no meio das minhas pernas,tocou minha bucetinha melada,e levou o dedo a boca,chupando o meu mel nos dedos,me beijou,senti meu gosto na boca e ele guiou minha m�o at� o caralho,nossa ele tinha aberto a cal�a e toquei,apertei,enquanto nos beij�vamos, estava todinho molhado e bem duro,tentou levar minha boca para que chupasse, falei que estava com sede e que queria entrar,me falou que tamb�m estava, e se eu ñ ia convidar para entrar, eu disse que deixava,mas s� se ele se comportasse,prometeu que sim e entramos.

Servi uma �gua para n�s e ele come�ou a me beijar,me agarrar contra parede da cozinha,pedi que parasse que a m�e poderia chegar,mas ele ñ me ouvia,se abaixou,puxou minha calcinha at� o meio das pernas e passou a l�ngua �spera na minha xotinha melada,chupou,chupou muito meu grelinho, que quase gozo, me colocou em cima da mesa,e me chupou bem gostoso,ouvi um barulho e sai do estado que estava,disse que ele precisava ir embora,ñ deu tempo,a m�e me chamou antes que ele sa�sse,pedi que se escondesse no banheiro da empregada. Falei com a m�e,disse que estava comendo algo e que j� iria dormir,ouvi os passos da m�e subindo as escadas,fui at� a garagem onde fica o banheiro e pedi que ele fosse embora,disse que ñ iria at� me fazer gozar,sentir minha boca no seu caralho,e me agarrou ali mesmo,sai fora,peguei ele pela m�o. Entramos no quarto da empregada,me abaixei,tirei a cal�a,a cueca e cai de boca no pau,lambi todinho,o gosto era bom,enfiei o que pude na boca e com a m�o,masturbava, foi ai que ele me jogou na cama,tirou minha calcinha e me chupou,eu ainda vestida e sem calcinha,foi quando ele me virou de costas,mandou eu ficar de quatro,abriu bem minha bundinha,chupou meu c�,passava a l�ngua na voltinha o que me deixava doida,veio para cima de mim,colocou a cabe�a na portinha,entradinha da minha buceta,reclamei,disse que sem camisinha ñ,mas ele ñ me ouviu e socou tudo de uma vez s�,cai na cama e ele come�ou a bombar dentro da minha bucetinha,tirou,mandou eu levantar,colocou de novo,me deu um tapinha na bunda e mandou eu rebolar. Comecei a mexer que nem louca,mandava ele socar tudo,o louco tirava,deixando s� a cabecinha,eu implorava para que ele botasse tudo,e ele botava tudinho e eu gemia como uma gatinha no cio,at� que avisei que ia gozar,mandou eu gozar,me chamava de gatinha,putinha,pedia que eu rebolasse at� que gozei,me acabei naquele pau gostoso,me virou de frente para ele e quando eu ainda curtia meu gozo,senti um jato de porra bem em cima da minha buceta,ele passou a m�o,melou e colocou na minha boca,mandando eu chupar os dedos,chupei gostoso,ele deitou ao meu lado,acendemos um cigarro e ouvimos a porta da garagem abrir,ficamos quietos.

Se passaram uns 19 minutos at� que algu�m tentasse abrir a porta do quarto,bateu,disse que sabia que est�vamos l�,eu disse que estava s� eu,e que ela fosse dormir.

- ta pensando que sou burra,o carro do Neto ta na cal�ada

Tentei argumentar que o carro tinha estragado e que ele tinha ido a p� para casa.

- abre se ñ eu vou acordar a m�e;

Tive que abrir,ela olhou o Neto,pelado e deitado na cama,entrou,me deu uns tapas e partiu para cima do Neto,ele a agarrou,mandou sentar na cama e perguntamos o que ela estava fazendo l� que ñ estava em casa.

- O ..... Disse que eu tinha olhado muito para voc�s,perguntou se o Neto tinha me comido,se t�nhamos tido algo,brigando e pedi que ele me trouxesse para casa e pego voc�s na cama.

Agarrou o Neto,beijou o na boca,fiquei puta da cara,mas ela disse que queria s� sentir nosso gosto e ver n�s fudendo,arrancou o que faltava da minha roupa,me deixou peladinha,o Neto ficou de p� e come�ou a me beijar,me agarrar,chupou meus peitinhos,enfiou o dedo na minha xota,socou com for�a,fiquei toda molhada de novo,me virou para a parede e de p� foi colocando o pau em mim,comecei a rebolar,pedir mais,foi quando a Paty chegou por tr�s dele e come�ou a ro�ar,se esfregar,foi tirando a roupa,o Neto saiu de dentro de mim,fez eu virar de frente,agarrou a Paty pelo cabelo,fez com que ela se ajoelha-se e mandou ela me chupar. Ela colocou a boca em mim,pedi que ñ,mas tava gostoso,fui me entregando,as pernas come�aram a tremer,pedi que deixassem eu deitar.deixaram,mas a Paty continuou me chupando,eu fechei os olhos e curti,quando abri os olhos o neto estava em cima dela e com ela de quatro,vi quando ele enfiou o pau na buceta dela,que ele tanto conhecia,e com ele socando ela me chupava,agora desajeitada,pq. Parava e gemia,aquilo me deixava com tes�o,sai de baixo da mana,fiquei sentada no ch�o olhando eles fuderem,e vi quando ele enfiou o dedo no c� dela,depois outro,ela rebolou,disse que ñ,mas ele colocou a cabe�a no cuzinho,ela deu um gritinho,pediu devagar,mas ele enterrou tudo no c�,o que fez ela cair na cama,e come�ou a fuder mais forte,ela pedia que ele a rasgasse,e ele quando foi gozar,tirou o pau e esporriou nas costas dela,caindo em cima logo em seguida,depois me chamaram e ficamos ali apertados naquela cama de solteiro, o Neto perguntou se poderia levar nos para um motel e continuar a brincadeira com mais tempo e sem riscos,claro que topamos,a Paty disse que teria que ser dia de semana e à tarde































































































































































































































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